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Em termos de relacionamento com entidades camarárias a minha experiência diz-me que não vale a pena agir com teimosia em relação às opiniões dos tecnicos. Quando não estão dispostos a abdicar de alguma questão ameaçam com tribunal. E a eles não faz diferença se o projecto fica empatado durante 5 meses ou 5 anos. .


Por isso é que eles fazem como querem. Já tive um cliente que levou a tribunal, não a câmara, mas o próprio técnico. Acalmou-se logo. Quanto mais a gente se agacha...

Já falas-te pessoalmente .



falaste

Eu não tenho tido problemas em termos "estéticos", mas os tecnicos gostam sempre de dar uma sugestão. .


Por onde eu trabalho já se deixaram disso, agora vem lá sempre com cruzinhas, cumpre, não cumpre, e devidamente justificado de facto e de direito
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concordo com o vitor nina. sugiro que justifique a sua opção. os pareceres dos técnicos devem se basear na legislação e regulamentação aplicáveis. nunca "no seu entendimento". melhor verificar se há algum elemento no pdm, ou outro plano /regulamento camarário que os suporte.

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Tenho amigos que trabalham em Câmaras e não partilho desta imagem do tipo: eles são frustrados, incompetentes, presunçosos, preguiçosos que só existem para nos lixar. Estes existem em toda a parte. Até nos gabinetes mais exigentes os podemos encontrar. Nunca tive problemas como os aqui apontados quando entreguei os meus projectos, talvéz porque não os encaro como uma espécie a parte. Quando falo com eles, falo como para qualquer colega de profissão e se pretendem dar a sua opinhão "estética", podem dá-la, mas obviamente que não passará de uma opinião. Não fico ofendido por isso, e o meu ego não sofre qualquer distorsão. Apenas merece alteração aquilo que for fundamentado com regulamentação e legislação aplicável. E aqui fica tudo dito. E eles sabem isso. Ninguém gosta de ser abordado com arrogância, seja de que lado for. É aqui que reside o verdadeiro problema.

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ora nem mais...isso que referiste é muito importante e talvez o verdadeiro problema: a arrogância! se algum arquitecto vai falar com um arquitecto da câmara logo com um ar superior e arrogante, depois não se admire que o outro colega arranje todos os empates e mais algum para o projecto.

essa atitude faz-me lembrar uns colegas de turma que tive aqui à uns anos, que iam cheios de si falar com o professor e depois esqueciam-se que muitas vezes o professor tem a faca e o queijo na mão e dificultava imenso o trabalho desses mesmo colegas.

gibag acho que de facto tocaste num ponto verdadeiramente essencial!!

margarida duarte

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Concordo plenamente com a Margarida... evitar a arrogância e tentar usar o bom senso. Também devo dizer ao Lichado que os tecnicos da camara, o presidente de camara e os juízes da comarca/ tribunal da cidade onde custuma trabalhar não devem, de certeza absoluta, formar um trio de amizade. E acredite que assim que tiver meios técnicos, económicos e funcionais para poder reclamar sem acreditar que à partida é uma causa perdida, como vejo que o Lichado tem, seguirei o seu exemplo... Quem consegue encontar um erro no português ? ahahahah

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E acredite que assim que tiver meios técnicos, económicos e funcionais para poder reclamar sem acreditar que à partida é uma causa perdida, como vejo que o Lichado tem, seguirei o seu exemplo...


Não sou quem tem de os ter, é o cliente...

Quem consegue encontar um erro no português ? ahahahah


Só um?
Concordo plenamente com a Margarida... evitar -> Evitar
os tecnicos da camara, -> os técnicos da câmara
onde custuma -> costuma
  • 1 year later...
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O problema maior começa quando o tecnico da CM da parecer favoravel ao projecto e depois vêm o presidente da camara dizer que não "fica bem" "destoa" "é moderna" e não leva o projecto a reunião de câmara. e assim já lá vão 6 meses......

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Como nós somos arquitectos e não juristas, tinha sido interessante postares 1 imagem do que se está aqui a falar.

Justificas a utilização do painel sanduíche porque não tens inclinação para meter a telha, se tivesses se calhar metias ... se calhar a cm tem razão ...

O telheiro que se fala até fica no alçado posterior, ou seja nem está à vista de quem passa na via pública!

Pah tu nunca mais digas isto em lado nenhum. :s

Não vejo problemas que 1 arq. analise a questão estética, senão qualquer 1 podia analisar projectos
  • 1 month later...
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Caro Colega É normal e em certos casos bem que em determinadas situações seja exigido um determinado material em acbabentos exteriores. Não se encontra legislado em sede de procedimentos e regeus mas sim a nível de planos directores e regimes juridicos de camara para camara. Eu próprio já assiti em obidus e em São Martinho do Porto a exigência radical de cobertura com recurso a telha ceramica. Em obidus ainda percebi mas no caso de São Martinho nunca cheguei a perceber. Penso que se existir justificação funcional será possível contornar esse aspecto, embora tudo dependa de como é tratado todo o processo. Ajuda muito no processo o nosso envolvimento com o técnico da própria camara através da marcação de uma reunião para poderem debater parte a parte o porquê daquela decisão, isto claro quando o diagolo o permite. Boa sorte com o projecto.

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