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m a r g a r i d a

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  1. Grande retrospectiva de Le Corbusier no Museu Berardo Poderia dizer-se que o nome Le Corbursier é sinónimo da modernidade. O seu pensamento é o seu maior legado. Um pensar e um fazer que se caracterizam pela constante atenção ao modo humano de viver o espaço. Para Diogo Lopes (teórico da arquitectura), "parafraseando Godard a propósito de Orson Wells. somos todos filhos de Corbusier." Esta forma, muito económica, é uma boa apresentação da influência que o arquitecto suíço teve no modo como se pensam as cidades e a construção. Os pais chamaram-lhe Charles- -Edouard Jeanneret e nasceu na Suíça em 1887. Aos 29 anos foi para Paris, onde adoptou o nome do seu avô materno: Le Corbusier. E foi no confronto com a cidade de Paris que sentiu a necessidade de "começar do zero" como afirmou. Este retorno ao ponto zero da arquitectura implicou um combate contra a ideia de sedução que as linhas curvas e exuberantes da Arte Nova assumiam como vocabulário. Demolir essas formas de pensar foi o que lhe permitiu "ter um papel de libertação das formas arquitectónicas tradicionais" afirma Manuel Aires Mateus. Para este arquitecto a importância de Corbusier está também no modo "como introduziu novas tipologias, dimensões e regras construtivas no fazer da arquitectura." Mas aquilo que Aires Mateus sublinha é o modo como ele "foi capaz de trazer para o centro da sua actividade os valores reais dos homens e como fez da arquitectura um importante veículo de transformação da realidade." Esta ligação, profunda e visionária, entre a arquitectura e a vida fez com que Corbusier tivesse uma actividade intensa de escrita e de participação em revistas e na redacção de manifestos. Num dos seus textos mais famosos escreveu "usa-se pedra, madeira e cimento, e com estes materiais fazem-se casas e palácios: isto é a construção ingenuidade está a funcionar. Mas subitamente tocam no meu coração, fazem-se bem. Fico feliz e digo: 'isto é belo. Isto é arquitectura.'" (in 'Vers Une Architecture', 1923). O seu trabalho foi guiado por uma fé inabalável na potência da arquitectura em chegar à vida das pessoas, em tocar o coração. Mas estes aspectos não são meramente enunciados poéticos sem consequências na prática do projecto de construção. Le Corbusier criou um sistema de dimensões e tipologias arquitectónicas que tinham como fundamento a escala humana. O seu famoso "modulor", inspirado nas séries matemáticas de Fibonacci e em Leonardo da Vinci, destina-se a encontrar um sistema de proporções humanas que se pudessem aplicar à arquitectura. Esta forma de pensamento estabelece uma exigência orgânica: é como se o espaço fosse um prolongamento necessário do corpo orgânico de cada um dos homens. Estes aspectos são de tal modo inovadores que inspiraram não só arquitectos, como muitos artistas a trabalhar sobre as suas obras. Nuno Cera filmou em 2006 um vídeo chamado Unité d'Habitation num edifício de Corbusier e aquilo que mais lhe interessou foi " a estrutura espacial no interior, com os longos corredores e com a organização de cada piso a ser sistematicamente repetida como se fosse uma interminável prisão. Le Corbusier enquanto Deus planificador de uma forma de viver num espaço". Com Le Corbusier a arquitectura deixa de ser um acrescento, mas ganha uma dimensão de necessidade humana. Escreveu ele: "Espaço e luz e ordem. Estas são coisas que o homem precisa tanto quanto precisa de pão ou de um lugar para dormir." É este prolongamento da arquitectura nos modos de vida que motivaram Ângela Ferreira a desenvolver muitos trabalhos sobre o arquitecto. O direito à arquitectura, um mote contemporâneo que guia a actividade de muitos arquitectos, tem as suas raízes nas práticas de Le Corbusier, sobretudo na ligação inevitável que estabeleceu entre arquitectura, vida, arte e política. Trata-se da expressão do respeito pelo corpo que habita a cidade e para os quais a arquitectura é o espaço da vida. O que transforma a arquitectura em espaço de valores éticos.| www.dn.sapo.pt
  2. Le Corbusier - Arte da Arquitectura Anuncia-se como a mais completa retrospectiva do trabalho de Le Corbusier. Para muitos o mais importante arquitecto do século XX. Até 17 de Agosto no Museu Colecção Berardo, em Lisboa. Extensa mostra sobre Charles-Edouard Jeanneret (1887-1965), ou seja, Le Corbusier, que pretende mostrar as várias facetas do conhecido arquitecto suíço. Organizada cronologicamente, Le Corbusier - Arte da Arquitectura divide-se em três módulos distintos: "Contextos", "Privacidade e Publicidade" e "Arte Construída". No conjunto a exposição tenta mostrar os vários cruzamentos do trabalho do arquitecto, entre arquitectura, urbanismo, pintura, design, cinema, entre outras disciplinas. Um dos mais importantes núcleos da mostra inclui obras pertencentes à Fundação Le Corbusier, 20 pinturas, oito esculturas, várias peças de mobiliário, cerca de 80 desenhos, 50 primeiras edições da biblioteca do arquitecto e mais de 70 objectos da sua colecção particular. Maquetes originais e algumas novas, feitas propositadamente para esta exposição, mostram as suas mais importantes obras de arquitectura. Algumas peças presentes a salientar: uma enorme pintura mural que se encontrava no seu escritório em Paris, na Rue de Sèvres; uma reprodução de grande escala do Philips Pavilion (1958); um filme original feito pelo próprio em Arcachon e no Rio de Janeiro e, finalmente, a reconstrução da maquete utópica de Le Corbusier para a cidade de Paris, o Plano Voisin (1925). Esta exposição irá viajar em seguida para Liverpool, Capital Europeia da Cultura, e Londres. PÚBLICO
  3. também fui "obrigada" a ler esse livro para antropologia e depois disso já o li várias vezes. é simplesmente inspirador. ao contrário de ti achei muito bem que o realizador se mantivesse fiel o mais possível ao livro, porque assim essa interpretação que falas, continua a ser livre mas para o espectador/leitor. não temos que nos "sujeitar" à interpretação do realizador. aliás, foi o próprio que disse que era precisamente isso que gostava na obra, "essas várias pontas soltas que podem ser lidas sob qualquer tipo de visão"
  4. ando mortinha para ir ver o "Blindness". Amei o livro, é de facto o meu livro preferido e estou com as expectativas muito elevadas em relação ao filme :)
  5. :nervos::nervos::nervos: tenham medo......muito medo....
  6. Parlamento português aprova acordo ortográfico Passados 16 anos desde a assinatura, Portugal aprovou nesta sexta-feira o acordo ortográfico, que unifica a forma como é escrito o português nos países lusófonos. Apesar de polêmico, o texto foi aprovado por deputados de todos os quadrantes políticos - desde o CDS à direita, até o Bloco de Esquerda - com três votos contra e muitos deputados abandonando o plenário durante a votação. As mudanças na forma de escrever o idioma em Portugal vão valer dentro de seis anos, enquanto no Brasil os livros escolares deverão ser mudados até 2010. Questionado sobre o acordo, o escritor José Saramago, prêmio Nobel de literatura, optou por não entrar em polêmica: "Vou continuar escrevendo do mesmo jeito. Isso agora vai ser com os revisores". Controvérsia Houve grande polêmica em Portugal. A iniciativa contrária à reforma com maior impacto no país foi uma petição na internet, que tentava convencer parlamentares a votar contra o acordo. O documento, que criticava a proposta por entender que este significava que Portugal cedia aos interesses brasileiros, teve mais de 35 mil assinaturas desde o início do mês, grande parte delas de intelectuais. "A língua portuguesa é o maior patrimônio que Portugal tem no mundo", afirmou o deputado Mota Soares, do partido CDS. Ironicamente, dois deputados que encabeçaram a petição - Zita Seabra e Vasco Graça Moura - não estavam no plenário na hora da votação. Zita Seabra disse que, como é proprietária de uma editora, havia conflito de interesses para votar o texto. Alterações Os estudos lingüísticos que basearam o acordo indicam que os portugueses terão mais modificações do que os brasileiros. O dicionário português terá de trocar 1,42% das palavras, enquanto no Brasil apenas 0,43% sofrerão mudanças. Para os portugueses, caem as letras não pronunciadas, como o "c" em acto, direcção e selecção, e o "p" em excepto. A nova norma acaba com o acento no "a" que diferencia o pretérito perfeito do presente (em Portugal, escreve-se passámos, no passado, e passamos, no presente). Algumas diferenças vão continuar. Em Portugal, polémica e génesis manterão o acento agudo - o Brasil continuará escrevendo com o circunflexo. Os portugueses manterão o "c" em facto - fato em Portugal é roupa - e vão tirar o "p" que no país não é pronunciado na palavra recepção. Atraso Aprovar as mudanças foi um longo processo. O conteúdo do acordo já tinha sido aprovado há 16 anos, mas não podia entrar em vigor sem que os Parlamentos ratificassem o protocolo modificativo. O protocolo previa que o acordo entrasse em vigor quando três países aprovassem o acordo - e não todos os que falam o português, como estava no texto original. No ano passado, São Tomé e Príncipe foi o terceiro a aprovar o acordo, dando validade ao documento. Para o governo português, a aprovação do acordo é o primeiro passo para existência de uma política internacional da língua portuguesa, que será anunciada quando Portugal assumir a presidência rotativa da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), em julho deste ano. "É necessário agora desenvolver uma política de internacionalização, consolidação e aprofundamento da língua portuguesa, e o acordo ortográfico é um instrumento para isso", afirmou o ministro da Cultura, Antônio Pinto Ribeiro. Para mais notícias, visite o site da BBC Brasil
  7. Xiça!! eu é que não me metia naquela ponte!! :nervos:
  8. os amiguinhos da AEFAUP tiveram entrega de projecto ou de construções e não tiveram tempo para participar...por isso é que se adiou a entrega :icon_poke: (isto sou eu a supor...será que não devia ter dito o que disse? oh...ups! já disse:D)
  9. e dissertação da tese? ainda não estás integrada em Bolonha? é que se estiveres, só te poderás inscrever na ordem depois de a defenderes
  10. RIDÍCULO...mas também....não seria de esperar outra coisa..... " para dar oportunidade a mais pessoas" ?!?! :tired:
  11. é caso para dizer a união faz a força! muito fixe o vídeo :D
  12. Prémio Secil Universidades 2007 Atribuído ao projecto “Casa das Artes do Barreiro” Francisco Lencastre, jovem arquitecto do Porto, foi o premiado, no ano 2007, com o Prémio Secil Universidades, com o seu projecto “Casa das Artes no Barreiro” O Prémio Secil Universidades é atribuído anualmente, desde 2002, organizado em colaboração com a Ordem dos Arquitectos e tem por objectivo reconhecer e premiar o trabalho académico dos jovens estudantes das escolas portuguesas de arquitectura. Francisco Lencastre, natural do Porto, nasceu em 1983. Em 2002 iniciou o seu curso de Arquitectura na Universidade Lusíada do Porto e colaborou, desde então, com o Arquitecto José Lencastre. Quando frequentava o 5º e último ano da faculdade foi contemplado com um dos três prémios Secil Universitários 2007, atribuído ao seu projecto “Casa das Artes no Barreiro.” Francisco Lencastre, concluiu a licenciatura, em 2007, com o novo regime de Bolonha e está realizar a tese de mestrado sobre “Teatro, os paradigmas do espaço”. O premiado de 2007, com o projecto “Casa das Artes no Barreiro”, encontra-se actualmente estagiar no Atelier de arquitectura Menos é Mais (Guedes+deCampos) e a realizar a nível pessoal trabalhos com o Arquitecto Tiago Souto e Castro, também ele recém-licenciado que integra, tal como Francisco Lencastre, a empresa (A)firma.rquitectos. Prémio Secil Universitários 2007 O Prémio Secil Universidades é atribuído anualmente desde 2002, organizado em colaboração com a Ordem dos Arquitectos e tem por objectivo reconhecer e premiar o trabalho académico dos jovens estudantes das escolas portuguesas de arquitectura. No decorrer do ano lectivo de 2006/2007, inserido na cadeira de Projecto do 5º ano, Francisco Lencastre realizou um projecto para a cidade do Barreiro, no seguimento da “I Trienal Internacional de Arquitectura de Lisboa.” Casa das Artes no Barreiro O projecto da Casa das Artes no Barreiro, foi desenvolvido no segundo semestre de 2007, no âmbito de uma disciplina de final de curso e valeu-lhe um dos três prémios Secil Universidades 2007. Este projecto localiza-se no Barreiro, perto do Parque Catarina Eufémia, e consiste na elaboração de um edifício Multifuncional que contempla um Teatro, uma Galeria de Arte e Restauração, entre outros. “Este Prémio deu me novas perspectivas para o futuro e dá-me mais motivação para querer fazer mais e melhor. Quis concorrer desde o 3º ano, mas só no último é que era permitido e isto é o reconhecimento desses cinco anos de aprendizagem.” – salientou ao “Rostos” Francisco Lencastre. “Ao receber a notícia pelo telefone fiquei surpreendido e só acreditei realmente após ter recebido uma carta em casa. A minha reacção foi de grande satisfação por ter atingido um objectivo já há muito ansiado.” – recorda. O desejo de apresentar o projecto no Barreiro “Enviei um mail a notificar a Câmara do Barreiro que fui galardoado com o prémio Secil Universitários e demonstrei interesse em ir pessoalmente apresenta-lo. Ainda aguardo resposta, com alguma esperança, de o poder fazer.” – sublinha Francisco Lencastre, acrescentando – “Todos os apoios serão bem vindos para poder alcançar esse objectivo.” O que è (A)firma.rquitectos? “O nome (A)FIRMA assume logo um carácter de "afirmação na sociedade", para quem trabalhamos, e na vontade de estar presente no seu desenvolvimento para o futuro, nunca esquecendo o passado.” – sublinha ao Rostos Francisco Lencastre, acrescentando – “Significa, também, um desejo de crescer e tornar-se auto-suficiente no domínio de todo o processo construtivo, englobando desde o arquitecto ao engenheiro, passando pelo designer de imagem.” Vertente académica muito idealista mas racional Sublinha Francisco Lencastre que – “Este conceito nasce de uma ideia partilhada por dois arquitectos recém-licenciados que procuram o seu espaço no mercado de trabalho. (Francisco Lencastre / Tiago Souto e Castro) Utilizam uma vertente académica, muito idealista mas racional, onde cada projecto é tratado como único, desenvolvendo um criterioso estudo desde a fase de desenho até ao pormenor construtivo.” www.rostos.pt
  13. ele é advogado e director do Centro Juvenil de Campanhã - Porto (não sei se é mais alguma coisa), mas com uma visão muito particular no que diz respeito a arquitectos, ambiente, casamentos e o benfica!! LOL O Peter também o conhece. É um porreiro
  14. é o meu professor de Ética, Deontologia e Legislação foi um comentário para a brincadeira
  15. falta aqui umas aulinhas com o professor fausto :D
  16. que bonito..... :D
  17. entao assim sendo, se é algo que te preocupa tanto, vai até às faculdades que pretendes entrar e informa-te junto das secretarias. É o melhor e o mais acertado! :D
  18. creio que a uniformização de Bolonha irá garantir que o processo seja igual em todas as faculdades. No entanto é sempre mais seguro ires até à faculdade que pretendes entrar e perguntar...alem disso, falta ainda tantoooo tempo.... até lá muda tudo! lol Eu não me preocuparia muito com isso para já! Preocupa-te sim, em entrares na faculdade e em fazeres o 1º ciclo nos 3 anos supostos (coisa que nem sempre acontece a tão boa gente!) Bom trabalho e boa sorte
  19. já experimentaste dirigires-te à secretaria da tua faculdade? :D
  20. nem eu sou do género masculino (lol), nem existem SÓ 7 arquitectas no arquitectura.pt, assim como também não existem SÓ 21 arquitectos no fórum... a pergunta será mais: "onde está toda a gente?"
  21. from cube to dining table set This is great for small spaces! No wonder this compact dining area is designed by a Japanese furniture designer. Unfortunately this genius design is only available in Japan.. ww.style-files.com
  22. não é pelo facto de as pessoas serem provenientes de artes (nem todas o são) que faz com que sejam mais liberais. não será por isso que, por exemplo, seja possível ires todo roto para uma entrevista de emprego ou com os fones pendurados ao pescoço... em relação à tatuagem, na minha opinião, acho que depende muito do tamanho e do que tatuares (se é ofensivo, agressivo e afins!). Eu própria tenho uma, mas está escondida. Não será preferível fazeres uma que possa ser escondida? para quê correr o risco de, um dia, vires a ser barrado? é óbvio que não é SÓ a tatuagem que conta, mas todo o conjunto sim. é claro que, numa entrevista não há só a avaliação do CV ou portefólio, também haverá uma avaliação do candidato: postura, maneira de falar e claro...aspecto.
  23. votarei e darei a minha opinião, quando achar que o tema vale a pena ser discutido ou de trocar opiniões. parece-me desnecessário fazer tal coisa. apenas isso. quem quiser fazer, que o faça...agora não exijam o mesmo dos outros :D
  24. não... :)
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