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marco1

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Everything posted by marco1

  1. na minha opinião há que analizar vários aspectos e tentar de uma forma não agressiva, ser o máximo pedagógico e construtivo, pois 7 e 8 ano ainda é o "despontar" para muita coisa. assim acho que embora se tenha copiado, devia-se ver 1º se o trabalho apresentado respondeu á questão pedida pois isso, embora o meio seja errado, pode demonstrar capacidade de analise e resposta e depois adoptar algumas das medidas já aqui enunciadas por outras pessoas.
  2. Koolhas é precisamente por isso que a nossa profissão não chega a todos os quadrantes e se tente evitar o recurso ao arquitecto na construção corrente. ou seja tem que ser tudo tão elitista? linguagem x ou y? tudo com aquele gesto puro que depois não funciona em termos vivenciais? mas de qualquer maneira registo a tua opinião mas era bom que fosse mais especifica, é que consegues ser vago em todos os pontos que frisaste o que não ajuda nada
  3. Jag o quarto responde por um lado a uma exigência do programa que eu concordo pois faz muito "jeito "( tipo quarto de hospedes ou quarto quando por razões de saude é mais prático estar no r/c) e por outro é já uma solução que responde ás normas de acessibilidade nas habitações e também o facto de logo á entrada já haver um escritório.
  4. ivo acho que não percebeste nada , não é a cor do volume que como é evidente existem mais casas brancas no sitio, se bem que atenua a opção formal daquele volume com aquela janela, que para mim é ai que reside o "problema", é como que uma nova massa com uma forma que remete para tudo menos para aquelas casinhas todas pela encosta. ora ou se quer preservar algo ou então tudo é válido . e já agora em portugal a pessoas dizem que somos muito bota abaixo mas também há que reconhecer que somos muito avesssos á critica e a ela reagismo sempre mal
  5. fala por ti... eu cá todos em os trabalhos estou em constante luta e defesa de principios tentando elevar o ambiente e as mentalidades no que se refere especificamente á arquitectura
  6. bem vou mandar em pdf
  7. realmente Ivo qual choradinho qual quê aqui comenta-se pura e simplesmente o que está postado e dá-se opinião que, pelo facto de não por vezes não ser favorável já não vale? já só estamos a dizer mal só por dizer ? estamos apenas a ser mauzinhos? não me parece , acho que há que ter calma e tentar compreender o que se diz. e repito, para uma zona que acho classificada, não concordo com a opção do volume branco, acho que está bem desenhado mas esta intervenção merecia ter outra sensibilidade e com isto não estou a declarar guerra ao mundo
  8. obrigado jag, ainda está a ser melhorado e desculpa-me a ignorância mas como é que meto aqui umas plantas de autocad?
  9. galfarro, tudo conta.... mas também deixa-me dizer-te que há coisas que se aprendem ao longo do caminho e cada um percorre o que lhe deixam e consegue. o titulo do topico em si é redundante e assim como muito se pode dizer de uma experiência pessoal tambem se pode nada dizer quando se procura encontrar ou definir uma regra para determinado assunto. Ou seja o arquitecto como gestor de si próprio, não será uma questão tão geral a tantas profissões? coordenar, fazer, organizar, resolver enfim gerir?
  10. Como nunca expus nada vou "arriscar" postar um projecto meu com algumas imagens do modelo 3D que fiz em revit, e assim ouvir alguns comentários que serão sempre bemvindos.
  11. sejamos coerentes, é sim o volume branco pois na minha sensibilidade arq. , acho que numa intervenção neste local os volumes opacos deveriam ser o mais discretos possivel e enquadrados com os materiais predominantes da envolvente, já aquela parte com envidraçados e estrutura mais escura parece-me mais pacifica e poderia ter sido apenas por ai, não sei se consigo exprimir-me melhor mas tb pretendo ser mais um executante de que um teórico e assim pura e simplesmente não gosto desta intervenção muito precisamente pelo volume branco aqui nesta aldeia pois noutro local com uma envolvente mais diversificada , não tinha nada a dizer de mal.
  12. é isso mesmo Dreamer, e eu também geralmente não nessa fase de analise não cobro nada e é sem compromisso, só depois apos uma 1ª solução cobro um adiantamento.
  13. e atenção não ponho em causa o facto de ser um café ou restaurante, não é isso que importa.
  14. asimplemind peço desculpa mas não é polémica , eu pura e simplesmente continuo a dizer que é um caso de virtuosismo arquitectónico (bem desenhado) mas para mim arquitectura não é só isso e acho que esta intervenção não se adequa ao local, ainda assim o JAG sugeriu e bem que aquele corpo branco ( despropositado) poderia ser tb em pedra e talvez assim a coisa melhorasse, mas isto é a minha opinião e penso que para além da qualidade do arquitecto, não somos obrigados a aceitar a "coisa" pelo facto.
  15. é em meu entender mais um caso de virtuosismo de desenho e intervenção formal muito na moda, mas sem aquele sentido analítico e singelo que a envolvente merecia, enfim falando mais terra a terra, não conseguiram ser simples.
  16. sputnik, embora não pretenda ser o guardião da ética e cerceador da liberdade de cada um no forum , acho que os teus ultimos post neste e noutro topico, em nada são válidos pois não se nota uma pontinha sequer de uma critica construtiva ou com ao menos algum sentido de humor. parece-me mais reações gratuitas e nada mais. penso que o nivel aqui merecia estar mais elevado.
  17. realmente é uma questão estranha, mas existem normas e manuais com medidas minimas em relação aos espaços e medidas ergonomicas, de qq maneira os japoneses são peritos nessas coisas.
  18. o que eu acho é que começa a ser repugnante tanto luxo que se vai exibindo pelo mundo, com tanta miséria que existe.
  19. a mim o que mais me "irrita " é esta fase de transição de mentalidades, em que já aparece o cliente que pretende algo mais, passo a palavra, contemporâneo, mas que ainda não investe no projecto, mas que depois quando não se entende com o construtor, quase que exije uma assistência á obra despropositada em face do que pagou (um projecto de licenciamento).
  20. "Porque é que o comboio é uma barreira e o eléctrico não?" bem diferente, penso eu. o electrico circula juntamente com carros e peões por muitas zonas da cidade, já uma linha de comboio não se atravessa assim tão fácilmente.
  21. engraçado já no meu tempo de escola era essa a eterna questão, a linha de comboio como barreira e penso que como não se quis potenciar um interface em algés, em que a linha de cascais terminava ai e depois seguia em metro libertando toda a margem desde algés até ao cais do sodré. enfim interesses...
  22. dreamer essa questão das janelas tem que ser ponderada tendo em conta vários factores. ou seja uma janela de sacada pode ser aplicada no intuito de conseguir aquilo que falas, mas tb pode ser melhor em certas situações, uma janela de peito, pois pode conferir uma maior intimidade e aproveitamento por exemplo dessa parede para uma secretária ou móvel por debaixo da mesma. eu pessoalmente sempre que não existe varanda, prefiro sempre que se justifique, fazer uma janela que tenha o peitoril a +- 60 cm, ou seja por um lado não é aquela janela corriqueira a 90 cm ou 1 metro, nem de sacada até baixo que torna a divisão muito "devassada" conferido assim alguma elegância ao vão e intimidade á divisão.
  23. tudo bem galfarro mas, era interessante perceber exactamente o fio condutor, ou melhor qual a ideia condutora dos teus post. como é evidente eu e muitos arquitectos tentamos, dentro dos limites quer programáticos, orçamentais e culturais de cada projecto e cliente em si, fazer o melhor possível. isto quer dizer organizar bem os espaços, proporcionar bem os elementos formais, dar escala apropriada formal e funcional ás situações, etc... mas a arquitectura pode ter muitas dimensões e por vezes chega a ser frustante quando o cliente puxa e puxa com força para soluções do mais corriqueiro renegando muitas das que propomos que visam uma forma de estar e usufruir os espaços como por exemplo: silêncio, tranquilidade, vistas agradáveis, luz, fácil acesso, boa comunicação interna, etc, e que nem por isso sejam soluções mais caras , apenas é por uma questão cultural e de mentalidade. muito latim se gasta neste processo mas com momentos de satisfação quando a mensagem passa.
  24. de certa forma é sempre uma memória que se preserva e que enriquece a história dos lugares.
  25. no meio disto tudo , também é certo uma coisa: alguêm tem de fazer as "casas vulgares" para os clientes mais correntes, senão a arquitectura só estava ao alcance de uma classe alta, ou média alta. mas é um pouco mais dificil fazer omoletes sem ovos ou com poucos ovos
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