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Já alguém conhece os produtos da Leais & Oliveira?.
Eu estou fascinado com a belíssima imitação de madeira que têm, feita em cimento. Aliás, não é só cimento, como a tijoleira ou as pedras de xisto.
Imagem colocada

Vale a pena dar um salto ao site deles clicando aqui e observem as mesas, bancos, a pérgola, etc.

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Foleiro é dizer pouco, numa altura em que se fala tanto em sustentabilidade, este tipo de coisas não faz sentido.



Sinceramente....
Assusta-me este nacional pessimismo!
É óbvio que é a inexperiência de quem assim fala.
Estão desculpados.
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E mais ainda... Foleirice é negar um produto que possui longa durabilidade, manutenção práticamente nula e que preserva a floresta. Na foto tudo é cimento. Claro que diriam que era madeira, tijoleira, etc, caso não soubessem...

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Na foto... tudo é "mentira", já que a mesma é uma foto montagem.. Mas pronto, é consetânea com o material - betão a imitar madeira e barro. Caro Antero Guerra, não querendo alimentar guerras e /ou batalhas, o produto terá o seu mérito, para quem gosta... mas dúvido que tenha grande acolhimento por parte dos Arquitectos e aspirantes a arquitectos... Daí ter recebido estes comentários... O seu público-alvo são outras pessoas...

Quem cria renasce todos os dias...
Agua-Mestra, Lda
Não sou perfeito, mas sou muito critico...

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Ainda bem que não acredita no que vê! Sendo fotomontagem terá o seu mérito, pelo menos! Acreditem ou não... tudo é real... feito em cimento, pois fui eu quem fez a foto. Aliás, exactamente esta pérgola, pode ser vista na empresa que mencionei. Portanto... quando digo que não há madeira nem produtos cerâmicos nesta pérgola digo-o com a convicção da verdade e porque mentiroso não sou. Mas ainda não percebi o que que há contra o cimento?! Duvida que, caso qualquer celebridade o assuma, nestas circunstâncias, vão todos atrás, no dia seguinte?... É sempre a mesma coisa. A nobreza das coisas reside naquilo que sabemos dignificar. Ponto final.

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Quando se usa madeira, normalmente, tem-se um objectivo ... que para alem do aspecto visual tem sempre haver com as características técnicas da madeira. Assim sendo, não faz sentido usar imitações, pelo menos de forma aparente.

  • 2 weeks later...
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Visto que uma das componentes da arquitectura moderna é a aceitação dos materiais tal como eles são, a meu ver, esta criação não se enquadra muito no que estamos a viver agora...mesmo que seja pós-modernismo (ou que caminhemos para isso). É de vangloriar o facto da imitação estar bem feita.

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Realmente a alguns entendidos deste forum falta a experiencia de ver os seus belos materiais passados 5 /10 anos da aplicação. depois queixem-se disto e daquilo. apliquem madeiras, fenolicos e decks etc em certos climas e depois voltem para ver os resultados e ai comentem. não fiquem fascinados com a "obra de arte" acabadinha de fazer, o passar do tempo é algo que tambem vive com os nossos projectos. ps costumo dar este exemplo a alguns clientes. "se vou para uma expedição, levo atum em lata....... embora goste mais do fresco. mas daqui a 1 mês quando quizer comer, sei que o posso fazer"

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o exemplo não era acerca do atum mas sim de ser fresco ou enlatado para ser mais claro, em alguns casos opto por materiais artificiais para garantir a durabilidade dos elementos mantendo o factor estético. Nos fundamentalismos dos arquitectos em muitos casos sofrem os clientes senão não usavamos nylon (em vez do algodão), viroc em vez de betão à vista) etc

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Ainda acerca deste assunto, a leitura de um texto de Paolo Portoghesi, que no essencial "... bio-compatibilidade é a beleza de um material, o prazer visual e táctil de o observar e utilizar." suscita-me a reflexão. Não é só o nivel fisico das sensações, mas a repercusão que têm ao nivel da psique. É dificil viver com algo que sabemos que debaixo da pele é falso, um material não é só o aspecto, são as sensações, o toque denuncia-o a madeira é quente, o betão é frio, é a forma como envelhece, a patine, o desgaste do uso, o prazer e a envolvência que cria... impossivel de imitar. Talvez os chineses o consigam um dia... afinal são imitadores profissionais.

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o exemplo não era acerca do atum mas sim de ser fresco ou enlatado

para ser mais claro, em alguns casos opto por materiais artificiais para garantir a durabilidade dos elementos mantendo o factor estético.


Nos fundamentalismos dos arquitectos em muitos casos sofrem os clientes


senão não usavamos nylon (em vez do algodão), viroc em vez de betão à vista) etc


se queres garantir a durabilidade dos materiais usa-os consoante o clima. não é usando cimento que parece madeira que se dá a volta ao problema e quem disser que é "ou é burro ou não percebe da arte".
  • 2 months later...

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