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Novo Projecto. in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=236667&page=7
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Fotografias tiradas por Barragon in Skyscrapercity
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Lisboa | Terminal de Cruzeiros de Sta. Apolónia | Carrilho da Graça
JVS replied to JVS's topic in Arquitectura
Novas Imagens via Skyscrapercity -
4/Fevereiro/2011 Edifício criado por Frank Gehry tem formas irregulares e fachada transparente Parede do New World Center, recém-construído em Miami, "desaparece" quando iluminada Mauricio Lima No final de janeiro foi inaugurado em Miami, Estados Unidos, o New World Center, prédio principal da New World Symphony (NWS). Projetado pelo arquiteto norte-americano Frank Gehry, o edifício de 9,3 mil m² começou a ser construído em janeiro de 2008, sob investimento de US$ 160 milhões provenientes da própria sinfonia. A fachada do edifício, principal destaque do projeto, é constituída por uma parede de vidro de 24 m de altura que, segundo a NWS, "desaparece quando iluminada". No topo da fachada, encontra-se um painel de 60 m² de LED, responsável pelo anúncio de eventos da NWS. Ao lado da fachada envidraçada, uma parede de 650 m² servirá como painel de projeções durante a realização de apresentações externas. Na fachada norte, um toldo tem a função de produzir sombra para a janela do salão de concertos. Outra parte importante do edifício é o átrio central, composto por inúmeras formas irregulares na cor branca que podem ser vistas através da fachada de vidro. O átrio funciona como espaço de descanso para visitantes, funcionários e músicos do local, com vários bancos e um bar construído em vidro e fortemente iluminado, coberto por uma chapa de titânio. A partir do átrio é possível acessar a entrada para o salão de concertos, com capacidade para 756 pessoas, sendo 247 assentos retráteis. Todos os assentos contam com tecido com uma estampa projetada pelo próprio Gehry, nas cores branca e azul, relembrando o céu e o mar de Miami. O palco possui 14 configurações diferentes, podendo ser alterado de acordo com a necessidade da apresentação. Conta, ainda, com dez níveis de elevação possíveis, além de quatro plataformas satélites localizadas dentro do salão. Grandes velas acústicas funcionam também como telas de projeção, contribuindo para o espetáculo. A luz natural entra através de uma grande janela ao fundo do salão. Juntamente ao salão de concertos, um pavilhão multifuncional serve de sala de aula e também como um espaço para apresentações menores. Uma das paredes deste pavilhão é feita de vidro, permitindo que pedestres assistam aos músicos durante o treinamento e se sintam convidados a entrar no edifício. Um mezanino permite que pessoas acompanhem os músicos, sem atrapalhá-los. Na cobertura do edifício, um terraço envolto por um jardim abriga uma biblioteca. Dois elevadores permitem o acesso ao local. in http://www.piniweb.com.br/construcao/arquitetura/edificio-criado-por-frank-gehry-tem-formas-irregulares-e-fachada-208617-1.asp
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8/Fevereiro/2011 Fundações do complexo cultural Cais das Artes são blindadas para resistir à pressão d'água Escoramento estanque, em forma de caixa, tem a função de impedir futuros danos a edifício em construção sobre um aterro Mauricio Lima A construtora Santa Bárbara buscou soluções utilizadas para fundações em mar para a execução do Cais das Artes, projeto composto por dois edifícios para abrigar um museu e teatro multiuso em Vitória. O objetivo era evitar danos aos edifícios, em construção sobre um aterro, com a pressão da água. "Estudamos vários métodos já realizados em obras marítimas para conseguirmos algo que nos atendesse, mas não conseguimos nada que pudéssemos adaptar à nossa realidade", disse Francisco Cristiano Alves, gerente de Contrato da construtora. Para solucionar o problema, a construtora estudou a possibilidade, juntamente com a Efficiency Brasil, de aplicar placas metálicas que vedassem o bloco de fundação. Foram então montadas duas metades em formato de "U", que juntas formaram uma espécie de caixa, tornando a blindagem estanque. Segundo Sidney Mello de Carvalho, gerente técnico comercial da Efficiency Brasil, como a empresa não possuía painéis únicos do tamanho necessário para a obra (12 m x 8 m), foram utilizados perfis metálicos em forma de "I" como apoio dos painéis nas extremidades do escoramento. Para a execução do sistema, primeiro a empresa escavou a área e retirou possíveis obstáculos como pedras, por exemplo. Depois, o espaço foi reaterrado com areia. Então, as blindagens foram colocadas com a utilização de um guindaste e depois vedadas com espuma expansiva. Uma escavadeira de braço longo escavou ao redor da blindagem para que ela descesse até a cota do concreto magro. Após a colocação das blindagens, o bloco da fundação foi preparado para receber o concreto magro e ser vedado hermeticamente. Segundo a Santa Bárbara, foi necessária, durante essa etapa, "a utilização de grande quantidade de maquinário para controle do nível da água do mar dentro do bloco". Cerca de 40 cm de concreto submerso foram bombeados para vedação da parte inferior do bloco, de modo a impedir que o concreto magro se quebre com a subpressão. O arrasamento das estacas escavadas foi realizado na sequência, com o uso de marteletes rompedores pneumáticos para a colocação das placas pré-moldadas. Depois, foi executada a armação da ferragem que compõe a estrutura do bloco. Como última ação, foi realizada a concretagem, já com os arranques do pilar alocados e liberados para topografia. A obra deverá ficar pronta até outubro de 2011, com investimento de aproximadamente R$ 120 milhões do Governo do Espírito Santo. Assinado pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha em parceria com o escritório paulistano Metro, o complexo de cerca de 30 mil m² de área construída será composto por um museu e um teatro multiuso, distribuídos em dois prédios construídos em estrutura mista de concreto e aço. A obra foi encomendada pela Secretaria de Cultura do Estado. Cais das Artes foi projetado como uma grande praça pública O edifício do museu terá três pavimentos e abrigará 3 mil m² de área de exposição, o café, a biblioteca e o auditório. O prédio de 150 m de comprimento será interligado com um anexo de cinco andares, onde ficarão todos os ambientes administrativos do Cais das Artes. No outro edifício, por sua vez, serão instalados o teatro multiuso com dois níveis de plateia e as áreas de camarins e apoio. O teatro terá capacidade para receber até 1,3 mil espectadores e poderá ser usado para shows musicais, espetáculos teatrais, de dança e orquestras. Para deixar desimpedida a visão do entorno, os edifícios foram suspensos em relação ao solo, criando uma grande praça de uso público no local. A preocupação com a paisagem foi levada em consideração até mesmo na área de circulação do museu: os arquitetos optaram por uma circulação vertical em rampa, com a criação de grandes varandas, permitindo ao visitante observar vários pontos marcantes da paisagem de Vitória. in http://www.piniweb.com.br/construcao/tecnologia-materiais/cais-das-artes-208804-1.asp
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08 de Fevereiro de 2011 - 22:54 Área onde será construído Palácio da Cultura também abrigará centro de convenções Uma equipe do escritório do arquiteto Oscar Niemeyer esteve em Duque de Caxias nesta terça-feira, 8 de fevereiro, para escolher a área em que deverá ser erguido o Palácio da Cultura, a segunda obra do arquiteto projetada na cidade. Apesar de haver mais áreas previstas para serem visitadas pela equipe, o primeiro local – o antigo Centro de Convenções onde hoje está abrigada a Guarda Municipal – foi escolhido como ideal para sediar a obra. “Esta é uma área próxima à entrada da cidade, da Avenida Brasil, da Rodovia Washington Luiz e da Linha vermelha. Terá grande visibilidade e será de fácil aceso”, disse o arquiteto Jair Valera, responsável pela equipe. O secretário Municipal de Cultura Gutemberg Cardoso, que estava ciceroneando a equipe de arquitetos, concordou com a escolha. “Está é a maior área que tínhamos como opção para erguer o Palácio da Cultura. E, como é próximo dos principais acessos à cidade, certamente será um grande ponto turístico”, declarou, entusiasmado. O secretário aproveitou o fato de a área escolhida ter sido a maior possível para pedir aos arquitetos a inclusão de um centro de convenções no projeto. “Duque de Caxias precisa de um local para realização de eventos. O único local que temos para reunir pessoas para palestras, simpósios e conferências é o Teatro Raul Cortez, que não foi criado para isso e seus horários livres não conseguem atender à demanda da cidade para esse tipo de evento”, explicou Gutemberg. Os arquitetos concordaram com o acréscimo do Centro de Convenções no projeto e propuseram que a Prefeitura revitalizasse todo o entorno do local e abrisse um novo acesso viário a Rodovia Washington Luiz. “O Palácio da Cultura será um grande ponto de atração, que vai valorizar toda esta região e provocará o aumento do fluxo de veículos nas ruas próximas”, enumerou o arquiteto Paulo Niemeyer, neto de Oscar Niemeyer. Paulo acompanhou a realização do primeiro projeto na cidade de seu avô, o Centro Cultural Oscar Niemeyer, e agora também faz parte da equipe que vai elaborar a segunda obra dele, não só em Duque de Caxias, mas em toda a Baixada Fluminense. Gutemberg concordou com a proposta da equipe e ficou de levá-la ao prefeito José Camilo Zito (PSDB). O Superintendente Municipal de Turismo Daniel Eugênio falou sobre as mudanças que o Palácio da Cultura poderá trazer para o turismo no município. “Propomos que o último dos seis andares do Palácio possa ser usado como mirante pelos visitantes. Eles terão uma visão espetacular de todo o entorno da região. E, por estar localizado tão próximo da entrada de Duque de Caxias, o Palácio funcionará como um portal da cidade”, disse Daniel Eugênio. O Palácio da Cultura terá seis andares e no projeto estão a instalação de um salão de belas artes, ateliê e escola de pintura, escola municipal de música, biblioteca multimídia, estúdio de áudio e vídeo, escola de dança e sede da Companhia Municipal de Dança, um auditório para 150 pessoas, cyber café e a casa do artesão, com espaço para exposição, venda, oficinas e cursos. O prédio vai se transformar também na sede das entidades culturais da cidade, como a Academia Duquecaxiense de Letras e Artes, Associação dos Artistas Plásticos, Federação Municipal de Capoeira, Federação de Reizado e a Associação dos Artesãos. in http://www.baixadafacil.com.br/cultura/-rea-onde-sera-construido-palacio-da-cultura-tambem-abrigara-centro-de-convencoes-716.html
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Iraque restaura monumento que simbolizava era Saddam Hussein Em Bagdá, Arco da Vitória representa mãos de ferro do ex-ditador, que caiu com a invasão americana Enquanto centenas de milhares de pessoas protestavam no Egito contra as mãos de ferro do presidente do país, o Iraque começava discretamente a restaurar o punho de bronze de seu ex-ditador Saddam Hussein. Sem anúncio ou debate públicos, as autoridades locais ordenaram a reconstrução de um dos símbolos mais audaciosos do regime violento e opressor de Saddam Hussein, localizado em Bagdá: o Arco da Vitória, duas enormes espadas cruzadas, seguradas por mãos feitas à imagem e semelhança das mãos do próprio ditador. "Nuremberg e Las Vegas em uma coisa só", foi como Kanan Makiya, um autor e arquiteto nascido no Iraque, descreveu o monumento em O Monumento: Arte, Vulgaridade e Responsabilidade no Iraque, livro que foi publicado em 1991 sob um pseudônimo para proteger a si mesmo. Após anos de negligência e de um desmantelamento parcial em 2007, que foi interrompido em meio a protestos depois que os painéis de um punho e partes das duas espadas foram removidos, trabalhadores recentemente começaram a reunir os detritos da megalomania de Hussein. A restauração representa um ato pequeno, mas significativo, de reconciliação com um passado que continua como um divisor de águas, anos depois do governo de Hussein ter sido derrubado. "Nós não queremos ser como o Afeganistão e os talebans e remover coisas como essa", disse Ali Al-Mousawi, porta-voz do primeiro-ministro Nouri Al-Maliki, referindo-se à infame destruição das estátuas de Buda em Bamian, no Afeganistão, “ou como os alemães que removeram o Muro de Berlim”. "Somos um povo civilizado, e este monumento faz parte da memória deste país”. Preparativos O trabalho faz parte de um projeto de embelezamento com um investimento total de US$194 milhões, que busca preparar o país para a reunião de cúpula dos líderes da Liga Árabe, prevista para março, em Bagdá. Essa reunião já tem enorme significado político por causa de seu anfitrião: o Iraque, um país em desacordo com muitos dos seus vizinhos árabes - antes e depois da guerra, e também em busca de lugar de destaque na comunidade internacional. A turbulência que varre o mundo árabe agora deve chamar ainda mais atenção para a reunião. O trabalho avançou amplamente despercebido. Vários parlamentares contatados sobre a restauração, expressaram surpresa e, em alguns casos, raiva. Makiya, que agora vive em Cambridge, Massachusetts, também manifestou surpresa, mas satisfação. "Eu fico feliz que esteja sendo restaurado, não porque é uma grande obra de arte, mas porque é um símbolo perfeito da época do partido Baath”, ele disse. "É vulgar, mas vulgar de uma maneira horrenda e terrível – e, portanto, única". *Por Steven Lee Myers in http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/nyt/iraque+restaura+monumento+que+simbolizava+era+saddam+hussein/n1237993097559.html
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Frank Gehry constrói em Nova York seu 1º arranha-céu Com 76 andares revestidos de aço inox, torre residencial de luxo é acompanhada com admiração e receio 13 de fevereiro de 2011 | 0h 00 Nicolai Ouroussoff - O Estado de S.Paulo Com um misto de assombro e ansiedade, muitos nova-iorquinos têm acompanhado a construção da nova torre residencial na 8 Spruce Street. Frank Gehry, o arquiteto responsável pelo edifício, passou por dificuldades na cidade. Seu primeiro trabalho em Nova York, anos atrás, envolvia uma mansão no Upper East Side que nunca foi construída. Sua cliente, a herdeira de um império do petróleo, o demitiu entre taças de champanhe. Um empreendimento mais recente, o Atlantic Yards, no Brooklyn, atraiu a ira de ativistas locais, que retrataram o arquiteto como um liberal de idade avançada disposto a se deitar com o demônio - um empreendedor imobiliário. Além de ser o primeiro arranha-céu de Gehry, o projeto - construído para o mesmo empreendedor, Bruce Ratner - é a primeira torre residencial de luxo da cidade. Só agora, perto da conclusão do edifício, é possível reconhecer o feito de Gehry: ele ergueu em Nova York o mais belo arranha-céu desde o prédio da CBS projetado por Eero Saarinen há 46 anos, e um edifício que parece cristalizar o ponto de virada da era moderna para a era digital. Com 76 andares revestidos de aço inoxidável, a torre de Spruce Street fica no extremo norte do distrito financeiro, em um terreno apertado entre ruas de mão única. O edifício da Universidade Pace o separa do restante da cidade, ao norte. Logo depois vemos as rampas de acesso da Ponte do Brooklyn. A norte e oeste, vemos dois dos primeiros marcos no projeto de arranha-céus, o edifício Woolworth, de 1913, e o Municipal, criado em 1912. As superfícies do edifício, em constante transformação, são um ataque contra a padronização corporativa tão evidente dos prédios localizados ao sul. O objetivo do arquiteto foi substituir o anonimato da linha de montagem por uma arquitetura capaz de transmitir a infinita variedade da vida urbana. / TRADUÇÃO DE AUGUSTO CALIL in http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110213/not_imp678817,0.php frank gehry: beekman tower nearing completion construction is almost complete for frank gehry's beekman tower in new york. the 76 storey residential tower located just south of city hall plaza and the brooklyn bridge, consists of a public elementary school, luxury apartments, a space for new york downtown hospital and an underground public carpark. the building's structural frame is that of reinforced concrete and is draped with a wrinkled stainless steel facade. the 1.1 million square foot tower, will become one of the city's tallest buildings and is due to open later this year. in http://www.designboom.com/weblog/cat/9/view/11494/frank-gehry-beekman-tower-nearing-completion.html
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Reabilitação de Cacilhas vai “devolver rio Tejo a Almada” O plano de pormenor da reabilitação urbana de Cacilhas, em Almada, prevê para esta freguesia uma praça e um parque de fruição paisagística e de ar livre relacionado fisicamente com Cacilhas histórica. Maria Emília de Sousa, presidente da Câmara Municipal de Almada, garante à agência Lusa que o objectivo passa por respeitar “a história e as memórias” da freguesia, transformando-a num “espaço para trabalhar e para morar, que respeite os idosos, atraia a juventude e que devolva o rio Tejo à cidade de Almada”. A autarca afirma ainda que “é preciso chamar a atenção para este território”, tendo “Lisboa do outro lado”. Conforme explica o arquitecto responsável pela obra, Vasco Massapina, o projecto em questão visa permitir “o ordenamento da freguesia de forma a articular os transportes colectivos com a criação de condições para o desenvolvimento de actividades urbanas de recreio e de lazer, sobretudo na zona do morro de Cacilhas”. O projecto pretende, de igual modo, “assegurar uma relação de continuidade entre o Ginjal e a área do plano de urbanização Almada Nascente”. Os carros vão ser banidos da praça, havendo ao mesmo tempo lugar para mais estacionamentos fora dela e para percursos pedonais ao longo do rio. A requalificação do núcleo antigo de Cacilhas, que pressupõe também a reabilitação do largo Alfredo Dinis e do morro, prevê a pedonalização da rua Cândido dos Reis, cujo investimento vai rondar os 500 mil euros. A empreitada contempla a existência de uma nova iluminação pública, papeleiras e bancos, bem como a criação de um piso em calçada portuguesa e novos sistemas de recolha de lixo e ecopontos semi-enterrados. As obras na Cândido dos Reis perspectivam ainda a existência de uma passadeira em laje de pedra com uma largura de 2 metros para deficientes ou carrinhos de bebé. O plano de pormenor da reabilitação urbana de Cacilhas foi apresentado numa reunião pública na Casa Municipal da Juventude em Cacilhas. Sílvia Isidoro e Lusa - 01-02-2011 17:10 in http://www.setubalnarede.pt/content/index.php?action=articlesDetailFo&rec=13848
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Hilton Bom Sucesso pode abrir no primeiro semestre de 2012 Fevereiro 3rd, 2011 Sem Comentários O Hilton Bom Sucesso, unidade de cinco estrelas em Óbidos, já começou a ser construído e tem data de abertura prevista para o primeiro semestre de 2012, informou a Lucios – Engenharia e Construção, empresa responsável pela edificação do empreendimento. Já classificado como Projecto de Interesse Nacional (PIN), o Hilton Bom Sucesso vai ser um hotel de cinco estrelas, com 120 quartos e vista para o campo de golfe do Bom Sucesso, cujo projecto é assinado pelo conceituado arquitecto português Souto Moura. “Este empreendimento é um excelente exemplo de como as coisas se devem fazer e não tenho dúvidas de que merece por inteiro a designação de PIN”, afirma Luís Patrão, presidente do Turismo de Portugal, citado em comunicado da Lucios. Fruto de um investimento de 27 milhões de euros, a unidade é composta por um edifício com 170 metros de comprimento, construído numa escarpa, “com um piso acima da cota soleira e quatro abaixo”, explica a empresa de construção. O hotel vai oferecer 120 quartos, cujas áreas atingem, em média, os 40 metros quadrados, com varanda, bem como equipamentos e espaços para reuniões e eventos profissionais, nomeadamente seis salas de congressos e um business center, além de valências mais associadas ao lazer e bem-estar, como Spa, duas piscinas, uma das quais de água salgada, dois restaurantes e dois bares. in http://www.jornaldascaldas.com/index.php/2011/02/03/hilton-bom-sucesso-pode-abrir-no-primeiro-semestre-de-2012/ Hilton anuncia assinatura de contrato para novo hotel na Região Oeste A Hilton Hotels anunciou quinta-feira, 29 de Outubro, a assinatura de um contrato de licença de concessão entre a Hilton Worldwide e a Acordo Óbidos – Empreendimentos Turísticos S.A. para abrir um Hotel Hilton full-service perto da vila medieval de Óbidos, aproximadamente a 80 quilómetros a norte de Lisboa, em Portugal. O Hilton Bom Sucesso, Óbidos tem abertura prevista para Março de 2012. Parte de um incentivo de desenvolvimento em Portugal, o Hilton Bom Sucesso, Óbidos será o terceiro hotel da marca Hilton em Portugal. A arquitectura contemporânea do hotel é a pedra angular da sua estratégia, um projecto da autoria do arquitecto Eduardo Souto Moura. O Hilton Bom Sucesso, Óbidos será gerido pela Gestión T3, que opera também o Hilton Toledo e o Hilton Sa Torre Mallorca, em Espanha. «Portugal é um dos destinos favoritos de férias na Europa e um país chave para a Hilton Wordlwide», disse Patrick Fitzgibbon, vice-presidente Sénior Mundial da Hilton para o Desenvolvimento. «Nós acreditamos fortemente no potencial desta zona para aumentar a cadeia das marcas Hilton Worldwide, com o seu clima fantástico, cultura vibrante, património e forte infra-estrutura turística. Estamos encantados por trabalhar com a Acordo Óbidos – Empreendimentos Turísticos S.A. neste projecto, que acreditamos subirá a fasquia da oferta turística de gama alta na região». A apenas 10 minutos da vila de Óbidos, na Costa de Prata, e a 50 minutos do Aeroporto Internacional da Portela em Lisboa, o hotel, rodeado por uma área de reserva ecológica, encontra-se na localidade de Bom Sucesso - Vau e faz parte de um empreendimento que compreende um campo de golfe de 18 buracos. O Hilton Bom Sucesso, Óbidos oferecerá 120 quartos, três restaurantes de serviço completo, dois bares, um SPA de 900 metros quadrados e um centro de fitness, piscinas interiores e ao ar livre, campos de ténis, um campo de golfe profissional de 18 buracos e um campo de 9 buracos. Para turismo de negócios, o hotel oferecerá igualmente facilidades para a organização de reuniões e conferências. «O Hilton Bom Sucesso, Óbidos, pela sua arquitectura contemporânea e excelentes facilidades será um hotel impressionante. Aguardamos com ansiedade a sua abertura como uma tremenda mais-valia para a cadeia da Hilton», disse Dave Horton, Director Global - Hilton Hotels. «O Bom Sucesso tem uma localização privilegiada, e Portugal é um dos destinos turísticos actualmente mais procurado da Europa, tenho a certeza que os nossos clientes apreciarão este novo hotel, com características únicas». Situado a aproximadamente 80 quilómetros a norte de Lisboa, Óbidos é uma vila medieval rodeado por uma muralha fortificada de singular beleza. A sua riqueza histórica e patrimonial e o interesse cultural, incluindo um impressionante castelo, converteram Óbidos numa atracção turística privilegiada de Portugal. Óbidos tem ainda um complexo de golfe de enorme qualidade, a Praia D’El Rey, um dos resorts de golfe de mais alto nível na Europa. E, dentro da mesma zona do Bom Sucesso, estão ainda em desenvolvimento mais dois campos de golf de 18 buracos. «O conceito inovador do BOM SUCESSO - Design Resort, Leisure & Golf, arquitectura contemporânea integrada na natureza, em colaboração com a prestigiada marca Hilton e a gestão profissional da Gestión T3 é uma parceria que contribuirá certamente com sucesso para a afirmação da região como um destino de turismo e de golfe», comenta Paulo Graça Moura, presidente da Acordo. A Hilton oferece hotéis em mais países do que qualquer outra marca de hotéis full-service. Mais de 530 hotéis da Hilton operam em 76 países e a marca planeia expandir-se até ao final de 2009. A Hilton Worldwide tem actualmente um hotel em Portugal, o Hilton Vilamoura As Cascatas Golf Resort & Spa. Fonte : Hilton Hotels e Sapo Casa in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=972516 Hilton Bom Sucesso abre em Março de 2012 Investimento ascende a 27 milhões de euros Presstur 30-10-2009 (10h45) O segundo hotel da marca Hilton em Portugal, o Hilton Bom Sucesso de 120 quartos, localizado no Vau, próximo de Óbidos, vai abrir em Março de 2012, num investimento que ascende a 27 milhões de euros. A marca chega ao Bom Sucesso através da assinatura de um contrato de licença de concessão entre a Hilton Worldwide e a Acordo Óbidos, promotora do projecto, cabendo a gestão à T3 que também opera os Hilton Toledo e Sá Torre em Maiorca. Paulo Graça Moura, CEO da Acordo Óbidos afirmou durante a apresentação do projecto que “a associação com a Hilton dá uma especial confiança e ajuda ao sucesso, sendo um contributo decisivo para a região de Óbidos”. “É um casamento a três que vai ter bom sucesso”, afirmou. O presidente do Turismo de Portugal, Luís Patrão, também esteve presente na apresentação e referiu a importância de ter marcas hoteleiras internacionais de prestígio que “trazem e exigem padrões elevados de qualidade e que devem se assumidos por Portugal”, acrescentando ainda que o colocam Portugal nas suas redes de comercialização, ajudando assim o desenvolvimento do destino. O hotel é um projecto do arquitecto Souto Moura e foi apresentado como “um paquete de cruzeiros que chega a Óbidos” pelo seu design e concepção. A unidade está localizada numa região central do resort e está limitada pelo campo de golfe com 18 buracos, num lote de terreno com mais de 82 mil metros quadrados. As primeiras movimentações de terra já começaram e os executivos estão convictos que até ao final do ano vão ter as licenças todas levantadas para começarem as obras. O hotel será construído sobre um monte e aproveita a inclinação do terreno para que a recepção seja no piso mais elevado e os quartos nos inferiores. O projecto do hotel desenvolve-se em duas alas ligadas, ficando na principal os quartos, o SPA e a área de restauração. A outra ala será a de serviços com a oferta de salas de congressos. Dos 120 quartos que farão parte da capacidade de alojamento e que “excedem as áreas mínimas obrigatórias para um hotel de 5-estrelas” diz a memória descritiva do projecto, 45 serão Hollywood Twins, 35 twins, 28 double, nove suites e duas convertíveis em suite presidencial e uma unidade de alojamento adaptada a clientes com mobilidade condicionada. A área de congressos terá três pisos e é acessível a partir do lobby. A sua oferta integra um salão com570 metros quadrados que pode ser divisível em três e mais sete salas de reunião distribuídas por dois pisos. Além da oferta para o segmento de MI, o hotel vai ter ainda um SPA com 900 metros quadrados, com piscina interior e exterior, ginásio e diversas salas de tratamento. A oferta compreende ainda três restaurantes e dois bares, duas piscinas uma das quais de água salgada e garagem. Como curiosidade, o hotel terá uma cobertura vegetal, à semelhança das villas que fazem parte do projecto, pelo que visto de cima, todo o empreendimento parecerá um enorme manto verde. Além do futuro Hilton Bom Sucesso, a marca está presente no Algarve, no Hilton Vilamoura e o grupo irá abrir no próximo ano uma unidade Conrad, também no Algarve. in http://www.presstur.com/site/news.asp?news=22517
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Aveiro: Câmara prepara obras em capela em ruínas Autarquia prepara-se para abrir o concurso para a recuperação da Capela de São Tomás de Aquino. Projecto é assinado pelo arquitecto Carrilho da Graça A Câmara de Aveiro prepara-se para abrir o concurso público para a “recuperação e ampliação” da Capela de São Tomás de Aquino, na Fonte Nova, actualmente em ruínas. A vereadora da Cultura, Maria da Luz Nolasco, calcula que a obra possa arrancar em meados do ano, estando previsto um prazo de execução a rondar os oito meses. De acordo com este calendário, a intervenção deverá ficar concluída no início de 2012, disse ao Diário de Aveiro. O projecto foi desenvolvido pelo arquitecto João Luís Carrilho da Graça, vencedor da edição de 2008 do prestigiado Prémio Pessoa. Depois de recuperada, a capela poderá acolher parte da colecção de arte contemporânea confiada à Câmara e à Universidade de Aveiro à luz de um protocolo celebrado com o Ministério da Cultura. O “projecto de instalação de arte contemporânea em espaço sagrado”, nome da obra, foi conhecido em Junho de 2009 no decurso do Congresso Internacional de História e Património de Aveiro. (Ler artigo completo na edição em papel) Rui Cunha in http://www.diarioaveiro.pt/main.php?srvacr=pages_13&mode=public&template=frontoffice&layout=layout&id_page=9471
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Adormecer a ver o monte e acordar a olhar o rio 2011-02-04 ANA PEIXOTO FERNANDES Cinco suites instaladas numa plataforma elevada por um pilar a cerca de três metros do chão e que roda sobre si própria para proporcionar um acordar diferente do deitar, será a grande atracção de um novo hotel de quatro estrelas que abrirá em Caminha em 2012. O projecto totalmente alinhado com o conceito de "design hotel" para poder integrar uma rede mundial que exige, sobretudo, inovação, representa um investimento de cerca de três milhões de euros e está a ser materializado com a adaptação de uma antiga casa senhorial na praça principal da vila. Nesse edifício, conhecido como "casa das torres", funcionará em três pisos o grosso da estrutura da futura unidade hoteleira de nome "Design & Wine", desde a recepção, à grande parte dos quartos, ao restaurante, bar, sala de estar e de exposições. No logradouro do imóvel, que data do século XVIII, um corpo extra em forma de paralelipipedo assente sobre um pilar, albergará mais cinco suites, cuja localização só por si já oferecerá uma vista privilegiada sobre a desembocadura do rio Minho e a margem espanhola. Contudo, o arquitecto autor do projecto, Pedro Araújo, acrescentou à estrutura como factor de inovação, a possibilidade de fazê-la girar sobre si própria no máximo 30 graus, para surpreender quem pernoitar nessa parte do hotel. "Será a cereja em cima do bolo. Rodará duas vezes ao dia, prevendo-se que durante o dia esteja virada para a bonita foz do rio Minho e à noite para o monte de Santa Tecla, que tem uma importante presença, especialmente à noite, pelo recorte que a iluminação dispersa lhe dá", refere Araújo, considerando que "vai ser comercialmente muito apelativo poder adormecer virado para o monte (situado na localidade galega de A Guarda) e acordar virado para a foz do rio. A rotação da plataforma será conseguida através de um mecanismo (sobre um eixo) idêntico ao da ponte móvel na marina de Viana. E a ligação ao edifício principal será feita "através de um passadiço metálico envidraçado". Para Pedro Araújo, "a qualidade paisagística" será apenas uma das mais-valias deste "inovador" estabelecimento, que abrirá portas dentro de pouco mais de um ano, já que também deverão constituir novidade os seus 23 quartos temáticos, o que os diferencia totalmente é o efeito cénico que será criado com a iluminação intermitente em várias cores da fachada do edifício principal. Virado à Praça Conselheiro Silva Torres, o "Design & Wine" incluirá ainda uma enoteca, que o autor do projecto faz questão de dizer que "foi ideia da presidente da Câmara de Caminha". "Arte, vinho e paisagem" são, segundo Araújo, as linhas de força de uma obra que decorre, finalmente, ao fim de três anos de avanços e recuos. "Um projecto destes é um parto muito difícil. Há que ter cuidados muito especiais com a história e todos os elementos arquitectónicos", argumenta, concluindo: "A obra deverá estar concluída em Fevereiro de 2012 e julgo que vai ser cumprido o prazo. A abertura será em Abril ou Maio". in http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Viana%20do%20Castelo&Concelho=Caminha&Option=Interior&content_id=1775161
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Viana do Castelo | Coliseu de Viana do Castelo | Eduardo Souto Moura
JVS replied to Peter's topic in Arquitectura
Coliseu pode tornar-se num "elefante-branco" 30 Janeiro 2011 O Coliseu de Viana do Castelo, obra emblemática de 12 milhões de euros e desenhado por Souto Moura, arrisca-se a transformar- -se num "elefante branco" em plena marginal da cidade, face à possibilidade admitida pela autarquia, socialista, de parar a empreitada por falta de dinheiro. A construtora Martifer rejeitou comentar esta hipótese e o próprio arquitecto que o desenhou opta pelo silêncio, nesta altura. "Para já, pelo que sabemos, é apenas uma hipótese. Se tal vier a acontecer, iremos analisar o que fazer", apontou ao DN fonte da construtora, que de resto já é a segunda a tomar conta da empreitada, depois da falência da anterior. A mesma fonte rejeita, para já, fazer qualquer comentário sobre a possibilidade de vir a accionar judicialmente a autarquia, sublinhando que nesta altura a suspensão dos trabalhos não passa de uma "hipótese" e que os trabalhos continuam. Esta posição foi admitida pelo autarca de Viana do Castelo José Maria Costa, que assumiu funções como presidente em 2009, já com a obra em curso. O problema, reconheceu, é que nesta altura a empreitada já custou mais de 6,2 milhões de euros aos cofres do município, o que, juntamente com a ausência de fundos comunitários para a obra e a impossibilidade de contrair novos empréstimos, leva a autarquia a equacionar suspender os trabalhos até garantir financiamentos. "Esta obra ameaça transformar-se num elefante branco da cidade", afirmaram, na reacção, os vereadores do PSD e CDS-PP, que sempre se opuseram a esta obra. Para a conclusão da estrutura e arranjos exteriores ainda são necessários mais sete milhões de euros, pelo que a esperança da autarquia socialista passa pela inclusão da obra nos fundos do QREN. in http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1770176&seccao=Norte Câmara suspende construção do Coliseu em Viana do Castelo ALTO MINHO 2011-02-05 A Câmara de Viana do Castelo anunciou ontem a suspensão por quatro meses da empreitada do Coliseu de Viana do Castelo. Trata-se de um pavilhão multiusos com projecto do arquitecto Souto Moura para a frente ribeirinha da cidade, orçado em 12 milhões de euros. A construção ocorre ao lado da nova Biblioteca Municipal, projectada por Álvaro Siza Vieira, e da Praça da Liberdade, na margem direita do rio Lima. O equipamento terá uma área de implantação de 3.792 metros quadrados com 70,1 metros de comprimento, 54,1 metros de largura e 9,12 metros de altura. O Coliseu, quando concluído, estará preparado para acolher eventos de grande dimensão como festivais de música, concertos, cinema, congressos, exposições e feiras. A capacidade do equipamento multiusos é de cerca de duas mil pessoas, podendo o número aumentar para 2700 nos casos de concertos musicais em que se assiste em pé. Para congressos e espectáculos, terá um palco de 15 por cinco metros, com capacidade de extensão até 15 por 15 metros, de acordo com as necessidades específicas de cada evento. Dificuldades financeiras e outras prioridades A decisão de suspensão assenta nas dificuldades económicas sentidas pelo Município, associadas aos cortes das transferências de verbas do Estado, adianta, em comunicado, a autarquia liderada por José Maria Costa. A medida visa preservar a estabilidade financeira do municíp io, que considera prioritária a resposta a compromissos na educação, apoio às áreas sociais, reabilitação da rede viária e nas obras de infra-estruturas de água e saneamento. Estas são áreas em que se verificaram recentes candidaturas à CIM Alto Minho e que permitiram a Viana do Castelo beneficiar de financiamentos comunitários de oitenta por cento para a sua execução. Com acordo do consórcio construtor O executivo revela que o auto de suspensão temporário foi assinado com acordo do consórcio construtor. No acordo é re-ferido que a câmara está a envidar os esforços possíveis em ordem a obter o financiamento para a obra através da sua candidatura a programas comunitários quer nacionais quer regionais, sem que o tenha conseguido até ao momento. O auto de suspensão por mútuo acordo refere que a autarquia continuará a diligenciar uma candidatura ou um programa de financiamento “dentro do período de suspensão da empreitada” por forma a restabelecer logo que possível a obra. Considera-se a obtenção de tal financiamento “absolutamente necessária à normal execução financeira da obra”. A empreitada , que já implicou a perfuração e injecção de betão a jacto para defender a estrutura da invasão de água junto à linha do rio Lima com a implantação de 800 colunas em betão com oitenta centímetros, parcialmente sobrepostas, e a construção da laje de fundo que serve de base ao edifício. in http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=42670 -
Câmara de Lisboa renova hortas de Chelas 6 de Fevereiro, 2011Por Liliana Garcia «Lisboa sempre esteve habituada a ter os produtos frescos perto, daí falar-se em alfacinhas», conta ao SOL, a propósito das hortas urbanas, José Sá Fernandes, vereador dos Espaços Verdes da Câmara de Lisboa. «O abastecimento era fundamental, e esta ligação da cidade ao campo perdeu-se, nomeadamente através dos subúrbios mal feitos», explica. A intenção agora, por isso, é contrariar essa distância. E voltar a ter produção agrícola na cidade. Ideia, aliás, há muito defendida por Gonçalo Ribeiro Telles: «É preciso refazer as hortas sociais e criar, na cidade, corredores de sustentabilidade, com produção de leite e de frescos», declara o arquitecto, justificando: «As hortas só não cresceram mais depressa porque não foram bem integrada nos Planos Directores Municipais». Aristides de Almeida, de 73 anos, não nasceu alfacinha. Tornou-se alfacinha por necessidade. À procura de uma vida melhor, deixou Lamego ainda jovem, à distância da saudade. Não esqueceu a agricultura e fez sempre por ter frescos por perto. Há 31 anos que os gestos agrícolas o ajudam na economia doméstica. Nessa altura, deixou de ser ajudante de motorista. A doença trouxe-lhe uma reforma por invalidez, uma conta com pouco que contar e dias com demasiadas horas mortas. Por isso, tratou de pôr mãos na horta. Passear entre couves Enquanto sobe a encosta do Vale de Chelas, onde cultiva alhos, favas, ervilhas, couves e três figueiras, de figos de mel, lamenta: «Este ano estou lixado! Não posso semear batatas!». Avizinham-se dias de espera. E a horta destruída. A dele e a de todos os que têm terrenos cultivados no Vale de Chelas. É que ali vai nascer um novo projecto de horta municipal. A adjunta do vereador dos Espaços Verdes, Rita Folgosa, procura serenar Aristides de Almeida. Rita sabe que muitos daqueles hortelãos precisam de ver para crer. «A atitude anterior da câmara era de mandar aos locais os fiscais e a Polícia e, no dia seguinte, iam máquinas destruir as hortas», relembra, no dia em que visita o vale de Chelas com o SOL. A requalificação, a realizar durante este ano, insere-se num projecto de legalização e criação de novas hortas urbanas, explica ainda. O cenário de campos até agora desorganizados (muitos a serem regados com as águas do esgoto), vai dar lugar a um grande parque hortícola com 400 talhões espalhados por 16 hectares. «As hortas não devem ser escondidas; têm é de ser parques que se possam atravessar», sublinha Sá Fernandes. «A ideia é que, enquanto o hortelão está a trabalhar, pode deixar as crianças por perto, num parque infantil. E vai ainda existir um quiosque com esplanada», promete ainda. Os hortelãos vão passar a pagar uma taxa de ocupação anual. E, «para evitar abusos», a autarquia vai colocar vedações em cada quatro talhões. A servi-los, existirá uma casa de arrumos e um ponto de água. Em estudo está ainda a criação de um mercado de venda dos produtos produzidos nestas novas hortas. liliana.garcia@sol.pt in http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=11044
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Jardins flutuantes poderão limpar rios da Europa Isabel Palma (16-02-11) O conceito foi desenvolvido por Vincent Callebut. Este arquitecto pretende alertar a população mundial para a urgência de protegermos os rios do planeta e assegurarmos um fornecimento seguro de água doce no futuro. A população mundial continua em crescimento pelo que haverá problemas sérios de abastecimento de água num futuro não muito distante. A nossa sobrevivência depende de um fornecimento regular e seguro de água potável. As Nações Unidas referem que cerca de 4 mil crianças morrem todos os dias devido à ingestão de água contaminada ou falta de higiene. Em 2050, segundo o Relatório Mundial do Desenvolvimento da Água, pelo menos um quarto da população mundial poderá viver num país afectado pela escassez crónica ou recorrente de água doce. Tendo em atenção a estes factos, o arquitecto Vincent Callebut desenhou o Physalia, um jardim anfíbio que poderá limpar os rios à medida que viaja nos cursos de água da Europa. O projecto estrutural do navio foi inspirado no Physalia physalis (um cnidário vulgarmente conhecido como caravela-portuguesa). À medida que a embarcação navega entre o Danúbio, Volga, Reno, Guadalquivir, Eufrates ou Tigre, uma rede hidráulica no casco permitirá filtrar a água do rio e depois encaminhá-la para a parte superior do navio onde estão plantas que serão responsáveis pela purificação natural da água. Está previsto que o Physalia poderá arrastar-se para fora de água e operar em terra, no entanto, não é discutido como esta proeza será exactamente conseguida. O navio será auto-suficiente energeticamente. Como fonte de energia terá painéis fotovoltaicos colocados na parte superior da embarcação e turbinas subaquáticas para recolha da energia das correntes dos rios. O interior do navio será dividido em quatro jardins temáticos representado os quatro elementos. A entrada principal abrirá para o Jardim de Água onde poderão decorrer exposições. O Jardim da Terra servirá como laboratório para iniciativas de investigação internacionais aquáticas. Abaixo do nível da água estará o Jardim do Fogo para exposições dedicadas e onde os visitantes poderão observar o ambiente do rio através de janelas debaixo de água. Por fim, um anfiteatro no Jardim do Ar poderá acolher conferências e reuniões. O arquitecto não entra em grande detalhe sobre como as várias tecnologias serão integradas no Physalia. Concentra-se mais em como ficará deslumbrante. Teremos que esperar para ver se este projecto deixará de ser apenas um conceito e passará a navegar nos rios europeus. Fonte: www.gizmag.com in http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=20&cid=30674&bl=1
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Entrevista exclusiva Herzog & de Meuron: "A democracia é boa e má para a arquitectura" 23.01.2011 - 14:51 Por Alexandra Prado Coelho China, São Paulo, a arquitectura em tempos de crise e os efeitos da democracia, ou da falta dela, sobre os arquitectos: uma das duplas mais famosas da actualidade falou ao Cidades sobre um mundo em mudança. Paris vista do céu é uma cidade de constelações. Beirute vista do céu é uma cidade de cicatrizes. Guadalajara vista do céu é uma cidade de divisões - de um lado os mexicanos ricos (percebe-se pelo enorme número de piscinas), do outro os pobres. É assim, como quem paira sobre elas, que os arquitectos suíços Jacques Herzog e Pierre de Meuron olham para as cidades. E é de cidades - "esculturas psicológicas petrificadas dos seus habitantes" - que Herzog fala antes de falar de edifícios. O arquitecto - na dupla é geralmente sempre Herzog o que fala - explicou numa conferência esta semana na Aula Magna, em Lisboa, no encerramento da Trienal de Arquitectura 2010, o trabalho da Herzog & de Meuron, responsável pelo Estádio Olímpico de Pequim, a Tate Modern em Londres e de muitos outros projectos emblemáticos por todo o mundo, e distinguida com os prémios Stirling (2003) e Pritzker (2001). Na manhã seguinte, o Cidades conversou com os dois arquitectos durante o pequeno-almoço num hotel de Lisboa. Pierre de Meuron estava descontraído a ler o jornal, Herzog chegou com um pequeno atraso e, como sempre, falou mais. "Quero ser muito preciso", disse no início da conversa. Depois descontraiu. Construíram um dos mais famosos edifícios da actualidade, o Estádio Olímpico de Pequim, conhecido como o Ninho de Pássaro. Como foi a experiência de trabalhar na China? Jacques Herzog - Foi difícil, mas no fim conseguimos fazer o que queríamos, não o que eles queriam. Literalmente, o edifício foi construído de acordo com as nossas ideias e planos e ninguém podia dizer isso à partida porque ninguém tinha tido a experiência de construir um edifício tão grande e tão complexo naquele país. Foi um desafio sério. E houve um longo período durante o qual não sabíamos como as coisas iriam acabar. Os chineses são negociadores muito duros, toda a gente lhe pode dizer isso, e não apenas na arquitectura. Todos os países ocidentais estão a fazer negócios com a China e sabem como é interessante e duro. Todos temos de fazer esta pergunta a nós próprios: como se faz isto? Valerá a pena? Para a segunda pergunta que nos pode fazer - como podem trabalhar num país autoritário como a China? - a resposta é a mesma: toda a gente está a fazer negócios com a China porque é um mercado tão interessante e um país tão interessante. Não é o nosso papel, vindos de um pequeno país democrático, convencer toda a gente noutros pontos do mundo a adoptar o mesmo mundo democrático que temos na Suíça. Li uma declaração sua em que dizia que "os chineses têm uma grande frescura mental". Há uma maior capacidade para aceitar ideias diferentes e propostas ousadas na China do que noutros países? J.H. - O que dissemos foi que eles têm uma herança de tal maneira rica que coisas que são inesperadas para nós, para o nosso olhar ocidental, são-no menos para os chineses, porque eles já viram tanta coisa. É por isso que parecem abertos, no caso da arquitectura, a coisas muito pouco habituais, estruturas que parecem ser muito caóticas. É algo que os chineses, de uma forma ou outra, já viram no passado. É uma experiência muito diferente da que viveram, por exemplo, em São Paulo, onde tiveram de explicar e discutir o vosso projecto [Complexo Cultural Luz - Teatro da Dança] em encontros públicos? J.H. - São Paulo é muito diferente, porque durante um longo período as pessoas não viram arquitectura contemporânea feita por arquitectos estrangeiros. O Brasil está a abrir-se lentamente. São Paulo e o Brasil têm uma tradição muito importante de arquitectura modernista, mas durante um longo período as portas estiveram mais fechadas, menos abertas a pessoas como nós. Os brasileiros, nomeadamente na comunidade intelectual e nas escolas de arquitectura, não têm ainda o mesmo nível de compreensão e de aceitação de ideias que tinham nas décadas de 1950 e 1960, quando eles próprios produziam arquitectura de vanguarda. O Brasil foi um laboratório para o modernismo, mas não foi um laboratório para arquitectura nos anos 1980 e 1990. Foi, então, mais fácil conseguir que as vossas ideias fossem aceites na China? J.H. - Sem dúvida. Pierre de Meuron - Na China não há debates públicos, como temos na Suíça, ou noutros sítios, com uma audiência, jornalistas, pessoas com diferentes opiniões e expressando-as em público, e nós em frente delas. São condições completamente diferentes. Na China não tivemos esse encontro e essa troca directa com o público. P - E como se sentem em relação a essa troca de ideias com o público? É útil para o vosso trabalho? J.H. - No fundo, a questão é se a democracia é boa ou má para a arquitectura. Acho que é as duas coisas. Nós vimos de um país muito democrático, estamos habituados ao debate e estamos habituados a, por vezes, perder perante o que consideramos serem argumentos menos bons. Faz parte do jogo. Tentamos defender uma ideia e encontrar argumentos para o fazer. Faz parte da nossa cultura. Não é uma coisa boa nem má, nascemos nesse mundo. Muitas coisas foram construídas neste planeta em sociedades que não são de todo democráticas e algum desse trabalho é muito bom. No entanto, para atingir alguma estabilidade numa sociedade e conseguir uma aceitação pública da arquitectura e do urbanismo, as decisões que são tomadas por meios democráticos são sem dúvida mais estáveis. Mas lutamos sempre pelo que queremos? Não quero ser demasiado hipócrita e dizer "sim, somos democráticos e precisamos disso para fazer boa arquitectura". Não é o caso. Acho que a questão é mais se a democracia vai sobreviver e como, porque todos os mercados emergentes têm um background que é claramente menos democrático que aquilo a que estamos habituados por exemplo na Europa. Se pensarmos nos países árabes, na China, na Rússia... Mas acreditam que a arquitectura pode ajudar a desenvolver ideias de democracia. J.H. -A arquitectura é apenas arquitectura, mas pode oferecer um espaço que não mantenha as pessoas fora, que as integre, ou que tenha outro tipo de potencial. É isso que podemos fazer, mas não mais do que isso. P. de M. - A arquitectura é como um carro. Podemos usar um carro para salvar pessoas, como acontece com uma ambulância, ou para matar pessoas, se lhe pusermos uma bomba dentro. Na história, estádios foram usados como prisões. Não acredito que a arquitectura por si só possa resolver os problemas ou tornar o mundo melhor. Pode ajudar, mas é uma ajuda e não uma solução. Discute-se hoje muito a ideia de que os edifícios icónicos e os arquitectos-estrela começam a perder peso e sentido face aos problemas que enfrentamos, a crise, a necessidade de vivermos num mundo mais sustentável, com menos desperdício, e com um diferente tipo de preocupações arquitectónicas. O que pensam disso? J.H. - Penso que tudo colapsa... e o arquitecto-estrela, como marca que cria um grande entusiasmo à sua volta, uma marca de moda, que atrai a fama e é associado ao luxo, ao desperdício e às formas grandiosas, mas mais cedo ou mais tarde vai sofrer por causa disso, porque vai passar a ser associado aos tempos que já passaram e a algo que já não queremos, que foi ultrapassado por ideias de sustentabilidade, economia, etc. Mas é claro que há diferentes tipos de arquitectos, e por detrás do nome e da marca estão seres humanos. Nós oferecemos sempre uma grande diversidade de coisas, e não apenas formas exageradas ou luxuosas. Por isso achamos que podemos oferecer um contributo em tempos que são completamente diferentes daqueles que vimos até há três ou quatro anos. Essa mudança de tempos já está a transformar a forma como fazem arquitectura? Na apresentação que fez do vosso trabalho na conferência na Aula Magna, Eduardo Souto Moura disse que sentia que neste momento estavam a entrar numa espécie de terceira fase [sendo que a primeira foi mais discreta e a segunda mais espectacular] e que estavam a "regressar a casa", com obras mais simples, mais lineares. P. de M. -Como Jacques disse na conferência, há diferentes formas de olhar para uma coisa, e de a começar. Muitas vezes começamos com diferentes conceitos. Não é no início que dizemos "isto tem de ser simples" ou "isto tem de ser muito complexo". Isso não é um objectivo em si. Há diferentes formas, de acordo com a maneira como cada projecto se desenvolve, de escolhermos ir por este ou por aquele caminho. Não é uma decisão deliberada, de dizermos "agora vamos ser outra vez como éramos antes". J.H. -É interessante o que o Eduardo disse. Nós não vemos isso a partir de dentro. Não voltamos para trás, porque estamos mais velhos, somos um atelier muito maior do que éramos, mas questões como a simplicidade e o questionamento radical são uma das nossas imagens de marca. Não podemos mudar o nosso carácter. O resultado desse carácter em termos de formas pode mudar ao longo dos tempos, mas o carácter, sendo algo que se baseia no reafirmar daquilo que sempre soubemos, é algo que não se pode manipular. E, como disse na conferência, a arquitectura é uma coisa muito honesta, não podemos enganar os outros. Temos de responder ao nosso tempo. E hoje ninguém quer formas desnecessárias, decorativas, o luxo pelo luxo. Houve um tempo em que as pessoas viviam num universo muito mais hedonista, queriam apenas ser entretidas. Nunca gostámos muito disso, mas claro que fizemos trabalho que foi muito experimental, testando essa parte da nossa disciplina. É importante testar as fronteiras de uma disciplina para podermos inovar. A experiência na China, o facto de terem feito o estádio como queriam, a tal sensação de que podiam criar formas mais livremente, modificou a maneira como trabalharam nos projectos seguintes? J.H. -O estádio é um tipo de forma muito novo, muito arrojado. Toda a gente gostou dele, mas não é uma explosão individualista, louca e opulenta. É uma estrutura mínima e de grande precisão, com um enorme grau de engenharia. Se não fosse assim, os chineses tê-lo-iam construído sozinhos. Porque os chineses são também muito pragmáticos. P. de M. -O estádio é uma excepção. Não é um projecto que tenhamos desenvolvido com um cliente, o que é uma experiência completamente diferente. Era um concurso e nós colocámos o projecto na mesa. Eles tinham a opção de escolher este ou outro, e escolheram este. O desafio foi mais na implementação do projecto, não na definição da sua arquitectura. Estiveram também envolvidos no projecto Ordos 100, escolhendo muitos jovens arquitectos de todo o mundo para construir uma casa no deserto da Mongólia. Como é que fizeram essa escolha? J.H. -Viajámos com [o artista chinês] Ai Weiwei [que também esteve ligado ao projecto do estádio] e ele falou-nos nessa ideia. Concordámos que não iríamos fazer o projecto nem interferir nele, mas Weiwei iria fazer o masterplan e nós ajudaríamos a elaborar uma lista de nomes de jovens arquitectos de todo o mundo. Não conhecemos assim tantos arquitectos, por isso pedimos ajuda a amigos que nos indicaram aqueles que achavam os mais interessantes da próxima geração. Conhecíamos alguns, mas muitos não conhecíamos. Por isso não se pode exactamente dizer a partir daqueles nomes que este é o tipo de arquitectura de que gostamos. Não há um diagrama geral de características, mas tinha de haver diversidade, com representantes de diferentes países, e representando também diferentes ideias ou mesmo ideias opostas sobre como se deve entrar num sítio daqueles. Para muitos era a primeira vez que podiam fazer um projecto na China e ficaram esmagados, outros tinham mais experiência e estavam mais descontraídos. Acho que para a maior parte deles foi uma experiência muito interessante e uma oportunidade para criar uma rede com pessoas da mesma geração. Todos se sentiram felizes por participar, embora o projecto só vá ser construído parcialmente.P. de M. -Lembro-me que foi mais ou menos com a idade deles, em torno dos 40 anos, que começámos a trabalhar fora da Suíça e a criar amizades com arquitectos de outras partes do mundo, como Portugal ou Viena. Foi um momento muito interessante na minha vida. Os arquitectos portugueses que participaram [sAMI Arquitectos] disseram que o maior desafio foi tentar fazer um projecto para uma área onde não há nada, sem saber o que vai crescer à volta, ou quem serão os clientes. Sendo a vossa arquitectura tão ligada ao lugar, como encarariam o desafio de fazer um projecto nestas condições? J.H. -Quer dizer a folha em branco? Toda a gente acredita que os arquitectos gostam de liberdade e gostam de não ter obstáculos quando começam a imaginar o mundo. Mas o contrário é verdade. Os arquitectos são arquitectos porque precisam de um orçamento, de limitações, e de tudo isso. O planeta é uma rede de pessoas e condições, e é por isso que é difícil construir alguma coisa no vazio. Somos trazidos de volta à nossa própria individualidade, o que é geralmente muito doloroso. Na conferência falou da ideia do número, necessariamente limitado, de edifícios que um arquitecto pode construir durante a vida. Como é que isso vos afecta? Correm para fazer o maior número possível de edifícios? Sentem a necessidade de ser mais radicais a cada novo projecto? J.H. -Somos um grande escritório, e temos muitos projectos ao mesmo tempo, mas nem todos têm o mesmo potencial. Cada projecto tem condições muito concretas, no solo, a nível político, de orçamento. Olhamos para tudo isso para, honestamente, escolher aqueles projectos que acreditamos que nos podem abrir novas portas interessantes. Mas mesmo assim, alguns são mais normais, outros mais extraordinários. Se olharmos para trás, nem todos os projectos que fizemos eram necessários no nosso caminho para fazer aquilo que queremos. Mas, como arquitectos - e não digo isto por falsa modéstia -, não estamos aqui apenas para nos realizarmos a nível individual, estamos aqui para fazer um projecto que seja um trabalho bom, no momento certo, para o cliente certo. Ao mesmo tempo é algo que nos mantém acordados e ocupados, é uma razão para nos levantarmos de manhã. Mas isso é outra questão. Mais cedo ou mais tarde, iremos perguntar a nós próprios: quantos dos projectos que entram no nosso escritório queremos controlar directamente? P. de M. -No final, o que temos de sentir é que, por detrás do projecto, há aquilo a que podemos chamar uma forma positiva de pensar. Se pomos algo no mundo devemos ter um pensamento positivo, não devemos ser cínicos ou negativos. No final acho que se sente isso. A arquitectura pode ser viciante? A ideia de seguir para o próximo projecto, o próximo edifício, experimentar uma nova ideia? J.H. -A vida é interessante quando podemos exprimir a nossa criatividade e deixar no mundo algo que exprima essa criatividade. Não é que precisemos de uma espécie de monumentos permanentes para a nossa vida. A arquitectura é dizer sim à vida e à sociedade, porque é algo que acrescenta. Não tira nada, e, pelo contrário, acrescenta alguma coisa. É uma contribuição concreta para o mundo físico, por isso deve ser feita com este espírito. Além disso, é uma expressão da nossa criatividade. Os empregados nesta sala trazem o chá, falam de uma certa forma, movimentam-se no espaço, colocam o prato no sítio certo. Pode-se dizer que não é uma coisa tão interessante, mas não concordo com isso. Talvez as oportunidades de educação deles tenham sido limitadas, talvez outras coisas não tenham permitido que fossem arquitectos ou jornalistas, mas o que é importante é que cada coisa que se faz seja feita com uma atitude decente de criatividade, mesmo que pareça uma forma menor de criatividade. Não quero soar hipócrita, prefiro ser arquitecto do que empregado de mesa, mas se fosse empregado de mesa daria o meu melhor para trazer o chá de uma forma bonita. Essa é a mensagem importante. in http://www.publico.pt/Cultura/herzog--de-meuron-a-democracia-e-boa-e-ma-para-a-arquitectura_1476688?all=1
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ABANDONADA HÁ MEIO SÉCULO Sinagoga de Ponta Delgada terá obras em 2012 Publicado na Terça-Feira, dia 25 de Janeiro de 2011, em Actualidade A Sinagoga de Ponta Delgada, o mais antigo templo judeu aberto em Portugal depois do liberalismo, que se encontra abandonada há meio século, deve começar a ser restaurada em 2012, num projecto encomendado pelo município ao arquitecto Igor França. O edifício, que se encontra em ruínas, vai manter o espaço de culto, passando também a acolher um museu e uma biblioteca judaicos, revelou o arquitecto em declarações à Lusa. Com uma fachada idêntica a muitos edifícios do centro histórico de Ponta Delgada, o imóvel passa despercebido para a maioria dos habitantes da cidade e a sua recuperação só se tornou viável depois da sua cedência à autarquia pela Comunidade Judaica de Lisboa. José Medeiros, vereador da Câmara de Ponta Delgada, afirmou que o restauro da primeira sinagoga aberta em Portugal por judeus regressados do norte de África com o triunfo do liberalismo, constitui uma prioridade, dada a sua importância nos domínios patrimonial e simbólico. “O projecto de arquitectura já está a ser elaborado e as obras deverão arrancar dentro de um ano”, afirmou. A Sinagoga de Ponta Delgada, datada de 1836, foi mandada construir por um grupo de judeus em que se destacavam Abarahã Bensaúde, Elias Bensaúde, Salomão Bensaúde, Salom Buzaglo, José Azulav e Fortunato Abecassis. Inserido numa casa de habitação comum, este templo hebraico integra, além da sala de oração, a casa do rabino. Segundo José de Almeida Mello, coordenador da comissão de recuperação da sinagoga, uma parte importante do valor do seu património encontra-se no recheio, de que fazem parte diversificados objectos religiosos e livros antigos. Alguns dos elementos do seu espólio só foram descobertos há cerca de dois meses, encontrando-se há décadas reunidos num arca “coberta de lixo”, referiu José de Almeida Mello, destacando “documentos impressos e manuscritos, pergaminhos cuidadosamente enrolados e pequenos livros de bolso”. “Uma mão de madeira, saquetas com fitas de cabedal e tábuas da lei no seu interior e pequenos documentos depositados no interior de tubos de vidro selados” são outras das raridades encontradas. Para o coordenador da comissão de recuperação da sinagoga, os objectos recentemente descobertos, que incluem também tecidos utilizados no culto religioso, deverão ser anteriores ao século XIX. A salvaguarda desse património assume maior relevo quando se recorda que a Sinagoga de Ponta Delgada representa o “Portugal liberal e uma certa tolerância religiosa iniciada com o liberalismo no século XIX”. “Trata-se do primeiro marco da cultura hebraica, dos judeus expulsos no século XV [por D. Manuel I] e que regressam no século XIX”, frisou José de Almeida Mello. in http://www.auniao.com/noticias/ver.php?id=22705
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FIGUEIRA DA FOZ Ministra da Saúde inaugurou obras da Escola Dr. Joaquim de Carvalho Foi em ambiente de festa que as obras da Escola Dr. Joaquim de Carvalho foram ontem inauguradas com a presença de dezenas de professores, funcionários, alunos, diversas entidades e a ministra da Saúde. Ana Jorge elogiou a intervenção que «proporcionou um espaço digno», falou nas 370 escolas que vão ser alvo de obras «até 2015», na «grande aposta» que é assim feita na área da educação por parte do Governo e como não estava na sua “área de actuação”, acabou por ler um poema da publicação da escola “Acrobacias das Palavras” elaborado pela turma do 8.o B. Para trás ficava a intervenção do presidente da câmara João Ataíde que considerou a escola como estando «entre as melhores a nível nacional» e enalteceu a aposta do Governo na modernização deste tipo de equipamentos. Já o director da escola, traçou um breve historial daquele estabelecimento de ensino, recordando que o edifício agora intervencionado (na altura designado Liceu novo), foi inaugurado a 17 de Abril de 1969. Obras na Cristina Torres sem “timing” Carlos Santos sublinhou que o passado da escola «serve de alicerce à referência concelhia, regional e nacional que veio a atingir», falou na estratégia conducente à melhoria do ensino, evocou todos os líderes que contribuíram para se alcançar um «patamar elevado de exigência», como Rui Sousa, Teófilo Silva, Pedro Roque ou Carlos Monteiro, entre outros, expressou o seu «orgulho» em todos os que consigo trabalham e nos alunos, para concluir que, aquela, é uma escola «feita com amor». No final da longa visita e cerimónia inaugural, António Padrão, da Parque Escolar (entidade responsável pelo Programa de Modernização das Escolas), questionado pelos jornalistas, não se quis alongar sobre os timings para a finalização dos trabalhos que ainda faltam realizar, apenas referindo que «estão praticamente concluídos», e que o que falta será efectuado nos próximos dias. António Padrão sustentou ainda que as obras de intervenção na Escola Dr. Bernardino Machado estão incluídas na fase 3 do programa, cujo processo «está em curso» e que as da escola Cristina Torres se incluem na fase 4, não existindo ainda «timing» para a intervenção. Obras ultrapassaram os 13 milhões de euros Com um projecto de arquitectura de Inês Lobo, a intervenção na Escola Dr. Joaquim de Carvalho (da responsabilidade do consórcio Casais Engenharia e Construção/Eusébios & Filhos) inseriu-se na 2.a fase do programa de modernização das escolas do ensino secundário, rondou os 13 milhões e 400 mil euros, dos quais mais de 11 milhões foram comparticipados por fundos comunitários. A obra teve como pressuposto a não sobreposição da nova construção à existente, sendo constituída por um edifício de ligação onde se encontram as áreas lectivas específicas (laboratórios e artes), e por um edifício baixo que alberga programas com uma relação forte com o exterior, como a sala polivalente, a biblioteca ou o refeitório/bar. Já no que respeita ao edifício existente, manteve a sua função, recebendo as salas de aulas nos dois pisos superiores e áreas destinadas aos órgãos de gestão, trabalho de docentes e Centro Novas Oportunidades. Serviço de Pediatria no HDFF mantém-se À margem da inauguração a ministra da Saúde garantiu ontem, quando questionada pelos jornalistas, que a inauguração do novo edifício do Hospital Pediátrico de Coimbra em nada vai colidir com o Serviço de Pediatria da Figueira, afastando assim, eventuais temores (e rumores) de que esta valência possa vir a encerrar. «O Pediátrico de Coimbra já existia e vai continuar com as mesmas funções que sempre desempenhou, em articulação com o da Figueira», disse. Ana Jorge adiantou ainda que o novo Serviço de Urgências e de Consultas Externas do Hospital da Figueira será inaugurado no dia 4 de Fevereiro, mas «o mais importante» frisou, «é estar pronto para a população». IN http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=11076&Itemid=135
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Árvores mutiladas na escola do Cerco 2011-01-30 SANDRA FERNANDES As árvores que o caderno de encargos da renovação da EB 2,3 e Secundária do Cerco, no Porto, obrigou a proteger foram "mutiladas". O arquitecto responsável pelo projecto está indignado com a operação, que decorreu dois meses depois da inauguração das obras. Segundo apurámos, o corte generalizado das árvores terá acontecido em finais do ano passado, desvalorizando o projecto de renovação que terá custado entre oito e dez milhões de euros. Edifício foi concebido com uma abertura por causa de árvore... O projecto de arquitectura desenvolvido pelo arquitecto João Serro e coordenado por Ana Reboredo e Joaquim Oliveira teve em conta uma solução integrada entre edifícios e espaços verdes. Um pavilhão polivalente onde se encontra a cantina foi mesmo desenhado em função de um plátano, criando-se uma abertura no centro edifício de modo a permitir o crescimento da árvore. Mas agora, de um exemplar com cerca de 25 metros de altura, resta um tronco com 3 metros. "O corte severo da copa é uma mutilação", classificou João Serro que, ao JN, afirmou ser incompreensível o corte das árvores. Até porque o caderno de encargos do projecto era claro: "Em caso algum deve ser efectuado o corte vertical, devendo-se manter o carácter natural". Porém, as árvores foram despidas de ramos e folhas, retirando-se, noutros casos, mais de 70% da copa. O arquitecto alerta que a própria segurança dos alunos pode estar em causa. O arboricultor Paulo Moura confirma o perigo. "A ironia é que, na maioria das vezes, estas podas tornam a árvore mais perigosa, devido a uma série de reacções de compensação que se desencadeiam a partir da zona de corte. Além de facilitar a entrada de fungos, o que acelera a decomposição da madeira e dá lugar à formação de zonas ocas. Amiúde, os rebentos de troncos em decomposição caem com facilidade", explica o especialista. João Serro questionou a direcção da escola. Ao JN, disse que lhe explicaram que as árvores deitavam muitas folhas para o chão e não havia funcionários suficientes para a limpeza. Terá sido pedida então à Parque Escolar, responsável pela requalificação, a autorização para o corte. O JN contactou a direcção da escola, que remeteu as explicações para a Parque Escolar. Apesar das tentativas do JN, a empresa não disponibilizou esclarecimentos. in http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=1770208&page=2
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O Deputado do CDS-PP Açores Paulo Rosa lamentou, esta terça-feira, que o Director Regional da Cultura tenha "mentido" sobre a solução de mandar pintar de amarelo-ocre as fachadas de cantarias do Convento de São Boaventura em Santa Cruz das Flores, uma vez que alega que a população foi informada e que aquela é a única solução viável para evitar a rápida erosão das pedras. Numa conferência de imprensa, o Deputado eleito pela ilha das Flores afirmou que o responsável governativo pela pasta da Cultura na Região "faltou à verdade", porque "falou de uma reunião para a qual a população terá sido convidada, por meio de um anúncio de um jornal que é mensal, mas não deu pública nota, pela mesma via da solução encontrada na referida reunião à população". "Os florentinos foram confrontados com a situação no acto de obra. O Senhor Director Regional da Cultura afirma que algumas das pessoas que estavam na dita reunião acabaram por concordar, mas esquece-se de afirmar que a concordância resulta do facto desta pitoresca solução ter sido apresentada como a única solução. Isto é mentira e tem que ser desmascarado", considera. Segundo o Grupo Parlamentar do CDS-PP Açores "existem outros produtos, chamadas substâncias hidrofugantes, que tem a função de tornar a pedra repelente à água e impermeabilizá-la. Estes produtos são transparentes o que permitiria que a cantaria ficasse, mais ou menos, inalterada à vista. Estes produtos são comercializados até por várias marcas". "A questão de fundo, e que o Senhor Director Regional da Cultura, não desmentiu é que existem alternativas que permitam que a cantaria continue exposta. São é efectivamente soluções mais caras. Assim, quando se afirma que a decisão não se prende com uma questão de custos, está-se a faltar à verdade", criticou. Paulo Rosa, assegurando que "o CDS-PP e o seu Grupo Parlamentar valorizam a tradição e a perpetuação da memória colectiva em todas as suas vertentes", faz uma suposição para dar conta da "perplexidade e indignação" dos florentinos com esta obra e com a solução encontrada: "No tocante ao Convento de São Boaventura, e para se ter uma ideia da magnitude da indignação que grassa entre os Florentinos, imagine-se que um qualquer arquitecto pago a peso de ouro pela Direcção Regional da Cultura, ainda para mais com dinheiros públicos, se lembra de colorir de amarelo, verde alface ou até rosa choque a Igreja Matriz de Ponta Delgada ou as Portas da Cidade?! Seria intolerável e chocante, tal como o caso em análise o é na sociedade Florentina". Decisão "estranha" Os populares açorianos consideram que esta foi "uma estranha decisão", uma vez que "em toda a arquitectura religiosa da ilha das Flores impera o branco com cantaria em pedra. Esta solução, pitoresca no mínimo, surge em contra-ciclo com aquela que é a política cultural vigente em que, se valorizam cantarias ancestrais, expondo mesmo nalguns casos cantaria outrora oculta. Nas Flores, bizarramente, pinta-se cantaria exposta. Esta opção que é um gritante contra-senso carece, obviamente, de explicação cabal". Para o Deputado centrista se esta for "uma solução de cariz técnico, há que explicá-la à população porque o impacto visual dum imóvel multi-secular, um dos ex-libris da vila de Santa Cruz, mudou significativamente e não deixou ninguém indiferente. Se é uma solução de cariz estético, há que lamentar profundamente esta leviandade e atentado contra o património da Ilha das Flores que só podemos catalogar como terrorismo cromático". População "indignada" Segundo a bancada parlamentar centrista "há, neste momento, uma onda crescente de indignação colectiva à qual nos associamos. É, simultaneamente, um dever cívico de representatividade e um acto de coerência política. Este exemplo lamentável é apenas mais um da forma como se desbarata o nosso património cultural e a nossa memória colectiva. Por um lado, investe-se, e bem, num Centro de Interpretação e restaura-se a Fábrica da Baleia em Santa Cruz das Flores em investimento vultuoso. Por outro lado, descuram-se três botes baleeiros expostos às intempéries e em processo de degradação acelerada com responsabilidades bipartidas entre a autarquia e a tutela. São estes os paradoxos inexplicáveis da nossa política cultural", criticam. Porém, conclui Paulo Rosa, "além dos investimentos de índole financeira que estão indubitavelmente a ser feitos, falta o investimento mais importante: O investimento na sensibilidade cultural, no bom senso e na humildade de perceber que cada ilha é uma ilha com um pulsar próprio e com uma memória colectiva única. Por isso decisões deste tipo não deveriam nunca ser tomadas responsavelmente sem auscultação desse pulsar". JOSÉ GARCIA in http://www.azoresdigital.com/ler.php?id=14726 NAS FLORES Petição contra pintura de fachada de convento Publicado na Quarta-Feira, dia 02 de Fevereiro de 2011, em Actualidade Um grupo de habitantes da ilha das Flores lançou uma petição em defesa da cantaria do Convento de S. Boaventura, que será entregue esta semana no parlamento regional para que a questão seja discutida em plenário. Em causa estão as obras de reabilitação que incluíram a pintura em amarelo-ocre da cantaria do convento, um edifício com mais de 300 anos, que é um dos mais importantes daquela ilha açoriana. A petição lançada online já recolheu mais de 430 assinaturas, ultrapassando as 300 necessárias para a entrega de petições populares na Assembleia Legislativa Regional, mas a estas ainda serão acrescentadas outras dezenas que os promotores da iniciativa recolheram em papel. A petição, dirigida à Assembleia Legislativa, Presidência do Governo, Direcção Regional de Cultura, Misericórdia de Santa Cruz das Flores e Museu das Flores, apela a que seja revertida a pintura naquela cor. O Convento de S. Boaventura, classificado como imóvel de interesse público, começou por acolher os frades franciscanos, funcionou depois como hospital e recebeu o Externato da Imaculada Conceição, acolhendo actualmente o Museu das Flores. Em meados de Janeiro, no quadro das obras de restauro e beneficiação que estão em curso, a pedra de cantaria da fachada edifício começou a ser pintada num tom amarelo-ocre, o que gerou alguma contestação. Os promotores da petição admitem a necessidade de ser protegida a cantaria do convento, mas defendem que essa protecção “pode ser realizada com materiais em cores de tom neutro, que permitam manter o aspecto natural da pedra”. Nesse sentido, os signatários “exigem às entidades competentes que, de forma célere, seja restituído o aspecto anterior da cantaria, sem qualquer prejuízo dos esforços de protecção quanto à erosão salina”. O director do Museu das Flores, Luís Vieira, em declarações à Lusa a 24 de Janeiro, assegurou que a tinta aplicada sobre a cantaria é facilmente removível, podendo ser substituída por outro produto que garanta a protecção contra a erosão. O CDS/PP, que também se pronunciou contra a pintura da cantaria em amarelo-ocre, apresentou ontem um projecto de resolução na Assembleia Legislativa em que recomenda ao governo regional que “opte por uma solução técnica incolor para a preservação da cantaria” do Convento de S. Boaventura, em Santa Cruz das Flores. O documento recorda que “toda a arquitectura religiosa da ilha se caracteriza pelo branco debruado a cantaria na sua cor natural”, acrescentando que “é esta a estética mais ao gosto dos florentinos”. Nesse sentido, o CDS/PP considera que a pintura em amarelo-ocre “atenta claramente contra a tendência estética” dominante nas Flores, defendendo que o convento “merece outro tipo de solução para a preservação das suas cantarias”. in http://www.auniao.com/noticias/ver.php?id=22787
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Hotel Meliã Aldeia dos Capuchos em Almada 3.ª melhor unidade hoteleira do Mundo da cadeia Sol Meliá em qualidade de atendimento O HOTEL MELIÃ ALDEIA DOS CAPUCHOS GOLF & SPA foi considerado em termos de qualidade de atendimento a terceira melhor unidade hoteleira da cadeia SOL MELIÁ em 2010. A honrosa distinção foi alcançada tendo por base um criterioso inquérito ao grau de satisfação dos hóspedes da prestigiada e mundialmente conhecida cadeia hoteleira. Com mais de 400 hotéis distribuídos em 30 países de quatro continentes, a cadeia Sol Meliá conta com um quadro de pessoal de mais de 35 mil empregados, ocupa o terceiro lugar no ranking das maiores cadeias europeias e o 12.º a nível mundial. O 1.º lugar do disputado pódium da “Qualidade de atendimento MELIÁ” foi conquistado pelo hotel Meliá Düsseldorf, aberto ao público em Outubro de 2009, tendo o Meliá Berlim ficado em 2.º lugar e o Meliã Aldeia dos Capuchos na Caparica em 3º lugar. Já em 2009, o TRIVAGO, um dos mais prestigiados websites mundiais de procura de viagens e alojoamento, havia elegido o MELIÃ ALDEIA DOS CAPUCHOS GOLF & SPA como «O Melhor Hotel de Família da Costa de Lisboa». Com 229 unidades de alojamento e 598 camas, o MELIÃ ALDEIA DOS CAPUCHOS GOLF & SPA é um 4 estrelas superior de sofisticada concepção e a ‘jóia da Corôa’ daquele que é considerado o «Melhor Urban Resort» da Região de Lisboa. Com projecto de arquitectura de João Paciência, o MELIÃ ALDEIA DOS CAPUCHOS GOLF & SPA é, só por si, um magnífico miradouro sobre o mar, enquadrado num grandioso empreendimento de vocação turístico-residencial, servido por uma área verde que se estende ao longo de 10 hectares. Dispõe de uma grande facilidade de acessos, ficando a apenas 20 minutos do Aeroporto Internacional de Lisboa (actual/futuro) e a 15 minutos do Centro da Capital. O hotel conta com dois restaurantes, o Restaurante Terraço Al-Madan — com capacidade para 200 pessoas e um variado e completo serviço de pequeno-almoço, serviço à la Carte e buffets temáticos — e o Restaurante Art Gourmet – com abertura prevista para este mês - , com capacidade para 70 pessoas e uma vista deslumbrante sobre o mar e a foz do rio Tejo. O Hotel dispõe de uma piscina exterior aquecida para adultos e uma para crianças; um Campo de Golfe e oferece uma zona VIP numa das mais belas praias da Costa de Caparica, o Kontiki Lounge. O Wellness & SPA Center conta com uma Piscina Interior ou Exterior Aquecida; Ginásio Fitness com equipamento Cardio e Musculação; Serviço de Treino Personalizado com Kinesis; Circuito Spa, um espaço dedicado especialmente ao tratamento do corpo e do espírito, alcançando um estado de bem-estar e descontracção total, através de equipamentos de Hidroterapia: Sauna, Banhos Turco, Jacuzzi e Cascata de Gelo; Salas de Hidromassagens com Duche Vichy, Duche Escocês e Duche de Contraste; Salas para tratamentos Spa e Cosmética, baseados na Filosofia dos benefícios técnicos da Cromoterapia, Aromacosmética, Aroma-Essencias, Fitoterapia, Pedicure/Manicure e Cabeleireiro. in http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=41836&mostra=2&seccao=as-empresas&titulo=Hotel-Melia-Aldeia-dos-Capuchos-Almada
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RAQUEL SILVA, VEREADORA DO URBANISMO "Só Angra não tem sociedade de reabilitação urbana" Publicado na Quarta-Feira, dia 09 de Fevereiro de 2011, em Actualidade Angra é, actualmente, a única cidade património mundial portuguesa que não possui uma sociedade de reabilitação urbana. A vereadora com responsabilidade no urbanismo refere tratar-se de uma empresa que dinamizaria empreiteiros, proprietários e a urbe a livrarem-se de prédios devolutos. Raquel Silva dá-nos a sua visão para a cidade e antecipa algumas das intervenções urbanas. Sinais de trânsito fora da circulação dos passeios, placas toponímicas refeitas, mupis e substituição de toda a iluminação pública serão, refere, exemplos disso. “Todas as cidades património mundial em Portugal têm sociedades de reabilitação urbanas (SRU) menos Angra do Heroísmo” – a constatação da vereadora responsável pelo urbanismo, Raquel Silva, quer não só constatar um facto como desmitificar “receios” e “dúvidas” que existem quanto à eventual criação de mais uma empresa municipal: “eu percebo que haja aqui grandes dúvidas em relação à SRU porque elas existem no elenco camarário. Trata-se simplesmente ainda um assunto em cima da mesa que pedimos para ser estudado para saber se existe viabilidade ou não”. A responsável, porém, não tem dúvidas que criar uma SRU em Angra “dinamizaria, em traços gerais, empreiteiros locais, dinamizaria os proprietários e dinamizaria a própria cidade”. Isto porque, uma SRU “tem poderes legais que a autarquia não tem”, além de que o seu núcleo duro é composto por uma equipa multidisciplinar composta por técnicos da áea do urbanismo, da arquitectura, da engenharia. Em suma: “por pessoas que percebem de património e que percebem sobre aquilo em que vão intervir”. O sucesso da SRU´s, refere, está naquilo que já foi feito noutras urbes com a mesma classificação: “a minha opinião surge pelo que eu vejo noutras cidades: se resolveu os problemas dos outros, porque é que não há-de resolver os da nossa?”. “Guimarães reabilitou-se em seis/sete anos com base numa SRU”, exemplificou. Raquel Silva quer tornar claro que “uma SRU extingue-se quando o património estiver requalificado, ou seja, não é uma empresa para durar 20 anos. É uma empresa para trabalhar na sua requalificação e quando esta finda, a empresa finda”. Património moderno A visão da vereadora para a cidade é a que já possuía anteriormente ao cargo em exercício: “eu julgo que não é por termos uma cidade património mundial que não podemos ter elementos modernos na sua construção. Até pelo contrário, todos os passos que podermos construir de acordo com a modernidade devemo-los fazer porque estamos nessa altura, estamos na modernidade”, da mesma forma como, acrescentou: “a nossa modernidade, no futuro, vai ser o passado para alguém”. Como exemplo dessa modernidade, apontou, surge o projecto para a requalificação do mercado municipal de Angra: “é um projecto contemporâneo, moderno que, de alguma forma, entrelaça a tradição: a sua fachada é toda rendilhada com as rendas açorianas. É, sem dúvida, um projecto que trará um marco diferente, que vai dignificar a nossa cidade e trazer novamente o mercado para o centro de Angra com a valorização que ele precisa”. Outra intervenção que, tem na mira a atracção das pessoas ao centro urbano, vai para o Jardim Municipal, com a criação de uma “casa de chá cultural” no espaço da estufa: “um espaço multifuncional, onde uma pessoa poderá ver uma exposição, usufruir de uma refeição”, além de outros atractivos culturais. Angra com nova iluminação Em termos de iluminação pública do centro histórico, actualmente heterogénea, esta vai ser alvo de uma substituição total, cujo financiamento surge através, não da autarquia, mas de uma candidatura da Direcção Regional da Energia a fundos europeus: “aguardamos esta candidatura e a ideia será a substituição massiva desta iluminação por um candeeiro a escolher”, adiantando, desde já, que provavelmente será adoptada “uma luminária muito idêntica à actual ou até se calhar alguma feita para o próprio centro histórico”. “Uma dos grandes interesses dessa substituição não se adivinha só com o gosto, mas com a eficiência energética”. Já antecipando uma necessidade de participação pública, semelhante à desencadeada na intervenção da Praça Velha, Raquel Silva deixa a garantia que no processo da escolha haverá outra “atenção”: “nessa altura, quando se escolher esse candeeiro tem que se ter muito atenção, tendo em conta o que aprendemos com a questão da Praça Velha”. Poste de sinais de transito em “L” No que diz respeito à sinalética, Raquel Silva é peremptória: “queremos retirar os sinais de trânsito do centro dos passeios”, explicou a vereadora que reconhece representarem uma das “dificuldades para as pessoas com mobilidade condicionada” e não só. “A nossa ideia, no âmbito deste quadro de acção, é fazer os postes em “L” de maneira a que sejam encostados ao edificado e que permitam a sua visualização segundo as regra de circulação rodoviária” em toda a zona histórica. Em termos de sinais toponímicos da cidade, e segundo um levantamento efectuado que revelou “disparidades” (desde azulejo, calcário, mármore) nos materiais escolhidos, “a nossa ideia é uniformizar”, em principio com recurso ao azulejo”, já existente na maioria das placas e que, segundo, a vereadora, far-se-á “com mais facilidade” com recurso a mão de obra local. Outra intenção é a da colocação de mupis, na zona de protecção do centro histórico, com a seguinte salvaguarda: “terá de ser um mupi muito específico que não seja muito alto, nem muito grande, que não fira a vista”. Estão já apontadas várias hipóteses de localização, como em frente à corporação de bombeiros de Angra ou na rotunda do Fanal, entre outros. “Não esperava tanta polémica na Praça Velha” A vereadora do urbanismo da autarquia angrense confessa não ter antecipado tamanha reacção à requalificação da Praça Velha: “não tinha noção de que um banco na Praça Velha poderia causar tanta polémica. Pensei sempre que mexer na malha da calçada da Praça Velha fosse muito problemático. A substituição do mobiliário urbano sempre foi mais um elemento da intervenção. Aliás, como tem sido feito ao longo do tempo”, explicou. Raquel Silva voltou a esclarecer que o mobiliário em questão “não é o essencial dessa requalificação”: “se esse mobiliário é causa de tanta manifestação pública, que ele se mantenha o mesmo. Não acho que seja um recuo. A imagem do todo seria benéfica, mas também entendo que existem opiniões contrárias e temos que ser humildes no sentido de abdicar desses elementos que não põem em causa essa mesma requalificação”. “Este projecto que tanto se fala não pode ser entendido como um projecto de arquitectura que carece de um autor, que encaminharia para projectos de especialidades e para pareceres”, desmistificando que: “não há propriamente um projecto mas sim uma intervenção, uma substituição”. Novo quiosque: resolve três problemas Sobre o novo quiosque que se manteve do projecto anunciado pela autarquia, Raquel Silva explica que: “o quiosque novo resolve três aspectos fundamentais: a gestão dos lixos (o novo quiosque tem espaço interior para arrumar contentores de lixo); a abertura de um espaço ao longo de todo o ano; e a questão da publicidade institucional e cultural” que, acresceu: “temos que fazer chegar aos nossos munícipes”. Com uma área de 2,5 metros por 5 metros, metade da área é balcão e a restante, envidraçada, o quiosque terá capacidade, no seu interior, para seis pessoas sentadas, explicou. Em suma, a Praça Velha, cuja intervenção de requalificação deverá ter início até ao final desta semana, reafirmou a vereadora é “sempre um local delicado. É sempre um sítio complexo de se tocar porque mexe com a imagem da Praça mais querida de todos”. Humberta Augusto in http://www.auniao.com/noticias/ver.php?id=22870
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Pombal | Regeneração do Núcleo Histórico | Reis de Figueiredo
JVS replied to JVS's topic in Arquitectura
600 mil euros para requalificar ponte D. Maria em Pombal Estão prestes a iniciar-se as obras de recuperação da Ponte D. Maria, um investimento de 600 mil euros (financiado em 80 por cento pelo programa Mais Centro, do QREN), inserido no programa de Parcerias para a Regeneração Urbana de Pombal. Esta é a terceira obra a arrancar na cidade, depois da inicio dos trabalhos do Centro de Negócios (na Praça Marquês de Pombal) e na área envolvente do castelo. No total, serão gastos 13 milhões de euros para dar um novo rosto à cidade. Na ponte D. Maria, os trabalhos visam quer a requalificação da própria estrutura, quer a melhoria dos acessos a partir da ponte pedonal e do viaduto Guilherme Santos. O projeto foi elaborado pela empresa Central Projetos, Lda e a arquitectura paisagística foi desenvolvida pelo arquiteto Braulio Ferreira, da empresa GreenArq. Um dos objetivos das obras é privilegiar a circulação pedonal na ponte, em detrimento da circulação automóvel. A área pedonal vai, por isso, ser consideravelmente aumentada. Na zona onde passam automóveis vai ser colocado pavimento irregular de granito, para realçar o caráter histórico do espaço. Ainda assim, a ponte vai ganhar também elementos contemporâneos, como guarda-corpos, dissuasores e papeleiras. Quem passar pela ponte vai também ter oportunidade de descansar num dos quatro bancos de granito que lá vão ser colocados. in http://www.asbeiras.pt/2011/02/600-mil-euros-para-requalificar-ponte-d-maria-em-pombal/ -
Uma pensão como há poucas 12 de Fevereiro, 2011Por Ana Isabel Pereira Noutros tempos, dormir em pensões era comum, mas recaiu em desuso. No Porto, A Favorita recuperou a arte de bem receber Ema Xavier e Filipe Maia recuperaram o conceito de pensão numa unidade hoteleira familiar e moderna. É no centro do Porto que fica a Pensão A Favorita, onde os hóspedes se sentem em casa, num espaço com bom gosto, à moda antiga, mas com as comodidades da vida moderna. Só o ranger do soalho - o pavimento original foi recuperado - faz lembrar que o prédio já tem uma bonita idade. O projecto de arquitectura é de Nuno Sottomayor e a decoração coube ao designer francês Sam Baron, amigo do casal. O ambiente respeita o espírito de outros tempos com objectos tradicionais portugueses e mobiliário nórdico antigo. O corredor, à entrada, ganha textura graças à cerâmica decorativa das Caldas da Rainha, igualmente branca. Os quartos são espaçosos, com camas confortáveis. Já o chão das casas-de-banho parece antigo, mas é novo, tal como os azulejos das varandas, das suites e do restaurante. Tudo obra do artesão Lúcio Zagalo, de Estremoz. Nas paredes, sobressaem os estuques da Loja do Museu do Estuque e as ilustrações da Dama Aflita. A galeria portuense tem, de resto, desenhos expostos no último piso. www.pensaofavorita.pt in http://sol.sapo.pt/inicio/Vida/Interior.aspx?content_id=11554
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Sete edifícios portugueses entre os nomeados para melhores do mundo
JVS replied to XXXXX's topic in Arquitectura
"ArchDaily Edifício do Ano 2010" Porto arrecada três prémios mundiais de Arquitectura 16.02.2011 - 09:58 Por Jorge Marmelo Se se traçar uma linha que vá da esquina da Rua de Correia de Sá com a Avenida da Boavista, no Porto, até à Rua de Ofélia Cruz Costa, na Agudela (Matosinhos), o traço que se fizesse não teria mais de 20 quilómetros de extensão. Nesta curta distância, porém, encontram-se três dos edifícios do ano de 2010, ontem revelados pelo site Arch Daily, que se apresenta como "o site para arquitectos mais visitado do mundo". O Edifício Vodafone, dos arquitectos José António Barbosa e Pedro Lopes Guimarães (Foto: Manuel Roberto) Num dos extremos da linha está o Edifício Vodafone, dos arquitectos José António Barbosa e Pedro Lopes Guimarães, distinguido na categoria de Arquitectura Institucional. No outro, está a Closet House, de Marta Costa e Henrique Pinto, que arrebatou o prémio para o melhor projecto de interiores. E, pelo meio, no Parque da Cidade do Porto, esteve em 2008, durante a Queima das Fitas, um bar temporário da autoria de Diogo Aguiar e Teresa Otto, que venceu na categoria Hotéis e Restaurantes. Estes são os três edifícios portugueses premiados pelos leitores daquele site, havendo ainda a coincidência de serem todos produto da chamada Escola do Porto. José António Barbosa, Pedro Lopes Guimarães, Marta Costa, Diogo Aguiar e Teresa Otto estudaram todos na Faculdade de Arquitectura do Porto. "Sem bairrismos ou regionalismos, isto é o reconhecimento de uma instituição que ensina Arquitectura com grande qualidade, pondo ênfase no desenho, no empenho e no trabalho", disse ao PÚBLICO José António Barbosa, um dos autores do Edifício Vodafone: um prédio que parece saído de um terramoto, resultado de um concurso lançado em 2006 entre 50 gabinetes de arquitectura. O arquitecto recebeu a notícia enquanto fazia fisioterapia (partiu uma perna, o que, em algumas culturas, significa boa sorte) e viu a distinção como um prémio pelo "muito sofrimento físico e intelectual que um projecto destes implica". "Foram muitas noites em claro", contou. O mais surpreendente dos prémios foi o atribuído a Diogo Aguiar e Teresa Otto pelo bar da Associação de Estudantes da Faculdade de Arquitectura na Queima das Fitas de 2008. Venceram numa categoria em que havia resorts luxuosos e grandes nomes da arquitectura mundial em competição - e, revela Diogo Aguiar, na sequência de uma brincadeira de amigos, que divulgaram o projecto num blogue. Daí para a frente funcionou o efeito viral das redes sociais na Internet até chegar à lista dos finalistas do Arch Daily. A base do projecto são 420 caixas de plástico que custam, na IKEA, dois euros cada (o edifício Vodafone custou cerca de 12 milhões), iluminadas, à noite, por luzes LED. A terceira dupla premiada é constituída por Marta Costa (Arquitectura) e Henrique Pinto (Tecnologia Audiovisual, Automação e Domótica). Transformaram uma casa de 44 metros quadrados num lar útil e habitável, com todas as comodidades, rentabilizando espaços com o recurso à tecnologia. "É o resultado de muitas experiências que fomos fazendo", disse Marta Costa ao PÚBLICO. Na corrida havia mais quatro projectos lusos, dois do Porto, um da Madeira e um em Lisboa. in http://www.publico.pt/Cultura/porto-arrecada-tres-premios-mundiais-de-arquitectura_1480563 quarta-feira, 16 de Fevereiro de 2011 | 13:32 Porto: Três edifícios com o prémio Melhor Edifício de 2010 O edifício da Vodafone no Porto, a Closet House, em Matosinhos, e o bar temporário da Faculdade de Arquitectura do Porto foram distinguidos pelo site de arquitectura Arch Daily com o prémio de «Melhor Edifício do Ano 2010», em categorias distintas. A escolha destes espaços foi tomada com base na votação dos leitores do site, ao longo de «quatro semanas», e que, na última fase de selecção, contou com 30 mil votos. Sete edifícios portugueses, cinco dos quais situados no Grande Porto, estavam entre os 70 finalistas do prémio ArchDaily’s Building of The Year. O edifício da Vodafone no Porto, desenhado pela dupla José António Barbosa e Pedro Guimarães, foi distinguido na categoria «Arquitectura Institucional», ao passo que a Closet House de Matosinhos, da autoria do gabinete de arquitectura da Consexto, recebeu o prémio referente à categoria «Interiores», pela forma como alia design, arquitectura e audiovisuais. Finalmente, o bar temporário da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto para uma Queima das Fitas, delineado pelos arquitectos Diogo Aguiar e Teresa Otto, foi distinguido na categoria «Hotéis e Restaurantes». in http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=4&id_news=494563
