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Como Lisboa e Porto promovem reabilitação urbana Em 2007, Lisboa aprovou só uma obra de reabilitação, contra 173 pedidos – dois anos depois, alvarás dispararam para 216. O novo modelo do sector da construção, assente na reabilitação urbana residencial, começou a ter maior expressão apenas em 2009 na cidade de Lisboa, enquanto na baixa do Porto o fenómeno ainda é residual. Basta ver os números: a Câmara Municipal de Lisboa (CML) emitiu apenas uma licença para obras em 2007 e 35 em 2008, no ano seguinte a capacidade de resposta acelerou para 216, revela a autarquia ao Diário Económico. Na autarquia portuense, a sociedade que regula a reabilitação na Baixa da cidade (a Porto Vivo-SRU) não se pode queixar de ter tanto trabalho, mas a relação entre pedidos de licenciamento e alvarás emitidos é mais próxima: 12 para oito alvarás emitidos em 2007, 28 para cinco em 2008 e 25 e dez aprovações em 2009. A aparente apatia de que se queixavam promotores e construtores civis, na resposta da autarquia de Lisboa em 2007 e 2008, parece que se esbateu nos últimos anos com a entrada da nova equipa para o urbanismo, em meados de 2007, dirigida por Manuel Salgado. "É uma pessoa que muito tem trabalhado na autarquia e tem uma visão clara para o rumo da cidade", defende o presidente da Ordem dos Arquitectos, João Belo Rodeia. Quanto à interpretação destes números, o arquitecto está céptico. "Fala-se muito de reabilitação urbana, mas ela não arrancou. Fala-se que é um dos motores da economia, mas não é isso que se verifica. Não se vê a dinamização da iniciativa privada face às dificuldades de financiamento, daí a necessidade da intervenção pública, através de projectos como o JESSICA", adianta. Outro elemento que chama a atenção de João Belo Rodeia é o tempo médio de aprovação em Lisboa. "Se for o tempo de aprovação de projectos pelos técnicos, quer a comunicação prévia, quer para o licenciamento, continua a ser excessivo", diz. Seria "mais estimulante para os privados que estes prazos, entre 52 e 69 dias úteis, baixassem", acrescenta. Mas, para enquadrar o processo dos licenciamentos camarários,é preciso relembrar que 2008 (Março) marca a entrada de novas regras na reabilitação urbana, ao se isentarem as pequenas obras no interior das casas do carimbo das autarquias. Nem com a crise no auge, promotores e construtores civis deixaram de lançar novos projectos. "Há uma classe média e uma elite que procura ainda habitação reabilitada", defende Maria Teresa Craveiro, do Programa Local de Habitação da CML. Para a técnica da autarquia esta é uma altura para fazer baixar os custos da reabilitação. "É preciso dar formação aos profissionais da construção civil, para que mais pessoas recebam conhecimento sobre as melhores técnicas de recuperação e não apenas um nicho de pessoas", defende Teresa Craveiro. Sem crédito não há reabilitação Com as dificuldades no acesso ao crédito, a reabilitação urbana será uma das vítimas do actual estado da banca portuguesa. A empresa de gestão de projectos, Artepura, reconhece a escassez de novos projectos. "Não temos novos projectos por falta de capacidade de investimento e falta de crédito bancário", confere Paulo Novais, administrador da empresa. "Neste momento, a banca fechou completamente o financiamento à compra e à construção. Há bancos que nem analisam projectos propostos pelos promotores. Portanto, não vale a pena estudar nenhuma oportunidade porque não há crédito", conclui o gestor. in Económico
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Assunção Cristas entrega prémio à Câmara de Famalicão pela construção das Bétulas “A atribuição deste prémio é mais um motivo de orgulho para Vila Nova de Famalicão e representa o reconhecimento público nacional do nosso trabalho na área da habitação social.” Foi com estas palavras que o vereador da Habitação da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Mário Passos, recebeu, nesta terça-feira o Prémio Construção 2011, atribuído pelo Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU). O galardão que distinguiu a construção da Urbanização das Bétulas, que acabou com as barracas na cidade, foi entregue pela ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, Assunção Cristas, que elogiou a obra. No dia 13 de Dezembro de 2010, trinta famílias de etnia cigana abandonaram as barracas no famigerado “bairro da estação”, no centro urbano da cidade, onde viviam em condições infra-humanas, desde a década de 1970, e inauguraram uma vida nova, na airosa e aprazível Urbanização das Bétulas. A obra que marcou uma nova era na paisagem urbanística da cidade famalicense foi agora reconhecida com o Prémio Construção 2011. Promovida pelo município de Vila Nova de Famalicão, a urbanização foi construída pelas empresas Inemetro - Construções, Lda e ABB - Alexandre Barbosa Borges, S.A., com projecto dos arquitectos João Pestana, Luís Caldeira e Jorge Maia. O Prémio IHRU 2011 pretende assinalar, através da atribuição de um prémio de prestígio, os empreendimentos de habitação de interesse social e as obras de reabilitação no meio urbano que se destacam por constituírem experiências inovadoras e exemplares, susceptíveis de merecer o reconhecimento e a ponderação do sector. Na variante Construção foram registadas oito candidaturas. O júri incluiu representantes das seguintes instituições: Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas, Ordem dos Arquitectos e Ordem dos Engenheiros. A Urbanização das Bétulas representou um investimento municipal de 2,8 milhões de euros, incluindo a compra do terreno (onde o Município investiu um milhão de euros). Para a concretização desta obra, a Câmara Municipal de Famalicão registou um apoio a fundo perdido do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana no montante de cerca de 30 por cento do valor da empreitada. A Urbanização das Bétulas - assim designada pelo facto de o plano de arborização do conjunto habitacional contemplar a plantação de várias espécies de bétulas - está situada a sul da estação ferroviária de Famalicão, a pouca distância do local onde se encontravam as barracas. Por isso, esteve garantida a integração social das famílias realojadas. A urbanização conta com a construção de 30 habitações (três T1, oito T2, treze T3 e seis T4), distribuídas por oito blocos de quatro pisos. Dois dos primeiros pisos de um dos blocos destinam-se à instalação de uma unidade municipal de acção social. No logradouro da urbanização está a ser estudada a criação de um pequeno espaço multifunções, vocacionado para actividades desportivas e recreativas. Para além da resolução de um problema humano e social, que se arrastava desde 1974, a construção da Urbanização das Bétulas significou também o ponto de partida para a requalificação urbanística da zona poente da cidade. in Correio do Minho
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Arquivada queixa de arquitectos contra Câmara de Barcelos Por decisão de 14 de Novembro, a que a Lusa teve acesso esta quarta-feira, a Procuradoria da República junto do Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga refere que não vislumbra "qualquer actuação ou omissão que inquine algum dos actos procedimentais". Esgrime ainda o visto que o Tribunal de Contas deu ao concurso. A OA questionava a legalidade da abertura de um único concurso público para os 17 equipamentos, alegando que se tratava de uma situação "violadora dos princípios gerais da contratação pública". A mesma entidade defendia ainda que os concorrentes deveriam ter a possibilidade de apresentarem propostas para um, para vários ou para a totalidade dos projectos. Para a OA, a Câmara de Barcelos, ao lançar um concurso único para os 17 estabelecimentos escolares, estava a violar as regras da sã concorrência e da boa execução dos projectos. A Ordem contestava ainda o prazo de 40 dias para apresentação das propostas e os prazos para posterior desenvolvimento dos estudos prévios e projectos de execução, fixados, respectivamente, em 15 e 30 dias. Segundo a OA, seria "técnica e humanamente" impossível de cumprir estes prazos "dentro dos padrões mínimos de rigor e qualidade exigíveis". O concurso foi lançado em 14 de 2010, sendo a junção dos 17 projectos no mesmo procedimento justificada pela Câmara com a urgência de não deixar passar o prazo para a apresentação da candidatura aos fundos comunitários, que financiam aqueles equipamentos em 80 por cento. In Correio da Manhã
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Sizígia SIZÍGIA é a primeira de uma série de curtas metragens realizadas no âmbito do projecto de investigação da FAUP, “Ruptura Silenciosa. Intersecções entre a Arquitectura e o Cinema. Portugal 1960-74”. Filmada na Piscina das Marés (Álvaro Siza ,1959-65), SIZÍGIA procura usar as imagens em movimento, não apenas como um método de representação da arquitectura, mas como um processo de investigação do espaço, explorando as suas qualidades narrativas e o sentido de lugar criado pelo uso, os materiais, a luz e o som. 12 de Janeiro 2012, 5ª-feira Cinema Passos Manuel, 22h Entrada Livre A sessão contará com a presença de Alexandre Alves Costa e Manuel Graça Dias. Ficha Técnica Produção: Ruptura Silenciosa Realização: Luis Urbano Assistente de Realização: Ana Resende Argumento: Ana Resende, Luis Urbano, Miguel C. Tavares, Pedro Neto Fotografia: Miguel C. Tavares, Pedro Neto Montagem: Miguel C. Tavares Pós-produção Video: Joana Deusdado Sonoplastia: Ana Resende, Miguel C. Tavares Banda Sonora: Guilherme Lapa Interpretação: Rui Pinto Mais informação em: www.rupturasilenciosa.com www.vimeo.com/rupturasilenciosa www.arq.up.pt
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Simpósio Europeu de Investigação em Arquitectura e Urbanismo Espaço Público e Cidade Contemporânea 15 de Fevereiro de 2012 | data limite para a submissão de resumos O EURAU12 convida investigadores e profissionais das diversas áreas disciplinares que intervêm na transformação do Espaço Público da Cidade Contemporânea a apresentarem comunicações enquadradas nas áreas propostas: 1. Fazer Cidade 2. Construir Tecido Urbano 3. Criar Ordem Urbana Arquitectos, arquitectos paisagistas, antropólogos, artistas, designers, engenheiros, economistas, escritores, geógrafos, historiadores, sociólogos, urbanistas, entre outros intervenientes, poderão contribuir com a sua visão específica através de comunicações científicas. Os resumos para a aceitação de comunicações deverão ser submetidos exclusivamente por via electrónica (ver Proposta de artigos > Submissão de Resumos) até 15 de Fevereiro. Os resumos deverão ser submetidos em inglês, explicitando a área temática a que se subordinam e terão um máximo de 600 palavras. Mais informações em www.eurau12.arq.up.pt
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Boa tarde, Para eliminar apenas tem de nos contactar com o link que deseja eliminar. Obrigado
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Bem-vindo Manuel! Espero que gostes!
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Arquitecura de Interiores de Cocktail Lounge Bar Localização: Praia da Rocha, Portimão Técnico: Arq. João R Henriques - InDesign Data do Projecto: 2011 Para este projecto pretendemos criar um Conceito diferente e inovador de forma a desenvolver um Espaço invulgar que rompesse um pouco a linha comercial, mais ou menos standarizada, existente nos espaços similares envolventes. Neste sentido o Conceito para este Espaço foi baseado nos aromas e sabores da América do Sul, onde as cores quentes e as linhas curvas criam ambientes de envolvência, cumplicidade e de enorme sensualidade! O espaço apresenta-se amplo e desafogado com um Balcão ao centro revestido a madeira reaproveitada e reciclada, diferentes umas das outras que depois foram envernizadas ou pintada em tons brancos de forma a evidenciar o jogo de cores produzido pela iluminação de LED RGB, a qual foi estratégicamente colocada por baixo do tampo do balcão e direcionada para a frente das mesmas. Deste modo conseguimos fazer com que o Balcão, o elemento escultórico mais proeminente do espaço, se apresente com diferentes “personalidades” de acordo com a temática e decor da noite. Os candeeiros suspensos, nomeadamentes as gaiolas recicladas, ajustadas e transformadas em candeeiros, pretendem conferir ao espaço uma ligação com as varandas de Havana onde é comum encontrar inumeras gaiolas com pássaros. As paredes envolventes apresentam-se curvadas para dentro do espaço de forma a acentuar a atmosfera envolvente do Bar e ao mesmo tempo dissimular a existência de todas as condutas e motores inerentes ao sistema de climatização do espaço. As cores, a utilização de vários tipos de materiais, as texturas e a iluminação estratégicamente colocada em pontos específicos assumem um carácter pessoal e intimista como que um elaborado bilhete de identidade de enigmática sedução e profundo bem estar! Como o espaço físico do bar é bastante grande, de forma a não a criar uma repetição de ambientes e decor, a elaboração de uma boa estratégia de tectos falsos foi essencial para criar espaços distintos dentro do próprio bar através da forma e da iluminação dos mesmos. As casas de banhos foram depuradas ao máximo sendo apenas revestidas com uma pastilha cerâmica em tons brancos e pêrola onde o maior destaque são as divisórias das sanitas , as quais se apresentam separadas por pranchas de madeira de vários tipos pintadas a branco e envernizadas! O objectivo foi criar um lugar neutro e puro de côr e texturas fortes que se apresente como forte contraste a toda a decor do bar. Espero que gostem. (Arq. João R. Henriques)
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Manuel Vicente, trama e emoção | Exposição 21 de novembro a 30 de dezembro de 2011 Galeria de exposições da FAUP A Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, FAUP, acolhe a primeira exposição retrospectiva da obra de arquitectura de Manuel Vicente. A exposição integra o Programa “Manuel Vicente, trama e emoção”, co-organizado pelo Centro de Documentação de Urbanismo e Arquitectura da Universidade do Porto. Manuel Vicente (Lisboa, 1934) é um dos mais importantes arquitectos portugueses contemporâneos, reconhecido a nível nacional com o Prémio AICA/Ministério da Cultura e internacionalmente com a Medalha de Ouro da ARCASIA (Architects Regional Council of Asia). A exposição apresenta projectos elaborados entre 1961 e 2011; cinquenta anos de trabalho que atravessam a história sócio-politica do Portugal contemporâneo, entre Portugal e Macau. A exposição é composta por desenhos originais que estabelecem uma linha cronológica aparente; maquetas que constroem um território entre Macau e Lisboa; painéis ilustrando trabalhos executados que propõem uma estrutura de leitura para toda a obra; e o filme “Learning from Macau #1 e #2” que constituí uma reflexão sobre arquitectura e o lugar dos espaços construídos em Macau. Orfanato Helen Liang, Habitação Weinstein, Junta de Freguesia da Parede, UNOR26, SAAL da Quinta do Bacalhau, CHC, 1980, Fai Chi Kei, Teledifusão de Macau, Casa dos Bicos, Arquivo Histórico de Macau, EXPO 98, Bombeiros da Areia, Praça Nam Vam, são algumas das obras presentes nesta exposição. Os desenhos apresentados na exposição fazem parte do Fundo Documental Manuel Vicente do Centro Documentação de Urbanismo e Arquitectura/ FAUP, cuja identificação e sistematização foi efectuada no inicio de 2011 no âmbito do Programa “Manuel Vicente, trama e emoção”. O livro “Manuel Vicente, trama e emoção” (Caleidoscópio, 2011), completa a leitura proposta na exposição. A exposição é itinerante e foi apresentada pela primeira vez no Museu do Oriente (Junho/Agosto 2011). Sessão de abertura da Exposição 21 de Novembro, 18h30, Auditório Fernando Távora Manuel Vicente, Sergio Fernandez e Jorge Figueira conversam sobre arquitectura, após apresentação do filme “Learning from Macau #1 e #2”, realizado por José Maçãs de Carvalho. Local: Galeria de Exposições da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto. Via Panorâmica S/N, 4150-755 Porto Horário: 2ª a 6ª feira, 9h00 – 20h00, excepto feriados. Entrada livre Comissário da exposição: João Carlos Afonso. Organização: Atalho, Laboratório de Arquitectura e Urbanismo Co-organização: Centro de Documentação de Urbanismo e Arquitectura da FAUP e Departamento de Arquitectura e Urbanismo do ISCTE. Projecto financiado pela Direcção Geral das Artes. Mais informações em: www.arq.up.pt
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Bem-vinda Ana, boa sorte para o teu curso!
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Bem-vindo Diogo e parabéns pela conclusão do curso! A respeito da tua pergunta o melhor é contactares a Secção Regional que queres inscrever: www.oasrn.org www.oasrs.og
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Boa noite, Antes de mais bem-vindo. Agora para melhor o ajudar será melhor descrever o tipo de máquina de construção que procura, existem imensos tipos e várias empresas.
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Society of Environmental Graphic Design A P-06 Atelier, Ambientes e Comunicação, convida os membros da imprensa a estarem presentes na primeira apresentação da SEGD — Society of Environmental Graphic Design — em Portugal, dia 19 de Outubro pelas 19.00. Esta apresentação e conversa gira em torno do design de ambientes, espaços e sinalética, e terá lugar no novo espaço da P-06 Atelier, em Paço de Arcos. A entrada é gratuita e o evento contará com apresentações dos designers Alex Holmes Wood (UK), David Gibson (US), Nuno Gusmão (PT) e do arquitecto João Luís Carrilho da Graça (PT), seguidas de uma recepção. É uma oportunidade para conhecer o trabalho destes designers, da SEGD e do premiado P-06 Atelier, recentemente galardoado com o prémio Best of the Best, e Grand Prix, na última edição dos Red Dot Communication Design Awards. SEGD European Tour — Lisboa 19 de Outubro 2011, 19.00 - 21.00 P-06 Atelier, Praça Guilherme Gomes Fernandes, 28, Paço de Arcos Entrada gratuita sujeita à lotação da sala. Para mais informações não hesite em contactar Mariana Rosa, press@p-06-atelier.pt, telefone 213 011 834.
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P-06 Atelier entre os melhores no Grand Prix nos Red Dot Design Awards 2011 A P-06 Atelier, Ambientes e Comunicação venceu na passada sexta feira, em Berlim, o Grand Prix nos Red Dot Communication Design Awards 2011, um dos mais importantes prémios de design mundial. Seleccionado para esta distinção de entre 6,468 participantes mundiais, foi o único atelier português de entre os 10 mundiais a receber as distinções de Grand Prix e de Best of the Best. A intervenção de design de ambientes SKIN foi o trabalho premiado, na categoria Information Design/Public Space. Este interior iluminado é também um sistema de sinalética, desenvolvido para a JLCG Arquitectos no foyer do Pavilhão do Conhecimento — Ciência Viva no Parque das Nações. A P-06 Atelier reitera-se assim como um dos melhores ateliers do mundo em design de ambientes, no seguimento de vários prémios em 2009, 2010, e 2011, incluindo distinções nos Prémios Nacionais de Design (PT), Society of Environmental Graphic Design (EUA), AIGA (EUA), D&AD Awards (UK) e European Design Awards. No seguimento desta distinção, e como forma de promover o design de ambientes, a P-06 Atelier associa-se à entidade americana SEGD—Society of Environmental Graphic Design, para uma apresentação de entrada livre, sujeita a reserva, em torno das possibilidades e potencial do design de ambientes, no próximo dia 19 de Outubro, das 19.00 às 21.30, na Praça Guilherme Gomes Fernandes, 28, em Paço de Arcos, Oeiras. Para mais informação: www.p-06-atelier.pt Fotografia © Ricardo Gonçalves
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tiagofsr, para corrigir a AnaCardo o site é www.revitpt.com ;)
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Alguns atelieres que pode contactar, em "Brasil": http://www.arquitectura.pt/forum/f13/ateliers-internacionais-links-4150/
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http://www.lumenrt.com/download/ debaixo das segundas imagens tem um link para "Win" e "Mac" é só escolher o sistema operativo e fazer o download.
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Repensar | Questionar Realidades Urbanas Vai realizar-se, entre 26-30 de Setembro, o Ciclo de Debates | Tertúlias e Workshop de Fotografia no Centro Histórico do Porto – Repensar | Questionar Realidades Urbanas. O evento, organizado em parceria entre o CCRE/FAUP e a Fundação da Juventudade terá lugar no Palácio das Artes – Fábrica de Talentos, em pleno Centro Histórico do Porto. Este ciclo de debates | tertúlias e workshop de fotografia sobre o CHP tem como objectivo geral encorajar os participantes a (re)pensar (i) o media da fotografia, (ii) a fotografia como verdade e (iii) o significado do termo “imagem documental” como uma narrativa capaz de relacionar fotografia, arte, novos media e práticas digitais. Procura-se transmitir a ideia de que a fotografia documental não deixa de o ser, só pelo simples facto de ser manipulada, e que os participantes devem procurar formas não tradicionais de apresentar e utilizar a fotografia com o objectivo de dar ainda uma maior força aos testemunhos (registos) críticos sobre o espaço de cidade que os rodeia. Pretende-se que os participantes explorem o espaço de cidade através de um uso simultaneamente artístico e consubstanciado da fotografia. Informações e Inscrições: http:/realidadesurbanas.cityscopio.com realidadesurbanas@cityscopio.com
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Qualquer resposta sobre este assunto deve ser dada através de MP ou pelo email dos utilizadores, não é permitido "warez" ou piratarias ;) no Arquitectura.pt
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Caro(a) cpam, Só é permitido um tópico sobre o mesmo assunto, a duplicação de tópicos pode dar direito a expulsão do fórum. No entanto uma pequena pesquisa por "arquitectos" iria retornar este informação entre outras: http://www.arquitectura.pt/forum/f29/5-5-km2-de-territ-rio-nacional-arquitecto-na-srs-14767/
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Dia 15 Setembro às 21h30 a Estratégia Urbana promove uma conferência com o Arquitecto Alexandre Alves Costa, na Estratégia Urbana, em Matosinhos.
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Embaixada seleccionada para integrar os "40 under 40" Europeus
Arq.to replied to Arq.to's topic in Arquitectura
Algumas imagens dos projectos em destaque: Guarda Tomar Marinha Grande Imagens gentilmente cedidas pelo Atelier Embaixada -
Embaixada seleccionada para integrar os "40 under 40" Europeus
Arq.to posted a topic in Arquitectura
Atelier EMBAIXADA foi seleccionada para integrar os "40 under 40" Europeus Há sete portugueses entre os premiados com o galardão "Europe 40 Under 40", atribuído pelo European Centre for Architecture Art Design and Urban Studies , em conjunto com o Museu de Arquitectura de Chicago. Os prémios, que reconhecem arquitectos com menos de 40 anos, foram atribuídos a criadores de 16 países, sendo que os portugueses seleccionados provêm do atelier EMBAIXADA. Em anexo é possível ler o Press Release em anexo a este tópico. Mais em: http://embaixada-arquitectura.blogspot.com/ -
Morreu o Arquitecto Pedro Vieira de Almeida O arquitecto e crítico de arquitectura Pedro Vieira de Almeida morreu ontem no Porto, aos 78 anos, vítima de doença súbita, noticiou a Lusa. O corpo será transportado para Lisboa, onde se realizará o funeral. Pedro Vieira de Almeida trabalhou com os arquitectos Nuno Portas e Nuno Teotónio Pereira, tendo colaborado em projectos como os do Mosteiro de Sassoeiros, em Carcavelos (1958-60), e da Igreja do Sagrado Coração de Jesus, em Lisboa (1962-70). Mas foi sobretudo na área da crítica que o seu trabalho se destacou. “É um dos poucos críticos de arquitectura surgidos nos anos 60 com um trabalho extremamente marcante e que se distinguiu por uma enorme exigência intelectual”, afirma o também crítico e arquitecto Jorge Figueira, que recorda em especial um texto sobre a Piscina das Marés, em Leça da Palmeira, de Álvaro Siza Vieira, um trabalho sobre o chamado Grupo de Macau e uma exposição sobre a obra de Raul Lino. “Deixa um legado essencial na crítica de arquitectura”, sublinha Jorge Figueira. Nos anos 60 esta era “muito impressionista, feita a partir do gosto, e com ele dá o salto para uma crítica mais sistemática, científica e rigorosa.” Formado em 1962 pela Escola de Belas Artes do Porto, Pedro Vieira de Almeida é também autor da Igreja dos Olivais (1970-89) e colaborou na elaboração do Plano da Avenida da Liberdade. Entre 1977 e 1979 trabalhou em Cabo Verde e Moçambique. Investigador do Centro de Estudos Arnaldo Araújo é autor de "Apontamentos para uma teoria da arquitectura" (2009) e "A Arquitectura no Estado Novo" (2002). in: Publico.pt A equipa do Arquitectura.pt expressa as suas condolências à familia e amigos do Arquitecto.
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O Aviary tem maneiras de ajustar as linhas, estão no painel lateral chamado "Stroke Style", em termos de ferramentas posso concordar mas tem aquelas que se utilizam no Illustrator. O Corel está mais que actualizado, o Corel 12 saiu em 2003, por isso é natural que esteja descontinuado, a última versão é o Corel X5 e é uma boa alterativa aos programas a Adobe. Para converter bitmaps para vectores: http://vectormagic.com/home
