marco1
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ah , Já agora, aproveitando um excelente cometário do Tico noutro topico, isto dos renders com a crescente implementação dos sotwares BIM, pelo menos na área da arquitectura, não vai ter muita importância como trabalho extra "gabinete".
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oh If qualquer coisa, exposição livre comentários livres certo? de qq maneira eu tb fiz comentários aos renders em si. Já vi que pertence a uma mentalidade avessa á critica, que no meu caso até acho que foi bastante construtiva, como pessoa que anda já há alguns anos no mercado e pode ser util algumas das suas indicações. Aproveite-as quem quizer, é assim a liberdade.
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Isso para mim já é amor pelo nó...:)
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Não percebo essa obsessão por renders, penso que como estudante de arquitectura, deverias estar mais preocupado com outros aspectos, por exemplo aquele quarto parece-me mal dimensionado e a imagem apresenta alguma desproporção entre a mobilia e as dimensões do espaço. Depois não vejo grande interesse em rendarizar um simples quarto, a não ser se o objectivo é evidenciar uma boa decoração, o que tambem não me parece neste caso, visto que quer as linhas quer as cores e padrões evidenciados, são do mais banal. Desculpa estar a ser um pouco duro mas é preciso que percebas que para um arquitecto o fotorealismo não é um fim, há outras prioridades e como tal o 3D como ferramenta poderá ser sempre um processo mais sucinto na aparência.
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Aftermath Acho que já tinha dito o mesmo. Realmente hoje em dia a percepção que os jovens tem das coisas, assusta-me, confundem e misturam coisas. Acho que o ensino secundário está a fazer um mau serviço no esclarecimento das vias curriculares e do mercado de trabalho. Fazer arquitectura é uma coisa e fazer 3Ds é outra.
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eheheh, São apenas dois alunos....mas quem forneceu os meios e pagou essa iniciativa? a transparência no que refere a coisas que de alguma forma utilizam os recursos publicos deve começar na escola.
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Realmente tá dificil, acho que o mercado anda um bocado saturado. Os renders a meu ver estão bons, mas já começa a ser mais do mesmo. Já agora na instalação sanitária parece-me que aquele tipo de azulejo não resulta muito bem no tecto e aquilo na parede era para ser um espelho? ou fica mesmo aquele quadro com as palmeiras? tambem me parece que é preciso um toque na luminosidade do render da sala de refeições.
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acho que ou se quer ser arquitecto, ou então se é para se especializar em fazer 3Ds não é preciso curso de arquitectura, basta tirar umas quantas formações e gostar da "coisa".
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pois, pois para quê falar de....é como o espectáculo deprimente que duas televisões de canal aberto apresentam apartir mais ou menos da meia noite, qual casino online...
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Estou um pouco perplexo, eng. do ambiente já no fim do curso e não ter informação sobre um dos elementos que mais interfere com o ambiente, ou seja os materiais e a construção em geral. De qualquer maneira a construção de uma casa na generalidade, começa por se abrir os cabouclos ( valas ou buracos ) para execução das fundações.
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realmente cheira-me a humor non-sense com muito non-sense não me consegui interessar
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Isso mesmo Dreamer. Apenas acrescento a minha ideia para no futuro garantir não só essa qualidade, como também trabalho em quantidade suficiente para os arquitectos e não só. Ou seja, deveria ser de lei que o projectista teria que não só projectar, mas acompanhar toda a obra mesmo até ao fim , com uma assiduidade em obra tal qual um empreiteiro, garantindo ao cliente, sempre a qualquer momento o controle efectivo da mesma. No fundo no nosso caso, o arquitecto construtor, tentando que a equação fosse menos riscos e mais qualidade no resultado final. Digo isto porque no meu caso em grande maioria encomendaram-me o projecto de licenciamento apenas e depois a obra muitas vezes resulta uma tristeza.
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Não concordo com o que disse do Revit, até porque de certa forma é quase como um autocad, faz tudo e é BIM. quanto aos menus, é de elogiar como duas janelas apenas fazem o controle de tudo e sempre com os mesmos passos para tudo.
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Realmente, independemente da qualidade intrinseca de cada uma das obras, essa seria uma apreciação básica, até pelo facto como disse de certa forma o Nuno..., é misturar alhos com bugalhos. Todas as premissas que deram origem, foram certamente bem diferentes.
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Em Portugal sempre houve o deixa andar, e depois é sempre mais dificil remediar. Já á alguns anos largos, decidiu-se "transferir" as mais valias na área da habitação para os bancos, toda a gente a comprar a construir e os bancos a financiar e a ganhar. Ou seja o negócio do arrendamento foi por água abaixo. Era um negócio distribuido por muita gente que por sua vez constituiam uma riqueza mais dessiminada na sociedade. Mas preferiu-se dar tudo aos bancos. Com isto emperrou-se toda uma mobilidade populacional e da riqueza e a consequente degradação do parque edificado e cada vez mais novas construções a "pressionar" o território com todos os efeitos negativos inerentes. Ajude-se quem precisa, liberalize-se as rendas e obrigue-se a reabilitação.
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Lisboa | Edifício Compave, hotel e escritórios| Ricardo Bofill
marco1 replied to JVS's topic in Arquitectura
Portugese, vale a pena reflectir por que razão a Europa é a Europa, e a américa é a América. Há e sempre houve um outro conceito de luxo e gostos refinados, que não passam necessáriamente por uma demonstração de elementos de riqueza tipo padrão internacionalista, veja-se o Dubai por exemplo...o potencial de riqueza material será sempre um acessório a algo mais intriseco da vida e não ela em si a razão de ser. Daí agora em relação a esta torre por exemplo, arrisco-me a dizer que é feia e uma solução banal para Lisboa. -
margarida, quem é esse?
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Pode ser devido aos interesses, mas também acho que neste sector da edificação no geral, tem havido muito pouca imaginação. Já imaginaram que tal como em grandes obras, os projectistas ( toda a equipe, consoante os casos ) estão responsabilizados e contratados até á conclusão da obra, todas as obras se teria que passar o mesmo? como está agora qq um faz o projecto e depois desliga-se. Isto poderia dar mais trabalho a todos, ou seja um arquitecto por exemplo deveria ser obrigado e devidamente pago por acompanhar a obra mesmo até ao fim. De certeza que acabariam muitos projectos a granel.
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Bruma eu acho que se "calhar" está implicito que se existir um espaço livre ao lado da sanita, logo poderá servir nesse aspecto também o bidé.
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Realmente Pedro dá jeito não ter, eheheh, mas não tenho a certeza como já disse se será assim.
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Bruma o 163/2006 aqui em questão tb obriga a uma I.S. completa ( Capitulo 3, secção 3.34 alinea 1 ) quanto ao facto de ter que ser na I.S. acessivel, é um bocado sinuoso chegar lá, ou seja, pode estar implicito no 3.3.7 alinea 3
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Realmente tem quase que ser camara a camara eheheh. Enfim
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A meu ver, penso que embora as normas do decreto não falem do espaço livre em torno do bidé, há um ponto não sei agora de cor, que exige a instalação sanitária completa, e aí então nessa casa de banho acessivel, obriga a existência do bidé.
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Sinceramente estou farto. Já ninguêm fala da revogação do 73/73 que o governo prometeu para aprovação em 2007. E vira o disco e toca o mesmo: o desenhador faz e o eng. assina. Se calhar até tá bom assim, se não fosse o facto de á partida a grande percentagem de clientes, fugirem a sete pés dos arquitectos.
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Dreamer se calhar no teu tempo foi melhor, pois olha que no meu até essa simples planta, representava um gasto de energia e tempo á sua obtenção. mas o que eu quero dizer é que de certeza já existe neste caso material de campo, estudos, intenções, algum estudo camarário etc... o que poderia proporcionar aos alunos já um misto de projecto académico e pragmático face a uma situação real, e ai o contributo da escola, face á cidade poderia ser miais produtivo. Mas como é de supor, isto no fundo depois na realidade trata-se de uma encomenda para alguêm ou para algum gabinete "agarrar".
