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  1. Essa pré-existência não será melhor obviamente ; ), mas creio que também que não é isso que está em causa. Importa sim fazer um bom projecto para um local tão delicado, é isso que temos de esperar.
  2. Não tenho uma resposta efectiva a essa pergunta. Acho que é o nosso normal receio de podermos ver obras históricas lado a lado a edifício contemporâneos. Digo isto talvez por não ter sido explícita a posição do arquitecto face ao património antigo de Belém que fica na sua continuidade; aquele espaço público será o grande ou não final do trajecto á beira rio.
  3. Este complexo implanta-se realmente muito próximo da Torre de Belém, mais precisamente a 400m. Tenho algum receio desta relação...
  4. Existe disponível alguma informação cartográfica e/ou planta topográfica dessa elevação? Obrigado desde já.
  5. Acho que se está a confundir invenção com inovação. Porém, essa ideia de que já está tudo inventado soa-me mais uma desculpa para não se tentar inventar algo, por mais ínfimo que seja. Não me parece que essa frase se tenha alguma vez reflectido nos grandes exemplos da arquitectura...
  6. Realmente! Mas quem lá vive não deve ter outra hipótese de escolha...
  7. Abel Rafael pARasite O espaço habitável proposto, pelo seu carácter de uso temporário, vai ser desenvolvido pensado tendo em consideração as questões mínimas e essenciais à estadia, oferecendo ao habitante dois pólos considerados configuradores. A sua área volúmica é dividida então em espaço-função e espaço-fruição, de forma directa e assumida. Este conceito separa relações entre acções rotineiras e e acções mais sublimes: de um lado asseguram-se as necessidades básicas relativas á sobrevivência do ser humano, do outro tudo o que abarca o metafísico. A materialização destas realidades é também oposta: os espaços-função, como a zona de dormir ou de instalação sanitária, revelam-se totalmente encerrados e num intrincado volumétrico auto-portante, que aglutina espaços consoante a função que precisa: “a house is a machine for living in”. O espaço-fruição, antagónico do anterior, é regular e limpo, uma caixa de vidro que paira no vazio, e que altera de cor consoante o desejo do utilizador, transformando-se numa lâmpada urbana: “transparency is not the same as looking straight through a building: it's not just a physical idea, it's also an intellectual one.” O habitar é então um momento de tensão entre duas circunstâncias. A forma do objecto reconhece-se e assume-se como um p.a.ra.s.i.t.e (Prototypes for Advanced Readymade Amphibious Small-scale Individual Temporary Ecological Houses ), é habitáculo que se implanta no topo de um pré-existencia, e que dela tira melhor partido. O sítio escolhido foi a zona antiga da cidade de Lisboa, mais rica neste layer superior. A topografia dos telhados configura um novo horizonte. Este espaço, tal como o próprio visitante, pode ser universal, pois responde às exigências comuns de qualquer pessoa, que são: utilizar e usufruir.
  8. Esta analogia com os elementos tem piada; não é comum, pelo menos. É verdade que este conceito poderia, realmente, reflectir-se rmais na arquitectura. De qualquer maneira o resultado final é bastante atraente por esta fluidez que o edifício adopta... Queria também elogiar a apresentação, bastante "pedagógica" e directa em relação à mensagem que se quer passar. (Não há mais videos?)
  9. Esta ideia parece-me fortíssima, e a materialização da mesma apresenta-se com um carácter entre escultura e arquitectura! A escala dos blocos confere, de facto, uma dimensão sobre-humana.
  10. Esta obra de Corbusier é uma lufada de ar fresco na arquitectura actual deste tipo de programas, que apesar de muito diversa, tende a repetir-se nas suas tipologias ( o que quero dizer é que este objecto não é nada do que esperamos que um arquitecto contemporâneo projecte ) O interior relembra La Tourette.
  11. Faz-me lembrar o gótico, mas é muito diferente ( a madeira torna, de facto, tudo mais confortável. A escala é muito mais acolhedora e a luz mais quente... ).
  12. De facto, as aberturas laterais acabam por retirar expressão ao volume...Porém, pelo interior, acredito que façam mais sentido assim como estão. Escolhas.
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