lmorgado
Membros-
Posts
68 -
Joined
-
Last visited
Content Type
Profiles
Forums
Events
Everything posted by lmorgado
-
Lisboa não abre um concurso de arquitectura desde 1991
lmorgado replied to Bruno_Rosa's topic in Arquitectura
Bem apontado! Realmente não é digno de uma capital como Lisboa estar tanto tempo sem fazer concursos. É a urgência, é o amiguismo, é a falta de visão, é o provincianismo... é muito triste. -
Se a escala da maquete é 1/50, podes usar o K-line (espuma entre 2 cartolinas) com duas espessuras: 3mm para o interior e 6mm para o exterior. Para os vãos de vidro acho que podes usar o acrílico (transparente). Quanto ao cartão prensado não confundir com mdf. Boa maquete e mostra depois o resultado. Avança sem medo. As hipóteses de errar são muitas, mas é com os erros que aprendemos.
-
Bem apanhados. Também podia ser obrigatório incluir uma ventoinha... A propósito, podia-se mudar o nome do concurso para "100x100 - Espaços INhabitáveis". Se eu fosse júri dava um prémio colectivo aos habitantes: "Mudança imediata para espaços habitáveis".
-
Obrigado Connecty. É realmente o mesmto tipo de trabalho. O Felice Varini é espectacular. Na net percebemos que há fóruns com alguma polémica sobre os dois realçando ou as semelhanças ou as diferenças. O que interessa é que nestes trabalhos se conjuga arquitectura, pintura e fotografia. A fotografia para Rousse é o produto artístico em si.
-
A propósito do Tópico http://www.arquitectura.pt/forum/f77/ilusoes-no-metro-3268.html lembrei-me do artista Georges Rousse que apesar de não ser nenhuma novidade não deixa de fascinar porque esforça-se por inverter o processo dos arquitectos: Quer que vejamos duas dimensões onde de facto há 3 (neste caso são mesmo 3, uma vez que o tempo é fixado e anulado no instante da fotografia. http://www.rousseprojectdurham.com/theProject.html
-
Segui o Joandiascarvalho e fiquei apaixonado pelos projectos do fotógrafo Michael Wolf. Grande fotógrafo. Os trabalhos que mais me marcaram foram: Multiples http://www.photomichaelwolf.com/china_multiples/index.html 100x100http://www.photomichaelwolf.com/100x100/index.html Ou de como a "densidade" que é quase uma estratégia obrigatória nas abordagens contemporâneas da arquitectura e do território, se pode tornar um pesadelo... Mas que passada pelo filtro do fotógrafo é ao mesmo tempo terrível e bela.
-
Foi uma conferência muito enriquecedora e perturbadora. O arquitecto Ricardo Devesa apresentou a revista BASA (do colégio de Arquitectos das Canárias) e a sua política editorial que vai contra todos os estereotipos de revistas de arquitectura actuais. Apresentou também a realidade terrível e selvagem do território das Canárias que está a ser destruído pela pressão turística. Resumindo, a revista põe-nos a pensar sobre o que é ou o que deve ser "ser-se arquitecto" num contexto adverso (que é afinal também o nosso). Vale a pena folhear a BASA: http://www.basa.es/BASA29.htm
-
Sitowo, era bom estudares um pouco de desenho técnico para assimilares a nomenclatura e as regras básicas. De qualquer modo, o teu "plano" para nós é uma planta. Olha com atenção para os desenhos desta casa do Arquitecto Souto Moura, lá tens plantas, cortes e alçados http://www.arquitectura.pt/forum/f10/souto-moura-casa-cascais-1655.html
-
A complexidade da elaboração de uma maquete depende da complexidade do projecto e do objectivo da maqueta. Se for uma maquete de estudo não há necessidade de grande preocupação em termos de acabamento, mas se for uma maquete final exige-se um cuidado maior. É recomendável começar por uma maquete de estudo uma vez que de certeza que vão aparecer problemas que em desenho 2D estão ocultos. Utilizar uma maquete de estudo é uma boa metodologia para projectar.
-
Cascais | Moradia Unifamiliar | Eduardo Souto Moura
lmorgado replied to 3CPO's topic in Arquitectura
Esta casa motivou reflexões muito interessantes sobre a inspiração e a originalidade. De facto o habitar das casas de Souto Moura está recheado de inspirações Miseanas mas também de todo um imaginário que invadiu os EUA nos anos 50 com as "case study houses", com Neutra, com Breuer, etc. A mestria de Souto Moura está em saber olhar e não ter complexos de tomar como base o que já existe de forma às vezes muito explícita. Uma vez ouvi-o dizer numa conferência que quando os alunos lhe apresentavam projectos fracos ele os incentivava a copiar os bons projectos. Noutra ocasião ouvi falar de um professor dizer aos seus alunos que não estavam na faculdade para inventar nada... os Gregos já tinham inventado tudo. Não se tratava de inventar, mas aperfeiçoar. -
O catálogo da referida exposição "Living in motion, Design and architecture for flexible dwelling" (ed. Vitra Design Museum) é interessantíssimo, com separata resumo de textos em português Há uma tese de mestrado muito boa sobre flexibilidade (obrigatória) Almeida e Paiva, Alexandra - Habitação flexível. Lisboa: FA UTL, 2001 Há trabalhos do LNEC que abordam a flexibilidade e a adaptabilidade e e evolutividade da habitação: António Baptista Coelho e Reis Cabrita - habitação evolutiva, adaptável e evolutiva, Lisboa, LNEC, 2003 Gausa, Manuel - Housing Nuevas alternativas, nuevos sistemas. Barcelona. Actar, 2002 E diversas teses e trabalhos de investigação do MIT sobre habitação open source etc
-
Há Dias De Azar E Coisas Do Arco Da Velha
lmorgado replied to carlos costa dias's topic in Arquitectura
Solução 1 - Sobrepor ao pavimento existente um "pavimento" contínuo tipo Virocfloor, aço corten, contraplacados de exterior ou qualquer outro do género(eventualmente com apoios intermédios entre o novo e o existente). Sobre esse "pavimento" aparafusar a dita pérgula... Solução 2 - Aparafusar a pégula à parede. O isolamento é pelo exterior? Deve haver um pano de tijolo de 0,15, ou não? Solução 3 - Vender a pérgula. -
Quais são as limitações do Archicad? Na verdade, de início o Archicad pareceu-me muito limitador, mas à medida que se avança chega-se à conclusão que é um software muito potente. Não entro na discução Archicad versus Revit, uma vez que ambos são bons e possivelmente estão ao mesmo nível apesar do longo historial do Archicad. Parece-me que se continuares a explorar o programa vais começar a perceber o que digo.
-
Um ranking discutível é certo, mas há algum que o não seja? Fiquei um pouco surpreendido de não haver nenhuma obra do Mies van der Rohe. Nem a Frarnsworth? Nem o Seagram? Provavelmente para o cidadão comum "Less is Less".
-
Trienal | Lisboa | Salas de Chuto | Paulo Moreira e Diogo Matos
lmorgado replied to 3CPO's topic in Arquitectura
Esta é uma proposta exemplar a vários níveis. Primeiro é forte pelo programa e não pela forma. Segundo questiona o papel do arquitecto enquanto actor social. Terceiro aponta com muito humor a hipocrisia dos políticos e por arrastamento a de todos os bem falantes (a maior parte de nós arquitectos) que com uma suposta autoridade advogam soluções (ás vezes milagrosas outras vezes simplistas) para o território e para a sociedade. -
"Desde la Ultra Periferia: As Ilhas Canarias, um modelo de colonização selvagem doTerritório" pelo arquitecto espanhol Ricardo Devesa (Valencia, 1970), vice-director da revista BASA do Colegio Oficial de Arquitectos das Canarias. Seguidamente à conferencia passará a estar disponivel pela primeira vez em Portugal a Revista BASA, revista oficial do COACanarias.Vimos relembrar-lhe que a Livraria Buchholz convida-o a estar presente hoje, quinta-feira 14 de Junho, pelas 18h,na sua sala-auditorio, por ocasiao da conferencia.
-
Um bom sítio para ver um belo projecto de execução é na Trienal, no pavilhão de Portugal - piso superior: temos à nossa disposição o projecto de execução da torre do Souto Moura na Av da Boavista. Podemos também consultar o livro dos Promontório sobre o Bloco de Carnide (ed. Asa) ou o do Souto Moura do Pav. Multiusos de Viana do Castelo (ed. Civilização). Mas o melhor mesmo é participar num projecto de execução e ter acesso a um arquivo de um atelier com História.
-
Aparttube Luis Manuel jorge Morgado Arquitecto Propomos um módulo “contentor de vida” que denominamos “Apart-Tube”. No horizonte desta solução estão exigências de economia, flexibilidade e ecologia. O módulo base é um cilindro em betão, com 7,50 metros de comprimento e um diâmetro exterior de 3,00 metros. O volume interior tem cerca de 24 m3. O espaço interior pode acolher qualquer tipo de infraestruturas básicas, prevendo-se um espaço técnico sob o pavimento que acolhe as infraestruturas consideradas necessárias em cada caso. A possibilidade de conjugar diversos elementos com uma gama mínima de materiais oferece uma solução com reduzidos custos e que pode ser desmontada ou reequacionada em qualquer altura. O conceito de “módulo base” permite equacionar alternativas de expansão e conjugação. Há então acesso a diversas modalidades de ocupação: Habitar, Trabalhar ou ambas e outras capacidades também variáveis. O módulo base será o habitat mínimo para uma só pessoa com 14,40 m2. O módulo B poderia ser uma unidade independente mais completa com 20,40 m2. A composição Mista com 34,80 m2 poderia destinar-se aos que conjugar trabalho e habitação. A composição Duplex com 28,80 m2 está vocacionado para vários moradores em coabitação. Entre os vários destinos do módulo “Aparttube” seleccionamos: Ocupar interiores de quarteirões livres Ocupar coberturas de edifícios Ocupar temporariamente zonas de paisagem natural protegida Servir de habitação de renda baixa para jovens Servir de habitação em caso de urgência ou calamidade Servir de habitação a pessoas “sem-abrigo” Servir de escritório temporário de baixo custo Servir de pequena oficina para artesãos ou artistas Servir de habitáculo de unidade hoteleira vanguardista Nas imagens que submetemos a concurso, simulamos uma hipótese de ocupação do espaço interior de um quarteirão nas Avenidas Novas em Lisboa. Poderia então ser formalizado um bairro que podemos designar de “Vila Aparttube”. Uma actuação destas contribuiria para re-povoar o centro da cidade, trazendo-lhe vitalidade e sangue novo.
