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Showing content with the highest reputation on 27-08-2008 in all areas

  1. Uma correçao apenas. O facto da parede ter diferentes profundidades, como sugere, torna a parede num difusor acústico. Um difusor acústico continua a ser reflector. Mas espalha o som pela sala. É bastante usado em salas de uso musical como auditórios para manter a sala viva, e no entanto livre de defeitos acústicos. Pode ver vários tipos de difusores e as suas especificações técnicas em : http://www.someacustica.com/someacustica/index.php?page=difusores-2 Numa piscina o objetivo é reduzir a reverberação, logo é fundamental a colocação de material absorvente. Embora na maior parte dos casos os materiais leves sejam mais absorventes, o que define a absorçao porosa (porque existem vários tipos de absorsores) é o fluxo de resistividade e não a densidade. Mas isto era um tópico de dava "pano para mangas" e muitas formulas matemáticas. Eu concordo consigo, mas o meu alerta era igualmente relativo à la de rocha e não à madeira... a madeira nao absorve som, quem absorve é a la de rocha que com execesso de humidade ou em contacto com a água nao conjuga muito bem, pelo menos dos exemplos que vi. Pode-se sempre pensar em usar espuma acústica conjugado com as placas de madeira, mas a unica que conheço e que é eficaz contra a humidade (Quash) tem uma absorção acústica muito fraca. Existem neste momento soluções de material absorvente que já são resistentes ao fogo e à humidade (ver http://www.someacustica.com/someacustica/index.php?page=espacos-publicos) que não precisam de la de rocha ou espumas acústicas. Essa anulação de fase que refere só acontece em algumas frequências, enquanto noutras o som é amplificado. Alias isso é comum ocorrer em paredes lisas (efeito comb filtering observado em estúdios de música) e nao em difusores acústicos.
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  2. Isto realmente existe gente para tudo.. Em termos legais e objectivos o que podemos ou devemos fazer?
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  3. boa tarde... Lamento não ter respondido ás questões levantadas mais cedo, mas estou cheio de trabalho, uma vez que o prazo para a entrega está a aproximar... Agradeço a ajuda disponibilizada, e quão importante é ouvir as opiniões dos outros... Vou tentar responder ás questões levantadas por Aaliz... O caracter que propus para este complexo seria de lazer, não dando muita importancia ao caracter competitivo, mas sem o colocar inteiramente de parte...Isto porque a piscina tem 25x12,5m, o que permite apenas competições regionais, mas não tem bancada para o efeito. Sendo de lazer, decidi dotar este espaço com um tanque que possibilita-se a realização de competições, e o espaço destinado a bancada poderia ser colocado, ora no patio interior, ora no exterior... Essa questão da bancada foi um grande "problema" para resolver, devido a certas incongruencias que possam existir na leitura do projecto, mas a realidade é que não existe...Posso dizer que quero impor um costume, em que se retorna ao espaço piscina para habitar, usufruir, e não tanto para assitir.Pretendia que fosse algo comunitário (faço referencia ás termas romanas pelo caracter social e ludico desses espaços), familiar, de convivio. Relativamente aos blocos de partida, eles estão desenhados, apenas disimulados com a esteriotomia do pavimento... Como disse, o caracter do complexo piscinas é de lazer, mas tem as infra-estruturas para qualquer tipo de utilização, com excepção de saltos e polo aquático. Tentarei o quanto antes colocar o projecto todo aqui, mas espero que comprendam que nesta altura é complicado...falta um mês para terminar... No entanto, e relativamente á minha intenção de desenhar todo o edificio em betão, gostaria de manter essa mesma imagem...e para isso pensei em duas opções conjugadas...Primeiro, as interiores seria feitas em betão celular, dito leve, e em segundo, a cofragem seria desenhada de modo a ter uma superficie com algumas saliencias na parede....A cofragem seria em reguas de madeira, mas com espessuras diferentes, de modo a criar "vazios" na parede contínua...Será que é suficiente para defender a minha ideia? Abraço...
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  4. Realmente a história de que em caso de naufrágio o capitão é ultimo a sair do barco é mesmo um mito... embora começar a falar (comentar) arquitectura...boa
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  5. ` Essa é para mim? Deves andar muito enganadinho na vida... se julgas que me atinges com comentarios patéticos! A mim ninguem me precisa de defender, sei tomar bem conta de mim e ser responsavel pelo que escrevo. Por favor não me venhas dar liçoes de arquitectura. Quanto a não esperar por atentados urbanistico dos amalias rodrigues... espera mais uns dias que talvez tenhas novidades (pena não as poder dar aqui). PS: não te preocupes com os pontos negativos... as torradeiras não acabam. E além disso eu já dei uns pontinhos positivos.
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  6. com certeza não estás à espera que eu diga que nesse caso já gostava.. e apesar de não acreditar muito que fosse possível, se alguma vez o fizessem a minha opinião mantinha-se com uma agravante, é que a obra desses é seguida há muitos anos por toda a gente, seria um cancro na sua obra como foi o Estoril-Sol para o byrne, que claramente foi feito por uns putos lá do atelier.
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  7. Alem de nao perceberes nada de arquitectura, escreveres mal, ainda te portas como uma criança.... experimenta agora comentar arquitectura ou "arquitecturas" para nos podermos rir mais um bocadinho....mais uma vez aquele abraço!!!
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  8. "Diversos pavilhões foram montados na cidade de Londres desde o inicio de 2008. Temporários ou itinerantes, concebidos por arquitectos, artistas e designers, apresentados isoladamente no espaço público, ou montados como peças em exposição, ou ainda como encomenda programática, os pavilhões de Londres são estruturas espectaculares expostas e visitáveis que oferecem uma experiência espacial de “vanguarda”. É pois oportuno elencar e pensar este itinerário. Destacam-se o Serpentine Gallery Pavillion, uma peça desconstrutivista de Frank Gehry; a exibição da casa pré-fabricada modernista Maison Tropicale, de Jean Prouvé na Tate Modern; e o pavilhão lúdico-utópico Observatory, Air-Port-City, uma re-interpretação das arquitecturas visionárias dos anos 60 pelo artista Tomas Saraceno, montado na Hayward Gallery na exposição Psycho Buildings." ver artigo completo em www.artecapital.net
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  9. http://www.tate.org.uk/modern/transformingtm/default.shtm
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  10. Pois... se calhar até temos mais coisas em comum do que possas imaginar! Nunca se pode julgar ninguem nas primeiras palavras.
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  11. Prponho fazer um exercício engraçado, as "facções" pró e contra o hotel, ocupavam o hotel cada facção em extremos opostos, a ver quem caía......1º! e será que cairiam.....será!? o melhor é perguntar aos engenheiros...!!
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