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Correcção... limite MÁXIMO
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Moradia Turcifal (Quinta do Fez) - Zona de Torres Vedras
Pedro Barradas replied to lllARKlll's topic in Arquitectura
Epá respeitem os trabalhos dos colegas... Favor facultar a autoria do Proj. arquitectura... -
O colega ainda é novo... comete "erros"... é a falta de experiência... mas os mais velhos também as cometem, em maior ou menor quantidade. a experiência é importante, a humildade ainda mais, porque, já diz o velho ditado "nada sei do que já sei..." Para a próxima... estará mais atento... é estudar, é ser auto didata em várias matérias, é partilhar ideias e soluções, é aprender a receber contributos de outros... enfim, dar e receber e fazer uma análise critica das opções existentes... ai fará um projecto/ obra melhor... A questão da acústica... é deveras pertinente num espaço destes... talvez a decoração da empresa exploradora do espaço, através da inclusão de panejamentos permitam diminuir a reverberação acústica neste espaço...
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Qq coisa como isto... pelo menos...
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O 3D está baril, as plantas e apresentação impressionam qq cliente... A solução volumétrica está interessante.... a casa é enorme... O lote está num condominio privado?.... não vejo grades ou muros de protecção!!!! A obra já começou?; acabou? se sim, fotos da construção era porreiro.
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Pois... a luz é muito fria... devem ser iodetos metálicos com cerca de 5000K Eu tinha apostado em projectores/ apliques com luz indirecta também para a cobertura, mas com lâmpadas economizadoras, no mínimo 26W com temperatura de cor a rondar no máximo os 4000K... gastava-se menos electricidade, menos carga térmica e o ambiente ficava mais acolhedor... se tivermos em conta os apliques já existentes... combinava melhor... Não me choca a solução escolhida, pintar tudo de branco... se bem que eu talvez não optasse por isso... Mas por esse motivo existem várias cabeças... cada uma com a sua sentença. Parabéns... menos na solução de iluminação.
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Monitor maior....= precisa de gráfica melhor... =talvez desempenho equivalente a uma gráfica de menor qualidade para monitor com menos resolução.... São assuntos a ponderar... Depois temos que equilibrar os preços destas coisas... Para mim parece-me melhor uma excelente gráfica para um ecran de 15,4''... que se necessário poder-se-á conectar a outro monitor fixo externo com equivalente capacidade...
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Caro colega homónimo:lol: ... o q conta é o poder para os $$$$$$....
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Sorry Elisia... just the ERASMUS programme, for students interchange... but you still need a job... for your sustain... There are some students (working as draftsmen) that are paid for less than 6 € per hour... I´heard that a fiend of mine was working for 3 € per hour... she is an Architect and with 7 years of experience... EDIT: sorry, but ERASMUS is for EU countries only...
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Este é o meu desktop... aqui vai um print screen... o fundo foi feito em SU... Mas já tive o logo da minha empresa...
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Luis... não menti... segundo muitos topicos discutidos em outros foruns... as Nvidia, são better... mas enfim, também depende do software a utilizar.... e sua especificidade
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Voçês desculpem lá mas, um portátil com 15,4'' de ecran... chega e sobeja... além que pelo menos é portátil... recomendo placas gráficas com chipset Nidvia... melhor drivers para aplicações open-gl... como é o caso dos programas dedicados a Arquitectura... Se a máquina é para andar a fazer renders... comprem um desktop e um monitor decente de 22" no mínimo...
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Depende do estado das mesmas, e dos problemas que eventualmente apresentam, qual a patologia... Tens fotos? qual o nível de intervenção, reconstruir, recuperar, reabilitar...?
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Para Vossa informação: Do site da Ordem dos Arquitectos ESCLARECIMENTO AOS MEMBROS DA ORDEM DOS ARQUITECTOS 11-05-2007 Tendo sido suscitada por um colega a questão disciplinar da incompatibilidade estatutária entre uma eventual candidatura minha à Câmara Municipal de Lisboa e as funções que desempenho na Ordem, esclareço que: 1. O artigo 46º do Estatuto da Ordem determina a incompatibilidade entre o exercício da arquitectura e o exercício do cargo de presidente ou vereador de Câmara Municipal. 2. Esta incompatibilidade não existe com uma mera candidatura. 3. Durante a campanha eleitoral, ao abrigo da lei eleitoral, irei pedir a suspensão das minhas funções. 4. No caso de vir a ser eleita, não tomarei posse sem primeiro renunciar ao cargo de Presidente da Ordem dos Arquitectos, que actualmente detenho. Helena Roseta
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O meu conselho.... Não gastar acima dos 1500€!!!!
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Miradouro e Bar em além-rio - Mértola
Pedro Barradas replied to Pedro Barradas's topic in Arquitectura
Já consegui algumas fotos nocturnas... não são as melhores, mas não tinha tripé... -
heheh... uma reflexão diferente... uma atitude conceptual diferente... por isso somos todos diferentes... os constrangimentos de projecto também o foram... PS:O verniz brilhante.... bom estava especificado verniz de poliuretano, acabamento cera (mate)... sabem como é, nem sempre seguem todo o caderno de encargos... As alvenarias não são de adobe, mas de pedra....
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Na loja on-line da MKti http://www.mkti.net/catalogo/detalhes_produto.php?id=852&tit=&cat=101, vendem o aparelho por 49€ com IVA Mas se calhar o balastro é ferromagnético e não electronico.... cump.
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Eu já ando é asséptico!!!! :)
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Ordem dos Arquitectos muda regras de admissão
Pedro Barradas replied to Arq.to's topic in Arquitectura
Milhões de Euros de indeminização... pois sim... leva-se a Ordem dos Arquitectos à banca rota, ou melhor em vez das actuais quotas anuais de cerca de 350€... passa-se a cobrar 3500€/ ano... no final quem paga somos todos.... A Ordem dos Arquitectos, na altura apenas, pareceu-me seguir o que as restantes Ordens profissionais, ainda fazem... por exemplo veja-se o caso da Ordem do Engenheiros... ainda não vi nenhum pedido de indemnização ou processo contra a OE... -
Aluno cria casa ecológica com tijolos de papel
Pedro Barradas replied to Arq.to's topic in Arquitectura
Mais um artigo... retirado do site da U.Lusiada V.N.Famalicão... Aluno da Lusíada criou uma casa ecológica feita com tijolos de papel Aluno de Arquitectura da Universidade Lusíada desenvolveu projecto inovador. O estudante de Arquitectura da Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão Guy Arnaud da Cunha desenvolveu um projecto de casa ecológica, em betão-leve, feita com tijolos à base de papel e com uma pequena percentagem de cimento. "Esta tecnologia junta o conhecimento de outras civilizações às novas técnicas de construção conseguindo óptimos desempenhos de isolamento térmico e acústico", afirmou o "inventor" em declarações a agência Lusa. O custo é oito vezes inferior aos materiais convencionais e desempenho tornam-no atractivo. A custo da casa será oito vezes mais reduzido do que se fosse construída com materiais convencionais, refere o estudante, que frequenta o 2.° ano da licenciatura, e apresentou o projecto, intitulado "À porta do caracol", à empresa Edit Value de Braga, que apoia a criação de empresas por alunos de instituições do Ensino Superior. Guy Arnaud concebeu no projecto uma casa típica do Minho, constituída por três quartos, duas casas de banho, cozinha, sala comum, átrio de entrada e varanda, com uma área total de 208 m2, pelo preço estimado de 75.000 euros. O betão-leve, segundo Guy da Cunha, tem uma densidade e resistência térmica superiores à do betão, um alto coeficiente de resistência à compressão e boa resistência sísmica. "O poder de isolamento é quatro vezes superior à lã de rocha, 100 vezes ao tijolo-burro e 300 vezes ao granito", acentua, acrescentando que presenta baixa condutividade e tem grande resistência ao fogo. "Sem aquecimento e arrefecimento artificial, com este betão, o habitaculo mantém uma humidade constante de 60 por cento, essencial para uma ambiente saudável", garante Arnaud. Para regular a temperatura, a casa será equipada com um sistema do tipo "poço canadiano", que garante uma temperatura de 19° C no Inverno e 24°C no Verão. No saneamento e condutas de água, Arnaud desenvolveu um projecto que reaproveita a água das chuvas, utilizando-as no autoclismo e na rega, e optou pela utilização de uma fossa séptica biodigestora para melhoria do saneamento rural e desenvolvimento da agricultura biológica. Entre outros projectos, Guy da Cunha pretende criar uma empresa de construção deste tipo de habitações. Fonte: Jornal de Notícias de 22 de Março -
Aluno cria casa ecológica com tijolos de papel
Pedro Barradas replied to Arq.to's topic in Arquitectura
citando a agencia Lusa... aqui vai, mais info... Aluno de arquitectura cria casa ecológica com tijolos de papelO estudante de arquitectura da Universidade Lusíada de Famalicão, Guy Arnaud da Cunha, desenvolveu um projecto de casa ecológica, em «betão-leve», feita com tijolos à base de papel e com uma pequena percentagem de cimento. "Esta tecnologia junta o conhecimento de outras civilizações, às novas técnicas de construção conseguindo óptimas «performances» de isolamento térmico e acústico", afirmou hoje o "inventor", em declarações à agência Lusa. A casa está pensada, frisou, para usar uma estrutura em monobloco e sem pontes térmicas, com um custo oito vezes mais reduzido do que o dos materiais convencionais. O estudante, que frequenta o segundo ano da licenciatura, apresentou o projecto, intitulado «à porta do caracol», à empresa «Edit Value» de Braga, uma «spin-off» que apoia a criação de empresas por alunos da Universidade do Minho ou de outras instituições do ensino superior. Guy Arnaud concebeu uma habitação unifamiliar, constituída por três quartos, duas casas de banho, cozinha, sala comum, átrio de entrada e varanda, com uma área total de 208 m2, pelo preço estimado de 75.000 euros. Pretende enquadrar a solução em áreas circundantes às grandes cidades, onde os preços do m2 de terreno para construção são bem mais acessíveis, sem descuidar a importância da rede de transportes e vias de comunicação. O estudante salienta que o betão/leve "tem uma densidade e resistência térmica superiores à do betão, um alto coeficiente de resistência á compressão, e, dada a sua densidade muito baixa, tem uma boa resistência sísmica". "O seu poder de isolamento é quatro vezes superior à lã de rocha, 100 vezes ao tijolo-burro e 300 vezes ao granito", acentua. Acresce que - assinala Guy Arnaud - apresenta baixa condutividade, tem grande resistência ao fogo, com classificação M1 (não inflamável), ou seja "funciona como um retardador de incêndios". "Sem aquecimento e arrefecimento artificial, com este betão, o habitáculo mantém uma humidade constante de 60 por cento, essencial para uma ambiente saudável", garante Arnaud. Sustenta também que hidrograficamente esta percentagem garante um bioclima. Para regular a temperatura, - refere - a casa será equipada com um sistema do tipo «Poço canadiano», que aproveita a geotermia dinâmica, consistindo num método de ventilação mecânica controlada a duplo fluxo, que garante uma temperatura de 19ºc no Inverno e 24ºc no Verão. A nível de saneamento e condutas de água, Arnaud desenvolveu um projecto que passa pelo reaproveitamento das chuvas, utilizando-as no autoclismo e na rega. Para o saneamento, o aluno de arquitectura da Lusíada optou pela utilização de uma fossa séptica biodigestora para melhoria do saneamento rural e desenvolvimento da agricultura biológica. A casa que concebeu tem, ainda, a particularidade de prever uma varanda em alumínio que fará um aumento habitacional para o exterior. Esta divisão é, simultaneamente, uma ligação exterior/interior mas também como um regulador de temperatura, uma espécie de gerador. Nas restantes especialidades, nomeadamente pintura, electricidade, serralharia e carpintaria - diz Arnaud- "serão usados os materiais que se possam enquadrar com a filosofia ecológica do projecto, privilegiando as energias alternativas". "Projectei uma casa típica do Minho, mas que não corresponde a nenhuma em concreto, pois aproxima-se de uma infinidade de casas existentes. O que procurei foi concentrar, num edifício mínimo, aquilo que é fundamental numa habitação, mas mantendo a ideia original", observa. O telhado de duas águas, resguardado por cápeas, é resultante da observação das casas serranas do Gerês, e o interior pensado em termos de vida familiar, "procura uma simplificação do espaço". Para além da criação de uma empresa de construção deste tipo de habitações, Guy da Cunha tem outros projectos, designadamente a implementação de um aldeamento turístico feito á base dos mesmos materiais e técnicas. Guy Arnaud quer também construir uma «vila da liberdade», uma espécie de aldeia ecológica em que seja fomentado "o conforto, a estética extravagante e a criatividade arquitectónica e artística". Agência LUSA 2007-03-21 09:55:01 -
Aluno cria casa ecológica com tijolos de papel
Pedro Barradas replied to Arq.to's topic in Arquitectura
Aguardo... com espectactiva... -
Mas quem disse que era dobrar ao meio ou em 4...!?!? Claro que existe normas para dobrar projectos... mas para A4. Para A3 tens que improvisar, baseado na metodologia A4... compra o Livro "Desenho Técnico" da Gulbenkian... tem lá tudo explicadinho.... EDIT: toma lá um brinde... para a4
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Como fazes para o A4... agora converte a métrica para A3...
