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Gostaria apenas de alertar para as regras do Arquitectura.pt, e que a conversa se mantenha saudável. Obrigado
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Bem-vindo de novo tgm Ainda bem que decidiste participar, obrigado pelos elogios e da nossa parte vamos fazer tudo para o manter saudável e de bom ambiente.
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Não tens de nos pedir desculpa, verdade seja dita o fórum de design está bem escondido. Se tiveres mais dúvidas podes sempre perguntar.
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Caro xtamine basta apenas um tópico em todo o fórum, não é necessário duplicá-los. Obrigado.
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Já existe uma secção de design dentro do fórum Arte apesar de não estar correcto (design não é arte), depois na renovação do fórum esperamos dar mais destaque ao design e a outras áreas ligadas directamente ou indirectamente à arquitectura. http://www.arquitectura.pt/forum/arte.html
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Já foram todos notificados via e-mail :D
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JVS eles estão aqui: http://www.arquitectura.pt/forum/f27/astana-a-capital-de-presidente-7335-novo.html Foram movidos, e fundidos, aliás estão disponíveis na listagem actual dos fóruns como última mensagem com resposta. Nunca foram eliminados ou desapareceram.
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JVS, o tópico nunca foi eliminado, mas movido. Tópicos fundidos.
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Ponte de Cartão - Inhabitat http-~~-//www.inhabitat.com/wp-content/uploads/shigerubanbridge1.jpg You wouldn’t expect cardboard to be strong enough to build a bridge, but that’s exactly what ingenious architect Shigeru Ban decided to use to build a bridge across the Gardon River in his latest work of architectural innovation. You might be familiar with his previous work (his Curtain Wall House, Nomadic Museum, and Paper Church in particular), but the bridge, his latest work, proves that Shigeru Ban is truly a brilliant architectural mind in the world of green and context-sensitive design. The bridge, located over the Gardon River in southern France, is made almost entirely out of cardboard tubes (281 to be exact), and is strong enough to carry 20 people at a time. The steps of the bridge are constructed from recycled paper and plastic. And how does it stand up, you may ask yourself? It turns out cardboard is surprisingly strong when engineered as precisely and creatively as Ban has designed it, but the foundations do get a little help from wooden boxes packed with sand. The bridge also sits adjacent to an ancient Roman Bridge, creating an interesting juxtaposition. “It is a very interesting contrast, the Roman stone bridge and the paper bridge. Paper too can be permanent, can be strong and lasting. We need to get rid of these prejudices,” Ban said. The cardboard masterpiece will be open for 6 weeks to the public before being dismantled prior to the rainy season. In Inhabitat http-~~-//www.inhabitat.com/wp-content/uploads/shigerubanbridge2.jpg
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Aqui está MIGUELR: In Wikipédia Mais informação sobre o Programa Polis: http://www.polis.maotdr.gov.pt/index2.html http://www.polis.maotdr.gov.pt/ Mapas das Intrevenções do Programa Polis e respectivas cidades: http://www.polis.maotdr.gov.pt/intervencoes.html
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Bem vindo Rui!
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Álvaro Siza Vieira no jornal The New York Times Siza Vieira ganha novo impulso O arquitecto Álvaro Siza Vieira é figura de destaque na edição de ontem do jornal americano "The New York Times". A notícia - que traça uma retrospectiva da carreira do arquitecto português, assinada por Nicolai Ouroussoff -, é publicada a propósito do projecto do Museu para a Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre, no Brasil, assinado por Siza, visto pelo jornalista como "o seu maior trabalho escultural até hoje". À conta desta obra "a reputação de Álvaro Siza estás prestes a ganhar um novo impulso", escreve o americano. Para Ouroussoff, "nas últimas cinco décadas o arquitecto (agora com 74 anos) tem trabalhado com perseverança, assumindo muitos projectos que o colocam entre os grandes arquitectos da sua geração". E acrescenta "A sua veia criativa nunca esteve tão visível como agora". Projecto brasileiro "É um exterior curvilíneo e branco pálido, instalado contra uma exuberante região montanhosa brasileira, que ostenta uma vibrante sensualidade que contrasta com o estilo comum de muitos museus de hoje em dia" é desta forma arrebatadora que o "The New York Times" descreve o projecto de Siza Vieira para o Museu da Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre. No entanto, o jornal americano, ao longo de um extenso artigo, vai ainda mais longe e propõe "uma viagem ao passado" profissional de Siza, desde "os modestos projectos" no Porto - cidade vista como "um envelhecido centro de actividade industrial no norte de Portugal -, com "edifícios públicos, igrejas e casas particulares", aos mais emblemáticos como o das Piscinas das Marés e a Casa de Chá da Boa Nova, ambos em Leça da Palmeira, e a igreja do Marco de Canavezes. De resto, o fio condutor do texto assinado por Nicolai Ouroussoff é a permanente humildade do arquitecto português , de quem "continua a preferir a tranquilidade do Porto, onde facilmente é visto num café local com um maço de cigarros". Enquanto isso, "a fama de Siza Vieira duplica consideravelmente à volta do mundo". In: Jornal de Notícias
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Novos gabinetes adicionados por José Miguel Campelo: http://www.ezzo.pt/ http://www.orangewall.pt/ (funciona apenas no IE :tired:)
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A Trienal de Arquitectura terminou, uns fazem um balanço positivo, outros comentam os preços, o abandono de alguns dos conferencistas, da fraca exposição do país pelo estrangeiro, dos "rios de dinheiro" gastos pela Ordem dos Arquitectos que não defende os direitos dos arquitectos, centralização do evento em Lisboa, entre outras acusações. Os números de visitantes ficaram aquém das expectativas de 100 mil esperados apenas visitaram menos de metade. Em 2010 outra Trienal será organizada, a Ordem dos Arquitectos irá abrir uma entidade separada que irá se dedicar-se à organização do evento. No entanto a Trienal mexeu com a arquitectura nos últimos meses, os media, as faculdades e até as discussões aqui no fórum de uma maneira ou de outra chamaram à atenção da Arquitectura, do bom da Arquitectura em Portugal, do ser arquitecto, fez as pessoas interessarem-se pelo tema, visitarem as obras, falarem, discutirem... Foi a Trienal algo para "inglês ver" ou beneficiou a Arquitectura em Portugal e no estrangeiro, e por conseguinte os arquitectos?
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One or two nights in the Sodium Hotel - Fri, 03 Aug 2007 07:08:00 +0000 [image: Bolivia's salt hotel; photographed by Jose Luis Quintana/Reuters]. Ten years ago this month, I took a Polish-language tour of a salt mine outside Kraków – because, at the bottom of the mine, there was a church made from salt. It was carved from the walls of the mine itself. That increasingly distant and somewhat surreal experience – I don't speak a word of Polish, and everyone on the tour was Austrian – came to mind when I read about the new salt hotel in Bolivia. It's a hotel made from salt. According to National Geographic, the hotel is "constructed solely of salt blocks on the white plains of the Salar de Uyuni in southwestern Bolivia." The Salar de Uyuni is the world's largest salt desert. Until tourists began visiting it, however, "the only inhabitants of the chilly, harsh region were salt miners, who still extract 25,000 tons of salt annually from the 10 billion tons available." I know at least this writer is curious if they'll someday build an exact, to-scale replica of the city of Edinburgh: shining there, in the Andean heat, with white cubic walls, the city will then be shaved down – bit by bit, brick by brick – and drunk with shots of tequila. You can salt your chips with it. Or perhaps architectural enthusiasts will forego the Snow Show – and buy tickets to Bolivia: the Salt Show. Mineral pavilions designed by Zaha Hadid. Sodium towers by OMA. (Via Super Colossal and Boing Boing). Ler artigo...
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Acesso a Maiores de 23 Anos - Critérios e Vagas - Fri, 03 Aug 2007 15:19:53 GMT CURSO DE ARQUITECTURACONCURSOS ESPECIAISa) Candidatos com Prova de Avaliação de Capacidade para Frequência do Ensino Superior dos Maiores de 23 anosVagas/1º Ano - 61.º Classificação... Ler notícia
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O Carlos.Pedro têm razão é não é viável fazer um publicação com fins periódicos físicos, até porque não dispomos de uma equipa preparada para isso. Quando acima falei de termos uma ideia semelhante era na base digital, tal como o Carlos.Pedro fez notar.
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http://www.archmaaik.net/daily/EN/20070803.gif
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60% dos cursos de Arquitectura não permitem exercer na UE Maioria das faculdades ainda não assinou directiva comunitária A Ordem dos Arquitectos (Ordem dos Arquitectos) está preocupada com o facto de a maioria dos cursos da área oferecidos em Portugal ainda não estarem inscritos na directiva 2005/36, da Comissão Europeia, um processo indispensável para o reconhecimento destas formações nos países da União Europeia. De um total de 25 licenciaturas em Arquitectura existentes no País, apenas dez (40%)cumprem a norma. Em causa, explica a Ordem dos Arquitectos, não está um mero formalismo, mas uma ferramenta indispensável para quem aspira vir a trabalhar no estrangeiro: "Têm acontecido vários casos, por exemplo de jovens arquitectos que querem ocupar posições em Espanha, estão inscritos na Ordem dos Arquitectos, mas acabam por ser recusados, porque os seus cursos não têm esta certificação", disse ao DN João Afonso, da Ordem dos Arquitectos. A directiva em causa define o nível de formação necessária para quatro profissões específicas: enfermagem, parteiros, veterinários e arquitectos. "Os outros cursos têm tutelas específicas do Governo", explicou este responsável. "Na Arquitectura, apesar de haver um estatuto já aprovado na Assembleia da República, nunca houve uma entidade governamental que assumisse esta verificação. Quem o tem feito é a Direcção-geral do Ensino Superior (DGES), mas a pedido das instituições". Nem todos cumprem regras Segundo João Afonso, os primeiros cursos a surgir quando a norma entrou em vigor, "aderiram todos" à directiva, mas muitas instituições continuam a adiar esse passo. "O ministro do Ensino Superior, Mariano Gago, tem-se interessado pela questão", reconheceu. "Mas é preciso que as faculdades se mobilizem". O problema vai além da internacionalização. Para adoptarem a directiva, os cursos têm de cumprir determinados requisitos, ao nível da carga horária e dos conteúdos, e a Ordem avisa que nem todos reúnem os mínimos: "Achamos que alguns não estão de facto a cumprir, ou no tempo de formação ou nas áreas de conhecimento ou nas duas coisas, disse, recusando especificar casos. João Afonso lembra que "até 2006, a Ordem participava na certificação dos cursos", mas deixou de o fazer depois de o Governo anunciar a criação da agência de avaliação e acreditação do sector. "O problema é que, enquanto ela não surge, há um vazio. E numa altura em que nos cursos estão a mudar, com o Processo de Bolonha, é preciso que não se perca o trabalho feito nos últimos anos. " In Diário de Notícias
