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marco1

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  1. a liberdade é bem fundamental. acho o forum um sucesso. e quem participa só ganha com isso mesmo correndo o risco de poder dizer alguma "asneira". e é um sucesso, porque penso que mesmo para aqueles que não participam é importante poderem ler e ver o que vem nos vários tópicos
  2. ha que ter calma, aconselho que tente fazer um esboço da planta do lote mostrando a sua ocupação actual e desenhando tb os arruamentos confinantes, depois é simples marque uma reunião na camara com o técnico da zona e com esse desenho e umas fotos, ele, segundo a lei em vigor é obrigado a comunicar-lhe quais os afastamentos, volume e área de construção que os planos camarários lhe permitem fazer.
  3. ??? complexo hoteleiro? qual?
  4. de maneira alguma, mas não vale a pena estar a remoer mais nisso pois como suspeitei seria muito dificil eu fazer-me perceber desta forma todos os comentários são válidos e niguem deve abster-se de o fazer
  5. certas coisas são comentadas dentro de um contexto próprio... para mim continua a ser relevante, quanto mais não seja pela luta permanente de uma profissão que é mal entendida e não respeitada.
  6. acho incrivel tanto mais que qq boteco hoje em dia, arranja um saquinho de plastico com ou sem publicidade da propria casa
  7. forumdacasa sem qq espécie de intenção descriminatória, era interessante saber qual a sua formação, pois no perfil público não diz e realmente em termos qualitativos das opiniões, era como disse interessante associar as mesmas á qualificação profissional da pessoa.
  8. agora sim penso que no topico certo: já agora , é o cliente ou o técnico que pergunta. é que isso é muito, muito relativo... pode ser um caso em que não tem de haver qq especie de projecto, depende do tipo de comércio e o que pode ser é que dependendo desse tipo de comércio, haja lugar a, junto com o pedido, certos pareceres a autoridades externas á camara , tipo direcção geral de saude e higiene, bombeiros etc.. ou ainda se implicar certas modificações interiores, se tenha que cumprir com certos regulamentos em relação á acustica por exemplo. Sendo assim isso dos honorários é muito vago em face das informações que deu.
  9. já agora , é o cliente ou o técnico que pergunta. é que isso é muito, muito relativo... pode ser um caso em que não tem de haver qq especie de projecto, depende do tipo de comércio e o que pode ser é que dependendo desse tipo de comércio, haja lugar a, junto com o pedido, certos pareceres a autoridades externas á camara , tipo direcção geral de saude e higiene, bombeiros etc.. ou ainda se implicar certas modificações interiores, se tenha que cumprir com certos regulamentos em relação á acustica por exemplo. Sendo assim isso dos honorários é muito vago em face das informações que deu.
  10. não concordo... embora pense o mesmo sobre a representação das plantas mas com o beneficio da dúvida que para um cliente podem ser elucidativas e então válida essa forma de grafismo quanto ao programa funcional, cabe-nos mais (até porque não conhecemos os predispostos ) ver se os espaços estão ou não bem desenhados e resolvidos, e não estar a propor outros, é como se o cliente me pedisse que projectasse um escritório e vir alguem de fora dizer que era melhor fazer antes uma sala de musica
  11. ás vezes pergunto-me se aquela campanha da autodesk com o autocad e o revit por 560 contos (já com subrescrição), passou ao lado de muita gente.
  12. Sei que este gabinete na zona de Coimbra tem intervido nessas áreas de equipamento público, não sei é se existe alguma coisa publicada. António Maria Costa – Arquitectos, lda
  13. Pedro de araujo, acho errada essa tua visão, o condominio privado surje sempre como uma resposta a uma espécie de "deformação" das vivências comunitárias e como forma de contornar por vezes um processo de loteamento. acho que se devia sim fazer tudo isso que tu dizes mas numa perspectiva de cada comunidade local, de cada autarquia por exemplo, isso sim seria progresso, civilização, evolução de um povo
  14. na minha modesta opinião, é um bom trabalho, bem apresentado ( embora tendo em conta a observação do bitaites que é importante) de resto parece-me uma intervenção normal em termos de qualidade arquitectonica, que pode "ganhar" mais alguns pontos na medida da satisfação do cliente em face daquilo que pretendia. numa dimensão diferente, devo dizer que em muito lado em portugal isto em face da dimensão do lote, seria muito dificil aprovar.
  15. deve ter uns bons padrinhos na camara la do sitio heheheh
  16. caty 14 penso que ninguem teria essa veleidade de te chamar de b..mas a forma como te exprimes precisa de alguma correção, não leves a mal e reflecte sobre isso e dou-te um exemplo do que digo: "so keria saber algo mais e keria ver s ha apontamentos sobre isso para depois entregar a prof. nada mais" o que dá a entender,( não quer dizer que seja o que queres) é que há por ai alguma coisa fixe já feita e tá feito
  17. há sempre aquela tradicional mentalidade em que a pessoa diz para a outra : eu já tenho a minha casa desenhada agora ando á procura de um terreno. no fundo isto traduz ainda uma total imcompreensão de uma profissão que é uma licenciatura e que conta com cerca de 15000 profissionais. penso que a Anabela em vez de procurar ideias "adoc", devia aprofundar a sua 1ª ideia : preciso de espaço, depois quanto espaço, depois para la meter o quê ( só dormir?, só trabalhar?, ou as duas coisas e brincar tb) isso sim são os elementos fulcrais para uma boa intervenção. depois pode contactar um arquitecto e pedir uma ideia sem compromisso, depois contactar outro para ter outra ideia
  18. "Arghh! Irrita-me o facto de a malta ter deixado fugir uma oportunidade onde se poderia verificar uma mudança..." peço desculpa por ser laconico mas... é certo e sabido que uma das listas ganharia e essa mudança de que falas era com a A ou B ? heheehh sendo assim qq uma das duas estará legitimada para fazer algo de bom por tanto esperamos e não vejo razão para esse desalento, ou melhor para um desalento maior do que aquele que já existe.
  19. e francamente isso é o 1º ano de arquitectura ou do liceu? desculpa o desabafo mas não saber o que significa rede vária, é forte.
  20. credo rede viária de Vila do Conde... ora tu e o teu grupo peguem num mapa de Vila do conde e falem sobre as vias que lá aparecem e, qual a sua importância , o que ligam o seu estado etc etc etc .....
  21. eu tenho TUDO legal
  22. em relação ao teu ponto 1 anterior devo dizer que vou ler ainda melhor o decreto, mas acho que deves estar enganado pois não tem lógica exigir que ao fim de 8 anos todos os fogos de um edificio estejam de acordo com as normas do decreto e permitir que apenas se lhes aceda através de escadaria, ou seja num 1º ou 2º andar serem apenas acedidos por escada comum continuando apenas a exigir que tenha a possibilidade de instalação de meios mecanicos de elevação,. se eu estiver enganado então realmente será uma incongruência não o permitir tb para as habitações unifamiliares, ou seja que se projecte uma especie de vestibulo (hall)já dentro da habitação e a partir dai se recorra a uma escadaria( que permita a inst. de um meio mecanico) para acesso ao resto da casa
  23. atão... se nos nº 5, 6 e 7 vês essa possibilidade , não vejo onde eu não tinha razão quando te disse para leres bem o artº 10º das excepções e já agora ler com atenção o nº 2 do artº 3º
  24. nawibo, continuo a achar que te explicas mal mas, de qq maneira lê com atenção o artº 10 (excepções) "Se nesses casos com áreas pequenas é quase impossível dar cumprimento ao Decreto de Lei 163/2006, porque é q em habitação colectiva nova não se obrigou a q as pessoas de mobilidade condicionada tivessem possibilidade de acesso aos pisos superiores através quer de meios mecânicos, quer de rampas, etc.?" se reparares bem ao 8 ano já é exigido para todos os pisos, ou seja que haja meios mecânicos de acesso aos fogos nos andares superiores
  25. atenção dreamer o 2º ponto do nawibo que está um pouco mal explicito, não se resolve por plataforma elevatória mas sim e exclusivamente por rampa ou sistemas de rampas, pois desde a via publica até á entrada da habitação o percurso acessivel deve ser feito por rampas e apos a entrada na habitação deve estar garantido também apenas por rampas o acesso a pelo menos uma i.sanitária acessivel assim como a uma cozinha e um quarto. esta aplicação ao interior já é exigida nas moradias em muitas camaras
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