Jump to content

Márcio Ferreira

Membros
  • Posts

    769
  • Joined

  • Last visited

  • Days Won

    2

Everything posted by Márcio Ferreira

  1. Eco Boulevard in Vallecas / Ecosistema Urbano 17 Sep 2008 By Nico Saieh — Filed under: Infrastructure , Selected , Structures , Sustainability , Spain, Steel Architects: Ecosistema Urbano - blog - Belinda Tato, Jose Luis Vallejo, Diego García-Setién Location: Pau de Vallecas, Vial C-91, Madrid, Spain Collaborators: Ignacio Prieto, Maria Eugenia Lacarra, David Delgado, David Benito, Jaime Eizaguirre, Patricia Lucas, Ana López, Asier Barredo, Laura Casas, Fabricio Pepe, Michael Moradiellos Client: Land and Housing Municipal Company, Madrid Council, Directorate of Residential Projects Innovation Year: Phase I 2004-2005, Phase II 2006-2007 Structure: Tectum Ingeniería, S.L. (Constantino Hurtado) Services: IP Ingeniería Botany: Ignacio López Construction Inspector: Belinda Tato, Jose Luiz Vallejo, Diego García-Setién Contractor: Grupo Entorno, S.A. Photographs: Emilio P. Doiztua y Roland Halbe The whole proposal for the eco-boulevard in Vallecas can be defined as an urban recycling operation consisting of the following actions: insertion of an air tree-social dynamizer, over an existing urbanization area, densification of existing alignment trees and reduction and asymmetric arrangement of wheeled traffic circulation. Superficial interventions reconfiguring the existing urbanization (perforations, fillings, paint, etc.) that defaces the executed kerb development. RECYCLING THE NON-CITY The Suburban Development of Vallecas had all the very poor characteristics typical of suburban developments. So, the Eco-boulevard competition is organized with two objectives: one of a social nature, aimed to generate activity, and one of an environmental nature, the bioclimatic adaptation of an outdoor space. Public spaces belong to everyone and they should act as supports for a number of activities and events, beyond what can be planned, spaces where citizens can act in freedom and spontaneously. Our proposal is an attempt to make up for the total lack of activity due to irresponsible planning, and it originates in the interest in finding a solution to the problem from the very beginning. We are aware that the best adaptation for a public space is that involving thick and solid trees, a material that cannot be counted on until 15 or 20 years have gone by. Therefore, it was necessary to have an “emergency” action that could operate as a wood would in the future. So the strategy opted for is one of concentration that acts on and adapts specific areas by supplying them with higher climatic comfort and serving thus as the seed of a public space regenerating process. We do not think a building is necessary, but a place for people whose shape is defined by the very activity developed in it at a given time. Three pavilions or trees of air work as supports open to multiple activities chosen by the users. Installed in the non-city as temporary prostheses, they will be used only until the inactivity and climatic adaptation problem is corrected. Once the necessary time has elapsed, these devices should be taken down and the old premises should remain as clearings in the wood. The air tree is a light structure that is self-sufficient in terms of energy and can be dismantled. It consumes only what it can produce through photovoltaic solar energy collection systems. Selling this energy to the power network generates a superavit on the annual balance sheet and this is reinvested in the maintenance of the structure itself. This is just a model for the management of resources on a project in the course of time. The use of technology plays on this project a critical and decisive role as it adapts to an authentic and specific context. The architectural potential of technology lies on its reprogramming and combination with other elements, so that true architectural ready-mades are configured. In this case, climatic adaptation techniques normally employed in the farming industry are borrowed. The autonomy enjoyed by the trees of air means that they are objects of an exportable nature, so they may be re-installed in similar locations or in other types of situations requiring an urban activity regeneration process (new suburban, developments, degraded parks, squares). The goal of this project is to create an atmosphere that invites and promotes activity in an urban public space that is “sick” due to “bad planning”. The simple climatic adaptation systems installed in the trees of air are of the evapotranspirative type, which is often used in greenhouses. This aerotechnical practice or artificial adaptation is not a part of a commercial strategy. On the contrary, it tries to undo the leisure - consumption binomial and reactivate the public space by creating climatically adapted environments (8ºC-10ºC cooler than the rest of the street in summer) where citizens will be once again active participants in public spaces.
  2. Um site de desenho... www.drawspace.com
  3. Um ambiente silencioso, em equilíbrio. As árvores de grande porte, os muros de pedra, a modelação do terreno descendo suavemente até ao rio. De certa forma encontrávamos na temática do concurso, relacionada com a via romana, a expressão do que pretendíamos para aquele lugar. Uma marcação no terreno que promovesse uma organização para novos desenvolvimentos. Uma via a percorrer toda aquela paisagem até ao rio. O museu deveria integrar-se subtilmente nesse conceito, sem prejudicar o equilíbrio do local, sendo uma porta para a via. O edifício proposto adoça-se a um muro, dando continuidade à plataforma existente que suporta o edifício do museu etnográfico e os espigueiros. Esta implantação permite resolver três problemas: remate da entrada, definição dos limites e reorganizar os percursos de acesso aos museus, tornando-os claros. Mantém a permeabilidade visual que se desenvolve a norte, para o vale, permitindo que o local tenha uma amplitude visual grande. O edifício vira-se para o rio, aproveitando a luz de norte. mais informações em: http://www.carvalhoaraujo.com/MuseuTerrasBouro.html e também está publicado, este projecto, na revista arquitectura e vida de julho ou agosto de 2008
  4. A encomenda realizada consistiu em ideias dispersas de intenções programáticas, nomeadamente, um salão polivalente para a realização de palestras e conferências, um conjunto de habitações temporárias (bungalows), uma habitação T2, uma suite (“ninho) e ainda um pavilhão de jardim. Trata-se assim de cinco programas distintos. Deste modo, pretendeu-se que a estratégia fosse global apesar das particularidades de cada intervenção, procurando a coerência do conjunto. Estas intervenções são reduzidas na sua expressão, tendo como ponto de partida o projecto paisagístico anterior, aproveitando elementos existentes e integrando-os na proposta na tentativa de redefinir a lógica do terreno. A proposta tira partido das qualidades paisagísticas envolventes e pretende valorizá-las.
  5. Joaquim Moreno e José Gil curadoresO tema geral da Bienal de Veneza – «Lá Fora: Arquitectura para lá do edificado» – pode, numa certa perspectiva, implicar que a dimensão do «Fora» se encontra de tal maneira integrada e activa num espaço interior que induz uma ilimitação do exterior no interior. A expansão incessante do «Lá Fora» garantiria assim o desenvolvimento da arquitectura. Neste caso, o problema não seria já o de encontrar um lar ou um abrigo no meio de um mundo em permanente mudança, uma procura sempre pronta a recair em neo-arcaísmos não além, mas aquém da contemporaneidade. Tão-pouco seria o problema de definir uma disseminação, ou um nomadismo do processo de edificação, que trouxesse o habitar para o espaço público e artístico da vida contemporânea – porque aqui, à multiplicidade dos elementos heterogéneos, caóticos, descontínuos, faltaria a consistência necessária à arquitectura para um tempo que «saiu dos eixos». Desta reflexão surgiu a ideia de um desassossego permanente, de um fora mais exterior que todo o fora porque se aloja no dentro, para além de todo o ponto assinalável. Assim: «Cá Fora: Arquitectura Desassossegada». Este desassossego, este contínuo movimento entre o dentro e o fora, é fundamental para pensar os falhanços e os êxitos da arquitectura portuguesa. Sempre que se parou ou capturou esse movimento, a singularidade portuguesa abortou. Mas aqui e ali, um e outro arquitecto teceu linhas de fuga que partiam do intervalo e da intensidade do desassossego. Daí veio criação e reforço da consistência do nosso fora, «cá», aqui, para além de todo o «fora». E a abertura de um novo campo de experimentação que não pára de se alargar. O nosso «Cá Fora» abriu direcções insuspeitadas para o futuro da arquitectura portuguesa. A invenção de espaços em intervalos diferenciais (um «fora» em expansão «cá» dentro que põe este em movimento permanente e paradoxal), a experimentação, a coexistência e combinação de elementos heterogéneos, constituem alguns dos traços do trabalho singular de dois autores que, cremos, podem cruzar-se produtivamente para avançar na exploração desta «arquitectura desassossegada»: o arquitecto Eduardo Souto de Moura e o artista Ângelo de Sousa. O interesse da formulação de um contraditório Cá Fora é a continuidade do movimento expansivo. Tal formulação substancia-se mais eficazmente numa experiência arquitectónica, na mobilização da representação portuguesa na Bienal como ambiente laboratorial, do que na documentação de eventos passados. Promover a transformação, inquirir no futuro – não tanto aceder ao presente ou ao passado recente – é um programa para o qual a experimentação arquitectónica é mais frutuosa que a re-prospecção cuidadosamente formulada, e este é o propósito geral desta representação portuguesa: materializar temporariamente o heteronímico desassossego num contraditório Cá Fora. ......................................................................................................................................................................... «Desassossego em Veneza» Jorge Barreto Xavier Director-Geral das Artes A representação oficial portuguesa na Exposição Internacional de Arquitectura deste ano propõe uma abordagem singular à questão da arquitectura como arte do edificado, com as características de estabilidade e perenidade que lhe são inerentes. “Arquitectura desassossegada”, o enunciado dos dois comissários, o arquitecto Joaquim Moreno e o filósofo José Gil, contém uma provocação que esboçamos desta forma: como pode uma exposição de arquitectura interrogar a natureza fragmentária da contemporaneidade, feita de espaços instáveis e cambiantes, de fluidez e transitoriedade? O desafio colocado aos dois representantes, Eduardo Souto de Moura e Ângelo de Sousa, além do diálogo entre arquitectura e artes plásticas, é o de reflectir sobre este paradoxo, não no sentido de o resolver mas de o problematizar, de forma a torná-lo uma experiência a ser vivida pelos visitantes. E essa possibilidade parece ser materializada na proposta de Eduardo Souto de Moura e Ângelo de Sousa, duas figuras cimeiras da cultura do nosso país, que embarcaram no traghetto de onde um qualquer transeunte pode tomar contacto com a superfície de um quadro movente que é o reflexo de uma paisagem urbana entre o céu e a água. Do canal, o visitante pode passar para o espaço do Fondaco Marcello – a que chamamos Pavilhão de Portugal – e prolongar uma experiência de alteridade, fragmentação e heteronímia, através da sua movimentação em frente a um conjunto de dispositivos especulares que abrem possibilidade de reflexo e de reflexão. A qualidade desta proposta no interior é necessariamente diferente, acentuada pela obscuridade e pela prioridade dada ao visitante, ao sujeito. No espaço exterior, o protagonista é a envolvente, o aglomerado de património urbano carregado de história. Mas os traços desta paisagem que o espelho reflecte são sempre diferentes consoante a posição do observador; pode, portanto, afirmar-se que é o observador quem constrói a imagem que deseja ver. Evocando Fernando Pessoa e as suas elaborações “desassossegadas” em torno da experiência multíplice do sujeito, e indagando sobre a potencialidade especular de qualquer criação artística, a representação portuguesa na Bienal de Veneza 2008 reformula um problema secular, ao mesmo tempo que propõe uma hipótese de interpretação da arquitectura como experiência fundamentalmente subjectiva. Por força da sua missão e atribuições, a Direcção-Geral das Artes do Ministério da Cultura é a entidade responsável pela organização e produção da representação oficial portuguesa. Cabe aos técnicos da DGArtes uma palavra de reconhecimento pelo seu contributo para o êxito desta iniciativa. Mais informação em http://www.dgartes.pt/outhere/imprensa.htm
  6. venice architectural biennale 08: zaha hadid --- zaha hadid and patrick schumacher showed the installation 'lotus' at the corderie dell’arsenale. the space of the room is in transience and fluctuates between two extreme states - conceived as a fragmented enclosure that can be compressed and expanded into areas for resting, sitting, storage, and browsing. furniture and architecture become integrated and mobile as the various part are released from their compact configuration to reveal a mobile desk with chair, a bed, shelving a wardrobe and room divider, and an end table. see our preview with drawings of the project 'lotus' installation by zaha hadid and patrick schumacher image © designboom 'lotus' installation by zaha hadid and patrick schumacher image © designboom 'lotus' installation by zaha hadid and patrick schumacher image © designboom 'lotus' installation by zaha hadid and patrick schumacher image © designboom 'lotus' installation by zaha hadid and patrick schumacher image © designboom zaha hadid image © designboom Fonte: http://www.designboom.com/weblog/cat/9/view/3959/venice-architectural-biennale-08-zaha-hadid.html
  7. especiales > Lace apartments, Nova Gorica - Eslovenia / OFIS ARHITEKTI [23/09/08] Lace apartments, Nova Gorica - Slovenia, OFIS ARHITEKTI The location of the apartment block is in the centre of [ame="http://es.wikipedia.org/wiki/Nova_Gorica"]Nova Gorica[/ame] (population 32.000) – Nova Gorica is situated in the west of Slovenia, adjacent the Slovene – Italian border. It lies 92 meters above sea level. The town has also very specific climate conditions – it is renowned is the hottest town in Slovenia in summer and very strong winds in winter. The object s positioned on the fixed urban plot 48 x 16m x 5 floors. The formal concept reinstates three-dimensional lace which embraces the volume of the building. Furthermore, the lace is transformed into functional elements – projecting roofs, pergolas, apartment dividing walls, terraces and balconies with loggias. These elements are protecting external spaces and interior of apartments and provide additional privacy to inhabitants. Sustainability issues: 1. The combination of façade elements – projecting roofs, pergolas, apartment dividing walls, terraces and balconies with loggias function as constant temperature buffer zone to the main living and sleeping areas and protect against sudden weather changes and strong winds. Additional aluminum shading panels are placed on the outer sides of the winter loggias and balconies. 2. The service and communication spaces are reduced to minimum thus the daylight is provided on the shafts. The monthly basic energetic and service costs are very low; so also economic for the habitants. Project: housing block Client: Kraski Zidar, Sezana, Slovenia Location: Nova Gorica, Slovenia Program: flats with public program on groundfloor Surfaces: Surface: 10.250m2 including parking / Nº of floors: 5 floors + 2 underground parking / sizes and types: 1200m2/floor Apartment types: 2 room apartment: 69.00m2 / 2.5 room appartment: 89.00m2 / 3 room apartment: 103.00m2 / 70 apartments Construction start: june 2006 Construction finish: october 2008 Project team: Project leaders: Rok Oman, Spela Videcnik Design team: Nejc Batistic, Martina Lipicer, Andrej Gregoric, Katja Aljaz Imágenes gentileza > OFIS ARHITEKTI / Fotógrafo: Tomaz Gregoric hacer click en las imágenes para ampliarlas Links > OFIS ARHITEKTI Fonte: http://www.noticiasarquitectura.info/especiales/lace_apartments.htm
  8. Não digo que tens professores melhores, porque não conheço o professor Souto Moura, mas tens também bons professores na Lusíada...
  9. Adaptable Architecture Gallery for the Architectural Association of London ARQUITECTUM presents its 8th International Contest “LONDON 2008”. Exhibition hosted by the Architectural Association School of London Theme A movable architecture gallery, containing and distributing design to the city; travels across the River Thames to connect the various art spaces and collect visitors along the river; especially in the South Bank. The exhibition space should adapt to the movement of the river, to the different requirements of an exhibition and the artist, and to the weather in London; meaning summer and winter potentialities. Jury Sir PETER COOK, Arch. (UK) Alvin Huang, Arch. (CH-USA) Sophie Le Bienvenu, Arch. (PE-FR) Jury president Brett Steele, Arch. (USA) Director of the ARCHITECTURAL ASSOCIATION Submission All entries will submit in digital format: One JPG, by e-mail. Schedule Competition starts: April 1st, 2008 Last day for registration: June 30th, 2008 Submission day: July 20th, 2008 ANNOUNCEMENT OF WINNING PROJECT: August 15th, 2008 Exhibition During the week of 22nd – 26th September The winner and a companion will come to London, and an exhibition and ceremony will take place at the AA, together with the members of the jury. An special publication entitled “LONDON 2008” will be made, and it will include all the winning projects of the competition (including the honourable mentions) as well as the profile of the authors. This publication will be distributed among the winning architects and 500 will be distributed among the potential clients on our data base. More information http://www.arquitectum.com london@arquitectum.com em anexo têm os 3 primeiros lugares na competição:
  10. I Jornadas Luso-Espanholas de Urbanismo Data início Data Fim: 09.10.2008 | 13.30 - 17.30 10.10.2008 Local evento: Auditório da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra Conferências e Encontros Entidade: CEDOUA - Universidade de Coimbra Intervenientes: Contacto(nome): Contacto(número): 239 833451/239834572 Link: Sintese: Realizam-se de 9 a 10 de Outubro as primeiras jornadas luso-espanholas de urbanismo. As inscrições podem ser feitas Online, até 25 de Setembro, no site da CEDOUA, aqui Consulte aqui o programa do encontro
  11. No T1, o quarto parece demasiado estreito, e a janela da cozinha parece muito pequena para uma cozinha, parece estar escondida por detrás dos armários. Quando aos exterior, acho que conseguiu um bom resultado, pois tem uma imagem discreta, que parece enquadrar-se bem com a envolvente. Isto é análise que faço às fotografias...
  12. Alison Brooks Architects seek Part III architects September 8th, 2008 Dezeenjobs: London-based Alison Brooks Architects require Part III architects: Alison Brooks Architects are seeking applications from Part 3 architects with a minimum 2 years Part 3 experience in the UK to work on a range of demanding residential, urban design and public projects. Applicants should be highly motivated, versatile and skilled in all forms of communication, Vectorworks and 3D Studio Max. Salary dependent on skills and experience. Please send in hard copy only of your CV, with examples of your work to: Jenni Magloire, Alison Brooks Architects Ltd, Unit 610 Highgate Studios, 53-79 Highgate Road, London NW5 1TL www.alisonbrooksarchitects.com
  13. OMA require senior architects August 18th, 2008 Dezeenjobs: the Office for Metropolitan Architecture are looking for senior architects to join their team in Rotterdam: The Office for Metropolitan Architecture (OMA) is a leading international partnership practicing contemporary architecture, urbanism, design and cultural analysis in over 30 countries. It employs a staff of almost 300 people of more than 35 nationalities. From our offices in Rotterdam, Beijing, New York, and Dubai, architects, researchers, planners, and graphic designers collaborate closely on a wide range of innovative projects. Senior Architects - Rotterdam (NL) OMA is seeking Senior Architects with 9+ years of experience for a number of projects that will be built. Further qualifications: » Experience in later phases such as Detail and Design Development, Construction Documents, Construction Administration, and Site Supervision » Strong technical knowledge and building experience » Experience in special building areas (such as high-rise cores, facades, etc) or building typologies (housing, hotels, parking, etc.) OMA is an equal opportunity employer. Candidates should have an international outlook, and must feel confident working in a complex environment. All suitably qualified applicants should reply to: jobs@oma.com Office for Metropolitan Architecture Heer Bokelweg 149, 3032 AD Rotterdam The Netherlands T + 31 10 243 82 00 www.oma.com Lamento por chegar tarde...
  14. Ponto, Linha, Plano de Wassily Kandinsky Preço: EUR 13,13 Editor: Edições 70 ISBN: 9789724412856 Ano de Edição/ Reimpressão: 2006 N.º de Páginas: 176 Encadernação: Capa mole Dimensões: 13,5 x 21 x 2 cm Sinopse Com esta obra, Kandinsky pretende construir uma autêntica ciência da arte abstracta, relacionando-a com as nossas emoções e estruturas mentais.
  15. História da Linguagem de Júlia Kristeva Preço: EUR 19,95/ EUR 18,95 (conversor) Editor: Edições 70 Colecção: Arte & Comunicação ISBN: 9789724414171 Ano de Edição/ Reimpressão: 2007 N.º de Páginas: 336 Encadernação: Capa mole Dimensões: 13,5 x 21 x 1,8 cm Sinopse Esta obra é um texto de leitura fundamental para quem se pretende iniciar nos domínios da Semiótica, da Linguística e da Crítica Textual. Traça a história, desde as sociedades primitivas aos dias de hoje, das diversas concepções de linguagem até às modernas descobertas que permitiram a constituição da linguística como ciência. Apresenta-nos os critérios e os instrumentos de que se servem os linguistas, os problemas que têm de resolver, as diversas concepções da linguagem elaboradas pelos homens no decorrer da evolução histórica e as descobertas modernas que permitiram que a linguística se constituísse como ciência. Nela é possível ver até que ponto é complexo nas suas origens e na sua função esse sistema de signos convencionais a que chamamos língua, fala ou discurso, e que constitui a mais específica particularidade da espécie humana.
  16. Teoria Estética de Theodor W. Adorno Preço: EUR 24,90/ EUR 23,66 (conversor) Editor: Edições 70 Colecção: Arte e Comunicação ISBN: 9789724414997 Ano de Edição/ Reimpressão: 2008 N.º de Páginas: 556 Encadernação: Capa mole Dimensões: 14 x 22 x 2 cm Sinopse Obra chave, polémica e inconformista, de um dos maiores teóricos da estética ocidental, fundador da Escola de Frankfurt, juntamente com Max Horkheimer.
  17. FuturArc Prize for Sustainable Design Entrega: 31.12.2008 Links: FuturArc Info: Na segunda edição deste concurso em torno da relação da sustentabilidade e da arquitectura promovido pelo BCI Group concorrentes profissionais ou estudantes oriundos de todo o mundo irão competir separadamente em dois locais de intervenção: um projecto hipotético num local à escolha do participante e um programa real numa localidade especificada. Fonte: www.umsitio.com
  18. AIA Ideas Competition 2009 Registo: 13.02.2009 Entrega: 13.03.2009 Links: aia.org Info: O objectivo do concurso é criar uma casa sustentável para substituir a demolida Rachel Raymond House, desenhada pela sua irmã Eleanor Raymond. O desafio será criar uma nova casa, no mesmo local, seguindo o programa do edifício original. Este concurso encontra-se aberto a arquitectos e estudantes. Fonte: www.umsitio.com
  19. se não quiseres comprar, tem o livro na biblioteca da universidade...
  20. Bem vindo António!
  21. Recomendo este livro... Carlo Scarpa de Vários http://imagens.webboom.pt/imagem?amb=capaprod&id=79231&width=130 Preço: EUR 16,50 Editor: TASCHEN ISBN: 9783822821121 Ano de Edição/ Reimpressão: 2003 N.º de Páginas: 176 Encadernação: Capa mole Dimensões: 19 x 25 cm Na net, encontras muita informação acerca dele..
  22. UMA NOVA AGENDA PARA A ARQUITETURA - ANTOLOGIA TEÓRICA (1965-1995) KATE NESBITT Décimo título da Coleção Face Norte, esta antologia reúne os 51 mais influentes ensaios de teoria contemporânea publicados internacionalmente no âmbito das exposições, revistas e periódicos acadêmicos de arquitetura dos ... Sinopse: Décimo título da Coleção Face Norte, esta antologia reúne os 51 mais influentes ensaios de teoria contemporânea publicados internacionalmente no âmbito das exposições, revistas e periódicos acadêmicos de arquitetura dos últimos 30 anos. Pensado originalmente para um público de profissionais, estudantes e professores de arquitetura, é uma excelente introdução aos temas e teorias da arquitetura mais importantes produzidos a partir dos anos 1960. Os textos, escolhidos em função de sua capacidade de revelar as questões centrais do debate teórico pós-moderno, foram escritos por arquitetos, historiadores, críticos e teóricos como Eisenman, Tschumi, Colquhoun, Argan, Agrest, Koolhaas, Gregotti, Tafuri, Frampton, entre outros. Inclui ainda informações sobre os autores e uma bibliografia organizada por capítulo que serve como um guia de estudo sobre os temas e paradigmas teóricos abordados. A obra interessa não apenas ao arquiteto, mas também a todo leitor envolvido com a análise e crítica da produção cultural do período.
  23. A Regra e o Modelo Sobre a teoria da arquitectura e do urbanismo de Françoise Choay http://imagens.webboom.pt/imagem?amb=capaprod&id=161989&width=130 Preço: EUR 24,95 Editor: Caleidoscópio ISBN: 9789898010773 Ano de Edição/ Reimpressão: 2007 N.º de Páginas: 318 Dimensões: 17 x 23,5 x 3 cm
  24. Podes reservar nos sites: www.webboom.pt www.bertrand.pt www.fnac.pt ou consultar outra livraria...
×
×
  • Create New...

Important Information

We have placed cookies on your device to help make this website better. You can adjust your cookie settings, otherwise we'll assume you're okay to continue.