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Arq.to

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  1. South Park atelierSUMO http-~~-//www.casadavizinha.eu/spp/architects/74/projects/56/1197054079_05_cv_sp.jpg http-~~-//www.casadavizinha.eu/spp/architects/74/projects/56/1197054229_09_cv_sp.jpg Localizada no East River, entre Manhattan e Queens, a ilha Roosevelt contém um pequeno conjunto de edificações, testemunho da história da cidade desde a ocupação holandesa. O concurso pretendia a formalização de um centro de artes que contemplasse a revitalização do Smallpox Hospital, a única ruína classificada no distrito de Manhattan. As premissas do programa consistiam no desenho universal, a revitalização da ruína e o trabalho com um território que serve de apoio à nidificação de aves. O gesto protector, ilustrado pela fita, define a abordagem formal e a disposição programática da proposta: a ruína é “protegida” e a nova construção enquadra o edifício pré-existente. O conceito da “fita” conduz a um sistema de caminhos que ligam todos os espaços. Esta rede pedonal é construída com o recurso a diferentes materiais: mais que uma experiência visual, cada caminho poderá ser reconhecido e diferenciado pelo seu som, toque e temperatura, permitindo uma caminhada multisensorial. A experiência torna-se consequentemente universal. A proposta apresenta uma estratégia urbana global para o extremo sul da ilha, desenvolvendo um complexo que incorpora não apenas a ruína e o novo programa arquitectónico mas que também configura um novo parque urbano. O sistema de caminhos panorâmicos motiva um uso plural, enfatizando o carácter público do conjunto proposto. Estes caminhos são materializados parcialmente em passadeiras que tocam pontualmente o solo (não interferindo com a nidificação das aves) e que entram pelo East River ampliando a zona de protecção. Ler mais sobre o projecto: http://www.casadavizinha.eu/projectos/south-park-56.html
  2. Sumo Granturista atelierSUMO http-~~-//www.casadavizinha.eu/spp/architects/74/projects/55/1196860640_04_cv_gt.jpg http-~~-//www.casadavizinha.eu/spp/architects/74/projects/55/1196860770_09_cv_gt.jpg Para esta proposta foram ponderados diversos cenários de apropriação do espaço, exigindo à “casa de férias” uma adaptação funcional consoante o periodo do ano, diferente número de utilizadores e graus de proximidade. A tipologia apresentada poderá servir a pelo menos duas familias, sendo constituidas duas unidades independentes que partilham uma sala/cozinha e parte da circulação. Na constituição destas duas unidades foram considerados “laços” de proximidade/relacionamento que poderão conduzir à partilha do espaço. Esta partilha poderá assumir o simples prazer de dividir e usufruir o tempo de férias em conjunto por uma grande familia, por um grupo próximo de amigos ou então satisfazer simples factores económicos, em que o espaço é repartido por “necessidade” e a coabitação é limitada a alguns espaços de utilização comum. Considera-se que esta proposta poderá apresentar uma solução sustentável no que toca a ocupação e utilização e por isso uma alternativa às “convencionais” tipologias de férias. A flexibilidade funcional é um dos grandes trunfos da SUMO GRANTURISTA. De modo a responder a estas imposições funcionais pensou-se numa casa em que o mobiliário existisse de forma integrada, dotando-a de requisitos básicos de habitabilidade, reduzindo assim o investimento, o esforço e o transtorno do transporte de objectos. Esta é uma casa “pronta a habitar” que permite ao Granturista deslocar-se com pouca bagagem. A existência de mobiliário integrado pretende criar um sentimento de elementariedade, onde prevalece o objectivo prioritário de descanso e descontracção. Estes elementos apresentam uma materialidade neutra que possibilita (se desejada) a sua fácil personalização, podendo esta ser feita com recurso a materiais de expressão e custo reduzidos: uma almofada, um lençol, uma colcha. Procura-se superar a noção de “construído à medida” dos gostos do fruidor para se alcançar a consciência de que o mobiliário/equipamento existe como responta às necessidades básicas do Granturista. Ler mais sobre o projecto: http://www.casadavizinha.eu/projectos/sumo-granturista-55.html
  3. Não tem que pedir desculpa, é para ajudar que estamos todos aqui! :p
  4. JCAMIRANDA a EDP é uma das principais interessadas, por isso é uma das maiores produtoras de energia eólica a nível europeu e a decoração foi feita sem gasto adicionais de energia ou recursos.
  5. O termo é aplicado das duas maneiras, mas sim, o mais comum é biblioteca, e de facto faz mais sentido! Pelo que leio, parecem usar as tais livrarias (bibliotecas). Mas acho óptimo este tipo de projectos serem usados e divulgados, de maneira a arranjarem o suporte suficiente para "concorrerem" entre si, estimula mais a inovação! JCAMIRANDA, falamos de coisas diferentes, neste tópico, muito sucintamente, fala-se de desenvolvimento web, e não da informática na arquitectura. Hoje em dia devem ser poucas ou quase nenhuma faculdade ou curso que não inclua uma disciplina ligada à informática. O computador facilita o trabalho do engenheiro e do arquitecto, mas o que se aprende na faculdade é o uso de ambas as ferramentas, com e sem informática.
  6. Isso é um pequeno mito, as pessoas apenas fazem isso porque acham que para a pesquisa em alguns motores de buscar as palavras sem acento são melhor pesquisáveis, mas não é verdade. Parabéns pelo teu site! Acho que já tive a oportunidade de te dizer isto mais que uma vez. Porque dizes isso? O Flash é dos plug-ins mais instalados, a ideia da Adobe é propagar o Flash para completar os 1% de mercado que falta. Aqui ficam as estatísticas: http://www.adobe.com/products/player_census/flashplayer/ AAAHH! O Frontpage não! O Frontpage é um atentado ao desenvolvimento web, para além de obsoleto, a MS deixou de o suportar e de o incluir no Office 2007. O substituto é o Microsoft Expression, e é bastante bom. Na minha opinião pessoal o Dreamweaver é o software de referência, mas torna-se um pouco mais complexo caso os conhecimentos de desenvolvimento web sejam poucos ou reduzidos.
  7. Esclarecido, pensei que te referias ao facto de ser marca, logo não poder ser usado ou ter restrições de "autor". Sim é verdade, está dependente da Adobe, no caso dos outros como referes e bem o código é baseado em licenças, umas mais abertas que outras, mas que permitem alterar o código. Exactamente o Gnash usa o plug-in ou as livrarias do Flash para reproduzir filmes SWF, basicamente é uma alternativa ao Adobe Flash Player que renderiza os filmes SWF usando as mesmas livrarias que a Adobe usa no Flash Player. Esse tópico já é um bocadinho antigo , mas diz algumas coisas básicas. Vou procurar um mais recente e publicar. Embora puxe um pouco "a sardinha para a minha brasa" um bom exemplo de indexação é a Casa da Vizinha e o Arquitectura.pt, o primeiro ficou no topo do Google quatro dias depois da sua conclusão. Se alguma vez visitares o site dá uma vista de olhos ao código, à maneira de como estão formatados os links, a posição das palavras, e repara que nem têm muitas keywords nas meta-tags.
  8. Ferramentas proprietárias são discutíveis, porque mesmo o Linux é uma marca registada. Suporte a 64 bits é um bocado mais complicado do que seria suposto, é por isso que muito do software existente não o suporta, nem mesmo algumas linguagens, o mesmo para o Linux, a portabilidade do software e das linguagens não é algo fácil de construir ou fazer. O Gnash é um reprodutor de Flash e não substitui o Flash como plug-in. Acho melhor reinstalar o plug-in, ou o browser. Um deles pode estar a criar conflitos. Concordo contigo, esse será a problema geral, o abuso do Flash. Já agora o nosso exemplo www.origo.pt com as livrarias javascript homemade.
  9. Bem vindo João! Boa sorte!
  10. Tiago, alguns esclarecimentos: O Flash pode ser actualizado com frequência com o mesmo trabalho de uma página feita em XHTML e com uma outra linguagem de programação. Neste tópico já mostrei exemplos de software e blogs feitos na tecnologia Flash que são actualizados diariamente. No caso do software até usado de X em X horas. As meta-tags estão obsoletas, por exemplo o Google já não pesquisa por Meta-tags, e apenas os resultados pagos é que pode personalizar o modo como os resultados aparecem nos motores de busca. Tiago Jscript e Javascript são coisas diferentes, um é da Microsoft e o outro desenvolvido pela Netscape. O Javascript é perfeitamente integrável com o Flash, e não limita em modo algum o Flash só o expande, o software que dei de exemplo, possui Flash, C, ActionScript e Javascript. Para que o Flash possa ser lido no browser como uma página web, necessita obrigatoriamente do HTML/XHTML, ele não pode ser embutido numa página de outra maneira. Da mesma forma o HTML/XHTML não pode carregar nada, apenas o Flash através de comandos, sejam eles em Javascript ou Actionscript ou outra linguagem qualquer. O ActionScript é uma linguagem do Adobe Flash, e está dependente dele. Não funciona em standalone, ou seja, independente da plataforma, por isso quem sabe de ActionScript têm obrigatoriamente de saber Flash. Nenhuma das plataformas funciona independente. Espero ter esclarecido algumas dúvidas :happy:
  11. E desde muito cedo. O que fez dele uma boa aplicação para o desenvolvimento web! Mas voltando ao tópico inicial: a cor do fundo é um elemento de escolha, existem sites com bom uso da cor escuros, como sites de fundos claros que são verdadeiras marquises. Quanto ao uso de Flash, é a mesma subjectividade, se bem usado, funciona como vocês viram, se mal, pode criar as mesmas marquises.
  12. Experiências, informação, inspiração, contactos, projectos, imagens, arquitectos, etc... Desligou? O botão continua lá e as opções também. Podes não ter todas as funcionalidades, mas tens as essenciais, além disso o objectivo é esse. Num XHTML também te limitam as funcionalidade baseadas no elemento que clicar com o botão direito. Com o Flash podes também ter as funcionalidades do botão direito, mas mais uma vez é preciso saber usar a ferramenta. Ora aí está, se ambos podem fazer a mesma coisa é a dominação da ferramenta que interessa, ambas têm as suas vantagens dependendo do domínio da tecnologia. Vai em torno da discussão Apple/PC, Autocad/ArchiCad/Outro, embora com algumas limitações estas ferramentas dão para fazer o mesmo, dependendo do conhecimento de cada uma das ferramentas, escolherá aquela que será melhor. Mas todas elas foram desenvolvidas para o mesmo efeito.
  13. Desperdício porque? Com XHTML nunca farias um blog sem uma linguagem de "servidor", depois esta empresa domina muito bem o Flash, se tu dominando a ferramenta fazes um blog em 3 dias, porquê utilizares uma outra ferramenta ou linguagem que te vai fazer demorar mais de uma semana? Depois o objectivo da empresa é mesmo mostrar que domina todo o Flash, porque é essa a especialidade dela. O Flash é uma ferramenta como outra qualquer, o bom uso dela pode produzir qualquer coisa e cumprir todos os requisitos propostos.
  14. Um webmaster não faz o trabalho de um webdesigner, um webmaster gere um site, um webdesigner "desenha" o site. Os únicos factores válidos para não fazer um site 100% em Flash é o orçamento. De resto a nível técnico (programação/design/etc) o trabalho acaba por ser maior ou menor dependendo do site que é. Existe, mas isso é em tudo que é profissão. O bom é saber que há coisas boas!
  15. Um bom site para compreender o uso das cores: http://www.mariaclaudiacortes.com/colors/Colors.html
  16. Quanto à navegação basta usar o comando correcto como por exemplo: on (keyPress "<Down>") { gotoAndPlay(125); } E definires a navegação da mesma maneira, assim funciona como teclas de atalho para uma rápida e fácil navegação. Uma má atitude que faz demorar os sites em Flash, são os carregamentos, maior parte das pessoas incluem as imagens dentro dos ficheiros em vez de os carregar remotamente. Como te digo o Flash dá para fazer tudo o que faz um XHTML+Javascript, e com maior facilidade, e muito menos código, o Javascript é mais complexo, mas como temos librarias já feitas (www.origo.pt) torna-se mais fácil para nós. Agora já não, os sites em Flash são perfeitamente lidos pelo Google (os bem feitos), podem inclusive ser lidos por browsers para invisuais como se textos normais se tratassem, até podes mesmo formatar o texto em HTML/XHTML, tudo o que tens de fazer é usar fontes Device. Em sites com demasiada informação, por exemplo um portal, talvez não seja viável, porque o orçamento era bastante maior do que um feito com uma linguagem de programação, mas se existem fóruns totalmente feitos em flash, chats, software e blogs, porque é que não é viável? Um bom exemplo: http://www.thinkswedish.com Este site é totalmente feito em Flash, perfeitamente navegável como um outro blog, rápido, e perfeitamente pesquisável pelo Google e outros motores de busca.
  17. O Flash é perfeitamente actualizável. Com o Flash dá para fazer várias coisas, dou o exemplo de uma aplicação que fizemos: Restituo Monalisa http-~~-//farm1.static.flickr.com/123/328802765_0ad847f7d2.jpg Esta aplicação (software) usa Flash, e inclusive pode actualizar um site remotamente. O Flash é tão fácil de actualizar como uma página HTML no Dreamweaver, tens é de o saber usar correctamente, dois painéis que ajudam é o Project e a Library. Usando esses dois, nem se precisa de cliente FTP. Vais-me desculpa mas não é verdade, um site 100% em Flash é tão viável como um feito em XHTML. Tudo depende da técnica e do uso da ferramenta. O que fazes em Flash podes fazer igual com Javascript e XHTML, mas em algumas situações o Flash facilita a tarefa. As famosas intros em Flash são um desrespeito à usabilidade e à acessibilidade, isso sim recomendo a todos tirarem. Os princípios da web 2.0 variam de autor para autor, os fundos escuros prejudicam os olhos, como expliquei neste tópico: http://www.arquitectura.pt/forum/f13/blacke-vs-google-7704.html Mas apenas em sites onde os fundos negros ocupam maior parte do ecrã, nos restante o bom uso da cor, e do bom gosto, pode fazer toda a diferença. Mas neste caso parte num principio de gosto do webdesigner, do cliente, por vezes da própria concepção da marca da empresa/cliente, e do gosto dos utilizadores. Um bom exemplo onde se deve usar fundos negros é em sites de fotografia. Onde o destaque da foto, das cores e formas são mais perceptíveis do que em fundo branco ou colorido. Tens toda a razão, a mobilidade depende do código, e não das cores. Da mesma forma a portabilidade também não depende das cores. Por acaso para ser sincero fazer um site móvel é bem mais fácil que um para ser exibido em ecrãs maiores, mas também...essa é a minha área Acrescento ao funcional e estético, usável, acessível e portável. As regras da W3C não se envolvem com o aspecto do site, mas sim com os padrões da web. A W3C define coisas como a formatação do XML, XHTML, CSS, etc, esses padrões são para o código e não para o aspecto do site. A W3C não define quaisquer regras para web!
  18. errrr...Como profissional na área, digo-te que estás errado. Para além do Flash suportar maior parte dos standards que o Jacob Nielson criticou em 2005 o que ele apoia é a usabilidade e acessibilidade nos sites, mas neste caso começa mal porque o site dele (feito em 2005) contém erros de acessibilidade, o mesmo acontece com o site da empresa dele. Digo-te que maior parte das pessoas permanece mais tempo no site pelo seu design e pelo conteúdo do site. Uma boa mistura de ambos é essencial, mas o que permanece é o design e a boa experiência do utilizador. Embora tenha muitos dos livros do Jacob Nielson, convenhamos que já não estamos em 2005 e que até então a web e as tecnologias evoluiram muito, mas claro convém sempre uma boa dominação das técnicas e das ferramentas. Hoje os padrões de acessibilidade estão mais definidos, já existem mais ferramentas, mais complexas e avançadas para ajudar os programadores nesse sentido, até mesmo em Portugal já existe uma resolução em Conselho de Ministros sobre a acessibilidade nos sites. Seria óptimo apoiar os standards mas dou-te o exemplo da Casa da Vizinha que demorou 3 dias só a limpar a código; o código não têm erros, não têm avisos, mas em algumas páginas contém 200 erros de acessibilidade AA (acessibilidade nível 1), no entanto uma das nossas preocupações foi tornar o site é perfeitamente navegável com apenas duas teclas e pode ser visto em browsers para invisuais. Com o Flash podes fazer o mesmo, e tornar até a experiência mais agradável com som, navegação com duas teclas, etc, mas o trabalho seria provavelmente maior. E por vezes os prazos de entregas e respectivas limitações no orçamento não permitem muito mais, no nosso caso usamos uma alternativa ao Flash, que normalmente, é mais acessível, o Javascript.
  19. Fiz essa mesma pergunta à tempos aqui ficam alguns resultados: http://www.arquitectura.pt/forum/f22/a-cor-do-a-arquitectura-7397.html
  20. PLUG-IN CHINA_SOLAR BUILDING COMPETITION 07 nbAA Arquitectos http-~~-//www.casadavizinha.eu/spp/architects/37/projects/32/1195565007_nbaa_06_pequim_plug-in_vistageral.jpg http-~~-//www.casadavizinha.eu/spp/architects/37/projects/32/1195564841_nbaa_03_pequim_plug-in_corte-longitudinalia.jpg http-~~-//www.casadavizinha.eu/spp/architects/37/projects/32/1196774090_nbaa_05_pequim_plug-in_esquemas.jpg Actualmente, mais do que estilo arquitectónico, a necessidade de uma habitação sustentável, leva-nos a re-pensar sobre o edifíco num modo GLObal. As características especiais do território e a cultura loCAL, conduzem-nos à compreensão de necessidades específicas. Assim, arquitectura GLOCAL é o futuro. Conceptual e matericamente, a casa divide-se em duas partes; a máquina sustentável e o espaço habitável. Máquina Sustentável Este volume contém todos os serviços da casa e áreas técnicas necessárias. Está intimamente ligada ao terreno, como parte deste, revelando-se através de chaminés que se destacam de forma ritmada (estas permitem a iluminação e ventilação naturais para instalações sanitárias e cozinhas, trabalhando como base para a tecnologia solar activa que necessita de diferentes inclinações). Conecta-se com o espaço habitável através de corredores. Entre estes, pátios são usados como temáticas diferenciadas, permitindo a iluminação e circulação de ar. Espaço Habitável Um volume simples orientado a Sul. Servido pela máquina sustentável; sendo que todos os esforços já deram resposta às problemáticas inerentes á habitação, esta caixa é livre de assumir variadas formas e dimensões, consoante as exigências do cliente. Espaço habitável personalizado: puro conforto. Nesta proposta, o volume geométrico apresenta algumas leves torções de modo a disfrutar das melhores vistas que a paisagem envolvente oferece. Ler mais sobre o projecto: http://www.casadavizinha.eu/projectos/plug-in-china_solar-building-competition-07-32.html
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