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Pedro Barradas

Líderes de Equipa
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Everything posted by Pedro Barradas

  1. Um televisor LCD de 32''
  2. O bruno vai-me desculpar...mas acho as suas ironias desadequadas e fora da realidade construtiva de hoje. No Sul de Portugal (Alentejo e Algarve), existem muitas empresas de construção civil e gabinetes projectisatas com os conhecimentos e obra feita dentro destes moldes que o PERMA fala. Cada vez mais, especialemte nas áreas rurais, afastadas dos sistemas de infra-estruturas públicos se pensa e se faz mais esta Construção sustentável (seja em Taipa, Adobe, BTC, alvenaria de pedra ou mesmo tradicional) A utilização de sistemas de aproveitamento de recursos energéticos e naturais é também cada vez mais corrente. Quanto aos custos... bom, é relativo, depende dos condicionante. É corrente a utilização de FitoETAR´s De piscinas biologicas De energia eolica e/ ou fotovoltáica (F.F. Solar) De recuperação das águas pluviais... PERMA faça uma pesquisa na NET. Tenho conhecimento de uma empresa de construção civil de SERPA, "BETÃO e TAIPA, Lda", com conhecimentos técnicos e capacidade para desenvolver projecto e construção sustentável. Quanto às fito-etars... Existem muitas empresas que disponibilizam este serviço, em Évora a "CETÂMBIO", por exemplo.
  3. tem a haver com razões esteticas/ artisticas... de composiçao, de enquadramento... Nem tudo se resume à manipulação do software.
  4. Mais uma coisinha, os paineis termodinâmicos não servem para efeitos do cálculo do RCCTE...
  5. Touché!!!.... Vitor!!!!! :icon14: :clap:
  6. :icon_poke:
  7. Certo... seja... Mas esses PDM´s/ regulamentos municipais, com 20%... só não bate o meu 4x4... :*
  8. Eu costumo fazer assim... para viaturas ligeiras: Inclinação máxima 15% com transição para zonas de inclinação corrente máxima de 12%. 10% é confortável e praticamente nenhuma viatura baterá no pavimento... excepto algum Ferrari e afins!!!! ARK: A questão de cumprir com a legisl. sobre acessibilidades a pessoas com mobilidade condicionada nada terá a haver com a rampas rodoviárias... excepto se a dita rampa fizer parte do percurso acessivel. Também, na maior parte dos PDM´s não é referido qual a inclinação máxima de rampas.. nem deve... talvez seja tema para um regulamento de PP ou de Loteamento..
  9. Porque está na lei... e O sentido desta exigência é "assegurar" à entidade adjudicante que o concorrente que eventualmente irá prestar o serviço está de "boa saúde" financeira, portanto, será capaz de levar a bom termo os trabalhos para os quais foi ou presumivelmente será contratado.
  10. Pois é... ainda subsiste em alguns técnicos camarários uma visão redutora da legislação, não compreendendo realmente que o que se pretende é a afectação de áreas funcionais para as diversas actividades que uma Habitação terá que disponibilizar ao seu utente... Daí não esquecer o espaço destinado a tratamento de roupa... por exemplo.
  11. Depende do conceito de Kitchenet!!! Desde que cumpra a legislação, tenha o equipamento mínimo, tenha afecto a área minima da cozinha, etc... não existe inconveniente (a cozinha não tem q ser compartimento separado!!!) Podes chamar o que quiseres... desde que para a Câmara, a designação seja Cozinha
  12. PARABÉNS... à lei anti-tabaco... estou contente )
  13. Ana... para dúvidas nada melhor do que consultar aqui http://acessibilidade-portugal.blogspot.com/
  14. ... pois, pois, a designação correcta, poderá ser: Licenciado em Arquitectura, Mestre em Arquitectura ou ainda Arquitecto estagiário.
  15. Ricardo isto foi feito com Sketchup + PODIUM ?
  16. :* ... João, não fui eu que coloquei os nomes nos conceitos... é só ler os ITA´s....
  17. Caro colega IM Rodrigues... é um assunto realmente pertinente e sério. Mas para já parece-me uma batalha perdida... a questão da uniformização de procedimentos e requisitos... Cada CM tem o seu regulamento municipal... PDM e outras normas... o mais grave é essas mesmas "normas" estarem ocultas ao coitado do Arquitecto que vá entregar um processo pela 1ª vez.... É O PRTUGAL Q TEMOS
  18. Por acaso até existe... não se chama "Áreas medias" mas sim "Nivel de Conforto", podes adquirir os livros na Livraria do LNEC, são estudos muito completos e interessantes: § BRANCO PEDRO, João – Programa Habitacional. Espaços e Compartimentos Lisboa: LNEC, 2ª edição 2002. ITA 4 § BRANCO PEDRO, João – Programa Habitacional. Habitação Lisboa: LNEC, 4ª edição 2001. ITA 5 § BRANCO PEDRO, João – Programa Habitacional. Edifício Lisboa: LNEC, 3ª edição 2002. ITA 6 § COELHO BAPTISTA, António; REIS CABRITA, António – Habitação evolutiva e adaptável Lisboa: LNEC, 1ª edição 2003. ITA 9 PS: esqueçam o NEUFERT.... isso é do tempo da 2ª GGuerra!!!!... esqueçam o RGEU, é castrante e refere-se a áreas mínimas, ainda por cima sem substânciar o "porquê" das ditas áreas mínimas e suas interligações.
  19. ... Ok.. mas eu não trabalho com Vista, portanto a questão da flash RAM era off-topic... apenas dei a minha opinião como unidade de armazenamento de dados amovivel... a velocidade para 1 ou 2 Gb é pouco relevante... De qq manira está limitado à velocidade do HUB (USB 1.1 ou 2.0)
  20. Não... e normalamente, na maioria dos casos só se pode utilizar o "footprint" do existente e a área constante no Registro da Conservatória do REgisto Predial. O DL da REN... é memsmo perguiça de fazer uma busca na NET.... são uma série de alterações ao DL e umas Portarias... Fica aqui o link :http://www.dgaa.pt/legis/Diploma.aspx?id=24
  21. Epá... são todas fiáveis... compra a que gostas mais/ melhor preço... Qual a "marca" é irrelevante...
  22. Podes, além do PIRANESI, utilizar o photoshop... para inserir pessoas e vegetação...
  23. Epá não me isultem... não generalizem.... tal como tudo existe o bom e o mau... O q é que tem a Ordem a haver com a corrupção se não aparecem as denûncias, com provas inequivocas para actuarmos!!?!?
  24. ARK, seja com coberturas planas, seja com coberturas inclinadas, dá sempre trabalho... além do mais não é fazer um rectangulo, esquartejá-lo e já está... LOLOL... também nunca fiz um edificio com 4 aguas...LOLOL... e não tenho projectos tipo... na gaveta. Talvez até sejam 2 dias de desenho técnico, mas estás a esquecer-te dos restantes recursos envolvidos, do tempo de análise do local, estudo da legislação envolvida, acerto de programa, reuniões com o cliente a discutir acabamentos, soluções, etc.... PS: imagina que cobravas 1000€ ( um a coisa baratita, sem complicações), em vez dos 2500€.... sabes, eu sei!, o cliente pede-te sempre mais, exige-te alterações, depois é mais isto, mais aquilo; se és ARQUITECTO, estás feito ainda exisge mais... e os 1000€ ficaram .... o teu trabalho ficou pago a uns miseros 5 ou 6 € à hora.... É esta a realidade... já passei por ela, agora já não passo mais (felizmente), já não preciso vender projectos a preço de saldo... estive cerca de 6 anos nessa situação... trabalhava q nem um desalmado, não podia dar-me ao luxo de recusar trabalhos, ia estoirando o cérebro e a vida pessoal de tanto trabalhar... e ao final do ano... muitas vezes tinha que deixar em dívida alguns ordenados para fazer face às despesas... Pois é que EU e a minha familia não vivemos do ar.... Nem tenho mais nenhuma tábua de salvação com outro emprego... Acredito que, eparticularmente no interior, se os gabinetes/ técnicos não fizerem nada para modernizar, actualizar os recursos e conhecimentos... continuarão os trabalhos importantes (que são poucos) a "fugirem" para gabinetes nas áreas metropolitanas, muitas vezes estes também com "parcos" recursos e gabinetes de vão de escada... mas sabem como é "santos da casa não fazem milagres". Resumindo: De Qq das formas, independentemente dos recursos disponíveis ou presumivelmente afectos a uma determinada actividade/ projecto - o Custo final ao cliente terá q ter em conta o Mercado, a concorrência, a qualidade presumivelmente exigida pelo cliente e pelo fornecedor do serviço e claro está se o Prestador de serviço necessita, muito, asim assim ou pouco desse mesmo cliente... PS: O sempre acutilante ARK...
  25. Achas os valores elevados... pois eu não, vamos ver. Supondo os 2500€ para apenas para Projecto de arquitectura (Licenciamento) Daqui terremos que equacionar os seguintes custos directos e indirectos para fornecer um serviço PROFISSIONAL: INDIRECTOS: - Licenciatura em ARQUITECTURA; - Incrição na Ordem Profissional, responsabilidades deontológicas e pagamento de quotas; - Formação contínua (cursos, congressos, seminários, exposições); - Responsabilidade profissional (risco de processos civeis e /ou criminais); - Despesas com aluguer/ aquisição, amortização e renovação de Instalações; - Despesas de aquisição, amortização e renovação de equipamentos (mobiliáro de escritório; PC's, Impressora multifuncional laser cor; Plotter; Cisalha;distanciometro laser; máquina fotográfica digital; Viatura, etc..) - Despesas, amortização e renovação de software; - Despesas diversas(Internet; comunicações Fixo e Móvel; água; Electricidade; combustíveis); - Despesas com consumíveis (contratos de manutenção; papel; tinteiros, material de escritório variado); - Despesas com Bibliografia técnica; - Despesas com Ordenados, Segurança Social, Seguros, IVA, IRC e contabilidade organizada; DIRECTOS: ( elaboração do projecto) - Runiões presenciais com cliente/ deslocação ao local de obra; - Brain storming - programa preliminar e objectivos do cliente; - Elaboração de proposta preliminar; - Discussões várias - Programa e ideia definitiva; - Discussão de alternativas técnicas em fase de projecto/ instalações especiais/ compatibilização com especialidades; - Elaboração do procedimento (Peças desenhadas, Peças escritas); - Entrega do procedimento na Câmara Municipal; - Assistência técnica em Obra. É com estes pressupostos todos que faço os meus honorários...
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