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JVS

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  1. December 15, 2005 Lord Foster Hired to Design WTC's "Tower Two" http://www.lowermanhattan.info/images/news/173r_const_wtc2_open_sm.jpg Foster, Silverstein, and Pataki gathered to introduce plans for the WTC's "tower two" Standing in the 25th-floor marketing office of 7 World Trade Center (WTC) on December 15th, Gov. George Pataki and developer Larry Silverstein introduced Lord Norman Foster as the architect for the site's "tower two." The tower, located at 200 Greenwich Street (between Vesey and Fulton Streets), will be the third to open at the WTC, following 7 WTC's opening next year and the Freedom Tower's debut in 2010. Joined by other state and city officials, as well as Sir Philip Thomas, the British Consul General in New York, Silverstein called the addition of Foster to the development team a milestone and promised that his tower "will surely be the crown jewel of the World Trade Center and New York City." "As he has proven time and again…Norman Foster understands how to design a bold urban icon while simultaneously enhancing the environment and quality of life of the building's occupants," Silverstein said. Situated directly north of the future WTC Transportation Hub, 200 Greenwich Street will be home to 2.4 million square feet of office space and about 130,000 square feet of retail both at street level and along the underground pedestrian link to the hub. Though Lord Foster and his team are just getting underway designing the tower, Silverstein already has planned for it to rise 65 stories and offer the latest in safety and security. The tower also will be built to "green" specifications, incorporating environmentally sustainable systems similar to those used in 7 WTC and in the future Freedom Tower. Lord Foster's addition marks his return to Lower Manhattan after having participated in the Lower Manhattan Development Corporation's 2002 design study to rebuild and revitalize downtown and the WTC site. His company, Foster and Partners, is internationally accomplished, with project offices in more than 20 countries. Its current projects span from Beijing to Berlin, and it is already well-regarded locally for designing the Hearst headquarters tower in midtown. "It is only fitting that one of the international community's most esteemed architects should be chosen to join an already illustrious and international group of men and women working to rebuild and revitalize Lower Manhattan," Pataki said. "The selection of Lord Norman Foster to design tower two is just the latest signal that the rebuilding of the World Trade Center site is moving forward in achieving its destiny as a world-class central business district." Design work and site excavation and preparation are next on the tower's construction slate, with the first steel to be installed by 2009, and ribbon-cutting scheduled for 2011 IN http://www.lowermanhattan.info/news/lord_foster_hired_to_16102.aspx
  2. ANTES DO 11 DE SET. http://www.glasssteelandstone.com/US/NY/NewYorkWorldTradeCenterp1.html A PROPOSTA QUE VAI SER CONSTRUÍDA FREEDOM TOWER http://www.glasssteelandstone.com/BuildingDetail/439.php PROPOSTAS QUE PERDERAM: FOSTER - http://www.glasssteelandstone.com/US/NY/WTC2-2Foster.html RICHARD MEIER+STEVEN HOLL - http://www.glasssteelandstone.com/US/NY/WTC2-2Meier.html PETERSON - http://www.glasssteelandstone.com/US/NY/WTC2-2Peterson.html SOM - http://www.glasssteelandstone.com/US/NY/WTC2-2SOM.html THINK - http://www.glasssteelandstone.com/US/NY/WTC2-2THINK.html UNITED ARCHITECTS - http://www.glasssteelandstone.com/US/NY/WTC2-2United.html O RESULTADO DAS VOTAÇÕES - http://www.glasssteelandstone.com/US/NY/WTC2-2VoteResults.shtml Pelos votos, o projecto que ganhou está em terceiro lugar. O projecto de Norman Foster foi o eleito neste site.
  3. ARCHITECTURE; The Incredible Shrinking Daniel Libeskind June 20, 2004, Sunday By ROBIN POGREBIN (NYT); Arts and Leisure Desk Late Edition - Final, Section 2, Page 1, Column 1, 3378 words DISPLAYING ABSTRACT - Architect Daniel Libeskind, hailed last year as master planner of World Trade Center site, now plays far less visible role in redevelopment of downtown Manhattan; his influence, control and stature have steadily eroded as signature elements of his plan have been altered, reduced or eliminated; planning is now dominated by Port Authority of New York and New Jersey, which owns site, and by Skidmore, Owings & Merrill, architectural firm hired by Larry A Silverstein, site's leaseholder; Libeskind reportedly no longer attends meetings at which plans are discussed To read this archive article, upgrade to TimesSelect or purchase as a single article.
  4. arquitectura Norman Foster vai desenhar Torre 2 do World Trade Center paula lobo O arquitecto britânico Norman Foster vai projectar a Torre 2 do World Trade Center (WTC), em Nova Iorque. Os primeiros desenhos para o edifício de escritórios e comércio, de 65 andares, serão apresentados no próximo Verão, estando a abertura prevista para 2011. Lorde Foster - autor do aeroporto de Pequim, do viaduto de Millau e do plano de reconversão do aterro da Boavista, em Lisboa - considerou ser "uma honra e uma tremenda responsabilidade" ser convidado pelo arrendatário do terreno, Larry Silverstein, para construir a torre com o n.º 200 de Greenwich Street. No site do seu atelier, o arquitecto, galardoado em 1999 com o prestigiado Prémio Pritzker, adianta que a torre terá 223 mil metros quadrados para escritórios e mais de 12 mil metros quadrados de área comercial, ligando-se no subsolo ao terminal de transportes concebido por Santiago Calatrava. Entretanto, conta o The New York Times, a Academia de Ciências de Nova Iorque será o primeiro inquilino da torre de 52 pisos, a concluir em 2006, que substituiu o nº. 7 do WTC, destruído nos atentados de 2001.
  5. Milhares de utentes conhecem amanhã Rede 7 Mil e quinhentas em seis horas Filipe Feio e Paula Sanchez Amanhã, milhares de utentes vão enfrentar pela primeira vez as muitas alterações da renovada rede de transportes da Carris. Apesar de a Rede 7 já ter começado a circular na capital ontem, a primeira grande prova de fogo do novo sistema acontecerá somente na segunda-feira. O presidente do Conselho de Administração da Carris, José Silva Rodrigues, que falou anteontem aos jornalistas, no Rossio, garantiu que "Lisboa vai ficar mais bem servida". Mas as mudanças na numeração, as alterações aos percurso, a extinção de oito carreiras, a criação do cartão SeteColinas e a troca dos bilhetes pré-comprados conhecem o seu verdadeiro teste amanhã. O DN acompanhou, na noite de sexta para sábado, uma das equipas que ultimou os preparativos antes do arranque da Rede 7. São onze e meia da noite e no walkie-talkie de Cláudia Carvalho surge mais um pedido de ajuda. A jovem apoia e coordena cinco das cinquenta equipas de duas pessoas que procedem à troca das placas antigas que se encontram nas paragens da Carris, em Lisboa. Substituem-nas pelas novas, que indicam o número das carreiras que a partir de amanhã por ali vão começar a passar. Tem de estar alerta até às cinco da manhã. É nessa altura que se espera que termine a tarefa, antes do início de circulação da nova Rede 7. A equipa de Vasco necessita de auxílio. Tal como Cláudia, faz parte dos 30 escuteiros do Cacém que integram o grupo de cem pessoas que esta noite percorre as ruas da cidade em viaturas "ao serviço da Carris". Há também escuteiros de Alfragide, Brandoa, Rio de Mouro e outros. Armando Salvado, da LMP Comunicação, que coordena a operação, explica que as mais-valias destes jovens determinaram a escolha. "Têm bom sentido de orientação e espírito de equipa, por exemplo", explica o responsável da empresa de comunicação contratada pela transportadora. Por isso espera-se que façam um bom trabalho. Uma das antigas placas parece não querer largar a paragem da Igreja de S. Sebastião, na Avenida António Augusto de Aguiar. Um velho parafuso impede firmemente a mudança. Vasco diz que necessita de mais uma chave 14, e que o kit fornecido só traz uma. Esqueceu-se do colete no banco do carro, estacionado em frente. A coordenadora insiste para que o use: "São as indicações que temos, e é preciso respeitá-las." Incapaz de resolver o problema, Cláudia promete voltar a entrar em contacto, antes de seguir viagem. As solicitações pelo walkie-talkie sucedem-se. As equipas da sua zona, uma das cinquenta predefinidas, pedem auxílio. "Não tenho gasolina", desespera um sem informação acerca do tipo de combustível a usar. "Precisamos de uma caneta", pede outro, cansado de riscar com a unha. "Qual das placas se troca?", questiona alguém, baralhado. "O mapa está tão mal feito", indignam-se perdidos. Na pior das hipóteses, Cláudia pode sempre contactar a "base". Mas, tranquilamente, vai transmitindo calma através do rádio, enquanto os acode a todos. A educadora de infância de 26 anos diz que foram escolhidos pelo facto de serem voluntariosos e responsáveis: "O escuta é leal, talvez seja por isso." A realização de trabalhos deste tipo tem um objectivo. O Grupo de Escuteiros do Cacém quer participar num acampamento mundial em Londres, em Agosto do próximo ano. Para isso é preciso angariar fundos. Não sabe quanto ganham com a troca, mas "os responsáveis trataram dessa parte". Só tem que garantir que tudo corra bem. Cláudia ajeita o cabelo por debaixo do boné Rede 7 amarelo, numa paragem da Avenida da Liberdade. É aí que pára para recuperar forças e para jantar. Não pode perder tempo. Já passa da uma da manhã e, dentro de poucas horas, as 1500 placas têm de estar colocadas. E vão estar, claro. "Palavra de escuta."
  6. É Matisyahu
  7. Eu acho a solução do Arq. Carlos Pedro muito boa. Porém pergunto: SERÁ QUE FUNCIONARIA EM PORTUGAL? 1 . Temos o Parque de Estacionamento Intensivo ali perto das Portas do Sol. Aquilo é um conceito extremamente interessante mas segundo um artigo do Público parece que não funciona. 2 . Os transportes públicos... só o Metro é que funciona bem a Carris... eu tenho um autocarro mesmo á frente de casa... e devia demorar cerca de 15 minutos... o que é bastante... e depois só aparece 30 minutos depois... portanto... 3 . Demolindo os suburbios o que é que se faria depois? Mais suburbios? Qual seria a solução para construir melhores suburbios?
  8. É facilimo. Coloca-se um sistema como a Linha Verde. Quem passa pelo portal não precisa de parar. Só atravessa e no final do mês recebe uma factura para pagar. :)
  9. Preferia o projecto do Arq. Nuno Teotónio Pereira.
  10. Centro Histórico em Lisboa. Num país onde o automóvel é rei onde colocar o estacionamento? Será a 10 minutos de casa? A Baixa. Qual a solução? Entre milhares nenhuma delas é solução para acabar com os suburbios. A melhor solução para a Baixa e para o Centro Histórico é a solução que seria inpensável para os arquitectos, para o IPPAR e para a CML que seria a demolição total e construir uma nova cidade. Demolir tudo e reconstruir com estacionamento. A melhor solução para a Baixa poderia ser a demolição total ou simplesmente uma reestruturação da estrutura dos edificios da Baixa de modo a permitr a existência de estacionamento e a substituir o sistema estrutural que permite a existência da Baixa Pombalina. E eis aqui um bom projecto para mostrar a Donald Trump.
  11. O país é tão rico que não precisamos de investimento estrangeiro... :)
  12. Qual a relação entre a MTV e a Arquitectura da Actualidade? Ambas têm a mesma filosofia de vida. Essencialmente andam os dois no mesmo caminho. Qual a diferença entre os músicos que aparecem na MTV e os arquitectos que surgem nas revistas? Nenhuma. Na SIC Radical vi a entrevista de um cantor reggae ultra ortodoxo judeu sobre a superficialidade, a profundidade e a sexualidade. O exterior que leva á sexualidade e o interior inexistente. Vemos nos dias de hoje imensas cantoras hip hop com os corpos quase desnudados a vender o corpo e umas quantas músicas giras de ouvir mas que na realidade não valem um tostão furado. O mesmo acontece com a arquitectura. Foca-se principalmente no exterior deixando de lado o interior com o argumento de o interior não interessa porque é semelhante aos outros. Portanto o exterior é que interessa. É uma questão de mostrar as maminhas, as pernas e principalmente as coxas para levar o habitante a ir para um interior que em principio já conhece. No caso da música a sexualidade transmitida tem um fruto que no fundo todos já sabem qual é e no fundo todos gostam. Mas na arquitectura terá que ser assim? Terá o habitante ficar fascinado com o exterior e perder a erecção quando entra no seu interior? Será correcto existir isto na arquitectura? Será correcto aceitar só os exteriores? Será o arquitecto um maquilhador de espaços interiores sem interesse? O que é o interior para os arquitectos dos dias de hoje. Será nada?
  13. http://img133.imageshack.us/img133/8743/trumphoteldubai4pd.jpg E se Donald Trump quisesse investir em Portugal para construir uma Torre.... o que é que fariam? Que torre é que fariam? Para que fins? Onde?
  14. Proposta de Donald Trump http://www.stern.de/lifestyle/leute/540550.html?backref=%2Flifestyle%2Freise%2Ffernreisen%2F540546.html%3Feid%3D503559&nv=fs&cp=1 Proposta que está a ser Construída http://www.stern.de/lifestyle/reise/526170.html?backref=%2Flifestyle%2Freise%2Ffernreisen%2F540546.html%3Feid%3D503559&nv=fs&cp=1
  15. Dentro de 50 anos irá surgir mais uma Grande Potência. Uma potência que promete ser a contrabalança da América. Que estará no outro lado. Os aliados actualmente são a China e a Rússia. Amanhã poderá ser só a China. O Irão poderá vir a ser um aliado tão importante para a China como a Inglaterra é para os EUA. Nessa altura não chamar-seá Irão mas um nome que signifique a Pátria dos Xiitas que englobará os territórios cujos xiitas são maioritários. Englobando o Libano, a Siria (ocupada pelo Irão), Iraque, Irão e centro do Afeganistão (tribo Hazara).
  16. Portugal está prestes a sofrer mais um acontecimento que vai ficar na história do Futebol Português. O Caso Mateus e a mão pesada da FIFA. O que é que acham de tudo isto? O que é que acham dos clubes portugueses e da selecção nacional serem afastadas das competições internacionais se o Gil Vicente não desistir?
  17. Sporting. Só vejo os jogos realmente importantes.
  18. É uma questão de mentalidades e de factores socio-económicos e politicos. Vê o caso de Lisboa depois de 1755. Uma das soluções era passar a cidade de Lisboa para onde hoje é Belém. Não foi aceite porque não era economicamente viável.
  19. Tudo depende da Europa. Vejam o Caso do Libano. A Europa foi empurrada para tomar decisões. Não queria mexer uma palha se não Kofi Annan a pressionar.
  20. http://www.solcomhouse.com/wtc2series.jpg 5 anos depois. Nada foi feito. Muita promessa. Muita esperança. Um Projecto modificado até ficar mais um arranha céus. Porém não fizeram nada. Existe a esperança de aparecer ALGO. Entretanto o World Trade Center foi-se. O que era afinal World Trade Center? ERa sem dúvida uma referência. Uma espécie de Partenon dos tempos modernos de Nova Iorque. Quando Partenon foi destruidos pelos Persas os atenienses aplicaram toda a sabedoria e toda a riqueza naquela que viria a ser uma Obra Prima durante Milhares de anos. Quando ficou completa Atenas já não era uma superpotência. Era a oportunidade dos americanos revelarem a força e o poder da única superpotência em todos os niveis. Mas a verdade é que surgem todos anos projectos muito mais interessantes daquilo que vai ser feito noutras partes de Nova Iorque. Esta oportunidade perdida de Nova Iorque revela que a América perdeu a Guerra. Mesmo que gastassem todo o dinheiro que resta das Guerras no Iraque e no Afeganistão seria uma forma dos Americanos revelarem ao Mundo que eram vencedores. Porém não é isso que acontece.... Acontece que a América perdeu a Guerra no dia 11 de Setembro de 2001 e até hoje não teve uma única vitória.
  21. Spike Lee filma 'Requiem' sobre a tragédia do 'Katrina' José Mário Silva No dia 29 de Agosto do ano passado, Spike Lee estava na Europa, a participar no Festival de Cinema de Veneza, onde foi exibido All the Invisible Children, um filme colectivo sobre a condição infantil no começo do século XXI, em que Lee juntava o seu episódio (Jesus Children of America) a pequenas ficções de Mehdi Charef , Emir Kusturica e John Woo, entre outros. Pela TV, o realizador de Verão Escaldante assistiu, incrédulo, ao modo como o Katrina, um furacão de categoria 5, destruíu os vários diques que separavam Nova Orleães do lago Pontchartrain, transformando a cidade do Louisiana numa espécie de Veneza involuntária, com mortos a boiar e milhares de desalojados. Logo ali, decidiu que era sua obrigação explicar um dos maiores desastres naturais da história dos Estados Unidos da América, com base nos relatos de quem viveu a tragédia ou a testemunhou em primeira mão. Menos de um ano depois, o resultado do seu esforço pode ser visto em When the Levees Broke: a Requiem in Four Acts (Quando se Romperam os Diques: um Requiem em Quatro Actos), o documentário de quatro horas em que reúne cerca de cem depoimentos e que estreou, dividido em duas partes, no canal de cabo HBO - a primeira parte foi exibida segunda-feira; a segunda, ontem à noite. O filme voltará ser emitido integralmente no dia 29, quando se assinalar o primeiro aniversário da catástrofe. Anatomia de um 'crime' Assente numa estrutura musical, When the Levees Broke... começa por alternar a memória das famosas paradas e festas de Nova Orleães com imagens das casas destruídas e dos cadáveres arrastados pelas águas, enquanto se ouve, em fundo, Do You Know What it Means to Miss New Orleans, de Louis Armstrong. Depois, Lee ouve dezenas de vítimas, membros das equipas de salvamento e responsáveis directos pela gestão da catástrofe (como a governadora Kathleen Blanco e o mayor Ray Nagin), enquanto elenca os vários erros fatais que se foram sucedendo: da evacuação que não chegou a acontecer, apesar dos alertas, à paralisia do poder local e federal, culminando no atraso com que a Administração Bush decidiu enfrentar o problema. Para o cineasta, esta resposta tardia configura, de resto, "um acto criminoso". E o veredicto só podia assumir o tom da denúncia: "Esta devastação não se deveu apenas à Mãe Natureza. Houve pessoas com responsabilidades que não fizeram o que deviam ter feito." Na ante-estreia do filme, que aconteceu faz hoje uma semana no New Orleans Arena, a poucos metros do Superdome (estádio que albergou durante semanas milhares de sobreviventes em condições precárias), os dez mil espectadores reagiram de forma emotiva às impressionantes histórias que Lee recolheu. Quando um homem descreve a morte da mãe, que estava numa cadeira de rodas à porta do Centro de Convenções, ouviram-se soluços e choros convulsivos. Quando George W. Bush e Michael Chertoff (responsável nacional pela Protecção Civil) apareceram no ecrã, ouviram-se vaias. Para além da boa recepção junto de quem sofreu na pele o horror do Katrina, o documentário também obteve os favores da crítica. Para a Newsweek, por exemplo, esta é a obra mais importante da carreira de Lee, que "vê a tragédia como uma traição nacional baseada na classe social, mais do que na cor da pele; para ele, as vítimas partilham o facto de terem muito pouco à partida e de acabarem com nada de nada". Mas também há quem acuse Lee de focar a sua atenção quase exclusivamente nos problemas das populações negras pobres (as mais afectadas), esquecendo as vítimas dos bairros brancos e da restante costa do Golfo do México. O realizador rebateu as acusações, dizendo que há bastante diversidade racial nos depoimentos e que apenas concentrou a sua atenção em Nova Orleães porque foi esse o foco da catástrofe. When the Levees Broke... será exibido a 1 de Setembro no Festival de Veneza, fora de competição. in http://dn.sapo.pt/2006/08/23/artes/spike_filma_requiem_sobre_a_tragedia.html Bush procura atenuar a má imagem Helena Tecedeiro O presidente George W. Bush, que decretou o 29 de Agosto como Dia Nacional da Memória do Furacão Katrina, chegou ontem a Nova Orleães para assinalar a data e procurar, um ano depois, atenuar a má imagem deixada pela resposta da Administração à tragédia, que custou a vida a cerca de 1800 pessoas. Alertadas para o perigo do Katrina na véspera de este atingir a costa Leste dos EUA, as autoridades federais esperaram demasiado tempo para dali retirar os milhares de residentes. Esta foi a conclusão de um relatório do Congresso que apontou o Katrina como um "falhanço nacional", acusando todos os níveis de governação - desde as autoridades locais até à Casa Branca - de serem responsáveis. Na semana passada, Bush admitiu que "será preciso tempo" para reparar os danos causados pelo furacão, mas sublinhou estar empenhado na reconstrução e em evitar que a tragédia se repita. Segundo o conselheiro presidencial Dan Bartlett, em última instância, Bush será julgado "pela forma como o Golfo do México vai ser reconstruído e como o Governo irá gerir a próxima crise". Posta em causa a capacidade de resposta da Administração a uma catástrofe em solo nacional, em ano de eleições intercalares, Bush procura agora apagar da mente dos americanos a imagem que deixou em finais de Agosto de 2005 quando surgiu a espreitar a destruição em Nova Orleães pela janela do Air Force One, na viagem de regresso a Washington após as férias no Texas. Uma mancha na sua presidência agravada pelas acusações de racismo que surgiram aquando da passagem do furacão. Questão racial Após o Katrina, o "conservador compassivo", slogan de Bush nas presidenciais de 2000, viu pela primeira vez posta em causa a sua compaixão. Em Setembro, confrontado com a destruição que deixou dois terços da população de Nova Orleães sem tecto, atingindo sobretudo a comunidade negra (mais pobre), o presidente pediu "ousadia" aos americanos para combater essa catástrofe. Muitos críticos da Administração atribuíram ao racismo a falta de assistência imediata à população. "Era a grande oportunidade para reabrir o debate sobre as questões raciais e de classes, e eles desperdiçaram-na", disse ao New York Times o reverendo Eugene F. Rivers III. Num artigo de opinião publicado no site da televisão ABC, o professor de Direito David Dante Troutt sublinhou as dificuldades vividas pela comunidade negra de Nova Orleães e explicou que "o Katrina é o que acontece quando se segregam pessoas por raça e classe social". Conhecida por ser um melting pot étnico, Nova Orleães viu, no último ano, a sua estrutura demográfica alterada: dos 465 mil habitantes da cidade, pouco mais de 200 mil regressaram, maioritariamente brancos e ricos. E se o famoso Bairro Francês saiu relativamente incólume, os bairros pobres foram os mais afectados e muitos dos negros que residiam em Nova Orleães continuam espalhados pelos EUA, a viver em caravanas fornecidas pelas autoridades federais. in http://dn.sapo.pt/2006/08/29/tema/bush_procura_atenuar_a_imagem.html
  22. 2/3 da população ainda não regressaram nem esperam regressar tão cedo a Nova Orleães. Os americanos são conhecidos por serem práticos. A cidade não tem condições para viver com razoável qualidade de vida. É uma das mais pobres da América. Não oferece nada de bom. Alta Criminalidade. A Cidade morreu. A Cidade está debaixo do nivel do mar quando há furacões. É perigosa. Para quê voltar para uma cidade que não tem nenhuma condição? Os europeus diriam que seria pelo Lugar, pelas Memórias ali vividas, é a morada... mas os americanos sendo práticos não ligam a esse tipo de coisas. Lugar, Memória e outras coisas são coisas sem qualquer interesse. O que ficou no passado já não interessa e assim morre uma das cidades icónicas do mundo. A Capital do Jazz morre por os americanos não querem saber do passado. Será assim tão linear?
  23. SANAA Kazuyo Sejima + Ryue Nishizawa Zollverein School Essen, Germany “Our aim was to achieve transparency in the concrete structure.” SANAA http://www.arcspace.com/architects/sejima_nishizawa/zollverein_school/zollverein_school.html
  24. Carris vai alterar 40% da rede de transportes Kátia Catulo e Filipe Morais Quarenta por cento das carreiras da Carris vão ser restruturadas em meados de Setembro. O novo plano da empresa de transportes públicos designado Rede 7 prevê no total 40 alterações, entre as quais a supressão de oito carreiras. Os autocarros números 33, 43, 85, 105, 113 ou 115 (ver caixa) são alguns dos veículos que deixarão de circular na cidade de Lisboa, segundo apurou o DN. Luís Vale, secretário-geral da Carris esclarece, porém, que todos estes transportes serão compensados através do prolongamento de outras carreiras. A reorganização da rede será apresentada publicamente em Agosto, mas tanto o executivo como a oposição da Câmara Municipal de Lisboa já se manifestaram contra o projecto, aprovando ontem por una- nimidade um parecer não vinculativo desfavorável ao projecto da Carris. Informação insuficiente e o facto de a nova rede se articular com projectos que só estarão concluídos no prazo de quatro anos são os principais argumentos para os autarcas rejeitarem a proposta da empresa. O prolongamento da Linha Azul do Metro até Santa Apolónia e da Linha Vermelha até Campolide e Aeroporto da Portela, a normalização do serviço fluvial no Cais do Sodré e Terreiro do Paço e a reabertura do túnel ferroviário do Rossio são os cenários que sustentam a remodelação da rede de transportes públicos e que a câmara considera não poderem fazer parte do plano da Carris, uma vez que só serão concretizados em 2010. Três etapas até 2010 Luís Vale, por seu turno, explica que as alterações serão feitas gradualmente e à medida que as infra- -estruturas vão sendo construídas: "O plano está organizado em três fases, considerando as necessidades dos utentes a curto, médio e longo prazo". Significa isto que, em Setembro, arranca a primeira etapa da reestruturação, que terá em conta as novas estações do Metropolitano: "O objectivo passa por servir os novos bairros residenciais como a Alta de Lisboa ou a zona oriental e abranger outras centralidades de trabalho como Miraflores, em Oeiras, a Quinta de Barros, em São Domingos de Benfica ou o Parque Europa no Lumiar" O secretário-geral da Carris garante que nem os meios humanos nem a frota da empresa irão sofrer alterações. "A reorganização é feita com os mesmos recursos, mas usados de forma mais rentável", garantiu, acrescentando que o tempo médio de espera por um autocarro ficará reduzido de 12 para oito minutos. De acordo com o responsável, não haverá alterações na rede da madrugada (das zero horas às 05.00) e o serviço nocturno sofrerá um "aumento global" (21.30 às 00.30). Das 40 carreiras que, em Setembro, vão sofrer mudanças, 28 serão "estruturalmente renovadas" e as restantes alvo de "pequenos reajustamentos", assegurou Luís Vale. "A reorganização dos transportes públicos na capital teve como base o estudo prévio de mobilidade elaborado pela câmara e apoiado pela Carris e Metropolitano", adiantou o secretário-geral da empresa estatal. Isso não invalida, no entanto, que a operadora rejeite as propostas de outras entidades. "Estamos sempre abertos a todas as ideias e soluções que tanto a autarquia como a Direcção-Geral de Viação queiram apresentar", rematou. Mas isso não basta para o presidente da Câmara Municipal, Carmona Rodrigues, que ontem lamentou o facto de a autarquia não estar representada na empresa pública, à semelhança do que acontece com o Metropolitano.
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