TiCo Posted September 19, 2006 Report Posted September 19, 2006 Aqui por cima é o padroeiro! O meu 'boss' diz exactamente o contrário! E que tinha um aspecto de 'Rabinossauro', etc etc lol Não sei, nem o queria como prof.... Quote
mrc64 Posted September 19, 2006 Report Posted September 19, 2006 LOL lamento a desilusão Tico. :tired: Pois é, nao participei nas praxes! E vão 2! :icon_pistoles: Quote
pinTas Posted September 19, 2006 Report Posted September 19, 2006 muito mau é aquele pessoal que não quer ir à praxe, porque é mau, e tal, e no seguinte, estão lá prontinhos para praxar... agora ir ou não ir, vai da vontade de cada um, e acho que não tem lógica nenhuma descriminar alguém só porque não quer ser praxado. é um direito da pessoa. Quote
Dreamer Posted September 19, 2006 Report Posted September 19, 2006 Acredito que há universidades/faculdades onde esse fenómeno da possivel descriminação é mais acentuado do que noutras... Quote Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...
TiCo Posted September 19, 2006 Report Posted September 19, 2006 A minha praxe foi na Academia Militar! Coisas civis não me assustam ehehe :s Quote
Cinaminaminamina Posted September 19, 2006 Author Report Posted September 19, 2006 A minha praxe foi na Academia Militar! Coisas civis não me assustam ehehe LOL olha pra ele! Se dissesses, a minha praxe assemelha-se à dos Fuzileiros :nervos: aí, já te respeitava! :icon_pistoles: Quote
TiCo Posted September 19, 2006 Report Posted September 19, 2006 E se te disser que fiz uma parte no quartel dos comandos? Na amadora! que dizes? Quote
Cinaminaminamina Posted September 19, 2006 Author Report Posted September 19, 2006 Comandos da Amadora :icon_no: ? Esses Comandos, antes de ir para Sintra ? :rambo: Fuzileiros é q é....LOL latas de atum e pão toda a Santa Semana! Praxes: Nus, duas noites antes de natal, deitados numa cesta a fazer de menino Jesus! E esta hein ?:s Quote
TiCo Posted September 19, 2006 Report Posted September 19, 2006 Fuziliero é gay comparado com Comandos e Rangers! ehehe Mas também aquilo foi fraco num mes engordei quase 2 kilos, não se fazia nada passeava-sa as botas na lama! Quem estava habituado a chegar a fazer tridiários! 3horas de treino seguido e dar duas vezes ao grego por treino! Velhos tempos salutares! ehehe Quote
mrc64 Posted September 19, 2006 Report Posted September 19, 2006 Dar ao grego?? eh lá !! Tinham algum grego de estimação? Quote
TiCo Posted September 19, 2006 Report Posted September 19, 2006 Também! O Fidípedes!!! Antes que perguntes http://pt.wikipedia.org/wiki/Maratona Quote
Pedro_Ribeiro Posted September 19, 2006 Report Posted September 19, 2006 eu quando me lembro de alguém, em coimbra, a dizer que a praxe é uma forma de se integrar no curso/escola..só não me dá vontade de rir porque acho que tal coisa parece algo normal na sociedade, vais para um fábrica e gozam contigo... acho a praxe, e desculpem lá qualquer coisinha, a pura e simples forma de pessoas falhadas na/ e com vida se superiorizarem a outras, ridicularizando-as e humilhando-as, tentando mostrar aquilo que não são, ou pior mostrar aquilo que, se calhar, são... o que posso dizer, é que no curso da arquitectura da moderna as pessoas que fizeram as praxes são as únicas que não vejo nas aulas, que faltam, etc, etc e que curiosamente, só as vejo nessa época...coincidências? como o curso é pequeno facilmente nos conheçemos todos e através das visitas anuais ou dos workshops realizados a "socialização e integração" com as pessoas do curso é feita de modo muito mais natural, respeitador e humano, e com as pessoas que realmente interessam. Quote
TiCo Posted September 19, 2006 Report Posted September 19, 2006 Pedro_Ribeiro volto a repetir, não julgues a praxe pela maioria! Quote
mrc64 Posted September 19, 2006 Report Posted September 19, 2006 eu quando me lembro de alguém, em coimbra, a dizer que a praxe é uma forma de se integrar no curso/escola..só não me dá vontade de rir porque acho que tal coisa parece algo normal na sociedade, vais para um fábrica e gozam contigo... acho a praxe, e desculpem lá qualquer coisinha, a pura e simples forma de pessoas falhadas na/ e com vida se superiorizarem a outras, ridicularizando-as e humilhando-as, tentando mostrar aquilo que não são, ou pior mostrar aquilo que, se calhar, são... Na muche!! Estás lá! :rambo::icon_boxing: Quote
pinTas Posted September 19, 2006 Report Posted September 19, 2006 há praxes condenáveis, mas também é verdade que as há que não o são, de todo! :s Quote
Pedro_Ribeiro Posted September 20, 2006 Report Posted September 20, 2006 expliquem-me se a integração no meio académico é importante porque razão não vejo os professores incluidos? se alguém viu algum numa praxe é milagres e eles são parte, fundamental na tua "integração" no curso e no ambiente escolar. e não algum gajo qualquer armado em "pai" autoritário... eu para mim é algo a abolir,criticar e mesmo denunciar algumas... não vejo vantagens nas praxes mesmo que as definam como integração num meio social...que, sinceramente, ou eu vejo o jogo errado ou então o conceito de "integração" já está bastante deturpado.. mas como já disseram só vai quem quer por isso... e, sinceramente, não espero que existam umas melhores que outras, simples , para mim, não deveriam existir. Quote
André Moraes Posted September 20, 2006 Report Posted September 20, 2006 bem.. aqui no Brasil nó chamamos as tais Praxes de Trote.. o nosso trote não é muito diferente do de vocês. -na segunda semana de curso entramos na sala dos calouros no fim da aula, tiramos um dos tênis colocamos em sacos, pintamos os rostos para que fiquem marcados.. - levamos pelos corredores a cantar a música tema de trotes " eu sou calouro, eu não me engano, eu dou a vida por um veterano.." - chegado fora da faculdade fazemos uma fila e jogamos tudo quanto é tipo de porcaria em cima deles.. farinha, agua de peixe, tinta, massa corrida, etc... - depois os calouros são soltos e saem a pedir dinheiro para os motoristas na sinaleira, o valor é previamente dado, aqui as pessoas ajudam dando algum trocado aos troteados. - ao fim, pega-se todo o dinheiro arrecadado e compra-se cerveja para uma festa em que veteranos e calouros participam e se conhecem melhor. o trote é solidário, só participa quem quer.. quem não quer pode ir embora tranquilamente.. o trote também é proibido aqui na faculdade, por isso sempre da um rolo básico no final... bem... no meu ver o trote funciona muito bem como ferramenta de integração aqui na universidade, todos se conhecem e se cumprimentam pelos corredores. Nas festas de arquitetura a maioria sempre esta presente se divertindo junto. O trote também ajuda a decidir com que pessoas você irá se relacionar ao longo do curso, funciona como um teste.. testamos o caráter da pessoa, tratamos a humildade como valor social importante na nossa convivência diária.. Quote
Against Posted September 20, 2006 Report Posted September 20, 2006 Pessoalmente acho as praxes uma humilhação :haha:, já se faz aquilo que se quer e não há respeito porque no fundo também já não há regras. Já ninguém segue um código. Integração não é de forma algum e chega a ser triste as figuras a que algumas pessoas se prestam. :wall: Quote
Cinaminaminamina Posted September 20, 2006 Author Report Posted September 20, 2006 -na segunda semana de curso entramos na sala dos calouros no fim da aula, tiramos um dos tênis colocamos em sacos, pintamos os rostos para que fiquem marcados.. Acho que me estou a lembrar disso :nervos: A mim tiraram-se o téni de manhazinha, entretanto fui-me embora e regressei á tardinha para ir buscar o téni . HHAHAHAH O que é preferivel, sermos humilhados ou ver os outros a serem humilhados ? Fica a questão de moral....- depois os calouros são soltos e saem a pedir dinheiro para os motoristas na sinaleira, o valor é previamente dado, aqui as pessoas ajudam dando algum trocado aos troteados. Isso era capaz de ser boa ideia! :rambo: Os caloiros podiam competir com os arrumadores de carros : " ohhh faxavor, destroce destroce..." :p Quote
Marius Posted September 21, 2006 Report Posted September 21, 2006 as praxes Têm gerado alguma polemica...n este ano, mas ha 2,3 anos anos atrás isto esteve feio!!!existe um aproveitamento da parte dos "doutores" em sacrificar os caloiros, é preciso receber os caloiros claro, mas n intimida-los k é ixo k acaba por acontecer..o traje já n é usado com o msm sentimento de outrora, foram-se perdendo essas virtudes e hj utliza-se o traje pra mostrar kem manda e talvez "engatar umas miudas".... Quote
Kite Posted September 21, 2006 Report Posted September 21, 2006 "Dura Praxis Sed Praxis" Praxe é em Coimbra! Quote
André Moraes Posted September 21, 2006 Report Posted September 21, 2006 aqui não se usam trajes.. me da medo todas as regras que vocês tem aí.. básicamente é uma questão cultural, é nessas horas que você percebe quem merece o seu respeito.. quem sai de cima das tamancas e baixa o nariz, quem não se sente superior aos futuros colegas. essas pessoas são as relacionáveis e são melhores aceitas. Cinaminamina pegar dinheiro na sinaleira é um teste de fogo =P geralmente vcs mulheres saem com muita vantagem na frente dos homens... :s Quote
TiCo Posted September 21, 2006 Report Posted September 21, 2006 Kite nem mais!! És de Coimbra?USOS e COSTUMES O conjunto das tradições académicas constitui a PRAXE ACADÉMICA, fruto de uma vivência especial e diferente, gerada e desenvolvida em Coimbra ao longo de séculos e gerações. A Academia de Coimbra é a personificação de uma cultura única, que não se traduz em folclore ou nas memórias dos homens ilustres desta nação, mas que vincula as gerações que os anos escolares não conseguem limitar. Desde há séculos que existe e impera uma "tirania" na Academia Coimbrã: chama‑se PRAXE ACADÉMICA.A Praxe é uma das tradições da Universidade de Coimbra, e como tal representa uma das belezas desta academia secular. Vão longe, felizmente, os tempos do "canelão” e de outras manifestações Praxísticas que por vezes chegavam a atingir momentos de violência que degeneravam em graves conflitos académicos, sem resultados honrosos para a Capa e Batina. Nesses tempos, Coimbra era o terror para "bichos" e "caloiros”. Tempos esses em que até o “sindicato das lavadeiras do Baixo Mondego”, constatando a existência de matérias estranhas no centro das cuecas das vitimas da Praxe, exigia que se tomassem resoluções higiénicas por uma Academia limpa e desempoeirada sob o lema: "avante pela cueca limpa". A Praxe que existe actualmente em Coimbra não vai além do corte do cabelo, da mobilização do caloiro e de umas “festas'' às unhas dos infractores. Estas actividades verificam‑se com mais frequência no início dos anos lectivos, com uma fúria desusada por parte dos "semi‑putos", e dos putos que acabam também por "saciar" os ímpetos praxistas, quase sempre com graça e dentro de um espírito de irreverência, que não excluí a humanização da Praxe. Quanto às trupes, são uma prova de mocidade, de graça espontânea, um elo a prender‑nos às qualidades atribuídas ao estudante de Coímbra, e uma forma de ajudar os "caloiros" a ficarem em casa a estudar!(?)A Praxe tem que ser espírito de entreajuda, solidariedade e camaradagem, e não servir de protecção a actos de cobardia e de violência barata, executados à sua "sombra" por alguém que só pode ser ignorante sobre o que é a verdadeira PRAXE ACADÉMICA de COIMBRA. Mas, a tradição viva não é estática, mas dinâmica, e como tal a Praxe tem vindo a adaptar‑se aos novos tempos, pois em cada geração ela tem um significado próprio, servindo corno elo de integração e de camaradagem. Esta evolução da Praxe, é a necessidade que sentimos em adaptar o que nos foi legado à realidade actual. Com o egoísmo da juventude, -levada a isso pela sociedade actual, extremamente competitiva ‑ a Academia Coimbrã está a sofrer com a mudança da maneira de viver a Universidade. A maior parte dos estudantes quer tirar o curso e recusam à partida a participação nas actividades académicas, ao contrário de antigamente, em que vir para Coimbra, para a sua Universidade, era vir não só para tirar um curso mas também para uma vivência cultural e desportiva apenas possível em Coimbra. Uma parte desse alheamento académico, fica também a dever‑se aos novos meios de transporte, que fazem com que o estudante que vem de fora da cidade, se afaste de Coimbra, não chegando a "criar raízes". As tradições académícas são um património recebido de tantas gerações, que as adaptações exigidas pela vida moderna não conseguem, nem conseguirão, destruir o seu âmago, mantendo e continuando a transmitir aos vindouros a vitalidade e a prática consuetudinariamente estabelecidas, ainda que, obviamente, revistas e actualizadas.Coimbra é história, cultura e tradição, cabendo aos estudantes que fazem a sua vida estudantil na Universidade de Coimbra a defesa de tão grandioso património.Só adere à Praxe Académica de Coímbra quem quer, mas se aderir tem que respeitar o que o Conselho de Veteranos decreta, pois a Praxe é uma estrutura própria. A Praxe vigora a todo o tempo, ficando porém suspensa, quando não haja toque matutino da Cabra, nas férias do Carnaval, nos 3 primeiros e nos 3 últimos dias das férias do Natal e Páscoa e também aos domingos e feriados. Nos dias 8 de Dezembro, ‑ dia de N.Sra. da Conceição, padroeira da Universidade de Coimbra no dia 1 de Março ‑ dia da Universidade de Coimbra e no domingo da Benção das Pastas, é permitido o uso das insígnias pessoais (grelo e fitas). 0 Conselho de Veteranos poderá alterar por "Decretus" os períodos em que vigora a Praxe, e fixará os terrnos em que esta deve subsistir. A prática da Praxe deverá ser entendida como uma maneira de avivar tradições, devidamente ajustadas aos dias de hoje. Como tal, temos que aceitar a existência de uma evolução, pois o não à estagnação é a única forma de evitar o desaparecimento e a morte da Praxe, já que nunca se poderão considerar as acções praxísticas como algo de inaceitável e desenquadrado da sociedade.A Praxe Coimbrã tem características únicas e inconfundíveis, e mesmo quando copiadas nunca essas cópias se confundem com o original. In “Código da Praxe Académica de Coimbra”, Edição 1993 Quote
TiCo Posted September 21, 2006 Report Posted September 21, 2006 Finalmente alguém que me compreende! Este pessoal não sabe o que é praxe, são os 'verdadeiros ignorantes da praxe académica' :p Quote
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