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marco1

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Everything posted by marco1

  1. ah , Já agora, aproveitando um excelente cometário do Tico noutro topico, isto dos renders com a crescente implementação dos sotwares BIM, pelo menos na área da arquitectura, não vai ter muita importância como trabalho extra "gabinete".
  2. oh If qualquer coisa, exposição livre comentários livres certo? de qq maneira eu tb fiz comentários aos renders em si. Já vi que pertence a uma mentalidade avessa á critica, que no meu caso até acho que foi bastante construtiva, como pessoa que anda já há alguns anos no mercado e pode ser util algumas das suas indicações. Aproveite-as quem quizer, é assim a liberdade.
  3. Isso para mim já é amor pelo nó...:)
  4. Não percebo essa obsessão por renders, penso que como estudante de arquitectura, deverias estar mais preocupado com outros aspectos, por exemplo aquele quarto parece-me mal dimensionado e a imagem apresenta alguma desproporção entre a mobilia e as dimensões do espaço. Depois não vejo grande interesse em rendarizar um simples quarto, a não ser se o objectivo é evidenciar uma boa decoração, o que tambem não me parece neste caso, visto que quer as linhas quer as cores e padrões evidenciados, são do mais banal. Desculpa estar a ser um pouco duro mas é preciso que percebas que para um arquitecto o fotorealismo não é um fim, há outras prioridades e como tal o 3D como ferramenta poderá ser sempre um processo mais sucinto na aparência.
  5. Aftermath Acho que já tinha dito o mesmo. Realmente hoje em dia a percepção que os jovens tem das coisas, assusta-me, confundem e misturam coisas. Acho que o ensino secundário está a fazer um mau serviço no esclarecimento das vias curriculares e do mercado de trabalho. Fazer arquitectura é uma coisa e fazer 3Ds é outra.
  6. eheheh, São apenas dois alunos....mas quem forneceu os meios e pagou essa iniciativa? a transparência no que refere a coisas que de alguma forma utilizam os recursos publicos deve começar na escola.
  7. Realmente tá dificil, acho que o mercado anda um bocado saturado. Os renders a meu ver estão bons, mas já começa a ser mais do mesmo. Já agora na instalação sanitária parece-me que aquele tipo de azulejo não resulta muito bem no tecto e aquilo na parede era para ser um espelho? ou fica mesmo aquele quadro com as palmeiras? tambem me parece que é preciso um toque na luminosidade do render da sala de refeições.
  8. acho que ou se quer ser arquitecto, ou então se é para se especializar em fazer 3Ds não é preciso curso de arquitectura, basta tirar umas quantas formações e gostar da "coisa".
  9. marco1

    Ridiculo

    pois, pois para quê falar de....é como o espectáculo deprimente que duas televisões de canal aberto apresentam apartir mais ou menos da meia noite, qual casino online...
  10. Estou um pouco perplexo, eng. do ambiente já no fim do curso e não ter informação sobre um dos elementos que mais interfere com o ambiente, ou seja os materiais e a construção em geral. De qualquer maneira a construção de uma casa na generalidade, começa por se abrir os cabouclos ( valas ou buracos ) para execução das fundações.
  11. realmente cheira-me a humor non-sense com muito non-sense não me consegui interessar
  12. Isso mesmo Dreamer. Apenas acrescento a minha ideia para no futuro garantir não só essa qualidade, como também trabalho em quantidade suficiente para os arquitectos e não só. Ou seja, deveria ser de lei que o projectista teria que não só projectar, mas acompanhar toda a obra mesmo até ao fim , com uma assiduidade em obra tal qual um empreiteiro, garantindo ao cliente, sempre a qualquer momento o controle efectivo da mesma. No fundo no nosso caso, o arquitecto construtor, tentando que a equação fosse menos riscos e mais qualidade no resultado final. Digo isto porque no meu caso em grande maioria encomendaram-me o projecto de licenciamento apenas e depois a obra muitas vezes resulta uma tristeza.
  13. Não concordo com o que disse do Revit, até porque de certa forma é quase como um autocad, faz tudo e é BIM. quanto aos menus, é de elogiar como duas janelas apenas fazem o controle de tudo e sempre com os mesmos passos para tudo.
  14. Realmente, independemente da qualidade intrinseca de cada uma das obras, essa seria uma apreciação básica, até pelo facto como disse de certa forma o Nuno..., é misturar alhos com bugalhos. Todas as premissas que deram origem, foram certamente bem diferentes.
  15. Em Portugal sempre houve o deixa andar, e depois é sempre mais dificil remediar. Já á alguns anos largos, decidiu-se "transferir" as mais valias na área da habitação para os bancos, toda a gente a comprar a construir e os bancos a financiar e a ganhar. Ou seja o negócio do arrendamento foi por água abaixo. Era um negócio distribuido por muita gente que por sua vez constituiam uma riqueza mais dessiminada na sociedade. Mas preferiu-se dar tudo aos bancos. Com isto emperrou-se toda uma mobilidade populacional e da riqueza e a consequente degradação do parque edificado e cada vez mais novas construções a "pressionar" o território com todos os efeitos negativos inerentes. Ajude-se quem precisa, liberalize-se as rendas e obrigue-se a reabilitação.
  16. Portugese, vale a pena reflectir por que razão a Europa é a Europa, e a américa é a América. Há e sempre houve um outro conceito de luxo e gostos refinados, que não passam necessáriamente por uma demonstração de elementos de riqueza tipo padrão internacionalista, veja-se o Dubai por exemplo...o potencial de riqueza material será sempre um acessório a algo mais intriseco da vida e não ela em si a razão de ser. Daí agora em relação a esta torre por exemplo, arrisco-me a dizer que é feia e uma solução banal para Lisboa.
  17. margarida, quem é esse?
  18. Pode ser devido aos interesses, mas também acho que neste sector da edificação no geral, tem havido muito pouca imaginação. Já imaginaram que tal como em grandes obras, os projectistas ( toda a equipe, consoante os casos ) estão responsabilizados e contratados até á conclusão da obra, todas as obras se teria que passar o mesmo? como está agora qq um faz o projecto e depois desliga-se. Isto poderia dar mais trabalho a todos, ou seja um arquitecto por exemplo deveria ser obrigado e devidamente pago por acompanhar a obra mesmo até ao fim. De certeza que acabariam muitos projectos a granel.
  19. Bruma eu acho que se "calhar" está implicito que se existir um espaço livre ao lado da sanita, logo poderá servir nesse aspecto também o bidé.
  20. Realmente Pedro dá jeito não ter, eheheh, mas não tenho a certeza como já disse se será assim.
  21. Bruma o 163/2006 aqui em questão tb obriga a uma I.S. completa ( Capitulo 3, secção 3.34 alinea 1 ) quanto ao facto de ter que ser na I.S. acessivel, é um bocado sinuoso chegar lá, ou seja, pode estar implicito no 3.3.7 alinea 3
  22. Realmente tem quase que ser camara a camara eheheh. Enfim
  23. A meu ver, penso que embora as normas do decreto não falem do espaço livre em torno do bidé, há um ponto não sei agora de cor, que exige a instalação sanitária completa, e aí então nessa casa de banho acessivel, obriga a existência do bidé.
  24. Sinceramente estou farto. Já ninguêm fala da revogação do 73/73 que o governo prometeu para aprovação em 2007. E vira o disco e toca o mesmo: o desenhador faz e o eng. assina. Se calhar até tá bom assim, se não fosse o facto de á partida a grande percentagem de clientes, fugirem a sete pés dos arquitectos.
  25. Dreamer se calhar no teu tempo foi melhor, pois olha que no meu até essa simples planta, representava um gasto de energia e tempo á sua obtenção. mas o que eu quero dizer é que de certeza já existe neste caso material de campo, estudos, intenções, algum estudo camarário etc... o que poderia proporcionar aos alunos já um misto de projecto académico e pragmático face a uma situação real, e ai o contributo da escola, face á cidade poderia ser miais produtivo. Mas como é de supor, isto no fundo depois na realidade trata-se de uma encomenda para alguêm ou para algum gabinete "agarrar".
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