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Manuel Vicente, Trama e Emoção “Um sítio para habitar” ou “O espaço do ser” é como Manuel Vicente (Lisboa, 1934) define a arquitectura. Esta exposição é uma retrospectiva dos cinquenta anos de busca por esse ideal de prazer e emoção ou, simplesmente, do sublime que pode existir no nosso quotidiano. Uma leitura antológica da obra de arquitectura de Manuel Vicente. A mostra é composta por uma selecção de obras, da década de 60 do século XX ao século XXI, da escala da habitação ao território, traçando uma panorâmica da obra do arquitecto. Desenhos originais, maquetas de análise, imagens e textos apresentam os projectos e os espaços edificados. Integra ainda um conjunto de filmes, realizados em Macau no início deste ano, e que propõem uma reflexão sobre a apropriação de algumas dessas obras; um testemunho particular das últimas décadas da presença portuguesa. Esta exposição faz parte do programa “Manuel Vicente, trama e emoção” de divulgação da sua obra, a propósito da qual se reflecte sobre a importância da arquitectura na sociedade contemporânea e se questiona a relação de Portugal com Macau. Iniciativa da Atalho, laboratório de arquitectura e urbanismo, a exposição é co-organizada com o Departamento de Arquitectura e Urbanismo do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa e o Centro de Documentação da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, projecto financiado pelo Ministério da Cultura/ Direcção Geral das Artes. Galeria Nascente, 24 Junho a 7 Agosto 2011 in http://www.museudooriente.pt/1227/manuel-vicente--trama-e-emocao.htm
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EDP Foundation Cultural Centre The EDP Foundation Cultural Centre in Lisbon is a project about water, light, reflections and people – a building that captures the essence of the unique riverside site and the extraordinary southern light of Lisbon. The site is of strategic importance. Acting as the gateway to the culturally rich area of Ajuda / Belém, the building will be a magnet, drawing people from the heart of the city to the panoramic views along the Tagus estuary. The currently neglected riverfront area will be activated, and the cultural centre will become one of Lisbon’s leading destinations. This project is also about democracy. It is a building for the people – for the people of Lisbon, for cultural visitors and for tourists. It is a building for culture and leisure that defies the boundaries between public space and building. A simple and organic gesture creates a topographic form that blends into landscape making a fluid and natural relationship between inside and outside – people move over as well as through the building. The building creates an attractive landscape, stepping down into the river Tagus. At high tide the steps are covered with water creating a constantly changing space that converses with the tide and the reflections from the water. The reflections play with the overhanging façade to give unexpected lighting effects both inside and out, capturing and magnifying the unique light qualities of this south facing site. An area of welcome shade is naturally created by the cantilevered structure. The roof offers panoramic views towards the river as well as across the cultural area of Ajuda / Belém. In relationship to the Museu da Electricidade next to it the building is modest in height. It reflects the horizontal emphasis of the riverfront and is designed to have minimum visual impact on views from the city. Lisbon’s rich heritage of complex cobble stone patterns is subtlety reinterpreted and used to merge the existing materiality of the pathways with new public spaces that speak of modernity. via
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O primeiro hotel português dedicado ao turismo sénior Acaba de abrir um novo resort português para hóspedes entre os 45 e os 70 anos. Chama-se Longevity Wellness Resort e nasceu na serra de Monchique. O Longevity Wellness Resort, que acaba de abrir em Monchique, no Algarve, é o primeiro conceito deste género em Portugal. É um espaço voltado para pessoas com mais de 45 anos e, segundo o CEO do grupo, Nazir Sacoor, a ideia é combinar "a vertente turística com a vertente da medicina preventiva e de gestão do envelhecimento, articulando, num único espaço, uma oferta de bem-estar baseada em abordagens holísticas (terapias de relaxamento para a mente e para o corpo), estéticas (terapias de rejuvenescimento) e médicas (diagnóstico clínico, prescrição, nutrição). Não há qualquer interdição de idades, apesar de estar mais orientado para pessoas activas e independentes com idades compreendidas entre os 45 e os 70 anos. "O nosso factor diferenciador é a terapêutica de longevidade, mas somos também um resort aberto ao público como qualquer outra unidade hoteleira. Aliás, muitos dos nossos serviços, como o restaurante Olivier ou o Longevity Medical Spa estão abertos ao público", diz Nazir Sacoor. Em suma, se pensa que aqui estará safo de gritos e mergulhos ruidosos na piscina, esqueça. Mas há que ver as coisas pelo lado positivo: mesmo que ainda ande na casa dos 30, pode usufruir de todas as infra-estruturas do espaço. Até porque "o mercado natural são todas as pessoas que gostam de Natureza e tranquilidade, que têm consciência ambiental e se preocupam em viver mais e melhor". O Longevity Wellness Resort foi pensado para satisfazer vários tipos de públicos. Para os mais avançados na idade, há toda a parte de programas médicos, que podem durar entre uma semana e um mês. "Os hóspedes poderão escolher vários tipos de tratamentos sob a monitorização de médicos especialistas que, além de um diagnóstico metabólico completo, prescrevem terapias personalizadas à medida das necessidades de cada hóspede", explica o responsável. De diagnósticos de saúde e do ritmo de envelhecimento a consultas de gestão do stress ou do peso, há de tudo um pouco. Para quem acha que ainda é novo para se meter nestas coisas, pode sempre optar pelos tratamentos de spa mais tradicionais, pelas várias piscinas, pelo ginásio, ou pela cozinha de autor do chefe Olivier, no Longevity Cuisine. "Teremos sempre muitas animações e actividades programadas para se adequarem a todos os tipos de hóspedes, incluindo os mais jovens, mas sempre orientadas para a saúde e bem-estar", garante Nazir Sacoor. Um dos grandes factores distintivos do Longevity é o medical spa. Enquanto um spa normal está vocacionado para tratamentos de relaxamento e beleza, o medical spa adiciona a isso uma forte componente de diag-nóstico clínico e respectivos tratamentos, prescritos de forma o mais personalizada possível de forma a optimizar o bem-estar físico e espiritual. O Longevity Medical Spa funciona em parceria com a La Clinique de Paris de Claude Chauchard, um dos especialistas mundiais nas áreas de medicina preventiva e anti-envelhecimento. IN http://algarve-reporter.blogspot.com/2010_03_01_archive.html Longevity Wellness Resort Monchique is the 1st integrated 5* wellness resort in the Algarve, Portugal. Nestled in the green hills of Monchique, a preserved natural reserve, with breathtaking views. This is a luxurious Eco-friendly resort, with a unique and differentiated Wellness and Longevity approach. It offers the 1st Longevity Medical Spa – an exclusive partnership for Portugal with La Clinique de Paris/Dr.Claude Chauchard - providing Medical, Esthetic and Relaxation Centers with a wide range of State-of-the-Art programs in comprehensive Evaluation, Prevention and Treatments to prevent, slow down and reduce the pace of ageing in http://contemporan.com/company/longevity-wellness-resort-monchique/
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in http://www.archdaily.com/40851/coffee-shop-shading-surface-ateliermob/
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Lisboa | Complexo Multifuncional Metropolis | CPU Arquitectos
JVS replied to JVS's topic in Arquitectura
in http://www.dn.pt/inicio/tv/interior.aspx?content_id=1827329&seccao=Media -
in http://www.oesteonline.pt/noticias/noticia.asp?nid=23294
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Ponta Delgada | Museu de Arte Contemporânea | Oscar Niemeyer
JVS replied to JVS's topic in Arquitectura
in http://www.auniao.com/noticias/ver.php?id=23357 -
in http://www.jornaldascaldas.com/index.php/2011/03/31/apresentado-novo-edificio-do-teatro-da-rainha/
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in http://www.greensavers.pt/2011/03/31/sevilha-inaugura-a-maior-estrutura-em-madeira-do-mundo/
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in http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=55457&mostra=2&seccao=desporto&titulo=Construcao-do-novo-estadio-do-Bonfim-em-
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om espólio de Joe Berardo, investimento será o primeiro do género da Península Ibérica Museu de Art Déco vai atrair milhares de turistas O primeiro Museu de Art Déco a nível nacional e da Península Ibérica será instalado no antigo matadouro do Funchal, para acolher a colecção doada por Joe Berardo, uma obra considerada pelo presidente da autarquia funchalense como uma «mais-valia cultural para a cidade», para além de cativar o turismo. O presidente da autarquia disse que o prédio, da década de 40, será recuperado, com um projecto da autoria do arquitecto brasileiro Cavalcanti. «É uma obra relativamente barata, porque vamos aproveitar toda a estrutura, inclusivamente as próprias máquinas que ainda existem no matadouro e vamos, por outro lado, também desenvolver um conjunto de áreas de exposição aproveitando as próprias pré-existências”. “Será uma grande oportunidade para termos um museu de carácter internacional. Penso que vai ter sustentabilidade, pela circunstância de, por exemplo, nesta altura, termos 500 mil visitantes por ano, a nível só do turismo de cruzeiros, mais um milhão e tal de turistas”, comentou. O edil disse ainda que a exposição de Arte Déco poderá ser rotativa, através do estabelecimento de protocolos com instituições museológicas internacionais, atendendo até ao interesse que a colecção de Berardo suscita no mundo. Miguel Albuquerque falava aos jornalistas na inauguração de uma nova loja Crok, na rua do Aljube, um investimento que classificou de mais «uma oferta e comercial, sobretudo na actual conjuntura, em que só se fala nos factores de incertezas e desgraças». A outro nível, Miguel Albuquerque foi instado a dar a sua opinião sobre o facto de o congresso do PSD, deste próximo fim-de-semana, ser à porta fechada. «Eu acho que não há congressos à porta fechada. O que pode é dar azo à especulação e à distorção à posteriori. Vou ter, na parte dos painéis, da Cultura, vou tentar fazer um debate aberto a toda a sociedade». O social-democrata disse ainda que vai fazer uma intervenção política durante o encontro magno do PSD/M. Paula Abreu in http://www.jornaldamadeira.pt/not2008.php?Seccao=14&id=180095⊃=0&sdata= Madeira recebe primeiro museu ibérico de Art Déco Por Joana Quaresma - lcc08056@letras.up.pt Publicado: 08.04.2011 | 10:48 (GMT) Marcadores: Arte , cultura , Madeira O antigo matadouro do Funchal será transformado num centro cultural. Cláudio Wanderley, co-autor do projecto, explica ao JPN as linhas arquitectónicas do primeiro museu de Art Déco ibérico, que vai acolher a colecção de Joe Berardo. A Câmara Municipal do Funchal (CMF) aprovou o projecto arquitectónico de Cláudio Wanderley e Luís Nova para aproveitar as estruturas do antigo matadouro municipal e criar um centro cultural que vai funcionar como museu de arte moderna dinâmico. O espaço, transformado para acolher a colecção doada por Joe Berardo, será o primeiro museu de Art Déco na Península Ibérica. As obras, com duração prevista de 14 meses, arrancam no final do mês de Maio. O investimento camarário ascende a 1,8 milhões de euros, com uma comparticipação de 20% do Programa de Intervenção do Turismo. Com a oportunidade de ter no Funchal uma das melhores colecções de Art Déco da Europa, a CMF, presidida por Miguel Albuquerque, optou por adaptar o edifício do matadouro a um espaço museológico. Azul de Ives Klein na rota do teleférico Sem alterar a estrutura e volumetria, nem descaracterizar o antigo edifício, os arquitectos Cláudio Wanderley e Luís Nova procuraram adaptá-lo à sua nova vocação de espaço de arte e cultura. "É uma espécie de mudança do uso e da imagem através da cor, sem exigir grandes investimentos", esclarece Cláudio Wanderley. Os arquitectos optaram pelo azul do artista plástico Ives Klein, utilizado em arquitectura por Majorelle. Cláudio Wanderley explica que a cor dá "uma força muito grande ao volume construído". O edifício do antigo matadouro, da autoria dos arquitectos Couto Martins e Miguel Jacobettey, tem "volumes muito generosos" e umas infra-estruturas do período do Estado Novo, de que importa "guardar vestígios". Por outro lado, o novo centro cultural está na rota do teleférico, "o que chama a atenção para a cobertura do prédio". Assim, além do azul predominante, importa tirar partido da "quinta fachada [que corresponde à cobertura], onde haverá jardins e uma cafetaria", vistos do teleférico. O projecto propõe uma entrada pela via rápida, que leva a "uma grande praça com estacionamento", explica o arquitecto. Internamente, "o museu desenvolve-se em dois níveis com funções múltiplas e didácticas". Num dos espaços, a colecção permanente de Art Déco da Fundação Berardo, exposta temporariamente na Casa das Mudas. No segundo nível, exposições itinerantes, que deverão acontecer esporadicamente. Desta forma, é "um prédio antigo que facilmente fica actual", afirma Cláudio Wanderley. Até porque "a simplicidade é o sucesso do projecto, considera. "Não sendo uma obra cara, é uma obra de impacto num local de turismo, que é uma indústria importantíssima em Portugal". A Madeira é um atractivo pelo clima e, se "acrescentarmos a vertente cultural, consolida e requalifica o turismo", garante. in http://jpn.icicom.up.pt/2011/04/08/madeira_recebe_primeiro_museu_iberico_de_art_deco.html
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Um edifício público construído em pedra, nas Furnas, ilha de S. Miguel, acaba de ganhar um importante prémio arquitetónico em Itália. O Prémio Internacional de Arquitetura em Pedra 2011 foi atribuído ao arquiteto Manuel Aires Mateus pela sua obra do Centro de Investigação e Monitorização das Furnas, um complexo todo construído em pedra. O arquiteto estranha que a pedra dos Açores seja pouco utilizada na construção. Em declarações à Antena 1 Açores, Manuel Aires de Sousa diz que "a pedra é um material com grande potencial e fácil de integrar na paisagem". in http://ww1.rtp.pt/acores/index.php?article=20532&visual=3&layout=10&tm=10
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Funchal | Novo Estádio do Club Sport Marítimo | Pedro Araujo
JVS replied to JVS's topic in Arquitectura
in http://www.jornaldamadeira.pt/not2008.php?Seccao=14&id=179593⊃=0&sdata= -
in http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=96&did=149818
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Nisa vai ter um novo Centro Escolar Quinta, 07 Abril 2011 11:17 Jornal de Nisa Nisa vai ter um novo Centro Escolar no terreno onde se situa actualmente a sede do Agrupamento de Escolas do concelho, a Escola Básica e Secundária Prof. Mendes dos Remédios. O projecto prevê a recuperação da Escola com mais oito salas e surge no âmbito de uma candidatura da autarquia ao Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN) e comparticipada pelo Ministério da Educação, mas cujo Concurso Público para a elaboração do projecto de construção já foi contestado pela Ordem dos Arquitectos, Secção Regional do Sul (OASRS) . Na sequência da transferência de competências para os municípios em matéria de educação, o Ministério da Educação apresentou uma proposta de recuperação da Escola Básica e Secundária Prof. Mendes dos Remédios, que assenta numa medida de requalificação e modernização dos parques escolares e de eliminação de edifícios de construção precária. Este projecto de recuperação destina-se à construção de Centros Escolares que integrem alunos do Ensino Básico (do 1º ao 3º Ciclo) e Secundário, não representando encargos para as autarquias. No caso de Nisa, a candidatura prevê ainda a integração da educação pré-escolar (Jardim de Infância de Nisa) e do 1º ciclo no futuro Centro Escolar. De acordo com Gabriela Tsukamoto, presidente da Câmara Municipal de Nisa, a candidatura à remodelação de equipamentos do 2º e 3º ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário é comparticipada pelo QREN em 80%, cabendo os restantes 20% ao Ministério da Educação, o que representa um investimento de 3,5 milhões de euros. Já relativamente ao pré-escolar e 1º ciclo, embora a candidatura seja igualmente financiada pelo QREN, caberá ao município assegurar a restante comparticipação. A autarca assegurou ainda que as escolas do 1º ciclo de Alpalhão e Tolosa se manterão em funcionamento nos respectivos locais. Com um prazo de execução de 15 meses e um investimento total de cerca de 4,5 milhões de euros - que inclui os equipamentos do 1º ciclo e pré-escolar e os arranjos envolventes -, as obras devem arrancar até ao final de 2011. ORDEM DOS ARQUITECTOS PEDE ANULAÇÃO DO CONCURSO PÚBLICO Entretanto, e após o lançamento do anúncio do Concurso Público para a Aquisição de Serviços para a Elaboração do Projecto para Construção do Centro Escolar de Nisa no Diário da República de 16/03/2011, a OASRS veio publicamente recomendar a não participação no referido concurso e a “anulação destes procedimentos concursais e o lançamento de novos concursos”. Segundo a OASRS, em causa está o facto de o anúncio estabelecer um prazo de nove dias para a apresentação de propostas e de 15 dias para a execução do contrato, prazos que consideram “manifestamente reduzidos para que os concorrentes possam responder de forma ponderada, responsável e competente”, acrescentando que “o digno exercício da Arquitectura não se coaduna com prazos desta natureza”. Apesar de não ter tido acesso ao Processo de Concurso, a OASRS esclarece na sua página na internet que “não recomenda a participação neste Concurso porque efectivamente considera que o Anúncio publicado contém dissonâncias quanto à interpretação da legislação aplicável (…) e quanto ao disposto nos Estatutos e Regulamento de Deontologia da Ordem dos Arquitectos”, considerando que este procedimento “poderá lesar as legítimas expectativas/direitos dos nossos membros e o devido regular da Encomenda e Interesse Públicos”. Teresa Melato
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in http://www.publico.pt/Cultura/serpentine-gallery-revela-projecto-de-peter-zumthor_1488708
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Porto | Nova Praça de Lisboa | Nuno Merino | Pedro Balonas
JVS replied to Dreamer's topic in Arquitectura
in http://porto24.pt/vida/09042011/praca-lisboa-porto-no-rules-great-spot/ -
Projecto de 19 milhões EDP quer fazer centro cultural voltado para o rio Tejo 04.04.2011 - 16:47 Por Luis de Freitas Branco A zona de Belém, em Lisboa, já é conhecida pelos espaços culturais e a EDP pretende agora reforçar essa faceta contribuindo com uma nova oferta. A distribuidora portuguesa de electricidade vai construir um novo centro cultural ao lado do Museu da Electricidade, um projecto de 19 milhões de euros, assinado pela arquitecta britânica Amanda Levete e apresentado ontem pelo presidente da EDP, António Mexia. O espaço é descrito como “dinâmico” e “criativo” (Foto: DR) O mesmo responsável frisou que o centro funcionará no eixo cultural onde está o Centro Cultural de Belém (CCB) e o futuro Museu dos Coches, classificando o sítio como "privilegiado e único": o Tejo será utilizado como uma "propriedade intrínseca" do edifício e as marés entrarão pelas escadarias exteriores do centro. Amanda Levete, um nome em ascensão da arquitectura britânica, será também a autora da extensão do famoso Museu Victoria & Albert, em Londres. O novo espaço em Belém, com 4000 metros quadrados, estará pronto no final de 2013, segundo António Mexia. É "um centro cultural sem barreiras", "um edifício tão aberto ao público que se pode andar por cima dele", explicou o presidente da EDP, descrevendo o espaço arquitectónico como "dinâmico" e "criativo". O novo centro cultural vai complementar as actividades do Museu da Electricidade, albergando exposições, principalmente de arte contemporânea. Durante a apresentação do projecto, Mexia anunciou um aumento de 40 por cento no orçamento da Fundação EDP, que destinará seis milhões de euros por ano de investimento para o edifício. A área de exposição terá 1600 metros quadrados, estando também previsto um anfiteatro com cerca de 200 lugares, um café e uma loja. A "austeridade" do edifício do Museu da Electricidade e o seu interior, que já é, em si, uma exposição de arqueologia industrial, tornam difícil a realização de exposições de arte contemporânea, sustentou Mexia. Projecto agrada ao Igespar Para fazer o centro cultural, o projecto propõe a demolição do que está a nascente do Museu de Electricidade, um edifício classificado como imóvel de interesse público. Os cinco edifícios, como os armazéns com as reservas do museu ou a subestação da EDP da área de Belém, estão incluídos numa zona especial de protecção e, por essa razão, o projecto tem de ser aprovado pelo Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (Igespar). O director do Museu de Electricidade, Eduardo Moura, que tem acompanhado o processo, diz que já houve "um contacto informal com o Igespar, sem compromisso", acrescentando que o instituto lhes deu "conforto em relação à linha de pensamento". "O novo edifício vai cumprir todas as funções dos actuais edifícios e acrescentar uma sala de exposições. O pensamento interessante é transformar isto num único edifício que volte o espaço para o rio e que valorize a zona de Belém." Gonçalo Couceiro, director do Igespar, confirma que o projecto lhe foi apresentado "informalmente" e, embora não se possa pronunciar directamente sobre ele, considera que "uma boa solução de arquitectura contemporânea virá sempre contribuir para a requalificação" de Belém, onde já existem outros exemplos de obras contemporâneas, como o CCB e o novo Museu dos Coches, actualmente em construção. As formas fluidas, redondas, ondulantes são a imagem de marca de Amanda Levete, cujo projecto para o Victoria & Albert, em Londres, vem substituir uma proposta polémica de Daniel Libeskind. Onde Libeskind propunha uma série de blocos empilhados de forma aparentemente caótica, Levete desenha um espaço público aberto e assente sobre uma grande galeria de exposições subterrânea. Durante muito tempo, Levete foi mais conhecida como a mulher e sócia do arquitecto Jan Kaplicky no atelier Future Systems. "Até ao infinito e mais além" era o título de um artigo do jornal inglês Guardian, em 2009, que explicava que Levete e Kaplicky tinham sido responsáveis "por alguns dos mais emocionantes edifícios da era espacial" no Reino Unido. Depois da morte de Kaplicky, em 2009, Levete (que entretanto se divorciara) abriu o seu próprio atelier, que actualmente tem projectos em diversos países, incluindo um hotel em Banguecoque e uma estação de metro em Nápoles, em colaboração com o artista Anish Kapoor. Além de Eduardo Moura, director na área da ciência, educação e ambiente, a Fundação EDP tem hoje como director cultural José Manuel dos Santos, ex-assessor cultural dos Presidentes da República Mário Soares e Jorge Sampaio, e como programador da área das artes plásticas João Pinharanda, comissário e crítico de arte. Actualmente, o Museu da Electricidade tem três exposições: Snohetta, sobre arquitectura norueguesa, Fora de Escala, com desenhos e esculturas de Manuel Baptista, e uma de fotografia de Paulo Catrica. com A.P.C. e I.S.Notícia actualizada às 15h26 de 05.04.2011 in http://www.publico.pt/Local/edp-quer-fazer-centro-cultural-voltado-para-o-rio-tejo_1488233?all=1
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GaCS: Governo assina contrato para cedência de lotes destinados à construção de habitação no Loteamento das Sete Cidades Sexta, 01 Abril 2011 13:45 Ponta Delgada, 1 de Abril de 2011 Governo assina contrato para cedência de lotes destinados à construção de habitação no Loteamento das Sete Cidades ( anexo disponível no site ) A Secretaria Regional do Trabalho e Solidariedade Social assinou hoje em Ponta Delgada, com a empresa AFAVIAS – Engenharia e Construções - Açores, SA, um contrato para a cedência de 27 lotes infra-estruturados, num investimento público superior a 754 mil euros, destinados à construção de habitação, em regime de custos controlados, situados no Loteamento das Sete Cidades, no concelho de Ponta Delgada. O empreendimento, cujo projecto é da autoria do arquitecto Souto Moura, que foi recentemente distinguido com o prémio Pritzker, considerado como o Nobel da Arquitectura, desenvolve-se numa parcela de 13 mil metros quadrados, onde serão constituídos 28 lotes, dos quais 27 se destinam à construção de habitação. Dos 27 lotes unifamiliares, 18 são de tipologia T3 e 9 de tipologia T2. O Loteamento das Sete Cidades, que conta com um investimento global público e privado superior a mais de 3,4 milhões de euros, prevê, ainda, um equipamento social. De acordo com a Secretária Regional do Trabalho e Solidariedade Social trata-se de um “empreendimento de extrema qualidade”, que irá dignificar aquela zona. O projecto em causa respeita, ainda, a traça urbana da freguesia das Sete Cidades. Segundo realçou, a construção deste loteamento visa contribuir para a fixação das populações nas suas áreas de residência, diminuir o êxodo rural e o abandono dos núcleos habitacionais tradicionais, reforçando, assim, a vida e a continuidade destas comunidades. A governante regional aguarda agora que o licenciamento camarário ocorra com celeridade para que os promotores do projecto possam, no prazo contratualizado, construir as respectivas habitações. Em relação às “benfeitorias”, o Governo dos Açores encontra-se a desenvolver um quadro legislativo que visa regularizar as situações desta natureza existentes na Região. Na ocasião, Ana Paula Marques destacou, ainda, os diferentes programas de apoio no âmbito da Habitação, os quais sofreram, nesta legislatura, um aumento de 20% ao nível dos apoios destinados às famílias. A reabilitação urbana, a recuperação de habitação degradada e o incentivo ao arrendamento, este último no âmbito do Programa Famílias com Futuro, são algumas das áreas prioritárias para o executivo açoriano. in http://correionorte.com/governo-dos-acores/17519-gacs-governo-assina-contrato-para-cedencia-de-lotes-destinados-a-construcao-de-habitacao-no-loteamento-das-sete-cidades
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Ordem dos Arquitectos vai mostrar como se restaura e reabilita uma casa centenária 11.03.2011 - 15:27 Por Sérgio C. Andrade A Secção Regional do Norte da Ordem dos Arquitectos (SRN/OA) quer fazer da sua nova sede no Porto um paradigma do que deve ser o trabalho de recuperação de casas antigas. As novas instalações da Ordem vão ficar na Rua de Álvares Cabral (n.ºs 136/150) e, para o efeito, vão ser restauradas e reabilitadas duas vivendas centenárias adquiridas em 2002. Do concurso realizado, dois anos depois, para o desenho da obra - que contou com meia centena de concorrentes -, saiu vencedor o projecto do atelier NPS (Rui Neto, Odete Pereira e Sérgio Silva). "O objectivo da Ordem era fazer tanto da aquisição como do próprio projecto uma operação didáctica; queríamos instalarmo-nos no centro histórico do Porto mas também mostrar como se faz a recuperação dum prédio antigo", disse ao PÚBLICO José Fernando Gonçalves, actual presidente da SRN/OA, numa visita guiada ao edifício em Álvares Cabral, que se encontra bastante degradado. O programa da futura sede - cujo custo ronda os 1,5 milhões de euros, e que deverá ficar concluída em 2014 - é acomodar os serviços administrativos da Ordem, um pequeno auditório, uma sala polivalente, uma galeria de exposições, uma loja e ainda divisões que poderão ser rentabilizadas em eventos públicos. Tudo isto distribuído pelas duas vivendas antigas, depois de recuperadas, e por um terceiro módulo, que será construído de raiz no logradouro da propriedade. As casas adquiridas pela SRN/OA - por 574 mil euros - foram as habitações de duas filhas do industrial portuense António José Gomes Samagaio, gerente da Fiação do Jacinto. Começaram a ser construídas em 1899, pelo mestre-de-obras Manoel Alves Ferreira, tendo sido das primeiras a nascer na nova rua que acabava de ser aberta (ver caixa). Inicialmente tinham apenas um piso, mas em sucessivas intervenções realizadas até 1925 foram crescendo até adquirirem a volumetria e o desenho que apresentam hoje: uma configuração praticamente simétrica, com três pisos e três frentes, fachadas com azulejos azuis (a cor dominante na rua) de revestimento e decorativos, varandas e varandins, janelas e vitrais, tudo com uma qualidade de arquitectura que viria a marcar toda a rua. "Foi um exercício curioso resolver o interior deste quarteirão formado por dois lotes estreitos e compridos", diz Rui Neto, realçando o facto de as duas vivendas apresentarem diferentes graus de degradação. "Uma das filhas do industrial era mais cuidadosa do que a outra", comentou o arquitecto, referindo-se ao facto de uma das casas estar em melhor estado. Isso vai permitir o seu restauro com o aproveitamento da traça original, com as madeiras, os estuques, as colunas decorativas... Já a segunda casa, bastante estragada, exigirá uma intervenção diferente, mais de reabilitação do que de restauro - daí "o carácter exemplar" que José Fernando Gonçalves reivindica para este projecto. O terceiro módulo da intervenção implica destruir as cozinhas instaladas no logradouro e a garagem e construir um edifício em "U" ligado aos dois já existentes, onde ficarão alguns espaços de utilização pública. Foi a este múltiplo desafio que respondeu o projecto do atelier NPS. "A nossa estratégia era que o edifício continuasse a contar a sua história: apostámos em três modos diferentes de intervenção, assumindo as suas diferenças, mas sem quebrar a homogeneidade e evitando transições abruptas", diz Rui Neto. Com os seus colegas - todos formados pela Universidade Lusíada no Porto, e com especialização em Recuperação -, foi depois chamado a adequar o projecto pensado em 2004 à nova legislação relativa a questões como a sustentabilidade energética. "O licenciamento do projecto é anterior à nova legislação, mas a Ordem - e bem - achou que deveria dar o exemplo no melhor aproveitamento das novas tecnologias nessa área", nota o arquitecto. in http://www.publico.pt/Local/ordem-dos-arquitectos-vai-mostrar-como-se-restaura-e-reabilita-uma-casa-centenaria_1484392
