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Casa e Ateliers em Castelo Branco Arq.ª Claúdia Melo http-~~-//www.casadavizinha.eu/spp/architects/73/projects/62/1202598184_1_-_terreno_copy.jpg http-~~-//www.casadavizinha.eu/spp/architects/73/projects/62/1202758738_4_-_estrat__gia_ambiental_copy.jpg Destinada a habitação, atelier de escultura, pintura, e espaço expositivo, a casa de Castelo Branco foi organizada como se fosse uma cidade. Localizada numa área de paisagem natural, é dominada por um grande vazio, que funciona como uma praça, que articula todos os espaços. Os espaços encerrados estão individualizados volumétrica e plásticamente: o que é estático (espaços habitacionais) tem massa e é feito de paredes de bloco de cimento aparente hidrofugado, de cor cinza que acentua a sua permanência no local. O que é dinâmico (circulações e nós de ligação) é leve, com paredes e cobertura em chapa metalica lacada de cor vermelha, que acentuam o seu caracter vibratório. A praça é rodeada por um claustro, um espaço intermédio entre vazio e cheio, também em chapa metálica, lugar de penumbra e evasão. Paralelamente, e tão importante como a organização funcional e estética, são o desenho solar passivo e as soluções construtivas de baixo consumo energético que tiveram de ser de baixo custo também por limitações finaceiras dos clientes: a grande maioria dos envidraçados está virada a sul, com sombreadores metálicos de forma a possibilitar a oclusão no Verão e a introdução de calor no Inverno. Os blocos de cimento têm baixa energia incorporada, elevada massa térmica e são porosos, o que é excelente para um clima de extremos como o de Castelo Branco : possibilitam a absorção de calor durante o dia no Verão, e a libertação à noite para o exterior devido às diferenças de pressão do ar. No Inverno, dá-se o fenómeno inverso. A cor vermelha da chapa metálica é a que se adequa melhor às amplitudes térmicas Verão/Inverno e Dia/Noite, segundo o RCCTE. Esta conjugação cinza/vermelho e massa/leveza é também característica da arquitectura vernacular da zona, onde predominam as casas de pedra com vãos em madeira pintada de vermelho. Foi dada especial atenção ao quarto no piso 1, perto da coberura, onde se dão as maiores perdas e ganhos de calor numa edificação: no Inverno, o quarto beneficia de duas zonas “buffer”, a casa de banho, com dois grandes envidraçados, um para o exterior (sul) e outro para o quarto e a zona janela zenital e envidraçado norte interior do quarto. Em ambos os casos o calor é armazenado e introduzido no quarto por radiação. No Verão, os grandes envidraçados são sombrados por telas e ficam abertos de forma a permitir ventilação natural. Ler mais sobre o projecto: http://www.casadavizinha.eu/projectos/casa-e-ateliers-em-castelo-branco-62.html
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Assim o farei!
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É essa a vantagem do Arquitectura.pt Lex (para os restantes curiosos - não é nada convosco!)
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É essa a nossa intenção com eles, mostrar o trabalho deles e promover mais a associação. rui.dinis se aguardas alguma resposta da ASF, agradeço que tenhas paciência pois eles estão sem e-mails, não por culpa deles, mas por problemas com a empresa actual de alojamento. Logo que eles mudem o site online para os nossos servidores os e-mail estarão de novo online. Agradeço a paciência.
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Evento adicionado ao calendário: http://www.arquitectura.pt/forum/f14/evento-inspired-lisbon-bombay-sapphire-9555.html
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Inspired Lisbon by Bombay Sapphire Uma boa conversa é feita de boas perguntas, e de melhores respostas. Uma boa conversa criativa é sempre composta por perguntas inesperadas. Durante 5 dias em Lisboa, a criatividade segue a curiosidade. De 13 a 17 de Fevereiro, no Palácio Valadares no Chiado, decorre a primeira edição de um projecto cultural que pretende estimular a discussão e o debate crítico de temas actuais, e responder a questões levantadas pela comunidade criativa. Inspired Lisbon by Bombay Sapphire é um programa cultural internacional com acesso gratuito que, sob o mote da conversa informada, inclui debates, conferências, palestras, workshops, documentários, uma performance e uma exposição. Dedicado às áreas criativas de cariz projectual, procura a diversidade disciplinar – através da divulgação de projectos em torno do design nas suas várias áreas de intervenção como o design de produto, comunicação, moda e arquitectura, entre outros –, bem como a transversalidade, através do cruzamento e extensão do design a outras áreas de actividade (ambiental, política, social, económica, etc). Para mais informação: Inspired Lisbon by Bombay Sapphire Evento adicionado pelo utilizador: ubiquidade
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[Concurso] Parque de Feiras e Exposições - Alcácer do Sal
Arq.to replied to Arq.to's topic in Arquitectura
OS PRAZOS DO PROJECTO " PARQUE DE FEIRAS/ EXPOSIÇÕES E ZONA ENVOLVENTE" SOFRERAM UMA PEQUENA ALTERAÇÃO: Publicação de retificação de anuncio: 6 de fevereiro de 2008 Pedido de esclarecimentos: até 21 de Fevereiro de 2008 Respostas de pedidos de esclarecimento: até 29 de Fevereiro de 2008 Recepção de Propostas: até às 16 Horas de dia 24 de Março de 2008 Acto Público: 10 horas do dia 25 de Março de 2008 Este projecto pretende reestruturar o parque de feiras e zona envolvente (que abarca a praça de touros, o jardim público, o largo do Tribunal, a praça do mercado municipal e a avenida dos Aviadores), através da aposta numa ligação entre a área de intervenção e o tecido urbano envolvente, que passa pela criação de uma área verde com zonas de estar e percursos pedonais que dinamizem a zona. Informação disponibilizada pelo utilizador: rmoura -
Porto | Alameda 25 de Abril - UOPG 20 | José Pulido Valente
Arq.to replied to JVS's topic in Arquitectura
Cof cof...no fórum é permitido beijar o chão de quem quiser, desde que por motivos de higiene depois não vá beijar mais ninguém ou garanta que não se trata de assédio sexual. É também permitido ser-se moderado e seguir as regras! :p -
É de compreender, no país vizinho existem centenas registados nos ASF, aqui são poucos, muito poucos, e na sua maioria não tem grandes conhecimentos técnicos para gerir um site e mostrar o valor que têm. Esse trabalho era providenciado por um voluntário que fez um excelente trabalho, mas que não pode mais ajudar.
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Bem-vindo António, Esperamos todos ver projectos teus publicados por aqui: Exposição de Projectos de Arquitectura
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TiCo, estamos agora a colaborar com os ASFP para desenvolver soluções em conjunto, os ASFP estão a tentar providenciar uma melhor organização e estrutura, para já ainda não existe capacidade dos ASFP para mostrar o trabalho mais recente, o que é pena. Esperamos que em conjunto a ASFP se possa rever nos padrões que tentou estabelecer.
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Network Hydrology [image: Hydro-Net by IwamotoScott]. Hydro-Net, by San Francisco architects IwamotoScott, who spoke last year at BLDGBLOG's San Francisco event, has been making the rounds lately, popping up on all sorts of architecture and design blogs – but rightly so: it won first prize in the History Channel's recent "City of the Future" competition, and it offers up some fascinating urban re-design ideas. [images: Hydro-Net by IwamotoScott]. The project reimagines the entire San Francisco peninsula in the year 2108 A.D., having been overlain, if not completely replaced by, a kind of prosthetic hydrological landscape – complete with underground rivers of algae which will be cultivated as a source of hydrogen for fuel. [images: Hydro-Net by IwamotoScott]. Architecturally speaking, the city will sprout a whole series of new structures, including multi-angled fog harvesting machines, tendril-like towers along the waterfront, subterranean transport tunnels, and biologically active reservoirs buried beneath the streets. But you can just read that on the images themselves. The project tells its own story: it is a narrative of San Francisco as it could – and might someday – be. [images: Hydro-Net by IwamotoScott]. Best of all, though, are the aquifers: voids beneath the city put to use as a means by which the city can hydrologically replenish itself – thus extending this new vision of San Francisco into the ground. Leading me to ask: Does architecturally reimagining the surface of the earth mean that one is inherently Heideggerian? The landscape is extended, no longer serving as mere ground, or foundation, but structure. [images: Hydro-Net by IwamotoScott]. In any case, the end result is that we're faced with an infrastructurally renewed San Francisco... one whose skyline, and subterranean profile, will never be the same. [image: Hydro-Net by IwamotoScott]. See more in IwamotoScott's own Flickr set of the project. Ler artigo...
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Portugal ocupa a 18ª posição no desempenho ambiental, segundo a Universidade de Yale Segundo o Environmental Performance Index 2008 (EPI 2008), calculado para um total de 149 países de todo o Mundo, Portugal alcança 85,8 pontos, numa escala de 100, ocupando a 18ª posição a nível mundial e 14ª a nível da Europa, ficando à frente de países como Itália, Espanha, Bélgica, Holanda ou Grécia, no que diz respeito ao desempenho ambiental. O EPI 2008 foi apresentado a 28 de Janeiro, aquando da 38º edição do Fórum Económico Mundial, que se realizou em Davos, na Suiça, sendo elaborado por uma equipa de especialistas das universidades norte-americanas de Yale e de Columbia, analisando um conjunto de 25 indicadores de desempenho ambiental. O EPI 2008 identifica metas específicas para cada um dos indicadores e avalia o seu cumprimento e aplicação por parte dos governos dos diferentes estados. Os indicadores são agrupados em seis categorias específicas, a referir: saúde ambiental, poluição atmosférica, recursos hídricos, habitats e biodiversidade, recursos naturais e produtivos, e alterações climáticas. No caso de Portugal a pontuação mais elevada foi obtida para os indicadores relacionados com saúde ambiental (98,4%), poluição atmosférica (96,8%) e protecção dos recursos naturais e produtivos (90,5%). Segundo os autores do estudo, os países desenvolvidos são os que enfrentam os danos mais severos no ambiente, apesar de serem ao mesmo tempo os que possuem maior capacidade para fazer os investimentos necessários para controlar os impactos negativos, enquanto que os países em desenvolvimento enfrentam constrangimentos de ordem económica significantes. O que pode ser facilmente comprovado quando se observa que o primeiro lugar, do ranking total dos países, é ocupado pela Suíça (com 95 pontos), seguida da Suécia, Noruega, Finlândia e Costa Rica, ficando no fundo da tabela a Mauritânia, a Serra Leoa, Angola e, finalmente, o Nigér que com apenas 39,1 pontos. Ainda segundo as principais conclusões do EPI 200, a prosperidade e riqueza do país está altamente relacionada com o resultado do índice e que países com estratégias de boa governação contribuem para melhores desempenhos ambientais. Um exemplo específico, que sobressai no relatório, é o da Costa Rica e a vizinha Nicarágua, que ocupam o 5º e 77º lugares, respectivamente, resultado da história de falta de boa governação, corrupção, conflitos violentos na Nicarágua. Os países mais bem colocados na tabela de resultados são os que investiram no controlo da contaminação da água e da poluição atmosférica, adoptando políticas e medidas de controle de impactos causados por actividades económicas. Já os países mais abaixo na classificação são aqueles que não fizeram investimentos em políticas de saúde ambiental e com regimes políticos débeis. Na sua elaboração, o EPI recorre a bases de dados sobre desempenho ambiental, no entanto a qualidade de dados e a sua disponibilidade não são as melhores, uma vez que ainda se verifica a ausência de indicadores largamente quantificados e consistentes metodologicamente. A falta de séries de dados recolhidos num período temporal largo também condiciona a análise realizada. Com vista a contornar estes obstáculos, os autores do estudo propõem aos políticos e decisores um conjunto de medidas, a destacar: investimentos na monitorização de dados ambientais, indicadores, e divulgação; estabelecimento de políticas objectivas para uma grande variedade de questões importantes; e apoios para esforços de protecção do meio ambiente a escalas globais, regionais, nacionais, estatais/provinciais e locais. Fonte: Agenda 21
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NOarq - 10A Exposição de José Carlos Oliveira Exposição dos 10 anos de trabalho do Arquitecto José Carlos Oliveira. Exposição patente até 29 de Fevereiro Localização: Casa da Cultura da Trofa Avenida Diogo Mourato Lagoa - Santiago do Bougado Contactos: 252 400 090 Horários: Terça a Sexta 10h - 12h30 | 14h às 19h Sábado 10.30h - 12.30h | 14h às 17h
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We will migrate into the sky [image: Courtesy of Studio Lindfors]. For a recent design competition called What if New York City..., architects and city planners were asked:What if New York City were hit by a Category 3 hurricane? What if the most densely residential city in the country loses hundreds of thousands of homes in a few hours? What if millions are left with nowhere to live, to work, or to go to school? What if subways flood, streets close, and whole neighborhoods are submerged by up to 23 feet of ocean water and battered by 130 mile-per-hour winds? What if New Yorkers need a place to live during years of reconstruction?Local architects Studio Lindfors offered a weirdly hilarious answer to those questions in the form of inhabitable blimps. Welcome to Cloud City. [images: Courtesy of Studio Lindfors; maybe Will Smith, in I Am Legend should have lived in one of these things... He might then have survived]. "Though perhaps an unusual proposal," we read, "Cloud City is literally an uplifting experience that will allow communities to remain intact as they pull themselves out of the rubble." It's an instant city in the sky:The homes can be rapidly deployed with minimal site preparation. They are intended to ‘plug in’ to existing utility services, and can be deployed by a team of four workers in roughly an hour. Once airborne, the floating homes allow construction crews below to work unimpeded, speeding up the recovery effort. This in turn reduces cost overruns and unnecessary delays.The hovering metropolis seems easy enough to construct. [images: Courtesy of Studio Lindfors]. As the architects themselves explain:Inflatable homes would be pre-fabricated and stored in warehouses for deployment as required. Each home consists of three basic components: an inflatable bladder, a rigid core, and a metal and wood platform. The bladder would consist of two compartments, filled with pressurized helium (which is non-combustible). The pressurized gas would give shape to the tailored and stitched fabric shell, creating an open living space within. Made from recycled polyester fabric, the balloon has a large surface area suitable for mounting of flexible solar panels for generating electricity. Within this living space is a rigid core which contains an efficient kitchenette and bathroom, along with plumbing and electrical services. The 300sf living space is open, and can be configured in many ways, with up to three bedroom spaces suitable for a family of four.However, a part of me thinks that there's no real reason to wait till disaster strikes; we could simply migrate into the sky. We will renew ourselves – literally airborne – in a vertical migration that evacuates the earth. Let's say you're from Kansas City, but you haven't been home in two decades. You don't get along with your family anymore and, well, you just didn't want to go back. But a special occasion comes up, and so you book a flight home. The whole city has been replaced with blimps. [image: Courtesy of Studio Lindfors]. You hadn't heard about this. Somehow the news just didn't pick it up –*the transition was so slow that no one noticed – or you missed that news report, but, either way, you're stunned. Everyone is up in the sky. There are no streets. You see your dad – in fact, he sees you – waving down from a well-tethered terrace. He's barbecuing something and drinking Diet Coke. No one pays property tax, just a small tethering fee. They grow their gardens on secondary platforms that drift around like balloons in a parade. Only one falling death has been reported in the last two years. The blimps themselves are bulletproof. [image: Courtesy of Studio Lindfors]. They are suburbs in the sky. In any case, read more about the project at Studio Lindfors's site – and don't miss the other competition entries, some of which are also worth posting. Ler artigo...
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JVS, eu não estava espantado, apenas a acrescentar as pessoas irritantes à lista. Acho que deviamos ficar em casa enclausurados (onde podiamos fazer tudo o que quisermos), para não ameaçar a saúde pública e segurança de ninguém .
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The Big Issue The March 2008 issue of Dwell is now out and, as some of you may or may not know, I recently became one of Dwell's Senior Editors – joining the woman who puts the cool in school, my new colleague Amber Bravo. March is the first issue in which I've had a real impact on content, so I thought I'd urge everyone to go check it out! It's good for you. [image: A page from Dwell featuring scenes from the short film After the Rain by Ben Olszyna-Marzys, produced for a architecture studio taught by Nic Clear]. The cover itself is gorgeous, featuring a project called the Boxhome by Finnish artist and architect Sami Rintala. I was very happy to send British novelist – and occasional BLDGBLOG commenter –*Clare Dudman over to Oslo in October '07 to see the Boxhome firsthand. Clare compares the Boxhome to a TARDIS from Dr. Who, "a tiny telephone box that opens into a series of rooms." Clare's recent novel One Day the Ice Will Reveal All Its Dead is well worth the read; it's an historical retelling of the life of German naturalist Alfred Wegener, who first pioneered the theory of "continental drift." Dudman is an extraordinary writer, and it was a genuine pleasure to work with her – and Sami is an enthusiast, plain and simple, so corresponding with him was a delight. Clare's article starts on page 114. I've basically got three articles of my own in there, as well. First, I interviewed architect David Adjaye when he came through town last Fall. You'll see a "Conversation" with Adjaye on page 92. Adjaye was surprisingly fun to talk to, I have to say, and I'm quite proud of the resulting transcript. We talk about LEED certification, the state of the U.S. construction industry, David's ongoing urban interest in Africa, and the idea that, to quote Adjaye himself:As cities grow, and as the experience of urbanism becomes overwhelming or intoxicating, I think the notion of the domestic retreat becomes more and more important.It's a short article, but give it a read if you can. [image: Three projects by David Adjaye]. I also visited a house in Chicago while I was there in September '07, and an article about that residence appears on page 80. The house is a converted tavern in Bucktown. It's been fitted out with geothermal wells, solar panels, and some really cool wind turbines by Bil Becker of Aerotecture International; 80% of the construction waste was recycled. The coolest detail, for me, was the bathroom floors, which are made from a glass aggregate in which the pulverized remains of old musical records can still be seen. I actually got to tour the house with the lead and project architects, and they pointed out small, recognizable fragments of old LPs in the floor beside the toilet. It's a beautiful house; it's received an awful lot of media attention, including an entire show by National Geographic, but hopefully my little three-page article adds something to the conversation. [images: Photos taken by Michael Tercha for the Chicago Tribune; I have actually sat on one of those loungers, surreally enough]. While I was in Chicago, then, I was also given a long tour of one of the houses that appears on page 64. Designed by Chris Talsma, of Filoramo|Talsma, it's his own house; Chris, his wife, and I walked around for nearly an hour exploring the place, looking out over the city from the enormous – genuinely just enormous – roof deck, talking about architecture and the Pompidou Centre and the changing neighborhoods of Chicago, where I once lived, and I wish that we could have covered the house in more detail, but at least we managed to include it. If you're looking for a residential architect in Chicago, consider giving Chris a call. Finally, I've got a short, uncredited article about professor Nic Clear, from the Bartlett School of Architecture, who, for nearly a decade, has been using a heady mix of film production, sci-fi, and J.G. Ballard to teach his students the narrative rudiments of built space. I showed some of Clear's students' work at a film festival I helped curate in Pasadena last year, so I was excited to include Clear in the issue. So go check it out! It's got small houses in London and New York, and an "Archive" piece, by Aaron Britt, about Bertrand Goldberg, architect of the corncob towers in Chicago, of Wilco fame. It mentions Piranesi and the book Hyperborder. It's got fish made from bone china and a tour of Lima, Peru. It's got iPod docks. If you do pick up a copy, I'd love to hear what you think – of the Adjaye conversation and the Nic Clear article, in particular. At the very least, just look at that cover! It's gorgeous. Ler artigo...
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Exactamente o que estava a dizer se fosse assim todos ficariamos em casa...Somos todos irritantes de alguma maneira, a mim irrita-me pessoas a assoarem o nariz, a colocarem o telemóvel e mesmo escrever mensagens à mesa, mas para muita gente isso não irrita. O mesmo com os miúdos, já me aconteceu irritar-me com uma miúda birrenta e a pessoa que me acompanhava nem deu conta da miúda. Não leves como algo a provocar-te Margaria, apenas queria dizer, que enquanto o fumo incomoda bastantes pessoas, e de facto afecta a saúde de todos, as crianças, as pessoas e os animais irritantes não afectam toda a gente ou afectam de maneira diferente em cada um.
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Margarida, e porque não, já agora, pessoas irritantes? Acrescentando tudo à lista, ninguém saía de casa. O problema está é que ao fumar, afecto a saúde de todos em meu redor, uma criança não têm culpa, apenas está a comportar-se como tal e como foi educada, por isso a proibir era certas pessoas de ser pais ou de educar mal. Para os cães é o mesmo, são animais e comportam-se como tal, mas os miúdos controlam-se, os animais não.
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Evento adicionado no Calendário: http://www.arquitectura.pt/forum/f14/concurso-parque-de-feiras-exposi-es-alc-cer-do-sal-9446.html
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A Câmara Municipal de Alcácer do Sal lançou um concurso para a apresentação de projectos para a requalificação do PARQUE DE FEIRAS/ EXPOSIÇÕES e zona envolvente da cidade de Alcácer do Sal. O 1º Classificado receberá um prémio do valor de 7 500€. Zona de Intervenção: [ATTACH]3148[/ATTACH] LINK PARA SITE: http://www.parquedefeirasalcacerdosal.com.pt CALENDARIZAÇÃO: Pedidos de Esclarecimento: até 13 de Fevereiro 2008 Respostas de Pedidos de Esclarecimento: até 22 Fevereiro 2008 Recepção de Projectos: até às 16 horas do dia 14 de Março 2008 Acto Público: 10 horas do dia 17 de Março 2008, no Salão Nobre dos Paços do Concelho Evento introduzido pelo utilizador: rmoura
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Antes de mais bem-vindo djadas, Os software mais usados são o Corel, Adobe InDesign, Adobe Photoshop e Adobe Illustrator.
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FDionisio já existe um fórum dedicado a informática - Informática na Arquitectura, será que entendi bem a sugestão?
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Obrigado pela sugestão Rui, já estamos a preparar o calendário para o lançamento de todas as funcionalidades, uma das quais é uma área semelhante à sugerida pelo Rui. Se existirem mais sugestões por favor disponham, neste fórum para que possamos criar um bom acervo de informação para todos.
