Jump to content

joaoneves

Membros
  • Posts

    398
  • Joined

  • Last visited

Everything posted by joaoneves

  1. TiCo, ..concordo contigo, mas sabes que há pessoas que embora se esforcem muito, as vezes mais que alguns atletas da turma, não conseguem atingir os objectivos do professor de ed. física. E por aí não deveriam ser prejudicadas. Por mim não me importava nada que contasse, na altura para a média, (tinha 18...dá sempre jeito..lol)... e eu também concordo, o desporto escola faz-te libertar toxinas que acumulas durante a semana..seja pelo cansaço seja pela alimentação. Infelizmente estou na universidade sem qualquer desporto escolar (existem algumas modalidades na faculdade mas não me interessam) e sinto falta daquele exercício físico regular, ainda que fosse apenas 1 vez por semana. Mas é certo que prejudica nalguns casos... mas os prof's costumam ter em conta o esforço e recompensam-te por isso Ana, vais ver (depende de ti, do prof, e do teu esforço) :)
  2. Pois, eu ainda pertenço à cauda da ultima reforma, em que educação física (infelizmente para o meu caso) não interfere na média. Mas Ana, o exame de geometria, nas públicas, costuma valer 50%. Ora, se a tua média com Ed. Física é 16,6...os 50% dá 8,3 Com os 50% da nota de DGD (esperemos que seja um 20)... dá os 10 valores. Portanto, 8,3(50% nota d aula) + 10(50% exame específica) = 18,3 (((isto se ainda não fizeste o exame de DGD)))) com esta média não deves entrar na FAUP, mas pode ser que entres numa pública. Eu o ano passado tinha média 15,3 de nota do secundário (cientifico-natural)...tive 1ª fase o exame de DGD correu mal...tive 16.. concorri à 2ª fase tive 20. Fiquei com média de 17,65 (arredondando 17,7 ). Como é óbvio, vagas 2ª fase são escassas, nem no ISCTE consegui entrar. Tembém não sobraram vagas da 1ª fase e so houve 1 ou 2 desistências. Isto das médias è uma dor de cabeça. Mas tenta aproveitar o "resto" do ano lectivo para aumentares as notas, esforça-te mais um pouco. Por experiência própria, "+ vale 1 passaro na mão que uma cagadela na cabeça", e eu apanhei uma bem grande quando me candidatei ás univ. públicas. Depois cheguei à privada, a pensar que tinha bolsa. Mas como só atribuem bolsa aos alunos que tinham nota e secundário 16, eu tinha 15,3 (se tivesse 15,5 arredondava pa 16 e tinha bolsa)...nem a ***** da bolsa tive direito. Mas pronto, estou a gostar muito da faculdade onde estou e não faço intenções de mudar (só se o vento mudar de direcção, e começar a ficar sem "tempo") mas tdo controlado Quanto à tua média, esforça-te ao máximo até acabar o ano e boa sorte para os exames!
  3. podia fumar, podia drogar-me, ...este é o meu vicio:beb3: :lovearquitectura::)
  4. Com certeza! =D peço desculpa. Quanto ao tema, acho que se começam a definir algumas ideias que rodeiam este conceito de "habitar"...começa-se a concordar com determinadas situações que justificam este modo de pensar e de olhar para um lugar e julga-lo como um mero vazio ou como um espaço com potencialidades. Acho isso umas das muitas intrigas interessantes da arquitectura :)
  5. pois...a reacção da prof: "como não posso bater nos alunos, não lhes posso chamar nomes, não lhes posso morder nem posso chorar....rio...para libertar estas energias negativas que se acumulam quando me vêm com conversas destas...":D hoje foi do tipo..outro aluno: "professora, mas eu tenho trabalhado imenso neste semestre...mesmo!!!...na ultima semana de aulas...mas fora isso tenho feito coisas muito boas.." a prof:"#$@##%#&"!"!/#"#$:icon_yikes::angry3::wall:
  6. será a um projecto semelhante a um "Bom Sucesso" ou a um "Vila Utopia"?!?:nerd: Só que sem os arquitectos de renome:x
  7. lol..numa aula uma amiga minha vira-se para a prof... entao e esta é a minha intenção para este espaço. a prof:"então porquê?" ela:" então porque fica giro, confortável e fica a condizer com o resto":tired: :bash3:
  8. Um espaço só é considerado espaço de estiver configurado para tal. A partir daí, uma intervenção nesse local pressupõe uma reflexão acerca das características desse local e actuar nele com uma atitude conceptual e que prima a relação com o envolvente e sobretudo a concretização da vontade do criador. Calatrava pura e simplesmente não integra os seus projectos no envolvente, pois todos eles se desenvolvem com base em formas orgânicas, vivas, a estruturas naturais, à coluna vertebral, à estrutura de uma planta ou de um animal. Não deixa de criar espaços habitáveis. mas concordo contigo, um espaço sem qualificações torna-se um vazio e não um espaço potencial
  9. Eu posso estar a mandar um tiro no escuro, mas pelo que conheço das obras do arq. Rem Koolhaas, são um pouco meteoritos que caíram no local de implantação e pronto. Não estou neste caos a discutir a sua habilidade como arquitecto, mas projectos como a Casa da Música, têm, a meu ver, ângulos e espaços curiosos mas uma relação com o lugar acho que é praticamente nula. Há diversas formas de interagir com o local, sob um modo mais "camuflado" ou mais destacado. Neste caso o destaque é tão grande que passa muito despercebido a relação com o mesmo. Quanto à arquitectura dos edificios propriamente dita, ...considero que há com certeza um estudo muito intensivo, ao nível da estabilidade do mesmo...e da forma como pretende estabelecer ligações com a cidade. Receio que muitas vezes os arranha-céus vivam muito para si, para o interior dos mesmos, e não haja grande espaço para relaciona-los evidentemente com o envolvente. No entanto espero vivamente que venha a ter uma formação mais consistente acerca do modo como estes edifícios se relacionam e a sua linguagem. Nessa altura estarei mais apto a responder com outra convicção. :)
  10. Nem mais. Têm as suas características próprias, as suas qualidades, a sua estruturação. são evidentemente exemplos de "espaços" =)
  11. Eu aqui na univ. lusiada de lisboa, apanhei um balde de água fria, juntamente com uns bomardeamentos de conceito que só quem cá passou/está a passar é que sabe do que falo. =) Principalmente para um mero aluno vindo de cientifico-natural. De qualquer forma, Ana, terás tempo e espaço para aprenderes isto tudo e muito mais. No início a frustração de muitos é evidente, mas o tempo vai passando, os profs vão dando mais espaço de manobra e vão-nos dando mais confiança. Mesmo assim, apesar das minhas origens no secundário, pelos teus comments nota-se um conhecimento ainda que primitivo..mas já com um teor bastante bom, muito melhor do que aquele que eu fui para a faculdade. É como o meu prof de arquitectura teórica dizia, agora o primeiro passo e assim de rajada é desaprenderem tudo o que sabem, ...processo moroso...mas compensativo (quem o conhece que me confirme).
  12. Ana, quando entrares para a universidade (tenho a certeza que sim ), irás deparar-te que o conceito de habitar não é simplesmente viver o espaço como o vivemos no quotidiano, isto é, não é só um espaço com cama para dormir, cozinha e wc para as necessidades básicas. Habitar resume-se a muito mais, ou a muito menos. Ou seja, habitar é um espaço que te permita vive-lo, mas vive-lo é poderes sentir as suas qualidades, aperceberes-te dos traços do mesmo, da localização em que se encontra... da sensação que te provoca. não é necessariamente um espaço com uma função específica. Portanto, é um espaço que permita que desfrutes dele e que possas utiliza-lo como bem entenderes, é um espaço definido, seja por limites físicos seja por limites inatingíveis (uma praia é limitada pela costa - físico - e pelo horizonte - apenas perceptível pela visão) Um elevador é um espaço habitável, quanto lugar detentor de determinadas características, de determinadas qualidades, que muitas vezes é trabalho do arquitecto intensificá-las ou adiciona-las. Habitar é um exercício implícito fascinante
  13. ....já me passou pela cabeça... concordo..permanecendo um pouco céptico ainda..
  14. elevadores de alguns hospitais...os do IKEA ()... e sim, Mondrian, esses industriais. De qualquer modo, o interessante está na multiplicidade de espaços que podemos criar com 27m3. Muitas ideias passarão pela cabeça... :)
  15. concordo... e já andei nalguns do género (27m3....n sei..mas que são grandes..são!!) .. altamente! =)
  16. ok, é uma proposta curiosa, ...acho que quando estiver "menos ocupado" vou dar uma vista de olhos pelo regulamento todo e ver o que posso fazer . Desde já os meus parabéns pela iniciativa. Este forum, desde que aqui cheguei tem crescido bastante e tem-se revelado um forum com estrutura sólida, com iniciativas e com vontade de crescer mais ainda. Se depender de mim, crescerá muito mais ainda!Parabéns mais 1 vez! :happy:
  17. a placa até podia dizer que o local que estava ao pé da placa era um sitio para sentar e comer...isso não interessa...o que interessa é a configuração do vazio existente em espaço, seja ele adaptado para tal ou não. até podemos construir um WC e ter 1 placa a dizer "sitio para cozinhar". Primeiro um local só se denomina por "espaço" quando for estruturado para tal, isto é, quando tiver determinadas características que o "delimitam virtualmente ou não" do envolvente. assim, podemos dizer que o Terreiro do Paço em Lisboa é um espaço, ... um lote na marina de Vilamoura também é um espaço. Está qualificado para tal. A partir do momento em que determinado local é um espaço, podemos "molda-lo" para que se torne um espaço habitavel. Daí, por exemplo, termos como título da 1ª Trienal de Arquitectura Portuguesa .."Vazios Urbanos": Locais que não estão qualificados. Desta forma, a partir do momento que escavamos determinado espaço, acrescentamos matéria laminar ou macissa, ...passamos a configurar um espaço num local habitável, ...não necessita de ter tecto. Não necessita de ter placas indicativas.É por si só um espaço, vive-se por ele próprio e confere "utilidade" ao Homem, seja ela mais específica ou não. Exemplo, o palácio onde fica a residência do Presidente da república, antes era um convento... e , no entanto, não deixa de estar perfeitamente adaptado às necessidades que lhe estão atribuidas. Pode ser algo ambíguo, mas o habitar é aquilo que fazemos todos os dias, inconscientemente, que volta e meia nos emociona, e nos faz pensar.
  18. um questão...este volume está integrado nalgum sitio específico? cidade, campo, ...se sim...que cidade...ou apenas o conceito de cidade, por exemplo ou é apenas um volume habitável, independentemente do local onde se situa. Tipo módulo autosuficiente
  19. Não sou possuidor de uma longa experiência nesta área que se chama de arquitectura, mas , a meu ver, um espaço habitável, é um espaço de permanência. Não é um espaço que implique a prática de necessidades fisiológicas ou banais, mas sim um espaço que se possa evidenciar a atitude do arquitecto. Que se possa viver esse espaço segundo uma ideia, segundo uma intenção. Essa intenção tem que estar implícita na intervenção tomada. Esse espaço, será um espaço que resolva um determinado problema, assim como é dito que é essa a verdadeira função da arquitectura. É solucionar a questão do "habitar" um espaço. vive-lo, independentemente do que se possa fazer com ele. Um espaço multifacetado que promova uma panoplia de emoções e intelectualizações por parte do habitante. É um pouco redundante o que estou a referir, mas desde já, é o que é proposto ao estudante de arquitectura, nos seus primeiros passos do que é o caminho para atingir o estatuto de arquitecto. Habitar um espaço, é antes de mais, a principal função que um espaço deve proporcionar.
  20. http://img177.imageshack.us/img177/3976/9788425220593bb4f7afu6.jpg Este livro é muito bom... mesmo!! Já agora lê também o "Atmosferas" do mesmo autor.. Peter Zumthor
  21. Realmente nao me tinha lembrado dessa opção! Tks Connecty!
  22. opa...lol... 5*
  23. ...alguém me pode esclarecer? sff ...ultimo caso ligo-m à net usando o windows plo parallels ..=/
  24. Pois... esses casos também se sucedem nos nossos projectos, o que acontece também com este que estou a desenvolver neste momento. O que os professores pretendem, quando te dão a liberdade para aumentar a escala do projecto, é quando tu, justificando, e eles, quando concordam... que pelo aumento da escala, seja então possível ter uma noção mais evidente da materialidade aplicada, se for o caso, ou de determinado(s) momento(s) que numa escala superior se tornem mais curiosos, e de certa forma, seja mais perceptível a aplicação do teu conceito, na fase de figura. Esse tal aumento pode beneficiar a tua obra ou prejudica-la, simplesmente pelo facto de não conseguires, ao aumentar a escala, atribuir uma justificação plausível para o facto, e, desse modo, o professor acaba por extrapolar uma ideia de "inconsistência na esturação da tua ideia". Pelo menos tenho verificado isso ao longo dos projectos que fazemos. Por vezes a tua obra pode nem ser nada de especial, mas se conseguires justifica-la e integra-la na tua atitude conceptual, estás safo:D (há sempre excepçõesx()
  25. não posso garantir que a minha opinião seja realemente pertinente, porque infelizmente nunca estive em Barcelona, mas pelo que conheço do projecto, ...posso concordar contigo Kandinsky,... apesar das cores (relação com as obras de Gaudi ou não).... Gaudi morreria de desgosto com tal colossal obra que "faz uma sombra tenebrosa" à magestosa Igreja da Sagrada Família:icon13:
×
×
  • Create New...

Important Information

We have placed cookies on your device to help make this website better. You can adjust your cookie settings, otherwise we'll assume you're okay to continue.