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Arquitectura.pt


MartaMoreira

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  1. O Núcleo do Médio Tejo da Ordem dos Arquitectos em parceria com o Município de Abrantes vai organizar uma conferência sobre o Museu Ibérico de Arqueologia e Artes de Abrantes, no dia 25 de Junho pelas 18 horas com o Autor do Projecto Arquitecto João Luis Carrilho da Graça, a ter lugar na Igreja de Santa Maria do Castelo em Abrantes. A entrada é livre. Fonte: Núcleo do Médio Tejo da Ordem dos Arquitectos
  2. Eu adorei o curso, e acho que quando se gosta é mais que suficiente para se tentar fazer o melhor, seja em que Universidade for. É claro que não é só facilidades e também se apanham maus professores tanto na Lusófona como em outras faculdades sejam públicas ou privadas. Na docência tive bons professores de Projecto. Em termos comparativos só posso avaliar por trabalhos que vi da Lusófona e de outras universidades e não vejo que a qualidade seja inferior.
  3. Marco Gostava de perceber o que o leva a fazer uma pergunta dessas, uma vez que o Arquitecto lhe apresentou trabalho? Desenhos, estudos, 3d são parte do trabalho do arquitecto, é claro é uma fase inicial, mas é uma fase muito importante para a definição do projecto, aliás para mim a mais importante e aquela em que dispendo mais tempo. Acho estranho o arquitecto não apresentar outras soluções para o projecto. De qualquer forma não conheço o projecto, deverá falar melhor com ele. Se o Arquitecto se opõe a fazer mudanças no Projecto deverá escolher outro Arquitecto para desenvolver o Projecto. Muitas vezes, senão digo maior parte das vezes as pessoas acham que rabiscos não significam nada... e até chegam muitas vezes a comentar : "Ah desculpa lá isso até o meu filho de 5 anos fazia melhor!" O que me leva a concluir que maior parte das pessoas não sabe o que o Arquitecto faz, ou seja o que significa a profissão Arquitecto.. Vou deixar-lhe um panfleto da Ordem dos Arquitectos...em que explica as várias fases do Projecto, e o Porquê de trabalhar com um Arquitecto.
  4. Também existem óptimos arquitectos que não se licenciaram em arquitectura e não deixam de ser excelentes por isso (Tadao Ando), ou seja não é necessário uma licenciatura em design para se ser um bom designer.É como tudo, vai do interesse, do gosto ... De qualquer forma acho que neste caso devem ser dadas oportunidades, antes de mais aos designers.
  5. Sim, Artvive vale a pena. Tem projectos interessantes, com muitos pormenores construtivos e um bom grafismo.
  6. Junto seguem algumas imagens do Projecto de Requalificação. Autoria Maquete 3d - Lisbon Connection- João Ventura, Arq.º Coordenação do Projecto Dina Vieira, Drª CESUR - Centro de Sistemas Urbanos e Regionais Fernando Nunes da Silva, Prof Catedrático Nuno Ventura Bento, Arq.º Urb Desenho Urbano - Pedro Camões Gouveia, Arq.º Filipe Tomás Rafael, Arq.º Inês Pequeno da Mata, Arq.ª Catarina Santos Pires, Arq.ª Urb Madalena Cartaxo, Des Na planta apresentada, podemos ver a Proposta de Requalificação Urbana do Campo Sá da Bandeira, em que os objectivos principais foram: Deslocação da totalidade do Trânsito para Poente junto á "Rodoviária";Criação de uma grande Praça em 2 níveis possibilitando múltiplos eventos; Criação de Alameda valorizando o eixo alinhado com o Tribunal; Criação de zonas de Estar, destacando-se o Plano de água e os Equipamentos (Restaurante, Cafetarias);Criação de Estacionamento subterrâneo (2pisos) com capacidade para cerca de 1000 lugares. Fonte:http://www.cm-santarem.pt/santarem
  7. Olá Rakel 19 o grafismo dos painéis depende muito do conjunto do teu projecto (imagens 3d, dos desenhos rigorosos maquetas entre outras. Mas se tiveres um conceito do projecto é muito mais fácil criares a partir daí um grafismo. As peças gráficas nascem muito daí como as montagens, os alçados com imagens atrás entre outros efeitos. Mas isso depende, pode ser assim ou não. O photoshop é um bom programa para fazer efeitos, montagens dar outras cores ao projecto. Se quiseres passar uma imagem de autocad para photoshop basta apenas gravares como jpg e depois abrires no photoshop aí podes trabalhar as cores e os efeitos q queres dar. Bom trabalho
  8. A minha favorita dos premiados... Agrada-me a ideia do teu conceito para a ocupação temporária das cidades.Não só um conceito muito diferente de todos os outros como também uma proposta bastante equilibrada em termos de apresentação. Muitos Parabéns.
  9. Para mim uma das melhores propostas apresentadas... Muitos Parabéns. Está bastante original ! Gostei muito e a apresentação também está muito interessante.
  10. Gostaria de saber se as equipas que concorrem podem ser multidisciplinares?
  11. Sputnik compreendo o que dizes , no entanto a meu ver numa situação de emergência e após uma catástrofe natural é necessário que as respostas sejam rápidas e eficientes. Existem muitas pessoas que ficam sem as suas habitações e por isso, talvez este tipo de abrigos temporários seja a forma mais rápida e capaz de responder a estas situações. A facilidade de montagem e desmontagem dos módulos habitacionais, a auto-construção permite,que as pessoas desalojadas ganhem um novo espaço em pouco tempo. Se se tratasse de uma habitação permanente, tal como referiste na tua primeira abordagem, provavelmente os espaços teriam de ser maiores e as estruturas teriam de ser diferentes, o que provavelmente, também levaria mais tempo a construir. No entanto, tal como dizes, é um novo e interessante exercício, pensar abrigos temporários que possam tornar-se permanentes e gerar novos troços nas cidades.
  12. Tanto o desenho á mão levantada como o render são dois processos diferentes e interessantes da criação. A meu ver ambos são importantes na concepção. Muitas vezes, podemos utilizar os dois processos ou não depende de como cada um projecta. Existem ateliers e arquitectos que têm uma abordagem mais virtual/experimental, como é o caso de Stephen Perrela, dos Nox que têm projectos muito interessantes.
  13. Grande Arquitecto. Impressionante como alguém com esta idade ainda consegue ter percepção suficiente para se dedicar á arquitectura. Admirável!!
  14. Muitos Parabéns pelos excelentes desenhos publicados. :clap: Adoro desenhar e pinto desde os 15 anos. Desenhar foi sempre um gosto desde muito nova. Considero o desenho/esquiço muito importante no desenvolvimento das ideias. Na Faculdade tinha muitos colegas que primeiro desenhavam em Cad e depois passavam as perspectivas por cima manualmente.
  15. Acho inadmissível acusações deste tipo, por favor identifique-se. Se continua a insistir neste assunto a meu ver extremamente grave e incoerente, a equipa vai proceder com uma queixa na Ordem dos Arquitectos conforme os Regulamentos de Estatuto e Deontologia (artº11). O projecto foi desenvolvido em 5 meses e nada tem a haver com o seu conceito, lamento mas nem de coincidência intelectual se trata. É muito fácil acusar Prémios Internacionais de plágio.
  16. Olá Sputnik, um dos objectivos principais do concurso era criar abrigos bioclimáticos e utilizar as fontes de energia renováveis por isso, utilizámos os painéis solares no nosso projecto. "The goal of the competition is to collect innovative ideas and examples of bioclimatic shelter typologies and settlements units that utilize renewable energy sources and can be exploited in different locations, climates and cultures for a temporary housing of people affected by natural disasters, offering viable living conditions, energy autonomy, clean potable water, if it is possible, with respect to the environment." Era também objectivo, criar um módulo temporário e não um módulo permanente.
  17. Concordo com que o ArK diz. O pior é conseguir arranjar essa tal carteira de clientes. Os concursos são a forma mais directa de arranjar trabalho e poderes daí extrarir alguma coisa, o pior é que nem sempre se ganha.É um investimento muito grande tanto a nível pessoal,como a nível de custos. Desde os softwares, plotters a todo o material necessário.
  18. ARK não sei se leste aquilo que o Ivo escreveu, mas ele diz numa frase que utiliza os materiais locais, e por isso acho que é um bom princípio para quem cria projectos baseados no tema sustentabilidade. Tudo bem podes até não concordar com o projecto, mas acho que como utilizador do fórum posso dar a minha opinião tal como tu deste a tua. Não venho para o fórum para estar a discutir com ninguém e acredita que estive realmente a ler os textos. Vou já sair.
  19. Eu gostava mesmo que o Ivo falasse do projecto! Mas esta confusão não permite que falemos do essencial O PROJECTO.
  20. Peço desculpa, mas não estou a fazer críticas pessoais a ninguém, nem sequer quero entrar por aí! Se se está a referir á minha última frase, eu refiro-me, á afirmação do Ivo no último texto do projecto ele fala do facto de nos concursos muitas vezes se dar valor apenas ao exterior. Vim aqui para falar apenas do projecto, uma vez que estive a ler os textos e a ver as imagens.
  21. Ivo estive a ver atentamente o teu projecto e achei muito interessante os esquissos de aproximação á forma. Compreendo a elevação feita em relação ao nível térreo, no entanto, se fosse possível gostaria que me explicasses o conceito inerente ao piso de cima? Preocupaste-te com questões, do meu ponto de vista essenciais para um projecto sustentável, o respeito pelo sítio e a utilização de materiais locais. É pena, não mostrares a inserção urbana ao nível das plantas. Este é um bom projecto porque responde ás questões fulcrais de resolver o "problema" e não se baseia apenas com questões meramente gráficas, o que acontece muitas vezes, quando vemos alguns projectos que ao invés de responderem ao que é de facto importante, apenas se preocupam com a imagem. Desde já, dou-te os meus Parabéns pelo Projecto. Se fosse possível, gostava de ver mais projectos relacionados com os temas de sustentabilidade e eco-arquitectura.
  22. O projecto apresentado, refere-se ao Prémio Vencedor do Concurso Internacional de Arquitectura e Energias Renováveis - Ares Competition. O concurso foi lançado pela Technical Chamber of Greece (TCG),e pelo Work Programme on Architecture and Renewable Energy Sources (ARES) da União Internacional dos Arquitectos(UIA). A equipa portuguesa vencedora, é composta pelo Arquitecto responsável,João Manuel Barbosa Menezes de Sequeira, e pelos Arquitectos estagiários, Ana Carina Bernardo Figueiredo, Marta João Pimenta Moreira e Pedro Miguel Fernandes Ferreira. O Projecto estará exposto durante Dezembro de 2007 no Fórum de Atenas(Grécia) e em Julho de 2008 no 23º Congresso Internacional de Arquitectura em Turim (Itália), onde decorrerá a cerimónia de entrega dos prémios. Contacto: ajs.arquitectos@gmail.com Projecto - SHELTER BOX Conceito e Forma O conceito para a SHELTER BOX (caixa abrigo) é baseado na versatilidade, pré-construção e rapidez de edificação. Para alcançar estes objectivos complexos, tivemos de começar por dois conceitos materiais mais simples, o de tenda e o de acordeão, que considerámos poderem abraçar aqueles significados. A tenda é o abrigo mais vulgar e o mais usado em todo o tipo de situações de emergência, e tem-se transformado na memória, sempre renovada, dos vastos campos de refugiados que ocorrem pelo mundo desde o pós-guerra até à actualidade; o acordeão permitia-nos, por um lado, usá-lo formalmente, explorando a possibilidade de portabilidade e de transformação espacial, que ocorrem naturalmente na produção dos sons deste instrumento musical e por outro lado, usá-lo como nó poético, lembrando-nos a importância da música e da poesia na vida de cada um. O conceito para a SHELTER BOX é baseado na ecologia, sustentabilidade e sobretudo no uso de recursos energéticos renováveis. Por isso a nossa proposta beneficia de recursos ligados à energia solar, ao aproveitamento das águas pluviais, de uma atenção especial aos aspectos sanitários, à cor, bem como se preocupa, com a reutilização destes abrigos e com o seu ciclo de vida útil. O Módulo A SHELTER BOX é composta por uma unidade multi-funcional que contém a instalação sanitária e a cozinha, sendo neste núcleo, que se encontram as baterias de acumulação de energia fotovoltaica e o depósito de águas pluviais (também possível ligação de água corrente canalizada). Os dois blocos fixos são ligados por um fole em lona dupla com isolamento de lã de rocha e a SHELTER BOX adquire firmeza pela translação daqueles blocos e simultâneo rebatimento do pavimento, só depois a unidade multi-funcional roda para a sua posição final. Assim aberta, caracteriza-se, no seu espaço base, por uma zona de estar e pelo módulo multi-funcional. A expansão lateral origem dos espaços para os quartos, faz-se através do rebatimento das placas laterais dos blocos fixos. Como está subjacente ao conceito de módulo, ele permite conexões diversas, origem de novas expansões e de espaços de abrigo para famílias mais numerosas. Estrutura Urbana Aquelas conexões permitem posteriormente estruturações urbanas diversas e adaptáveis a estruturas já existentes. Sendo uma das preocupações ecológicas a integração da SHELTER BOX nas cidades e/ou aglomerados urbanos existentes. As expansões da SHELTER BOX permitem também alterações às funções a que se destinam, permitindo ainda, a criação de escolas provisórias, de centros de atendimentos dos refugiados, de centros médicos, entre outros. Infraestruturas necessárias a qualquer estabelecimento humano provisório. Foi considerada a cidade de Safi em Marrocos, como um exemplo possível de utilização em caso de catástrofe. Naquela se pode ver a qualidade da integração urbana esperada. Em consonância com a envolvente, propôs-se um plano urbano que se desenvolve a partir da malha existente, tendo em conta o enquadramento com os edifícios limítrofes, os acessos e a ligação a infraestruturas sanitárias existentes. Embora o exemplo dado, tenha sido a cidade de Safhi em Marrocos, a SHELTER CITY pode inserir-se noutras zonas geográficas, cujas características climáticas determinam o uso de cores específicas para a SHELTER BOX (ex. zonas quentes/cores quentes - laranja e amarelos, zonas frias/cores frias - azuis)conforme se pode ver no painel 2. Transporte O transporte do módulo pode ser feito por via terrestre, marítima ou aérea, uma vez que a sua versatilidade formal o permite. Calculámos duas situações distintas: transportes de longa e média distância que seriam realizados preferencialmente por via terrestre (camião ou comboio) ou via marítima, altura em que o módulo seria acomodado em contentores, 8 por contentor; transportes de curta distância seriam realizados preferencialmente por via aérea, quer pelo uso de helicópteros de transporte de contentores, quer pelo uso de helicópteros normais, altura em que se transportariam os módulos em pequenos grupos de 2 a 3. (painel 2) Montagem e Materiais Trata-se de um projecto exequível de fácil montagem, com grande durabilidade (esquema de montagem, painéis 1e 4).Propôs-se a utilização de materiais sustentáveis para os exteriores, como a lona aglomerada com a lã de rocha. Por outro lado, propôs-se a utilização de materiais locais para os blocos fixos como os aglomerados de cimento e madeira (tipo Viroc), etc. Autonomia Energética Em termos de autonomia energética foram colocados 4 painéis fotovoltaicos para uma única unidade modular. A utilização a nível interno de água potável é possível através de um depósito integrado na parte superior do módulo, que permite o encaminhamento em tubagem da água para a cozinha e para a instalação sanitária. A ventilação do módulo, é feita através da abertura em fole da estrutura em lona. Informação na Casa da Vizinha: http://www.casadavizinha.eu/projectos/37-shelter-box.html
  23. Já agora se fosse possível gostaria de saber o nome dos Arquitectos responsáveis por este projecto?
  24. Achei muito interessante a ideia e o modo como foi colocada a casa em relação com a sua envolvente. Considerando que apenas se trata de um abrigo temporário a questão espacial no meu ponto de vista está bem resolvida.
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