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Arq_Castro

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  1. Fazer o que gostamos e ainda sermos pagos por isso (bem ou mal) é um luxo que não toca a todos. Quanto mais velhos ficamos, quantas mais contas temos para pagar, quantas mais responsabilidades temos perante nós e os outros, mais difícil fica perseguir sonhos de menino... MAS, sem os sonhos nada somos, não desistas à primeira contrariedade, luta por aquilo que queres com afinco e pelo menos sentir-te-às realizado. Se a isso conseguires aliar uma boa remuneração, satisfeito da vida, se for esse o teu objectivo, considera as tuas opções, faz uma escolha e, não esquecendo os teus sonhos, "adapta-los" aos teus novos desafios de forma a te sentires bem com o que fazes, acredita que isso irá se reflectir no trabalho desenvolvido mais do que imaginas. Boa Sorte,
  2. Ricardo, relativamente ao que foi dito anteriormente, faço minhas algumas das tuas palavras... Marco, a questão das linhas de mercadorias foi "morta" aquando da decisão de não fazer uma linha dedicada para a (na altura) alta velocidade Alfa, em verdade, se o tivessem feito, não teríamos um Alfa a "correr" a meio gás, teríamos uma linha regional mais capaz, porque as alterações a fazer à linha de certeza que não teriam sido tão onerosas em tempo e dinheiro, a rede ferroviária teria apostado no transporte rápido e mais ecológico de mercadorias e se calhar a questão das linhas de TGV internas não se colocaria! Enfim... dizem que "os filhos não devem pagar pelos erros dos pais" mas... neste caso, pagamos, e continuamos a pagar pelos erros de quem deveria, como obrigação, ter uma visão mais abrangente de futuro e não tão tacanha. O curioso de tudo isto é que as velhas linhas hoje desactivadas que iam para o interior do país faziam pelo mesmo (país) o que hoje estradas, linhas de TGV e outras modernidades não fazem e não poderão fazer, porque ou se desvinculam do território ou se prendem ao mesmo apenas em pontos muito específicos... Abraços,
  3. Não te percebi... ou então não me percebeste tu! O que suponho que acontecerá é que as actuais carruagens do Alfa passem a fazer as mesmas paragens que as carruagens do Intercidades, estarás por acaso a tentar dizer que há estações que são xenófogas e não aceitam os Alfas, será? :)
  4. Isso duvido, e mesmo o Alfa... o que provavelmente se passará é ser "despromovido" e passar a fazer o mesmo serviço do Intercidades, mesmas paragens, etc.
  5. Para aplicação directa em cad tenho as que já foram sugeridas (free), mas dá muito trabalho quando se pretende fazer coisas mais..."naturais", fica sempre um ar forçado, como o que fica com os blocos, por isso ultimamente tenho investigado formas de usar isso em pos-produção, já nas imagens... ainda estou a experimentar, mas não me desagrada o resultado! Abraço,
  6. é... também fica naquela... não me agrada, não me cativa, era essencial mudar o velhinho AA - Associação de Arquitectos, para ser franco nem sei porque demoram tanto tempo para fazê-lo mas... se este é o resultado final... em consciência não posso dizer que goste... e desculpem mas não há explicação que me faça mudar de ideias relativamente a isso!!!
  7. Pelo que percebi estava "vedado" a arquitectos, não era? lol Prá proxima concorres :)
  8. Posso perguntar-te como tencionas introduzir as imagens das árvores? Serão directamente em CAD (Tipo AutoCAD) ou farás esse tratamento em algum outro programa de edição de imagem raster (tipo Photoshop) ou vectorial (Tipo CorelDraw) Abraços,
  9. O Medidor Orçamentista "melhor" que conheço não tem formação especifica nisso, mas é aplicado, trabalhou nas obras como fiscal, num atelier de arquitectura e... acaba por justificar. Os cursos preparam, uns melhores que outros, mas não te dão tudo, o que te distinguirá dos outros será tudo aquilo que puderes trazer como mais valia ao teu trabalho! Abraço,
  10. constou-me o mesmo, quer o valor, quer o encerramento de alguns serviços como o Alfa... mas a ver vamos...
  11. Ênfase no rigor...mas parabéns, pela imagem creio que o conseguiste e o resultado final parece-me muito bom. Eu sempre gostei de maquetes de balsa mas reconheço que são mais indicadas para fazes mais finais dos projectos, onde as coisas já estão mais bem definidas. Para estudos, o esferovite dá muita flexibilidade e o branco tem uma reminiscência da "folha em branco" em que tudo o que façamos é possivel. Também já experimentei cartão prensado com apontamento de cor, cartão prensado sprayado à cor preta, para o efeito ficou muito bom, nem muito estudo, nem muito final, e gostei do resultado. No entanto, e para concluir, escolher o material da maquete para se apresentar (que não é a mesma coisa do material que se escolhe da maquete que se usa para estudarmos cotas, volumetrias, etc, ou seja, para uso "interno", próprio), deve ser ponderado juntamente com as características do projecto que queremos transmitir, etc.
  12. Bom, se considerarmos que o assunto agora ronda a questão das expropriações, as decisões por detrás delas, etc. Pode ser que não digam que isto é offtopic... Aqui em Gaia, temos o caso da VL5... durante alguns meses após a conclusão de um dos troços, Sermonde - Serzedo (109-2) esteve uma casa no meio da estrada (a sério) a via contornava a casa, isto apesar de haver terreno vago de um e outro lado da estrada. Eventualmente lá deitaram a casa abaixo e aquilo ficou em condições...quer dizer...avançou mais 500m até ao sitio onde hoje "termina" (porque supostamente é para continuar), mesmo no meio de duas casas geminadas...e...surpresa...terrenos vazios de um e outro lado dessas mesmas casas!!! Quer dizer... eu acredito que alguns sacrificios tenham de se fazer, não serei "tacanho" pensando que se consegue fazer tudo "perfeito" num território como o nosso que foi sendo urbanizado de forma tão fragmentada, sem nos depararmos com situações verdadeiramente incontornáveis mas... outros casos há, e este aparentemente encaixa-se nessa categoria, em que realmente parece que é deliberada a vontade de não fazer a coisa acertada, não tentar com um mínimo de esforço conciliar as coisas para o bem comum... Bom, a verdade é k a VL5 continua por fazer, uns dizem que por falta de fundos, outros porque os proprietários das referidas casas conseguiram uma ordem de suspensão do tribunal, de uma forma ou de outra... podiam-se ter contornado esses "problemas" (temos de ter algum tacto em falar disto com tanta leviandade pois em bom rigor estamos a falar de situações que afectam a vida de muita gente, as suas casas, as suas recordações, os seus esforços, como no caso do colega antes mencionado...enfim...). Abraços,
  13. E mais, quem seguiu a noticia não se lembra de um Sr. Político ter vindo à televisão (dando no meu humilde entender um atestado á sua ignobilidade e... eu nem sei que objectivo utilizar, cada um que ler que imagine um!), dizendo que a decisão não dependia, nem poderia depender dos técnicos, ou seja, ter técnicos ou não... é apenas para dizer que se estuda, pk as decisões são para ser tomadas pelos directores, pessoas que não duvido das suas capacidades de gestão mas... capacidades de avaliação técnica... quer dizer... é vir á praça pública dizer que "fazemos o que queremos e apenas temos os técnicos para assinar por baixo"... Enfim... mas... infelizmente isto acontece mais do que gostariamos, a todos os níveis, desde institucionais, grandes empresas, pequenos atelieres, em que se chama a atenção a algo e se é ignorado... de certeza que os colegas, de uma forma ou de outra, ao ler isto conseguem pelo menos lembrar-se de uma ocasião em que tal se lhes passou com eles, verdade?? Abraços,
  14. Não posso apoiar um equipamento que internamente nada vai beneficiar o país, nas ligações ao exterior, aí... até posso ver as vantagens. Mas claro, sou parcial neste assunto, se numa das alternativas fico sem a minha casa e sem o Salão da minha esposa, na outra ficam os meus pais na "rua"... portanto... podem imaginar o meu desagrado relativamente a tudo isto! Abraços,
  15. Estive a comentar com a "Revigrés", mais concretamente com a Directora de Markting, e ela comentou-me que o prazo para este produto sair para o mercado será daqui a 2 anos sensivelmente... portanto, boas noticias mas num futuro não imediato. Abraços,
  16. Ainda bem que esta questão fo devidamente acautelada no 60/2007, lembro-me de já ter tido "chatices" pelo mesmo motivo mas, tal como o Pedro, apenas o Levantamento entreguei em DWG (nem mesmo a implantação da minha volumetria...embora...creio que isso pudesse ser legitimo). Mas uma coisa é o que está escrito outra é o entendimento por parte de alguns colegas nossos na edilidade, quer por zelo, quer por interesse (infelizmente também se coloca...) Abraços,
  17. Eles costumam ser bastante prestaveis no que toca a dar esse tipo de informação, para alguns projectos até já as têm formatadas para isso mesmo.:clap: Abraço, Castro
  18. Ás vezes pergunto-me que tipo de formação se dá nas faculdades...contra mim falo, quando saí de lá pouco sabia de leis, trâmites processuais, etc. :tired: Concordo com o asimplemind, "vai estudar habitação"! Concordo com os problemas que ele levanta "Ruidos, trepidações" e... correndo o risco de não te ajudar em nada, porque isto é apenas um exercício académico e duvido que se tenha estas questões em linha de conta... convinha dares um olhar pelo Decreto-Lei n.º 276/2003, de 4 de Novembro, onde, entre outras coisas, estão definidos os afastamentos mínimos ás linhas férreas... pois... não dá para (excepto em casos excepcionais que não habitação...) construir junto, ou sobre, uma linha férrea... :nervos: Enfim... a proposta de leres e começares a entrar no "mundo real" fica aqui.:icon_pistoles: Abraço, Castro
  19. Rui, Elaborei um projecto, que de momento se encontra em stand-by e que na altura apenas ficou pelo estudo-prévio, da transformação + expansão de uma antiga unidade fabril num polo de armazenamento logístico. Caso tenhas interesse em ver contacta-me. Abraço,
  20. Parece que aparentemente não estava tudo tão certo quanto se poderia pensar... uma estória que ainda vai fazer correr muita tinta estou a ver... Abraços
  21. Parece que aparentemente não estava tudo tão certo quanto se poderia pensar... uma estória que ainda vai fazer correr muita tinta estou a ver... Abraços
  22. Bom Dia, Como é obvio, existem diferenças e disparidades, desconheço se existe a tal tabela a nível nacional, a resposta que me deram á alguns anos atrás quando necessitei foi que rondava os 0.25€/m²... acabei por não fazer o tal loteamento e... não sei se seria adequado ao trabalho! Eu tenho por "norma", em trabalhos que não são directamente enquadráveis no que está descrito no livro de Cálculo de Honorários (tb disponivel no site da OA) cobrar como minimo um valor para as taxas de apresentação de projecto (que incluo no preço dado) e um valor para as cópias...isso é o mínimo e acho que todos os nossos colegas devem concordar comigo, depois... é como vos disse, este foi o valor que me deram como referência aqui para a zona Norte! Espero ter ajudado! Abraços, :icon14:
  23. Como é que fazes as piscinas nos ginásios? Ocupas espaço do piso inferior! É claro que fazendo a tal caixa se teria de equacionar a perda do espaço abaixo da cota... e pobrezinha da árvore se apenas lhe davas uns míseros 80 cm para as suas raizes... Mas como disse, isto é off-topic, existem coisas mais interessantes para se comentar acerca deste projecto, como sejam as relações com a envolvente, etc. E nesse sentido, redireccionando a discussão para o tópico. Temos de ter atenção que o terreno não é nada fácil! A diferença de cotas é brutal, o terreno triangular não ajuda, tanto se afasta como se aproxima de envolventes que nada têm a ver entre si, A antiga Faculdade de Ciências (que cheguei a frequantar por acaso), a Torre dos Clérigos e os quarteirões do lado da Livraria Lello...são muito dispares... Não é uma discução recente esta! Quando se fez a Rua Galeria de Paris era intenção que a mesma atravessasse a Praça de Lisboa mas... e continuaria a mesma a ser uma Praça? Se calhar não... no sentido estrito do termo! Mas continuo a achar que fazer algo é melhor que nada fazer... o tempo aí está para ditar o destino desta intervenção. (que me pareceu já estar bastante encaminhada...) Abraços,
  24. Já começa a ser um pouco "off-topic" mas... é possivel! Desde que se faça uma caixa de betão com as devidas impermeabilizações... mas na Praça dos Leões ali ao lado tiveram tanto cuidado em manter as palmeiras (uma especie claramente octoctone...pois, pois...) para depois dar no que deu... enfim. Quanto ao tema do Tópico, foi o tema de projecto no meu 2ª ano na faculdade... (não vou comentar a proposta porque sinceramente hoje faria tudo de outra forma!) e... muita coisa podia ser feita para este espaço, melhor ou pior é questionável mas a verdade é que o facto de existir uma noção do investimento, e de um operador capaz potencia a intervenção. Como foi mencionado anteriormente, intervenções que até poderiam ser interessantes, como o Edificio Transparente, são inadvertidamente transformadas em "Elefantes Brancos" por falta de uma politica capaz de exploração / manutenção dos mesmos... nem tudo na cidade se resolve com equipamentos públicos, equipamentos privados, com especificidades e maneiras de estar muito próprias, pensadas não para a cidade mas para si são uma concessão necessária para a cidade crescer. Além do mais, parafraseando o Professor Arq Távora... "A Arquitectura nasce, vive, e um dia irá morrer...", a mudança é bom... se for um fracasso, mais depressa se avançará para a proxima intervenção! Abraços,
  25. Caro Colega, qualquer ajuda será benvinda! Pode mandar-me a informação de que dispôe para jcastro@coperfil.com Abraço, :icon14:
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