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  1. Bom projecto...! gosto muito deste estilo, grande arquitecto. de que ano é esta obra? Bom post
  2. fantastico...ainda hoje, este edificio mantem-se actual! grandes arquitectos, grandes mestres
  3. O que fazer quando se tem um local de projecto que nos é apresentado que é magnifico "até mete pena lá tocar", vamos desistir do projecto e dizer ao cliente "desculpe mas não tenho coragem", aqui está, Siza quer se goste ou não teve a sensibilidade de lá intervir, e bem! Já lá estive e posso dizer que quem vê do outro lado da margem denota-se um respeito pelo existente. Tenho a certeza que agora as pessoas vive o local o vê de modo diferente com outro respeito, mais dignidade, continua-se a ter duas realidades, dois tempos, os edificos e o rio, e a biblioteca será o meio destes dois mundos.
  4. Eu tenho... é muito bom, aconselho. É incrível como o Souto Moura leva a execução ate á exaustão. Um exemplo a seguir sem duvida. Viana com o Polis veio mostrar como é possível ter uma cidade moderna com muita qualidade e sensibilidade, neste caso em 100m temos 3 grandes mestres da arquitectura de Portugal.
  5. Um grito bem alto contra o seu ambiente, este projecto, apesar de ser efémero mostra o poder da arquitectura não só de habitar e relacionar-se com a sociedade, mas também de a criticar, a arte também é isso.
  6. Trabalho muito interessante, muito ao estilo dos MVRDV, denota-se aqui uma grande maturidade e um aprofundado estudo e desenvolvimento entre o conceito e concepção formal. As nossas cidades necessitam mais de deste tipo de linguagem e menos de peças sem personalidade, pois uma cidade sem carisma só pode esperar pelo esquecimento.
  7. Como numa conferencia, O arq Souto Moura, a respeito do seu projecto na boavista, o edificio de burgo, dize, que a arquitectura é um constante jogo de mentiras, usadas para contar verdades. quem melhor que Herzog e os seus projectos em que trabalha a mentira da arquitectura, como plasticidade, pele, e como volumeria, tudo isto para falar a verdade, falar de vivencias, de sentimentos de fancinios e funcionalidades. nao defendendo ninguem nem nenhum projecto, considero que a mentira faz parte da arquitectura, mas nao é o unico meio válido de arquitectar...!
  8. Percebo a tua indiguenação, mas penso que nao podemos moldar as pessoas para mudarem, isso é utopico, será mais fácil adaptar e intrepertar os espaços tal como os conhecemos para espaços que se tornem aprazíveis de ser vividos, os portugueses não sabem viver os espaços públicos, é verdade, mas então que espaços eles vivem? é típico o tuga ir aos domingos á tarde para o shoping em vez de manha aproveitarem como tu dizes para irem a um bom museu, visto serem de graça, o mais engraçado é que muitos nem sabem que os museus aos domingos de manha são de entrada livre. Eu sou de Braga, e por cá penso que o centro vive-se e é vivido, já ouvi em varios debates como sendo um bom exemplo, Braga, Guimaraes, ..., ao contraio do Porto, que é uma cidade em que á noite se desliga. Penso que quando uma cidade consegue controlar desde cedo esta situação é benéfico, ao contrario do porto e lisboa, que agora os problemas são maiores. São cidades fortemente globalizadas em que as pessoas não têm tempo para grandes passeios, por vezes vão ao shoping para jantar e aproveitam e fazem todas as suas compras e satisfazem as suas necessidades, os shopings são modelos pensados para isso, responder a este nível fernético. Daqui passo para uma nova atitude das cidades em resposta este ritmo, As "Cidades Digitais", o nome é bonito e apelativo, mas por vezes os politicos, mais não fazem que instalar net wireless pelas praças e jardins para "ingles ver", pode ser um inicio, mas pouca gente usufrui desse serviço, por isso penso que é necessario criar atitudes e ai sim moldar e criar modos de vida e ritmos diários que levem as pessoas a frequentar um certo espaço, como as cidades Multi-on e em rede (mais tarde poderei falar melhor destes modelos de cidade). Estes problemas nao são apenas para ser pensados por urbanistas, sociologos, politicos e economistas, nós como profissionais aptos para pensar nos espaços publicos temos que dar resposta a esta realidade.
  9. Sim, concordo contigo quando dizes que a culpa está na sociedade, porque é incrível como muitas pessoas se identificam apenas com não-lugares, entendidos como espaços sem identidade nem memorias, são espaços de mais fácil apreensão, feitos para um processamento rápido e eficaz. Contudo a classe de arquitectos não se pode descartar desta responsabilidade de trazer as pessoas para os verdadeiros espaços públicos, é certo que quem tem maior força são os políticos, mas nos temos o papel e a caneta na mão para redesenhar os espaços e torna-los espaços identificáveis e espaços de lugar. A sociedade de informação controlada pelo consumo leva ás pessoas a focarem-se em espaços sem interesse. Por isso como poderemos nos tornar um espaço de memoria num espaço que aguente todos os fluxos de vivências desta nova Era. Conheces algum espaço em Portugal onde penses que este esforço, foi ou está a ser feito?
  10. GLOBALIZAÇÃO... Todos os dias somos bombardeados com noticias de um banco que fechou nos EUA, de uma empresa que comprou outra, dos preços do gasóleo, dos alimentos... "O Mundo não é plano." A vida quotidiana é feita destas palpitações destes movimentos e destes acontecimentos que se cruzam e se relacionam. Mas qual será a sua influencia nos espaços públicos? De que modo estes fluxos afectam os espaços públicos? Os espaços tornam-se cada vez mais espaços de passagem, ao invés de serem espaços de concentração, poderão estar a tornar-se em espaços efémeros? Estas serão as minhas grandes interrogações nos próximos tempos, pois faz parte do meu tema para a dissertação, e portanto gostaria de pensar convosco neles, pois penso ser um tema fascinante, e todos os dias sem sabermos somos afectados por ela, a globalização, vamos la pensar... RRodrigues
  11. penso que este tipo de projectos vale muito e sao necessarios como estudo de laboratoio, penso que um atelier tambem deve ser isso, simplesmente pensar, e nisso este atelier é FANTASTICO!!
  12. Haja dinheiro.... algo que é mesmo necessário para fazer obras de tal envergadura.... e é notório que o Dubai quer marcar um estilo, e um modo de ser visto pelo mundo, a arquitectura foi um motor de projecção do Dubai, tal como já aconteceu á séculos na Europa.
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