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Arq.to

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Everything posted by Arq.to

  1. A Fundação da Juventude tem uma: http://www.fjuventud...-19-pejene-2012 Foi a única que consegui encontrar, lamento!
  2. Edifício deslizante em Zurique A 120-year-old building is being relocated in its entirety using hydraulics and railways tracks in order to save it from demolition. The operation to translocate the 6,200-tonne former factory began on yesterday with two hydraulic pressers, 500 rollers and six sections of railway line being utilised to help push the building roughly 60 metres to the west at speeds of around three to five metres per hour. According to the company paying for the operation, the project to move the 80-metre long and 12-metre wide building is the largest Switzerland and Europe has ever seen. The Machine Factory Oerlikon building was facing demolition in 2010 due to the expansion of nearby railway lines but it was saved when the Swiss real estate company, Swiss Prime Site, decided to buy it. "Maybe it's crazy, but we're very happy that we've found a solution about this problem of what should we do with this property, now we can save this property maybe for another hundred years", SPS chief investment officer Peter Lehmann told Reuters. The physical work freeing the foundations of the old factory and putting it on rolling tracks started last summer. So far SPS have spent roughly US$12.7 million (S$16.2 million) so far on the operation in order to preserve the Zurich landmark. "Well, what is special is that an old building like that have history, they're full of emotions, and also people round about this property have lots of emotions for this building. It was for more than 100 years the heart of the machine industry of Zurich. And all the people are happy we could save this property like it is", Mr Lehmann said. The journey is expected to take two days, SPS said. In REUTERS
  3. Casa pré-fabricada MIMA Três jovens de Viana do Castelo desenvolveram um novo conceito de casa pré-fabricada que está a fazer sucesso em todo o mundo. As habitações são de inspiração japonesa, constituídas por módulos, e ficam prontas a habitar em apenas mês e meio. O preço médio é de 39 mil euros e já começaram a ser vendidas. Custa o mesmo que “um Audi familiar”, está pronta em dois meses, e já quase meio mundo quer esta casa “made in Portugal” Brasil, Chile, EUA, Canadá e por aí fora. Bastaram apenas algumas imagens da MIMA House na Internet para que de todos estes países, e de mais alguns, começassem a chover pedidos de encomenda das casas pré-fabricadas criadas pelos arquitectos Mário Sousa e Marta Brandão, 27 e 26 anos, respectivamente. Ambos portugueses e a trabalhar a partir da Suíça, é em Viana do Castelo que têm o escritório, a MIMA Architects. Também é no Norte do país que a MIMA House é produzida, o que explica que “já seria possível exportar casas para Espanha, França, países mais próximos”, mas o facto de a maioria dos pedidos serem intercontinentais leva a que esteja a ser negociada a cooperação com fábricas no estrangeiro. “A distribuição na Europa é fácil, porque a casa já está preparada para ser transportada em camiões”, conta Mário Sousa ao P3, mas a logística para outros países é mais complexa e a “preços absurdos”. Porém, toda esta cobiça significa que o produto criado pelos portugueses tem mercado. Explicação para isso? Talvez pelo facto de se tratar de uma casa capaz de ser produzida num mês – ainda que, com o excedente de pedidos, os arquitectos prefiram dizer aos clientes que o tempo de produção é de dois meses –, disponível a um preço base de 43 700 euros, quase o mesmo do que “um Audi familiar”, diz Mário. O cliente é que sabe Na verdade, o que pode fazer este preço variar é a fruição, por parte do comprador, de outro dos atractivos da MIMA House: a possibilidade de personalizar a casa. Existem dois modelos de pré-fabricados: o MIMA studio, de 18 metros quadrados, e o MIMA loft, de 36 metros quadrados (o mais comum). A partir daqui, o cliente pode escolher “materiais diferentes, acabamentos de cozinha ou louças sanitárias diferentes”, explica Marta Brandão. Algo que também não está incluído no orçamento é o transporte da casa para o terreno escolhido pelo cliente. Importa salientar que tudo isto é decidido muito antes de o pré-fabricado “pousar” no seu último destino. No site da MIMA House, criado pelo terceiro elemento da equipa, Miguel Matos, engenheiro informático, o cliente pode criar e personalizar a sua casa em 3D, e localizá-la no terreno, através do Google Maps. No fim do processo, a informação chega aos arquitectos, que criam a maquete correspondente e a enviam ao cliente, para que este decida se pretende construir a sua casa, ou não. A MIMA é composta, sobretudo, por materiais em madeira maciça e por janelas de vidro duplo. No interior da casa existem calhas metálicas, que permitem colocar ou retirar paredes amovíveis, adicionando ou subtraindo divisões à casa, ou oferecendo-lhe um carácter de “open space”. Sobre as janelas ou sobre as paredes podem ser colocados (e trocados) painéis coloridos, na mesma lógica de personalização. Mais informação: http://mimahousing.pt/ Créditos Fotográficos de: José Campos (http://bit.ly/KoOiY4)
  4. Existem os estágios profissionais que são remunerados, os curriculares não são remunerados por norma (normalmente são períodos pequenos). No entanto pode existir acordos entre escolas/faculdades e empresas onde dão subsídio de alimentação e deslocação.
  5. Torre de Lego em Seoul '> Ler mais: http://bit.ly/JMZigJ
  6. Príncipe de Astúrias das Artes distingue Arq. Rafael Moneo O Prémio Príncipe de Astúrias das Artes de 2012 distingue o arquiteto espanhol Rafael Moneo, em reconhecimento pela obra de «dimensão universal», segundo anunciou a fundação esta quarta-feira. O arquiteto, natural de Tudela (Navarra) e que hoje completa 75 anos, assinou obras como o Kursaal de San Sebastián, a catedral de Los Angeles (na imagem), o Museu Romano de Mérida, além dos projetos de ampliação da estação de Atocha e do Museu do Prado, ambos em Madrid. Moneo, o mais respeitado dos arquitectos espanhóis, adiciona o Príncipe das Astúrias a outros como um Pritzker (1996) e o prémio Mies van der Rohe (2011). Segundo a nota da fundação que atribui o galardão, o premiado é definido como um arquiteto de «dimensão universal (…), conjugando estética e funcionalidade». A obra depurada de Moneo «enriquece os espaços urbanos». Entre as 39 candidaturas apresentadas ao Príncipe de Astúrias das Artes de 2012 estavam os nomes de algumas mulheres, entre os quais o de Paula Rego. In Diário Digital
  7. Concordo, aqui fica o "The Venus Project" que o Pinus indica: http://bit.ly/J03zB4
  8. Hotel Submerso a ser construido no Dubai Dubai is the place to go if you want to build outrageous or crazy architecture, like buildings as tall as mountains, manmade islands in the shape of the world or, if neither of those is wacky enough for you, then how about an ocean hotel that’s partly submerged in water? That’s the idea for the Water Discus Underwater Hotel from Deep Ocean Technology which is to be built in Dubai and is comprised of futuristic discs which make it look a bit like the StarshipEnterprise. One disc will be above water, the other 21 stories under, so the rich of the world can wake up in the morning and look out at the goings on of the Persian Gulf’s aquatic life. This luxury playground will let people go diving, take off on submersibles, and do all the other stuff that James Cameron likes to do when he isn’t releasing 3D movies. Entertainment will consist of SpongeBob Squarepants and Patrick Star singing Billy Ocean’s greatest hits. Possibly. If you’re worried about safety, they make assurances that “the structure sits up on three sturdy legs fixed to the seabed, and the upper disc is suspended above the water surface. These two technical solutions will ensure that Water Discus remains safe even in the event of a fairly high tsunami, which can normally flood the nearest coastal areas.” Good to know. Whether it will actually be built in Dubai remains to be seen, but the modules can be adapted to different sea levels, so who knows, maybe one of the world’s dilapidated seaside towns could dip their toes into the future of luxury underwater accommodation. Mais info: http://bit.ly/IMBIU5
  9. Barraca da AEFAUP para a Queima das Fitas 2012 Para mais informação: http://on.fb.me/JQ10e8
  10. Alguma ajuda: >http://on.fb.me/JM8grn
  11. Aqui fica o video da Casa Girassol: http://on.fb.me/JM3Dha
  12. O site para o seminário parece não estar a funcionar. Estou correcto?
  13. Antes de mais bem-vinda à nossa comunidade, existia uma loja online especializada em esquerdinos, mas entretanto perdi o endereço e não o consigo encontrar. No entanto encontrei algumas lojas especializadas noutros países que creio que enviam para Portugal: http://www.drawing-boards.co.uk/Drafting-Tables/Professional/TS-2-Drafting-Machine-Only-P13.html http://www.lamaingauche.com/fr/ http://www.anythinglefthanded.co.uk/ http://zurdotienda.com/ Um artigo que me ajudou: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1640270&page=1
  14. IGESPAR recusa classificação da Capela das Chãs, que pode ser demolida Manuel Leiria (manuel.leiria@regiaodeleiria.pt) A Capela de Nossa Senhora das Necessidades, em Chãs, Regueira de Pontes, Leiria, pode ser demolida. O IGESPAR – Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico arquivou o pedido de classificação do monumento e abre espaço à intenção da paróquia e da autarquia de deitar abaixo o templo mandado construir no século XVI. O edifício em causa “não reúne os valores patrimoniais inerentes a uma distinção como valor cultural de importância nacional”, defende o IGESPAR, no anúncio publicado no Diário da República de 3 de Maio, em que se informa sobre o arquivamento do pedido de classificação, entregue por um conjunto de entidades de Leiria. Entre essas entidades está o CEPAE – Centro do Património da Estremadura, que já fez saber da intenção de estudar um recurso da decisão do IGESPAR, passível de contestação até 21 de Maio de 2011. “Esta resposta [do IGESPAR] não é surpresa. Suspeitávamos desta infeliz decisão. Num primeiro momento diz-nos o IGESPAR que a Capela de Chãs tem valor patrimonial e que deve ser preservada. Logo a seguir vem o IGESPAR dizer-nos que, afinal, não tem nada a ver com a sua salvaguarda”, nota o presidente do CEPAE. Para Joaquim Ruivo, a decisão representa “a demissão do Estado face às leis que ele próprio cria (algo a que estamos habituados, mas que nos custa ainda a aceitar); poderá representar, neste contexto da Capela das Chãs, mais um passo para a delapidação autorizada e consentida de um património reconhecido por especialistas como de grande valor patrimonial”. O presidente do CEPAE recorda que, à luz da última Concordata, “o património religioso só pode ser classificado pelo Estado quando tem importância nacional” e, assim, “o destino da Capela da Chãs fica dependente da Igreja e da autarquia”, que já deram a conhecer a intenção de demolir o monumento, uma vez que, nas traseiras, foi construída uma igreja nova. “Já sabemos qual a posição da Igreja e qual a posição da autarquia bem como os meios e mecanismos que uns e outros não têm intenção de accionar. Trata-se de uma destruição anunciada (mais uma!), que todos lamentarão no futuro. É também um exemplo paradigmático da nossa pobreza de meios e de espírito”, sublinha Joaquim Ruivo. O CEPAE entende, por isso, que se devem “esgotar todos as possibilidades, devendo ser ponderado (em conjunto com as outras associações), recorrer da decisão”. Sem surpresa, por outras razões, a notícia do parecer do Instituto do Património também foi recebida pelo padre Isidro Alberto, à frente da Capela de Nossa Senhora das Necessidades. “Não nos surpreende. O processo foi muito ponderado, bem estudado e reflectido por peritos e gente capaz”, refere. Isidro Alberto aguarda “uma comunicação oficial das entidades” para dar seguimento ao projecto que prevê a manutenção da torre da capela e a demolição do edifício para construção de uma praça e um percurso até à nova igreja. Quanto ao início dos trabalhos, o padre não arrisca uma data: “Não podemos colocar o carro à frente dos bois. Vamos devagarinho”. “A população está ansiosa para que esta questão fique resolvida. Há sensibilidades que temos de respeitar, mas as autoridades é que mandam. Embora [a capela] seja propriedade da Igreja, que dela põe e dispõe, não queremos fazer as coisas de ânimo leve”, conclui. In Região de Leiria: http://bit.ly/J0lQ0Q
  15. Capelas da Chãs em Leiria foi demolida, depois de anos a reivindicar a sua preservação Foto por Joaquim Dâmaso Foi com grande desagrado e tristeza que o Conselho Directivo Regional Sul da Ordem dos Arquitectos tomou conhecimento, através dos media, da demolição da Capela de Nossa Senhora das Necessidades no Lugar de Chãs, em Leiria, no passado dia 30 de Abril de 2012, culminando, da pior forma, um longo e polémico debate em torno da preservação da antiga capela, que remontava ao século XVI. Tendo-se batido fortemente por este caso, a OASRS tomou posição pública em 2010 contra a possível demolição do imóvel, que considerou "uma inestimável obra de arquitectura, testemunho da religiosidade do passado" e "elemento de uma vasta rede patrimonial que caracteriza as nossas paisagens e territórios e se concretiza localmente em arquitecturas construídas de diversas valias, muitas das quais já classificadas aos vários níveis (nacional, interesse público e concelhio)". Lançando à data um "apelo ao bom senso esclarecido das autoridades e população local no sentido de conservar a capela e até a valorizar" - o PDM de Leiria propunha, na altura, a sua classificação como valor concelhio -, a OASRS lembrava que o "património arquitectónico é único e não se repete perante a avassaladora transformação das paisagens e povoações que se verificou a partir dos medos do século XX em Portugal". A OASRS lamenta que as autoridades responsáveis tenham preferido demolir em vez de reabilitar, ignorando os apelos lançados pelas mais diversas entidades no sentido da preservação do imóvel e ignorando o facto de, hoje em dia, "o património ser entendido como potenciador da qualificação dos nossos ambientes de vida, estabelecendo um elo de ligação entre o passado e o futuro e ancorando identidades locais", conforme defendeu publicamente a OASRS. A demolição da Capela de Chãs passará assim a integrar a infelizmente vasta galeria de casos de demolição e/ou abandono até à ruína, de imóveis com validade histórica, patrimonial e arquitectónica de que foi também exemplo célebre, nos anos 70 do século passado, a demolição da capela romântica de Joanes. Lisboa, 4 de Maio de 2012 O Conselho Directivo Regional Sul da Ordem dos Arquitectos In OASRS: http://bit.ly/JoIcos
  16. Shelter Box - Concurso UrbanCollective Modular Building Design Challenge 2012 Guilherme Santos A proposta desenvolve-se a partir de dois corpos com diferentes programas mas ligados pelo conceito de projecto. O primeiro é o corpo habitacional que ocupa 70% do terreno, reservando os restantes 30% para o segundo corpo, comercial, e área livre entre os dois corpos. O conceito nasce a partir da criação, no primeiro corpo, de três volumes distintos: o central que incorpora as plataformas metálicas de distribuição para as habitações, escadas, elevadores e rampas de acesso; os laterais que incorporam as habitações, privilegiando a vista de rio, a nascente, e a vista mais urbana, a poente. Este grande corpo permite o encaixe de 30 habitações para jovens estudantes ou casais em início de vida, não limitando, no entanto, as opções a outros públicos. Após definir este princípio, optou-se por desenvolver uma ideia mais industrial e liberal do espaço que permitisse que habitantes e transeuntes o "invadissem". Este conceito de edifício aberto tornou possíveis inúmeras possibilidades de habitação e formas de estruturar o grande corpo, tendo-se escolhido a estrutura metálica leve onde são "engavetados" módulos habitacionais pré-fabricados, facilitando o processo de construção a nível quer de tempo quer de custo. O uso da estrutura metálica permite conferir leveza ao corpo e, simultaneamente, criar espaços de vão livre que oferecem uma ligação entre o transeunte e o espaço interior permitindo, também, vários "quadros" visuais ao longo do percurso das ruas anexas. A estrutura metálica foi projectada a partir de uma métrica de 10m x 10m diferenciando as alturas entre pisos que variam entre 3,90m e 4,50m. Os módulos estão fixos em vigas metálicas espaçadas de 7m podendo ser afixados com diferentes distâncias entre eles. A concepção individual de cada módulo-habitação permite uma exclusividade de espaço dando uma ideia de abrigo. Esta ideia de exclusividade prende-se com o facto de cada habitante poder alterar a configuração interior do espaço conforme necessite assim como com o facto de se permitir alterar a fachada de acordo com uma base pré-estabelecida. Este processo foi pensado de modo a que os vãos das diferentes habitações não entrem em conflito, havendo sempre espaço de manobra em cada módulo. Cada habitação é adquirida como um lote, ou seja, uma vez comprando o espaço, o cliente tem a liberdade de escolher se quer um T0, um T1 ou um T2, havendo, ainda, a possibilidade de outras tipologias de acordo com uma configuração personalizada. O segundo corpo é reservado ao comércio e acesso à garagem. O comércio segue, a uma escala menor, a mesma linha de pensamento da habitação: módulos pré-fabricados de lojas são acoplados a uma estrutura metálica de um piso. O espaço entre corpos permite um desafogo do edificado ao longo do terreno e marca a transição de uma zona mais antiga de carácter industrial para uma zona mais recente de carácter habitacional e comercial. Para votar no projecto: Agradecimentos ao Arq. Guilherme Santos pela informação disponibilizada.
  17. OA procura equipa para o Jornal de Arquitectos Citado: Nos termos do seu regulamento, o concurso para selecção dos Órgãos do JA – Direcção, Conselho Editorial e Redacção – é lançado hoje. O JA tem como objectivo a promoção e o debate da arquitectura no âmbito dos membros da OA e de todos os interessados na reflexão em torno da arquitectura, do edificado, da cidade, do ambiente e do território. Pela sua regularidade e temas que aborda, com a sua tiragem de cerca de doze mil exemplares para total distribuição, é a principal publicação da OA. O concurso, aberto aos membros da OA, selecciona a equipa, a nomear pelo Conselho Directivo Nacional, responsável pela edição do JA por um período de três anos (triénio 2012-2014), que corresponderá à publicação de sete números (do n.º 246 ao n.º 252). O concurso desenvolve-se em duas fases e a entrega de candidaturas para a primeira fase decorre até 2 de Julho próximo. Consulte o regulamento, disponível em pdf. Para mais informação: http://bit.ly/Ildw8f
  18. Tendas Bolha Por Pierre Stéphane Dumas Mais informação: http://bubbletree.fr/
  19. MIT usa edificio para jogar Tetris '> Mais info: http://www.tgdaily.c...e-of-a-building
  20. Peace Bridge in Calgary Santiago Calatrava Calgary, Canadá Mais informação: http://bit.ly/I8q5HF
  21. Já é possível actualizar o perfil e a respectiva empresa, para actualizar os dados basta ir a: http://www.arquitect...rea=profileinfo Ou no clicar no nome no topo da página em "Nome de Utilizador > Editar Perfil" (ver imagem): No fundo da página pode-se encontrar várias opções para melhorar o perfil. O perfil pode ser personalizado como o nosso: http://www.arquitect...23678-connecty/
  22. Arquitectura de Interiores para Gulosos Colaboração entre Rui Pereira & Ryosuke Fukusada para mobiliário para gulosos. Cada objecto mistura a tradicional sobremesa de bolos pequenos Japoneses "baby castella" com os portugueses Ovos moles. Mais info: http://www.saporedeimobili.com/
  23. Concurso de Concepção - Praia e Frente de Mar da Figueira da Foz e Buarcos | Divulgação de Resultados O Júri do 'Concurso Público de Concepção (Ideias) para a Requalificação e Reordenamento da Praia e Frente de Mar da Figueira da Foz e Buarcos', promovido pelo Município da Figueira da Foz, com Assessoria Técnica da OASRN, congratulando-se com a oportunidade de se confrontar com um vasto conjunto de ideias, de excelente qualidade, expressas nos 61 trabalho admitidos, deliberou pela seguinte hierarquização (correspondente aos trabalhos premiados e distinguidos): 1.º Classificado | RVDM – Arquitectos, Lda. Conforme referido pelo Júri, trata-se de um trabalho que excedeu as expectativas face ao teor do presente concurso, cumprindo "(..) diligentemente com todos os requisitos (…)." Apresenta uma "Estratégia de intervenção clara e muito forte onde se destaca a consciência de trabalhar um território de fronteira, de expressiva dimensão natural. São criadas áreas distintas e diversificadas onde sobressaem um parque atlântico extenso e bem equipado destinado a receber arte, cultura, desporto, turismo e lazer. Destaca-se a proposta clara de criação do sistema dunar, o estabelecimento de um sistema de acessos hierarquizado que avança sobre o areal, bem articulado com o estacionamento proposto, e o facto deste sistema de acessos reperfilar toda a avenida marginal e o remate sobre a rotunda e jardim de Buarcos, e ainda, de organizar os programas como estimuladores de procura capazes de resolver os picos de intensidade sazonal, de forma ambientalmente sustentável. (…) Apresenta projectos âncora importantes (piscina atlântica e anel das artes) e distribui de forma equilibrada e diversificada no território, jardins temáticos e espaços de recreio e lazer infanto-juvenis e espaços para desportos radicais." 2.º Classificado | Atelier Rua – Arquitectos Lda. Cumprindo "(…) diligentemente com todos os requisitos (…)", o trabalho apresenta uma "Estratégia clara de ordenamento do território com criação de áreas distintas de intervenção. Destaca-se, como estratégia, o ritmo de aproximação à linha de costa que define a zona balnear, a relação entre o ambiente construído e o ambiente natural, suportado por uma estrutura verde adequada e simultaneamente criativa, a acessibilidade sobre o território que cria áreas de estar e conforto, e a pertinência dos sistemas construtivos e materiais propostos. A relação custo/benefício entende-se equilibrada bem como o programa diversificado que é proposto ao longo da extensão da ante-praia", conforme de pode ler no Relatório do Júri. 3.º Classificado | Cláudia Patrícia Pinto Freitas / Vitor Hugo Esteves O Júri no seu relatório, sublinhando a "(…) qualidade e flexibilidade dos espaços públicos propostos", destaca "(…) a coerência da estratégia em termos de programa, a criatividade no detalhe, enquadramento na envolvente, preocupação ambiental, alicerçado numa estrutura verde coerente e na adequação dos sistemas construtivos e materiais propostos." A intervenção, que "cumpre diligentemente com todos os requisitos (…)", "Permite uma circulação avançada sobre a frente marítima e areal, clarificando a zona balnear." Menção Honrosa | Friedmann Rentsch / Rentsch Architekten O Júri justifica a atribuição desta Menção, "determinada pela avaliação conceptual e gráfica aplicada ao conjunto dos conteúdos propostos." Menção Honrosa | Miguel Figueira / Pedro Bandeira / Pedro Maurício Borges Conforme expresso no seu relatório, a atribuição desta Menção pelo Júri foi "determinada pela originalidade e inovação da proposta." Menção Honrosa | Miguel Figueira / Pedro Bandeira / Pedro Maurício Borges Foi também este trabalho alvo de distinção pelo Júri, "determinada pelo carácter de manifesto ou provocação, e por assumir uma atitude de demonstração por absurdo de uma ideia, intervenção radical ou extrema." Na sequência da decisão de selecção e de atribuição de Prémios da Entidade Adjudicante, serão atribuídos, aos concorrentes classificados nos 3 primeiros lugares, prémios no valor pecuniário de, respectivamente, €30.000,00, €20.000,00 e 10.000,00, e de €2.000,00 a cada Menção Honrosa. O Júri foi constituído pelos seguintes elementos: Presidente: António Tavares, Vereador do Urbanismo Ambiente e Cultura da CMFF; Relator: Maria Manuel Ataíde, designada pela CMFF; Secretário: Nuno Mendes, designado pela CMFF; Joaquim Sotto Maior / Jorge Rua, designados pela APFF; Fátima Alves /Luís Paulo Ribeiro, designados pelo Consórcio CEDRU-UA; Paulo Machado/ Luísa Biscaya, designados pelo Instituto Nacional da Água; Leonor Picão, designada pelo Turismo de Portugal; Solange Pereira, designada pela DRCC; e por João Paulo Cardielos, elemento designado pela OASRN. Em declarações no relatório final, "os membros do Júri do concurso consideraram que a iniciativa (…) se reveste de um significado particularmente relevante, colocando em apreciação e debate público um amplo conjunto de ideias que poderão, futuramente, servir para a construção de um quadro mais alargado de pensamento estratégico para a cidade." Imagens (cima para baixo) © direitos reservados: 1.º Classificado | RVDM – Arquitectos, Lda. 2.º Classificado | Atelier Rua – Arquitectos Lda. 3.º Classificado | Cláudia Patrícia Pinto Freitas / Vitor Hugo Esteves Menção Honrosa | Friedmann Rentsch / Rentsch Architekten Menção Honrosa | Miguel Figueira / Pedro Bandeira / Pedro Maurício Borges Menção Honrosa | Miguel Figueira / Pedro Bandeira / Pedro Maurício Borges In: Mensageiro OASRN #480 Marque a sua presença no Evento de apresentação aqui:
  24. Microsoft Lisbon Experience FOCUS group, Arq. Nuno Malheiro da Silva http-~~-//www.youtube.com/watch?v=P4OYcKjN2Vo
  25. Caro Marcio, Tiago Vinhas respondeu à sua pergunta na nossa página do Facebook: "Acho que tens duas maneiras de o fazer. 1º através da criação de um objecto. 2º utilizar a ferramenta "solid element operations"... espero ter ajudado." Pode responder directamente em:
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