Park Rubiks Cube Equipamento / Apoio de Praia – bungalow Concurso: Arquitectura.pt "Espaços Habitáveis" Arquitectura: Ruy Santos Software: Autocad, 3dStudio Viz, V-ray, Photoshop Data: 2007 O contexto: Relacionado com os recentes acontecimentos na Costa da Caparica e também um pouco por toda a costa portuguesa, a erosão e o fenómeno das Marés Vivas junto às populações, obriga a continuas e sempre difíceis obras para uma solução de um problema que é urgente resolver. A ideia: Cubo mágico ou Cubo de Rubik é um quebra-cabeças tridimensional inventado em 1974 pelo húngaro, escultor e professor de arquitectura Ernö Rubik. Originalmente recebeu a denominação de Cubo Mágico, mas em 1980 o nome foi mudado para Cubo de Rubik. O Cubo de Rubik é um cubo geralmente confeccionado em plástico e possui várias versões, sendo a versão 3x3x3 a mais conhecida, composta por 54 faces e 6 cores diferentes, com aresta de aproximadamente 5,5 cm. É considerado um dos brinquedos mais populares do mundo, atingindo um total de 300 milhões de unidades vendidas, bem como suas diferentes imitações! A descrição: Com este exercício Hibrido de reinterpretação e reapropriação do espaço. O conceito centra-se na capacidade de conversão do standerizado cubo de Rubiks,( que muitos ainda hoje tentam resolver) e transformá-lo em singular e original "espaço de acolhimento temporário". A simplicidade deste objecto centra-se na sua multiplicação de faces (com 90cm cada) com capacidade de algumas delas deslizarem sob uma calha proporcionando grandes aberturas que garantem a entrada de luz natural e respectivo arejamento do espaço interior. A sua capacidade para ser repetido e agrupado em núcleos formando aldeias de RUBIKS, transforma-o num objecto com uma linguagem muito rica e onde se poderá explorar uma infinidade de materiais. Podemos dar largas à nossa imaginação e teremos cubos totalmente diferentes: vidro, plástico, cortiça, acrílicos, alumínios, ferro, madeiras etc. com ou sem caixa de luz, todos eles com uma procura no contexto de uma intervenção contemporânea. Considerou-se essencial conceber uma estrutura versátil e “aberta”, multi-funcional, susceptível de se adaptar às especificidades dos lugares e dos seus habitantes. O objecto proposto traduz-se no desenho geométrico de um cubo subdividido em 27 pequenos cubos, de 90 cm de lado, totalizando 27m3 de volume, 54 faces exteriores. Todo o seu interior está modelado com base nas faces exteriores: os módulo da cama, a zona de refeições, os móveis superiores, são todos subdivididos em três módulos, cada um com 90cm. Para suporte das faces existe uma estrutura metálica de encaixe, formando os apoios principais de toda a estrutura do corpo e onde corre as calhas de deslizamento das janelas. Viver a Cores! Ruy Santos