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PLUG building___ FRançois Roche e Stéphanie Lavaux


architect: r&sie… paris (name of the agency at this time: r&sie.d/b:l) > creative team: françois roche, stephanie lavaux, alexandre boulin, olivier legrand, gilles desevedavy > collaborators: b. durandin, e. feher, d. topanni > key dimensions: 10,000 m2 > client: edf > cost: 60m$ > text: commissioned by the research department of the french public electricity company, to develop a building that gains its energy from the sun > scenario: 1) realization of a generic office building. 2) deformation of the reactive façade to respond to renewable energies: - hairiness of the façade for thermal sensors - swelling of the glass skin for the photoelectric cells. 3) disconnection (‘unplug’) of the building from the urban ground and its energy network.

fica aki o link para mais projectos semelhantes desta parceria
http://www.newitalianblood.com/show.pl?id=602
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Apresentei este projecto cmo poderia ter apresentado outro! o k mais m interessou na imagem foi a sua constante mutação....Algo a k este arquitecto tb se refere mtas vezes e vê a sua arquitectura como um elemento em constante mutação identificando um edificio cmo um CIBORG. A minha kestão é, até onde poderá ir a utopia na arquitectura?? Ficaram para sempre pensamentos e ideias por realizar, por construir e edificar?? Será k este processo de fugir ao normal e enaltecer uma ideia k foge ás normas da realidade e racionalidade, estará mt longe, ou pelos desnvolvimentos k vamos alcançando td isto se poderá tornar real??

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Estou de acordo com o "JVS", também não vejo o lado utópico deste projecto. O François Roche é sem dúvida um artista talentoso, tenho visto trabalhos dele de 1997 até aos dias de hoje, ele trabalha muito com vegetação e forma amorfas em forte relação, criando esta dicotomia entre natureza/tecnologia. Luta vorazmente contra consumismos e por um “regresso” ao contacto com a terra. Isto, é claro, é a minha opinião sobre o pouco que conheço das obras dele, contudo não sou da opinião de que ele seja utópico nas propostas que apresenta, ou que tenha mesmo essa intenção, o facto de uma proposta nos fazer pensar, não é necessariamente utópica, acho que tem de ser mais do que isso. Vejo a utopia como uma necessidade premente, e tem-no sido à muito tempo, é a força motriz que nos faz andar para a frente. A definição, “(…) projecto imaginário, irreal(…) - in Dicionários Porto Editora” acho que diz tudo, e as experiências de F. Roche são bastante reais. Bom tema de discusão.
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A minha kestão é, até onde poderá ir a utopia na arquitectura?? Ficaram para sempre pensamentos e ideias por realizar, por construir e edificar?? Será k este processo de fugir ao normal e enaltecer uma ideia k foge ás normas da realidade e racionalidade, estará mt longe, ou pelos desnvolvimentos k vamos alcançando td isto se poderá tornar real??


A utopia realiza-se. Aos poucos.
Conheço um caso particular em que enquanto jovem desenhou utopias e mais utopias através de desenhos e de ilustrações e mais tarde com maquetas que ficaram mais tarde no imaginário dele. Cidades infinitas, cidades que tinham a sua forma e identidades muito próprias que na realidade nunca seriam realizadas. Porém estão a ser realizadas aos poucos em cada projecto dele.
Em cada projecto vão sendo implementadas as utopias na sua parcialidade admitindo ser possivel realizar as utopias.

Basta ver a obra de Libeskind. Qual foi a ilustração utópica que foi realizada num projecto que ficou na história da arquitectura? Este arquitecto tinha desenhado uma representação utópica que mais tarde viria a usá-la no Museu Judaico de Berlim como também no Ground Zero.
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Piranesi elaborou a suas famosas gravuras, incompreendidas possivelmente ainda hoje...

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"Cidades Andantes" é uma velha utopia (1964) de Ron Herron, inicalmente impensável mas...quem sabe...

http://homepages.compuserve.de/DrLudgerFischer/pigcity2.jpg

"Pig City" da equipa MVRDV é possivelmente a mais pragmática das utopias que conheço, o auge do aproveitamento e da racionalização.

P.S.: desculpem lá os formatos manhosos

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