3CPO
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Segundo as propostas aprensentadas, já foi decidida a estrutra curricular de 3+2... O IST, a FAUTL, e outros que mais já apresentaram o seu plano de estudos para Bolonha. E segundo os decretos do governo, o curso de arquitectura é um curso monobloco e como tal, não terá propina de mestrado a partir do 3º ano... Vamos ver o que muda...ainda está tudo muito indefinido...
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Bem, é uma questão pertinente, mas algo se está a inverter...tu vais estagiar e ainda tens que adquirir o software para determinado estabelecimento? Estranho...
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Se alguém tiver mais imagens ou alguns projectos do Dubai...era bom para se perceber a ideia de mudança... Abraços
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Ola, Pavilhão Multiusos - Viana do Castelo - Souto Moura Civilização Editora Tem todas as fases, incluindo projecto de execução
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O que vai ser do Dubai? O que é da África? Em tempos passados também foi bastante bom no que tocava a plantações e agricultura...
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Espectacular... um bom trabalho. Já agora, modelas isso em Max? E depois convertes para que extensões? Abraços
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Bem, um fórum da Faculdade de Arquitectura e nem uma única secção de arquitectura...ai ai... É mais o fórum de estudantes da Faculdade de Arquitectura...talvez isso... Abraços
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Isto quando se percebe de fóruns é outra categoria...8) Até dá gosto... Abraços
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Bem-vindo ao Arquitectura.pt; espero que possas contribuir com a tua experiencia e conhecimento. Abraços
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Iremos alojar as imagens dos tutoriais no Arquitectura.pt caso o autorizes. Abraços e continuação de bons tutorias.
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Creio que possa ser um pequeno problema das nossas configurações. Iremos rever o mais brevemente possivel. Abraços
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Fantástico Tutorial...é uma abordagem bastante importante quando se começa do "zero" a trabalhar com determinado programa. Não posso deixar de informar que deverás ler o Tutorial sobre alojamento e públicação de imagens no fórum: http://www.arquitectura.pt/forum/showthread.php?t=1589 ou http://www.arquitectura.pt/forum/showthread.php?t=1435 Aproveito para lembrar que actualmente cada membro tem direito a 3MB de alojamento no fórum Arquitectura.pt: http://www.arquitectura.pt/forum/showthread.php?t=1034 Deste modo nunca existirão broken links. Aguardamos a republicação deste post da forma indicada. Abraços
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Experimenta carregar o Avatar através do teu computador. Tens a opção de carregar a partir do teu pc. Devo informar que o avatar é limitado a 80 x 80 pixeis e a 19.5kb. Abraços
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Habitar - Público vs Privado - Exercicio Proj Arquitectura
3CPO replied to 3CPO's topic in Arquitectura
Está vazio... Se reparares existe uma intenção de criar 2 polos...um mais habitacional e outro mais "comercial" de acordo com a própria vivência das duas ruas. O "vazio" central remete ao logradouro... Abraços -
Architectural Design Competition and Exhibition The City of Wilmington is pleased to announce the “Saving Spaces—Progressive Designs for Infill Lots” competition. The City is hosting a juried architectural design competition/exhibition to develop a design catalogue of economical residential infill single family detached and duplex housing units for use within the context of Wilmington’s Historic Districts. Design Excellence Merit Award Winners and Peoples Choice Winner will be published in a catalogue with contact information. Design Challenge: To respect the past and embrace the present without creating a false sense of history To use contemporary materials and designs to create economical housing that is harmonious with the existing historic context. 14th July: Registration Deadline 8th September: Submission Deadline Site Oficial: http://www.savingspaces.org
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Lisbon Ideas Challenge Deadline: July 15, 2006 The Lisbon Ideas Challenge, Designing with Photovoltaics, has begun an international ideas competition to develop innovative urban structures that integrate photovoltaic technology. Ideas should have technological as well as business potential. Site Oficial: www.lisbonideaschallenge.com.pt
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2006 International Bamboo Building Design Competition An Architecture Design Competition of Structural Bamboo Buildings Competition Objectives: This competition has been created to develop new award winning designs for bamboo buildings, raise awareness of the use of certified structural bamboo for building code approved structures, and introduce architects, designers and builders to working with bamboo as a structural material. Building Design Categories: There are design categories for different types of bamboo buildings, and winners will be chosen in each design category. Sponsors, Partners and Affiliated Organizations: Bamboo Technologies, currently manufacturing 20 models of certified building code approved bamboo houses, is looking for new award winning designs, and has the capacity to manufacture new designs at its bamboo building factory. Registration: Open to architects, builders, designers, students anywhere in the world. Registration deadline is December 31, 2006. Schedule: Submissions by January 15, 2007. Submissions: Entries are electronic files submitted by ftp or email. Jury: Juries of experts and notable people are being selected for relevant categories. Events will be planned and announced for winners in January 2007. Awards: Competition is designed for winners in many categories. • Winning designs may be built by Bamboo Technologies, royalties to designer. • Overall First Prize $5,000. Second Prize $3,000. Third Prize $2,000. • Finalists announced on the competition website and can vote on best designs. • Winning designs will be announced in international publications and media. • Free stay in a bamboo resort house in Maui, Hawaii. • Finalists may be included in upcoming book on bamboo buildings. Site Oficial: http://www.bamboocompetition.com/
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Shrinkage Worlwide AWARD 2006 Submit entries by September 15 2006 goal: seeding cultivating a desired culture for a better world in an extended sense of the word completion of the competition will built the foundation for the realization of a unique travelling exhibition project which creating a cultural focal point and will provide a thought-provoking and mind-stretching momentum among both ordinary and professional people. Mais informação aqui: http://www.thearchitectureroom.com/IMAGES/SF_Award_2006_A4.pdf
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Bem...segundo o plano de Bolonha a escola deixa de fazer o que faz actualmente: dar a informação...e passa a dar temas de estudo. Actualmente muitas universidades funcionam com transmissão directa de conhecimentos e que desta forma reduziria o "conhecimento" adquirido. O que supostamente vai acontecer é a mudança para transmissão de temáticas e tópicos de estudo, tendo o aluno mais tempo para pesquisar, ler e estudar. No ISCTE estão a rever os planos de estudo a aprovar e prevêm-se mais horas de acompanhamento de projecto do que horas de transmissão de conhecimento. Abraços
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Reconstrução da Cidade de Lisboa Pós-Terramoto ISCTE - Análise do Plano Nº1 de Reconstrução da Baixa Pombalina - Trabalho de Grupo 3º Ano - Projecto Urbano I Por entre ruínas, miséria e o desespero era necessário criar um plano de reconstrução para a cidade de Lisboa sendo este destinado ao futuro e ao bem-estar de todos. Sebastião José de Carvalho e Melo que revelou ser um homem forte de acção, capaz de ultrapassar as adversidades, ordenara que o engenheiro-mor do Reino, o velho Manuel da Maia, estudasse a reconstrução da cidade, (e entregasse ao Duque de Lafões, Regedor das Justiças) sendo as propostas deste elaboradas afanosamente, entregando a primeira parte do seu memorando a 4 de Dezembro de 1755, a Segunda a 16 de Fevereiro de 1756 e a terceira e última parte a 19 de Abril de 1756.Na primeira parte das suas dissertações este inicia a sua exposição apresentando cinco modos que considera possíveis para a reconstrução da cidade de Lisboa: “O primeiro modo restituí-la ao seu antigo estado, levantando os edifícios nas suas antigas alturas, e as ruas nas suas mesmas larguras”. “O segundo modo, levantando os edifícios nas suas antigas alturas, e mudando as ruas estreitas em ruas largas”. “O terceiro modo, diminuindo as alturas [dos edifícios] a dous pavimentos sobre o térreo, e mudando as ruas estreitas em largas”. “O quarto modo, arrazando toda a cidade baixa, levantando-a com os entulhos, suavizando assim as subidas para as partes altas, e fazendo descendo para o mar com melhor correnteza das águas, formando novas ruas com liberdade competente, tanto na largura como na altura dos edifícios que nunca poderá exceder a largura das ruas [...] livrando Lisboa baixa das inundações que padece em ocasiões de maré-cheia”. “O quinto modo, desprezando Lisboa arruinada, e formando outra [cidade] de novo desde Acantara até Pedrouços [belém]; com permissão porém de que os donos das casas de Lisboa arruinada as pudessem levantar como quizessem”. Assim Manuel da Maia enunciava as duas alternativas fundamentais: reconstruir Lisboa no mesmo local, ou criar uma nova cidade na margem ribeirinha de Belém. Mas constata-se a dificuldade de Manuel Maia em escolher entre os cinco modos referidos mas este conclui: “ Só a eleição que S. Majestade fizer do sitio para o seu Real Palácio poderá fazer pesar a opinião que lhe for mais apropriada”. Ao longo de toda a sua dissertação sobre a renovação da cidade de Lisboa Manuel da Maia apresenta uma visão inovadora do espaço urbano enquanto espaço público, onde a vida social se desenrola, e que consequentemente deve ser planeado com essa finalidade. E é esta visão que demostra claramente uma preocupação com o bem-estar da população lisboeta. Examina assim os melhoramentos técnicos que dizem respeito principalmente aos esgotos e recolha de lixos, ao abastecimento domiciliário de água e das bocas de incêndio. Propôs que sempre que possível, deverá ser construída uma cloaca (colector) no meio das ruas principais, a que se virão ligar as tubagens subterrâneas dos edifícios. As ruas mais movimentadas deverão ter arcadas “[...] para comodidade da passagem da gente em tempo de inverno, e chuvoso [...]”, e ter de largura cerca de 60 palmos, tendo dois passeios com dez palmos de cada lado. Para além destas preocupações Manuel da Maia insiste e repete a ideia de que os novos edifícios deverão ter apenas três andares, e recomenda que Eugénio dos Santos desenhe todas as fachadas para garantir a harmonia de composição de cada rua. A última parte do seu trabalho apresenta a exposição de vários desenhos ilustrados ou seja as diversas alternativas da planificação de Lisboa, depois deste ter organizado três equipas de engenheiros militares, fornecendo a cada um o levantamento topográfico de 1718 sobre o qual deveriam trabalhar e executar plantas da nova cidade. Mas Manuel da Maia impõe que os templos e as capelas sejam mantidos nos mesmos sítios, e sugere a criação de novas praças com vista a uma maior circulação do ar e que se desenhe uma nova praça no Terreiro do Paço. Deste projecto nascem seis plantas das quais os autores são: Planta Nº1 - Pedro Gualter da Fonseca e Francisco da Cunha Planta Nº2 - Capitão Elias Sebastião Pope e José Pope Planta Nº3 - Capitão Eugénio dos Santos e Carvalho e Carlos A. Planta Nº4 - Pedro Gualter da Fonseca Planta Nº5 - Eugénio dos Santos e Carvalho Planta Nº6 - Elias Sebastião Plano Nº 1 - Pedro Gualter da Fonseca e Francisco Pinheiro da Cunha A esta equipa fora pedido que alargasse as ruas estreiras e abrisse os becos. Foi também pedido que alargasse as dimensões do Terreiro do Paço, para além de se colocar a Bolsa em local de destaque. Como resultado foi apresentado um plano com múltiplos quarteirões de forma irregular em que as ruas principais ligam vários largos. [Topografia e Estratégia de Adaptação ao Terreno] A topografia determinou a forma como se iriam clarificar certos aspectos: a imposição dada pelo Conde de Oeiras permite a regularização e consequente afirmação dos principais eixos da cidade antiga. Os declives do terreno justificam a direcção e torção de ínumeras ruas, principalmente nas zonas de transição entre a malha antiga e a nova. [igrejas e Edificios Notáveis] [Estrutura e Hierarquia - Antigo vs Novo] No plano para a nova cidade, previa-se que se mantivessem os dois eixos principais, as praças principais, as praças de articulação do traçado anexas às ruas principais. Estas ruas ganham uma maior importância devido à presença das igrejas, das praças e de edifícios notáveis. A relação com o traçado da cidade pré-terramoto é evidente, estando assinalados os eixos, as igrejas e edifícios notáveis que se mantiveram. [Estrutura de Quarteiroes - Antigo vs Novo] [Relação e Articulação da Malha com as praças - Antigo vs Novo] A estrutura de quarteiroes e respectiva malha urbana são evidentemente um reflexo da cidade pré-terramoto. A organização é elaborada segundo principios da época, mantendo uma estrutura base medieval. Nesta organização, as praças assumem um papel crucial na articulação das diversas malhas de quarteirões. [Tipologia de Fachadas] O alinhamento e repetição de fachadas torna-se um aspecto fundamental mencionado pelo Conde de Oeiras nas Dissertações. O uso de módulos facilita esta medida a adoptar na uniformização da nova cidade. Este sistema de módulos e repetição de fachadas irá depender da hierarquia e importância das ruas. [Tipologia 1 e 5] Aguardo Comentários Abraços
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A casa Privada e Pública ISCTE - Projecto de Arquitectura - 3º Ano 2005/2006 Enunciado: :!: Para verem as imagens, cliquem 2x para ficar com o tamanho original da imagem. :!: 01. Memória Descritiva 02. Cliente + Programa 03- Localização 04. Implantação 05. Síntese do Projecto 06. Perfil de Conjunto - Calçada da Ajuda 07. Perfil de Conjunto - Rua das Mercês 08. Planta do Piso 0 09. Planta do Piso 1 10. Planta do Piso 2 11. Corte AA' 12. Corte BB' 13. Corte CC' 14. Corte DD' 15. Alçado - Calçada da Ajuda 16. Alçado - Rua das Merçês 17. Fotomontagem 18. Render 19. Render 20. Render 21. Render Este trabalho corresponde à 1ª fase do exercício. A 2ª fase pretende a exploração construtiva e funcional do projecto. Abraços
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Aproveito para colocar uma pequena parte do processo de "construção" à escala 1:20...este processo serviu para experimentar e perceber a importancia do sistema construtivo e modular sobre o trabalho: Eis o processo:
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Conceitos Iniciais: a Rua dos Douradores tem diversas espacialidades e pausas de percurso que potenciavam a ocupação efémera do espaço público. O projecto iniciava-se no cruzamento da Rua da Conceição com a Rua dos Douradores e seguia rumo à Praça, fazendo pausas nos pequenos "largos" que pontuam a rua. A imagem que se segue é esclarecedora do conceito inicial. A rua seria pontuada com pequenos pavilhões temáticos que fariam alusão a alguns temas da Baixa Pombalina. Apesar de poder vir a ter algum interesse, esta noção de percurso fragmentava demasiado o visitante, permitindo uma dispersão a meio do mesmo. Devido a isso, o percurso da Rua dos Douradores manteve-se apenas por pequenos elementos aludindo apenas à exposição no enfiamento visual desta rua. O espaço criado integra-se tanto na praça através de uma escala controlada como na rua acima mencionada. O cubo dividido surge na medida em que inicialmente o conceito se concretizava num pequeno percurso que terminava numa plataforma superior onde se desenvolveria toda a exposição. Esta opção da plataforma verificou-se insuficiente devido à fraca presença do percurso no projecto, tal como o sistema de consola que pouca ou nenhuma relação tinha com o Pombalino...decidi reforçar a presença do percurso, criando um sistema de construção modular que permitisse acentuar o espaço expositivo ao longo do mesmo, criando um espaço central e alguma relação com a Praça e com a rua... Abraços
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Espaço Museulógico Efémero para a Baixa Pombalina 2º Ano - 2004/2005 - ISCTE O exercicio foi desenvolvido partindo de uma analise profunda sofre a Baixa, incidindo no Plano Pombalino, o Quarteirão, o Edifício tal como o Sistema Construtivo Pombalino. Tendo como base alguns principios Pombalinos, cabía-nos a tarefa de propor um espaço museulógico efémero na própria Baixa. Um dos aspectos mais importantes a salientar é o sistema construtivo tal como a sua integração e relação na malha da Baixa. A minha proposta localiza-se na Praça da Figueira, no enfiamento visual da rua dos Douradores. Esta localização previligia as diversas espacialidades desta rua, a qual iria ser pontuada com elementos que aludissem à exposição, chamando a atenção para alguns dos elementos mais marcantes da arquitectura pombalina. O facto deste "percurso" ao longo da Rua dos Douradores terminar na Praça da Figueira, potencia o próprio espaço efémero o qual tenta adoptar uma escala de acordo com esta praça. Existiu um afastamento propositado das zonas da Praça do Comércio, da Rua Augusta e da Praça do Rossio na medida em que estes adquirem uma escala desgarrada do propósito formal a propôr. Aqui fica o resultado resumido em painéis: [Painel 1 - Evolução Projectual - Conceito] [Painel 2 - Evolução Construtiva - Maquete] Abraços
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Kazuyo Sejima & Ryue Nishizawa Summer House - Usui-Gun - Japão - 1997 Trabalho de Análise - 2º Ano - 2004/2005 Este pequeno projecto traduz numa linguagem moderna a filosofia da casa tradicional japones, tratando com imensa sensibilidade a pele exterior e o espaço que contém. A envolvente é um filtro que regula o contacto com a natureza de um mundo interno ambíguo, replecto de reflexos, transparências e referências a valores culturais japoneses. O programa do projecto é uma casa de fim-de-semana para um casal japones, com uma filha artista que deseja expor a sua obra. Dado que se encotnra numa zona rustica, solitária, implanta-se, por motivos de segurança, uma construção com poucos vãos, encerrada sobre si mesma, usufruindo apenas de um sistema de patios internos que a projectam subtilmente para o exterior. Alguns Desenhos Técnicos (realizados no ISCTE): Abraços :okay:
