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leandro

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  1. Boas, Alguém me sabe dizer a localização geográfica desta obra? Pode ser com recurso ao google earth. Já tenho vários elementos desta obra mas queria ir ao local. Cumprimentos.
  2. Também tens uma reconversão de um moinho em habitação do José Gigante em Caminha, mas não é bem um T2. Edit: Vi agora que só a forma cilíndrica te interessa...
  3. Em relação à casa está tudo dito, sei que antes de sofrer esta intervenção esteve a venda por 50 mil contos, e quem a comprou fê-lo com o intuíto de rentabilizar o seu investimento rápido. Eu até acho que aqui deviam ter entrado os direitos de autor (pelo menos morais), mas pelo que sei o Viana de Lima perdeu os filhos num acidente de viação. Agora podemos perder horas a discutir se defender e revitalizar o património é preservar as fachadas, ou não.
  4. Presumo que conheçam as diversas cartas e correntes do restauro, o romântico de Ruskin, o estilístico de Viollet-le-Duc e o intermédio da carta de Atenas, não confundir com a do CIAM. Estas são as correntes de intervenção que actualmente influenciam os critérios de intervenção: O romantismo de Ruskin consistia em deixar "morrer" a construção porque defendia que tinha o seu ciclo de vida mas neste caso a intervenção nunca se chegava a fazer. O Viollet-le-Duc defendia um restauro estilístico, exagerando e levando ao extremo a reprodução do edifício de acordo com o seu estilo arquitectónico, limitando-se a conferir-lhe a sua identidade original, muitas vezes errada. A Sé de Lisboa sofreu uma intervenção deste tipo, as torres sineiras estão exageradamente mais altas que as originais... Na carta de Atenas foi convencionado que ao intervir tem que se assumir a intervenção, um exemplo disso é a Acrópole, a mátéria física original contrasta com a nova intervenção. Tudo isto está documentado e a recuperação quando bem feita obedece a isto.
  5. Destroem? Onde é que viste isso? Ainda à pouco tempo tive a ver a barragem enorme que estão a construir na China, o nível das águas iria submergir um templo e eles optaram por deslocá-lo, e referiram a questão da idade. Tomara que tivessemos a sensibilidade que eles têm, sendo a China um país que se conhece. ________________________ Eu compreendo a problemática das fachadas, a demolição destas implicaria que a estética e a força enquanto conjunto se perdesse e com isto acho que deverá ser preservada, vejamos a frente da ribeira é património da humanidade enquanto conjunto. Agora a demolição do interior... Crime foi o que fizeram, já referi numa thread qualquer deste fórum, uma habitação unifamiliar do Arménio Losa, movimento moderno, que transformaram na maior das calmas em parque automóvel, mantendo a fachada e tapando os vãos...
  6. Orientais? Na China ves templos em madeira impecáveis, mais antigos que os nossos castelos (que sofreram intervenção nos anos 30). Também acho que não podemos ser radicais, afinal o património é a nossa história e a nossa identidade, por essa ordem de ideias os velhos tratados de arquitectura podiam se queimar porque já não são modernos, nem actuais. Sendo esta comunidade de jovens arquitectos, no futuro vamos trabalhar mais em restauro do que em novas construções, o que é pena porque ao longo do curso (falo por mim) pouca coisa nos é transmitida. O critério de intervenção, quanto a mim reside no factor utilidade, maior parte das "ruínas" surgem porque os modelos e modos de vida se alteraram profundamente e logicamente essas estruturas caem em desuso, não podemos recuperar só para ficar apresentável, temos que lhe dar um sentido. Acho um enorme desperdício de meios não aproveitar a matéria física das ruínas. Peço desculpa se estou a ser um pouco ríspido mas ando stressado com entrega de projecto... Cumprimentos
  7. Boas!! Depois de ter visto as fotos e lido o que se foi escrevendo, penso que a integração foi o que esta dupla de arquitectos tentou evitar ao máximo, assumindo só o "pousar" do volume, portanto tentando evitar ao máximo conectá-la ao local. Outro aspecto é o diálogo que este volume tem com o sítio, a permanente tensão criada por aquele enorme binóculo suspenso. Mas sem dúvida uma grande peça de arquitectura e tomara muitos de nós algum dia termos as condições para conseguir este tipo de projecto. Cumps.
  8. Boas!! Vou desenterrar este tópico... Fiz um trabalho sobre esta casa para construções em 2004/05 e na altura quem lá vivia era uma senhora idosa que conheceu Viana de Lima já que os seus pais (proprietários da habitação) eram amigos, foi muito prestável e várias vezes nos deixou entrar. O projecto com todos os desenhos de arquitectura realizados à mão encontram-se no arquivo histórico do Porto disponíveis para consulta e reprodução através de fotografia. Acho muito estranho em tão pouco tempo pertencer ao estado e estar ao abandono... Crime é o que fizeram com a casa do Arménio Losa na rua Latino Coelho, que foi restaurada e os vaõs tapados com pastilha e transformada em parque automóvel... Cumps
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