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Terceira ponte sobre o rio Tejo



Mário Lino diz que ligação Chelas-Barreiro pode incluir travessia rodoviária

A terceira travessia do Tejo, destinada a assegurar a ligação do comboio de alta velocidade entre Lisboa e Madrid, poderá vir a ser também rodoviária se os estudos de tráfego o aconselharem, afirmou hoje o ministro dos Transportes, Mário Lino.

Dessa opção vai depender a localização da estação do comboio de alta velocidade em Lisboa, que poderá ser uma extensão da gare do Oriente, no caso da ponte ser apenas ferroviária, ou levar à construção de uma nova estação em Chelas-Olaias no caso de se tratar de uma travessia também rodoviária.

Mário Lino, que falava aos jornalistas após a sessão pública de apresentação das Orientações Estratégicas para o Sector Ferroviário, explicou que a decisão está dependente dos estudos de tráfego que estarão concluídos no final do primeiro trimestre de 2007.

"A estação em Lisboa vai depender do tipo de ponte que vamos ter no corredor Chelas-Barreiro, que ainda não está decidido se será apenas ferroviária ou também rodoviária", afirmou Mário Lino. O ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações adiantou ainda que uma terceira solução será dotar a ponte de uma plataforma rodoviária para activar no futuro quando for necessária.
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uma ligação viária neste momento a meu ver k faria bastante sentido é a ligação trafaria-algés, algo k já anda a ser discutido há uma série de tempo... isso sim retiraria pelo menos + de 50% de transito da 25 de abril!! mas neste momento o que apita mais alto é o TGV...

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Terceira travessia vai custar o dobro do anunciado


Ricardo David Lopes</B>

Aterceira travessia sobre o rio Tejo (TTT) vai custar 1,2 mil milhões de euros, o dobro do anunciado pelo Governo no âmbito do projecto ferroviário da alta velocidade (AV). Segundo o administrador da Rede de Alta Velocidade (RAVE) Carlos Fernando, se à ponte se adicionar a componente rodoviária, decisão ainda não tomada pelo Executivo, a travessia ficará então por 1,7 mil milhões.

De acordo com o responsável, que falava no VII Congresso da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Ferroviário (ADFER), a componente de AV vai custar 600 milhões e a convencional outro tanto. Questionado pelos jornalistas sobre este acréscimo, explicou que os dados até aqui avançados são os que "se podem candidatar às verbas da União Europeia para a AV".

Em Dezembro, quando apresentou o projecto da AV, o Governo referiu que a linha Lisboa-Madrid custaria três mil milhões, incluindo 600 milhões para a TTT, valor reiterado há pouco mais de uma semana, quando o Ministério das Obras Públicas apresentou as orientações estratégicas para o sector ferroviário.

A ponte, com 13 quilómetros de extensão, incluindo sete sobre o rio, terá duas vias para AV e duas convencionais em ambos os sentidos. Se vier a existir, a componente rodoviária terá três faixas em cada sentido. Esta ligação, sublinhou, é "essencial" para se cumprir o tempo de ligação previsto a Madrid (2,45 horas)

O administrador revelou ainda que no investimento de 4,7 mil milhões para a ligação Lisboa-Porto está, afinal, incluída a construção de um túnel de Campanhã até ao aeroporto. A estação central da AV no Porto, adiantou, será subterrânea. O responsável avançou também que, quando se der a saturação da ponte de São João - por onde a AV entra na cidade -, será feita uma nova, que deverá custar 150 a 180 milhões.

Entretanto, Crisóstomo Teixeira, que foi ao congresso em representação do ministro Mário Lino, admitiu aos jornalistas que os 22% de financiamento para a AV vindos de Bruxelas são "uma expectativa". "Assegurado, não há ainda nada", disse, sublinhando, contudo, que as negociações para os fundos a receber por Portugal entre 2007 e 2013 "não estão fechadas". Questionado sobre o que sucede se Bruxelas não der 22%, disse que as empresas envolvidas têm mais fontes de receita e capacidade de endividamento.

José Anselmo, da Direcção-Geral de Transportes da Comissão Europeia, não considerou "anormal" trabalhar com expectativas, mas sublinhou que Portugal terá de preparar "muito bem" os seus projectos, que vão receber ajudas de três origens. O grosso virá dos fundos de coesão e de desenvolvimento regional, havendo outra parte no âmbito do financiamento das redes transeuropeias de transportes. Este "pacote" de oito mil milhões contempla 30 projectos, pelo que teremos "muito concorrência".

O administrador da RAVE revelou que, para tirar o máximo partido do pacote Portugal e Espanha deverão entregar um projecto conjunto relativo ao troço Évora-Mérida. Também a TTT deverá "concorrer" a este fundo, que financia em até 20% projectos que tenham de vencer obstáculos naturais.


in http://jn.sapo.pt/2006/11/08/economia_e_trabalho/terceira_travessia_custar_o_dobro_an.html

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