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asimplemind

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Everything posted by asimplemind

  1. bem tenho mesmo de ir a esta exposição! tou todos os dias lá perto e nunca lá vou... É a não perder!
  2. desde que guardes com a maior definição possivel, a escala podes dá-la no photoshop, neste caso em centimetros... Mas se exportares directamente digamos a folha A0 com os desenhos todos lá a uma resulução de 300dpi, posteriormente no photoshop crias um novo documento a 300dpi e fazes copy paste dos desenhos exportados e não lhes mudas a escala que eles ficam à escala exportada a partir do autocad. Ou seja se no autocad exportas-te um desenho à esc 1/20 a 300dpi, quando o inserires no photoshop, o documento tem de ter 300dpi, mesmo que o tamanho da folha seja diferente. A unidade de resolução é que tem de ser a mesma
  3. mas isso é provisorio, claro que não fica nada bem, podiam ter pedido também ao koolhas para projectar estruturas provisorias de apoio à casa da musica que de certeza teria muitissimo mais interesse em relação com o edificio. Neste momento o que custuma estar lá é uma pequena torre de projecção de imagens na fachada da casa da musica
  4. Este memorial às vítimas da guerra do Vietnam em Washington é dos melhores exemplos de memoriais que pesquisei e estudei. Através de um gesto único e seguro é traçada uma linha no terreno que corta este, rebaixando uma parte, permitindo fazer-se um muro onde estão escritos todos os nomes das pessoas vitimadas na guerra. É este gesto minimal que define todo o carácter desta obra e a justifica através de todos os detalhes necessários à construção desta obra que aparentemente é tão simples. http://www.1stbattalion9thmarinesfirebase.net/images/vietnam%20war%20memorial%20(5).jpg http://www.robertedselblog.com/wp-content/uploads/2006/06/Marine%20at%20the%20Vietnam%20Memorial%20Wall.jpg '> '> http://www.lz95.org/lzhs/social_studies/voss/images/Vietnam%20Veteran's%20Memorial.jpg http://www.1-5vietnamveterans.org/www/images/Vietnam%20Memorial%20Wall.jpg
  5. é interessante teres criado este tópico, pois neste momento estou a projectar um memorial no Porto e já fiz bastante pesquisa sobre memoriais. Há uma coisa que queria salientar, algo que usualmente dizemos mas que na realidade está errado. A maior parte das vezes quando nos referimos a memoriais, dizemos monumento. Ora, o que é um monumento? Um monumento é algo que pelo passar do tempo, pelo que as pessoas o consideram, tem um valor histórico, de preservação e valorização. É bastante diferente de um memorial. Um memorial é algo feito em memoria de qualquer coisa ou alguém. Podem existir memoriais para pessoas, acontecimentos históricos ou mesmo para figuras míticas. Não são monumentos à partida mas podem vir a ser. Concluindo, ninguém constrói um monumento. É um estatuto que um objecto vai adquirir através de diversos factores. Agora, nós podemos construir memoriais, que talvez, no futuro, pela sua importancia histórica possam ganhar o estatuto de monumento.
  6. lol pois realmente aquilo tava a abarrotar!! eu nem cheguei a ver a exposição lol fui só para a parte do bar e do terraço tive la a ver o uri reininho e a beber com os amigos. Outro dia vou lá ver a exposição porque tava tanta gente que não dava para andar pelo museu! ;)
  7. ahh de incidência solar? queres saber quais são os valores de incidência solar na cidade do Porto? Penso que havia algum site na internet sobre isso, alguém faz alguma ideia?
  8. eu estou de saída para lá! mas ainda vou ao guarany tomar café em caso de dúvidas: http://www.arquitectura.pt/forum/showthread.php?t=1523 tem muitas fotos :)
  9. sim, realmente acho isso a parte mais interessante do processo de trabalho! é o facto de nos auto-criticarmos e de não querermos incessantemente buscar uma forma predefinida, podendo voltar atras sempre que possivel
  10. não!! já sabes que as vernisages são sempre à borliú! Aparece que hoje vai ser interessante! Disco fever!
  11. realmente é interessante analisar a metodologia de trabalho de cada um e perceber de que modo é que isso nos define como arquitectos e finalmente de que forma é que o projecto se concretiza. Antes de tudo mais aquilo que para mim é mais importante é mesmo ir ao local, sentí-lo, percorre-lo, afastar-me dele e olhar de longe e ao mesmo tempo fazer uma série de desenhos rapidos no caderno onde possivelmente há uma ideia de abordagem de construção de algo no local, mesmo que para isso ainda não tenhamos um programa completamente definido. De seguida torna-se necessário analisar e dissecar muito bem o programa para se saber o que temos em mãos. Digamos que há uma certa interiorização do local na nossa mente e de uma ideia projectual, mas neste momento trata-se de uma questão racional de analise programática. A evolução do processo segue-se para a parte fundamental de todo o processo que é feito através de quilos de desenhos, maquetes, de avanços e recuos, de experimentação, auto-crítica, crítica externa, de análise de todo o processo desde o inicio até que se possa chegar a um ponto onde podemos dizer que já experimentamos em desenho quase tudo o que seria passivel de ser concretizado (é claro que isto depende dos prazos). Só agora é que realmente com uma ideia e um projecto seguros se passa a fase de apresentação. O interessante no meio disto tudo e que já me aconteceu algumas vezes é analisar o projecto final com os esquissos iniciais e observar que há muitas coisas em comum e que por vezes acabamos por dar voltas enormes ao longo do processo mas que no final confirmamos o gesto inicial e damos-lhe a tal vida e razão de ser.
  12. bem... nunca mais me esqueço do frio que passei nessa estação em obras em inicios de Março do ano passado com graus abaixo de zero durante a noite e nós a olharmos para os placares do Foster enquanto esperavamos pelo comboio nocturno! Mas tenho ideia que não será algo muito extravagante e que tem mais em conta os valores históricos do edificio
  13. olá romivavi, uma amiga minha espanhola disse-me que no dicionário espanhol a proyeccion gnomonica es "ciencia que enseña el modo de hacer los relojes solares" não entendo qual é a relação com a cidade do porto... Podes explicar melhor?
  14. mas... mas... bem é uma pena realmente.... Se não se conseguiu agora não sei como se vai conseguir... ;)
  15. nuno o Nemo é um edificio que está ao lado deste centro da arquitectura. A questão da privacidade é interessante de se observar, mas acontece por toda a holanda e regra geral nos países do norte da europa. Lembro-me estar a caminhar por Rotterdam e num cruzamento olhar por uma vitrine no R/C e era a sala de estar de uma casa onde estavam duas pessoas a ver televisao. é uma visão um pouco estranha para nós
  16. olá ivan, De momento não tenho nada sobre isso no computador, mas é uma obra tão publicada que não tens problema nenhum em encontrar. Está publicado na croquis, há um livro pequeno sobre esse edificio só, e em muitas outras revistas. Tenta procurar no google que arranjas de certeza. Já agora, em relação a blocos de habitação com galeria e acesso vertical há numerosos exemplos. Consulta o livro "Housing" ou o "Densidad" e terás bastante para te debruçares. Há um exemplo que gostava de salientar, o "VM Housing" dos Plot que poderás encontrar informações nos sites www.plot.dk ou http://palavras-arquitectura.pt.vu
  17. Outra sugestão, afasta-te do centro de amsterdam para veres como é que as pessoas vivem em amsterdam e não os turistas Vale a pena passar na zona do Van Gogh Museum onde tem aquela praça/jardim enorme. Já para não falar no Borneo e outras coisas interessantes que se encontram por acaso numa passagem desinibida pelo centro historico da cidade. Da ultima vez que lá estive entrei num convento de freiras basntante interessante, com casas das mais antigas da cidade e que a entrada é feita por uma pequena porta quase imperceptivel que dá acesso a um claustro magnifico
  18. realmente é verdade! com tanta gente do porto e só 4 é que vão à almoçarada!
  19. ANOS 80: UMA TOPOLOGIA 11 Nov 2006 - 25 Mar 2007 - Museu Parte do interesse em revisitar os anos 80 resulta de que muita da arte de hoje reflecte esse legado, embora negando ou ignorando esse passado. Reconsiderar os anos 80 pode servir como ferramenta para destacar e reflectir sobre alguma da arte do presente. Esta será uma exposição de grandes dimensões que utilizará todos os espaços do Museu, reunindo pela primeira vez em Portugal um conjunto muito significativo de obras fundamentais de uma década que também enquadrou a abertura internacional da arte portuguesa, se bem que essas mesmas obras só agora sejam vistas pela primeira vez no país. A inauguração da exposição será sexta-feira dia 10 pela noite com a "Festa dos anos 80" que se iniciará no museu de Serralves e continuará por alguns bares no Porto. Comissariado: Ulrich Loock, Sandra Guimarães Produção: Fundação de Serralves
  20. kwhyl: achas necessario responder à tua questao? eu só acho uma valente perda de tempo andarmos a discutir coisas dessas que não têm o mínimo interesse a nível internacional! um gajo da faup ou doutra privada qq de portugal tem em teoria muito menos habilitaçoes para a arquitectura do que qq pessoa de uma faculdade da Suíça, Espanha, Finlândia, para só falar nas da Europa. Por em vez de andarmos a fazer guerrinhas de faculdades deviamos era abrir horizontes e ver que em relaçáo com outros países nós tamos bem lá no fundo no que toca a ensino de arquitectura! E este tópico não tem nada a ver com rivalidades de faculdades. Já agora, não tás no churrasco?! ;)
  21. Rui Resende: concordo plenamente com o que disseste e ainda bem que complementaste a discussáo com a parte historica. Quando referi o "sempre lhes pertenceu" queria referir-me ao facto de eles serem os verdadeiros moradores daquele espaço, pois na realidade aquilo nunca foi um espaço público até que dois arquitectos fizeram um projecto para lá. Daí a minha afirmaçáo, pois há o risco dessas pessoas se sentirem invadidas de certa forma e penso que foi isso que aconteceu. Estou plenamente de acordo continuo quando dizes que é necessario renovar as baixas das cidades de forma a criar novos interesses e a criar novas permanencias, pois o que acontece hoje é precisamente o fenomeno de guetizaçáo pelo facto dessas populações viverem à margem da vida citadina. Fica aqui mais uma "posta" de alguém que já tem atelier numa perpendicular à mouzinho e que espera que haja mais gente a revitalizar aquela zona! Sérgio Barbosa: a igreja é a de Sto Ildefonso ;)
  22. fogo esses numeros metem medo... se só a lusiada mete toda essa gente... mais as outras faucldades privadas todas.... é normal que haja mto mais probabilidades de haver mais gente com sucesso de privadas do que de publicas actualmente, tal nao quer dizer q as publicas sejam melhores ou piores... Mais que perder tempo a pensar nessas rivalidades e lutas entre faculdades interessa pensar em assuntos mais importantes, ja que vivemos tão pouco tempo e temos tao pouco tempo, temos de nos dedicar às coisas que realmente interessam ;)
  23. xiii que prenda de natal!! lá está no final os lisboetas conhecem melhor o porto :)
  24. pois é mesmo isso... Neste caso a vivência do local está muito acima da arquitectura, que neste caso tem um desenho de grande qualidade, mas como obra construída pouco significa. Eu tava a referir-me ao piolho porque aquilo mesmo sendo praça (praça de parada leitão) é um espaço incerto e vive à custa de um café e de toda uma história de dezenas de anos. Por exemplo a rua miguel bombarda é de extrema vida por causa de todas as galerias de arte e do artes em partes... Mas é complicado descobrir espaços sem serem "praças" onde as pessoas interajam e vivam... No porto penso que as pessoas vivem muito mais nos cafés e bares e menos na rua... Não é como em espanha. Por exemplo havia o bar "gestos" numa das ruas que desce da cordoaria aos loios que era um grande ponto de encontro de muita malta do porto... Mas a ribeira também pode ser um bom exemplo.
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