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marco1

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  1. eu cá acho que ainda nem inventaram um material construtivo adequado para a visão muito futurista desta arquitecta, talvez uma espécie de plasticina autoportante
  2. deu na rtp 2 um documentário muito interessante sobre este projecto.
  3. Normalmente para fazer uma viragem de 90º é preciso que a soma das duas distâncias seja de 8 metros ou seja dos catetos.
  4. Se bem que há camaras casmurras que obrigam a o espaço estar separado, só permintindo essa situação em empreendimentos turisticos. A legislação (REGEU- regulamento geral das edificações urbanas) exige aquilo que o Pedro falou e a boa exaustão de fumos assim como de iluminação, não falando que o espaço tem que ser encerrado. Neste caso até como o espaço estava previsto, o facto de se tirar a parede que separa a sala, penso eu que seja assim, não é problema, mas como disse existem camaras que fazem outras interpretações e abrem "portas" para a situação recorrente de chamar a toda a sala e cozinha, simplesmente cozinha.
  5. não sei onde está o absurdo, por um lado andamos a primar pelo rigor e bom ordenamento do território e por outro não queremos que as actividades e intervenções na paisagem, por mais simples que sejam , sejam regulamentadas e licenciadas.
  6. quase perfeito, mas tenho chamado á atenção de uma pessoa que me tem feito alguns renders e também neste caso, que é importante não distorcer a perspectiva e ter cuidado com o enquadramento. de resto está perfeito
  7. é isso... e lá começa outro ano e mais formação disto e daquilo, é bom para dar trabalho aos formadores pois para mim não me dá jeito nenhum ir a lisboa á sede fazer essas formações. como já sugeri no mail da ordem que aceita sugestões para o plano de actividades para 2008 e que veio para trás, preferia que a ordem tivesse outras intervenções em prol da nossa formação, tal como promover edições crediveis e que não me importava de pagar, em vez dessas tais acções de formação para inglês ver.
  8. engraçado...com o piranesi também não sabes!
  9. Embora o caminho seja dificil, como já disse alguem: só se faz caminhando. Isto é bem verdade, é preciso acreditar, ser preserverante, trabalhador, humilde e com estes ingredientes vais ver que é apenas uma questão de tempo para o sol te ir sorrindo. Também é preciso ter consciência que é preciso semear muito primeiro. Força nisso.
  10. oh hugo é a tua opinião e penso que os outros também a podem ter e não serão assim pessoas tão ingnorantes quanto isso e já agora pensa tu também antes de falar nesses termos, encara a discussão sobre arquitectura como uma coisa que faz parte.
  11. já aqui foi falado : o ano subsequente... é apartir de 1 de janeiro de 2008 e não deve ser interpretado como um ano depois , mas sim no ano que se segue relativamente ao do diploma, penso eu de que.
  12. a auto exigência é uma coisa que realmente não está na cabeça de certas mentes
  13. como em muitas coisas na vida, quando não se consegue separar o trigo do joio, a comunicação e a troca de opiniões fica sempre muito mediocre, ou seja realmente existem invejas mas também existe a critica e diálogo saudável sobre os assuntos. Como já disse anteriormente, somos tanto bota abaixo, como avessos á critica. O discurso teórico tem que ser mais elevado e mais valorizado.
  14. mas que má organização que para ai vai, que falta de rigor verdade bom senso educação disciplina etc... francamente que raio de tempos estes da educação
  15. já agora acrescentando á ideia do arquitecto, que tal não levar a parede até ao tecto?
  16. olha não quero estar a armar-me em pedagogo mas acima de tudo a tua vontade e interesse é muito importante e acho que ficamos todos mais pobres quando desistes.
  17. 5 estrelas, transporta-me para situações realmente de prazer e excitação face aos futuros passes equilibristas que a coisa vai proporcionar.
  18. helric...francamente afinal quem é que é contra tudo o que dizes? ninguêm, não é isso que está em questão, apenas se está a comentar a forma e não o acto, penso que como estudante de arquitectura (é não é?) podia estar mais aberto a uma discussão sobre a arquitectura em si.
  19. olha helric não vale a pena tanta agitação, se bem que as pedras que tu "amandas-te" e continuas a "amandar" foram bem maiores das que te mandaram. depois é triste ver que não se pode falar de arquitectura sem que logo se recorra a adjectivar este ou aquele ou esta posição ou aquela sem cair no insulto e empolamento agressivo de opiniões sobre uma questão teórica que é válida não pondo em causa todas as dificuldades de quem vive no interior.
  20. Jcmiranda acredite numa coisa se quizer. ás vezes é precisamente por haver uma cabeça como a sua que a unica resposta é realmente ser snob e olhar para o lado. O seu discurso denota falta de muita coisa, desde o respeito pelos outros, pelo menos com os que não conhece e muita, muita humildade, dá a ideia que só você é que sabe efectivamente o que é uma obra e um projecto, e realmente tenha a coragem de tentar saber ao menos para que serve um curso de arquitectura o que é a arquitectura ( não só construção) e ai então poderemos trocar alguns pontos de vista, eu que também ando nas obras para além de fazer os projectos.
  21. gostei tico mas a pressão é grande, e realmente se não for a nossa iniciativa pessoal em cada trabalho penso que se faz pouco em prol da divulgação/explicação do discurso arquitectónico á sociedade em geral
  22. isso digo eu que tenho sofrido na pele e não pouco não é o seu caso vitor nina, mas consegue dizer que não é verdade.
  23. tico já agora, em relação á imagem que indicaste, será que a construção ao lado se fosse pintada de novo assim branquinha, não fazia o mesmo efeito, por isso não compreendo muito bem este exemplo.
  24. ora tico a tua resposta até ajuda a definir melhor, ou seja : onde eu quero chegar é precisamente ai, será que então só é valido haver génios? olha eu não me considero um, e apenas reconheço que, pelo gosto que tenho pela arquitectura e por uma experiência de já alguns anos, faço um trabalho razoável a meu ver. Agora sinto que no panorama geral essa tendência para que todos ambicionem a ser génios ou pensem que são génios, no que eu chamei de "dia a dia"da arquitectura, está a meu ver a elitizar de tal forma a arquitectura, que mais que a cultura tem que servir todas as intervenções correntes.
  25. gostava de partilhar umas reflexões sobre a arquitectura na prática. acho que a opinião geral será no sentido de que todo o edificado será um dia projectado por arquitectos, assim será um serviço ao dispor de todas as classes sociais e ás mais variadas intervenções, de obras maiores, pequenas, mais complexas, mais simples etc. Então pergunto-me: sendo de uma forma geral a cultura e a arte mais propriamente, um "território " para alguns, com um discurso fundamentalmente para iniciados e iluminados, portanto revestindo-se de um certo elitismo, como vai ter de ser o discurso da arquitectura perante o cidadão comum? terá que haver arquitectos mais "corriqueiros" e portanto assim como na sociedade em geral existem as pessoas mais in e as outras de certa forma ostracizadas, será que esses arquitectos para o "dia a dia " serão algum dia valorizados e reconhecido o seu trabalho? ou será que tenderão apenas á imagem do que tem feito muitos engenheiros fazer da coisa um mero negócio chapa 4? é que realmente a distância do que aparece nas revistas em face do trabalho corrente, é cada vez maior. A excessiva valorização em publicações, da arquitectura elitista vai criando fossos profundos.
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