m a r g a r i d a
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a china anunciou agora que vai prender as pessoas que participaram nas manifestações pró Tibete, com penas que vão desde 3 anos a prisão perpétua! uma das pessoas é um monge tibetano a quem lhe foi atribuida a prisão perpétua! ....e viva o comunismo..... :tired:
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na +arquitectura do mês de Abril vem lá um mix entre a arquitectura e a banda desenhada muito sugestiva :D
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"Quando elaboro um projecto pretendo corrigir a natureza" É visto e apreciado em vários países e as melhores revistas internacionais de arquitectura falam da sua obra. O estádio do Braga, a Casa/Fundação Paula Rego, as estações do Metro no Porto e muitos outros trabalhos atestam o rigor, o talento e a capacidade criativa envolvidos em cada projecto que cria. Nascido no Porto, Eduardo Souto Moura é considerado um dos maiores arquitectos portugueses. Aceitou o convite para realizar uma exposição da sua obra, na Galeria JN, no Porto, que inaugura hoje e que, a partir de amanhã, está disponível ao público. Mas, logo que aceitou, colocou-se-lhe imediatamente a questão da dificuldade em mostrar projectos de arquitectura, que considera autênticos códigos técnicos para materializar uma ideia. Por isso, resolveu repartir o espaço com o fotógrafo Luís Ferreira Alves, que o acompanha há mais de 30 anos e, cada um a seu modo (esquissos e fotografia), mostram ângulos distintos sobre a materialização de alguns projectos com a assinatura de Souto Moura. Em entrevista ao JN, revelou o processo habitual de nascimento e de vida dos seus projectos, do que mais gostou de executar, do que mais lhe interessa na sua obra e ainda confessou que quase todos os dias acorda com a ideia de abandonar a arquitectura para poder dedicar-se, por exemplo, à fotografia ou à pintura. Mas, apesar da tentação diária, vai resistindo... JN|Em que consiste "Princípio e fim de um projecto", ideia a quatro mãos, as suas e as de Luís Ferreira Alves? Eduardo Souto Moura| Quando me convidaram para realizar a exposição, saltou-me logo a ideia de como trazer a público um código técnico como a arquitectura. Havia duas soluções, ou maquetas ou fotografias. Ora, tendo em conta o espaço, entendi que seria melhor apresentar a obra com esquissos meus e imagens da autoria de um homem que fotografa os meus trabalhos há três décadas. Escolhi, por entre as centenas de projectos ao longo da carreira, alguns, nomeadamente o edifício do Burgo, e ainda desenhos de objectos e de candeeiros, entre outros. O Ferreira Alves escolheu os que muito bem entendeu e foi assim. Concretizou-se a exposição na vertente de dar duas visões sobre a obra: a do arquitecto e a do fotógrafo. Esta mostra contribui para uma melhor perspectiva sobre o trabalho que tem desenvolvido? Vamos tentar, mas acho que é importante que as pessoas saibam da existência de um percurso-base de desenhos para se chegar à imagem final, seja de um projecto de um edifício ou de um simples objecto. Daí chamar-se "Princípio e fim de um projecto". Antes da concretização dos projectos, há toda uma série de esquissos? Depende, há obras em que há uma intuição e acertamos no conceito e não são necessários tantos desenhos, mas também há outros que emperram e estamos até ao fim a confirmar e, aí sim, são precisos cadernos e cadernos de desenhos. Como é que, normalmente, nasce um projecto seu? Os primeiros passos têm como base a informação que o cliente dá e, a partir daí, começo a construir uma imagem mental. Quando o cliente sai, começo a materializar num esquisso, faço dois, três e tanto pode ser no escritório, em casa, num café, no papel do estirador, num guardanapo ou no maço de cigarros, não importa. Como passa à fase seguinte? Bem, vou fazendo vários esquissos e, já no ateliê, passo-os a um desenho mais geométrico e a seguir é elaborada uma maqueta. Mas, repare, tudo isto é feito com uma grande rapidez e velocidade. Gosta de trabalhar a grande velocidade, está-lhe no sangue? Está, pois, como tenho sempre tanta coisa para fazer, não descanso enquanto não fizer. É assim que trabalho. Mas, depois de ter a ideia já concebida, costumo demorar muito tempo, ponho sempre o projecto em forno lento e banho maria, à espera que entrem as várias solicitações de arquitectura. E quais são as várias solicitações de arquitectura? Aliás, gostaria que definisse o que é, para si, um projecto de arquitectura. São solicitações que entendo importantes. Em primeiro lugar, são as minhas, ou seja, só está concluído quando me sentir satisfeito com o projecto, quando achar que a construção do edifício ou do objecto vai transformar um sítio para melhor. Quando decido elaborar um projecto, pretendo corrigir a natureza, que não é perfeita. Acho que o interessante é acrescentar algo à natureza e proporcionar bem-estar e boa qualidade de vida ao cliente e ao utente. Para conseguir, tenho que criar um projecto que corresponda a três solicitações fundamentais: ser belo, estável e seguro. Belo? Acha importante que a beleza seja uma componente principal num trabalho? Sim, acho, pois é fundamental que um projecto seja elegante a nível estético. Quando digo belo, digo elegante, naturalmente. Quando é que dá por si a pensar que o projecto está mesmo concluído? Quando começo a ficar cada vez mais satisfeito com o trabalho e, aí, penso realmente que está na hora de rematar. Costuma trabalhar sozinho ou em equipa? Tenho uma equipa de 27 pessoas (arquitectos e estagiários). Acho que o diálogo é importante para o bom andamento de um projecto e são necessárias críticas e contrariedades da equipa. Um projecto de arquitectura é um projecto de equipa, de muitos colaboradores, de muitos arquitectos, engenheiros e agora, nos últimos tempos, também é necessário incluir um economista e um advogado. Quais são os projectos que tem actualmente em execução? Tantos, sei lá, mas lembro-me, por exemplo, de uma adega de vinhos na Mealhada, um prédio para divorciados, no Porto, a recuperação de um edifício no Príncipe Real, em Lisboa, e tenho vários em curso em Espanha, Bélgica e Dinamarca. Como é, normalmente, o seu dia de trabalho? Em princípio, só trabalho, só me sento ao estirador, ao fim-de-semana, isto é, só risco ao sábado à tarde e ao domingo. Não está ninguém no ateliê, o ambiente é calmo, sossegado. E nos outros dias da semana? Trabalho, mas ocupo o tempo a desempenhar um papel que também é muito importante para o arquitecto. Vai desde visitar obras a sucessivas reuniões aqui e ali com clientes ou futuros clientes, enfim, é a outra faceta de arquitecto, que é fundamental para a continuação da actividade. Já alguma vez pensou em abandonar a arquitectura? Todos os dias. Todos os dias? Sim, diariamente tenho aquele pensamento: e se eu não fosse e ficasse a desenhar o dia todo? E quando chego a Lisboa e tenho que ir para Nápoles e passa-me pela cabeça a ideia de não ir e ficar a tirar fotografias... Já alguma vez não resistiu à tentação? Já, claro e foi bom. Já tive essa tentação e já tive o prazer de não cumprir o dever e de ficar a fazer o que me apetecia naquele momento. Se abandonasse a arquitectura, o que escolheria? Olhe, gostaria de ter uma profissão em que o que acontece dependesse exclusivamente de mim, só de mim. Podia ser, por exemplo, na área da fotografia, da pintura ou da escultura. Já fez incursões nessas áreas? No desenho, sim. Aliás, o desenho é fundamental para a minha actividade, mas tenho-me ficado pelos esquissos de arquitectura. Tenho pensado muito na escultura, acho que gostava de conceber uma série de esculturas com cortes de edifícios e em materiais utilizados na construção, como a madeira, ferro, tijolo, plástico e vidro. É uma ideia de há já uns tempos, mas que não tenho conseguido realizar, nunca tenho tempo, mas que gostava, gostava... "Qual o projecto cuja concepção e desenvolvimento foram da sua responsabilidade mais o encantou? O que me encanta, o que me suscita um maior desafio é o chamado projecto completo, ou seja, aquele em que sou solicitado para conceber a obra, desde o puxador da porta até ao bosque que envolve o projecto. E já teve alguns com essa responsabilidade? Tive vários, mas destaco, sem dúvida, o estádio do Braga. Acho que o Monte Castro ficou muito melhor com o estádio do que ficaria sem ele. E confesso que gostei bastante de o ter concebido. Sabe-se que está com vários projectos em mão. Algum deles é no Porto e é importante? O que neste momento estou a realizar no Porto é um edifício, a que chamo "andar para divorciados", ou seja, pessoas que vivem sós e que não necessitam de muito espaço. Mas, na verdade, acho que o Porto está numa fase de recessão, ou seja, não se investe na cidade e, portanto, não há muito trabalho para desenvolver. Mas vai tendo em outras cidades do país, ou a falta de trabalho é generalizada? A falta, para já, só se vai verificando no Porto, porque noutras regiões vai havendo. Neste momento, estou a trabalhar razoavelmente em Lisboa, no Alentejo e no Algarve. Como surgiu a hipótese de construir a casa/fundação Paula Rego, em Cascais? Foi a pintora que me escolheu. Neste projecto, tive também a responsabilidade de escolher o terreno e a liberdade total na concepção do edifício. É um projecto aliciante, que francamente me entusiasma. www.jn.sapo.pt
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é tão ridículo que até dá vontade de rir...sem comentários, qualquer uma das situações!!
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"outros" -> Quino!! A Mafalda é qualquer coisa de fantástico
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oh josué! que raio de votação...LOL e já agora não é FEMENINO mas sim FEMININO
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eu não sou de corrigir erros ortográficos, porque não estou livre de os dar, mas não é "certesa" mas sim "certeza" :D
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oh...é mais giro descobrires sozinho! até porque a mim também ninguém me contou nada...e olha que agora que estou no último ano, ainda vou descobrindo coisas giras :D
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lolol se achas que isso é "porrada" de arquitecto, então prepara-te para o resto que não conheces:D
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o que é "porrada" de arquitecto?!lol:D
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não. com o tratado de Bolonha continuam os 5 anos. se compensa ou não é polémico responder-te. Sais com o grau de mestre no fim dos 5 anos. no fim de 3, tens a licenciatura mas terás de acabar o curso na mesma até aos 5 anos
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bem lembrado!!! afinal aquilo o que é?..uma praça de touros convertido em faculdade?:rambo:
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ou 5...que isto agora com bolonha não perdoa:D
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8 anos?!? :icon_blink:
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Se o tema é ambiente, o melhor é não falar nos estádios. Os gigantes congregadores de multidões, sejam de adeptos ou de fãs, são verdadeiras máquinas de produção de CO2, autênticos monstros de consumo energético. As soluções ecológicas na maioria dos estádios portugueses ainda não são realidade, sendo que, pela positiva, destaca-se o Dragão (ver peça em baixo) que até já mereceu certificações internacionais. Na Europa, os estádios alemães, muito por "culpa" de ter sido anfitriã do Mundial de 2006, estão na vanguarda, tal como o Brasil no continente americano. Em Portugal, os estádios que floresceram do Euro 2004, à excepção de Sporting, Benfica e FC Porto, são uma espécie de desertos, sem proporcionalidade entre as dimensões e a assistência média, fontes imparáveis de despesismo, com encargos avultados de manutenção, muitas vezes pagos pelas autarquias. Ou seja, dinheiro dos contribuintes. Por essas e por outras, os gastos de manutenção dos estádios não são propriamente anunciados aos sete ventos. A informação, ao contrário das despesas, chega normalmente a conta gotas. Um estádio como o municipal de Braga, tem custos de manutenção anuais na ordem dos 700 mil euros, correspondendo grande parte desse bolo à fatia energética. No municipal de Leiria, onde se regista uma das mais pobres estatísticas de assistência média por jogo, as despesas de manutenção ascendem a cerca de um milhão de euros por ano. Muito desconhecimento Como se isto não bastasse, os estádios são normalmente maus exemplos de aplicação prática de medidas de protecção ambiental. Os estudos de impacte ambiental directo do funcionamento dos estádios são uma incógnita. Palavras como "arquitectura sustentável" são como palavrões no imenso "futebolês" da nação, mais ocupado na discussão da intensidade das faltas. Nem mesmo as próprias associações ecologistas parecem ter dado grande importância ao assunto. Sobre esta temática, que daria pano para mangas, escasseiam os relatórios, os dados científicos, os números exactos ou aproximados que sejam sobre os consumos dos estádios, no particular ou na totalidade. É, portanto, um assunto mergulhado em vácuo, que aparentemente ninguém parece muito interessado em discutir, conforme o DN constatou em contactos com algumas associações ecológicas que confessaram o desconhecimento sobre o assunto. Sendo assim, prossegue a política de "desordenamento" que teima em vigorar. O problema não é exclusivo de Portugal. E, evidentemente, também não se restringe somente aos estádios, mas também aos acessos, às instalações destinadas ao público, também em relação aos centros de estágio dos clubes de maior dimensão, que deviam ser os primeiros interessados na adopção destas novas tecnologias, que no horizonte trariam poupança. Os maiores problemas "ecológicos" que enfrentam os nossos estádios têm a ver com o consumo astronómico de energia eléctrica e de água, que é o bem mais precioso do futuro, mais cara que o seu peso em ouro, muito mais cara que o petróleo. Um dos "grandes" de Lisboa ou do Porto gasta em média cerca de 250 mil euros em facturas de electricidade e perto de 50 mil euros em contas de água num semestre. E este consumo de energia só é renovável na medida em que se volta a ter que pagar. Não faz grande sentido, num país onde brilha constantemente o sol - o mesmo país que vai dispor de uma das maiores centrais fotovoltaicas do mundo -, que a maior parte dos estádios não disponha dessa tecnologia, de colectores solares, e que a própria arquitectura dos estádios não tenha sistemas de ventilação e iluminação directa, que permitam utilizar em menor quantidade a luz eléctrica. Ou, no caso da água, sistemas de captação e reutilização das águas da chuva. O ambiente agradecia. E, a curto e médio prazo, provavelmente também os clubes ou as autarquias. | www.dn.sapo.pt
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olá joão tiago lol tanto entusiasmo!! assim até dá gosto x(
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A problemática dos estágios não remunerados.
m a r g a r i d a replied to Dreamer's topic in Arquitectura
pois......ou não! isso não é um facto adquirido jvs. Se assim fosse, já se tinha descoberto a galinha dos ovos de ouro e não haveria desemprego no seio da arquitectura!! afinal, "bastava" ir para fora estagiar... -
perguntei, porque a primeira comparação que fazes, pareceu-me que estarias, de alguma forma, a elogiar o edifício. "junção de Siza com Souto Moura"?! mas depois a tua segunda comparação, dá me a entender que foi uma comparação negativa. talvez esteja enganada..enfim. pessoalmente acho que nada tem a ver com souto moura! achei curioso foi o facto de ser um centro de saude. à primeira vista parece um edifício de habitação. acho interessante essa "camuflagem" se calhar, quem sabe, para afastar os bichos papões da cabeça de todos aqueles que não gostam de centros de saude :)
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Lisboa + Barreiro | Ponte Chelas Barreiro | Natanael Lima
m a r g a r i d a replied to MagDarq's topic in Arquitectura
ou isso....! obrigada pela correcção -
da Servia?! wtf?:icon_blink:
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Lisboa + Barreiro | Ponte Chelas Barreiro | Natanael Lima
m a r g a r i d a replied to MagDarq's topic in Arquitectura
o aires mateus (se não estou em erro) fez referencia a esta proposta no debate sobre a nova travessia do Tejo, no canal 1 está muito interessante e era uma óptima sugestão, para quem sabe, uma famosa travessia! -
não foi 15 a 0...mas quase! eheheh 6 a 0 e mais uma vez tivemos um grande exemplo de como jogar um bom futebol e proporcionar o belo espectáculo! parabéns ao meu clube e aos adeptos! a cinco jornadas do fim? somos grandes! eheh :icon_peace::winner:
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agora tudo é arte e somos todos artistas... realmente, só faltava a ideia de comparar o aborto e a morte gratuita com uma manifestação artística:tired::tired:
