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Koolhas

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  1. A intervenção no Parque Mayer e zona envolvente contempla a «reorganização e reabilitação dos edifícios da Escola Politécnica, vocacionando-os para um Museu de História Natural e Ciência e um conjunto residencial e hoteleiro vocacionado, entre outros, para investigadores e professores estrangeiros convidados», revelou fonte da autarquia. O concurso de ideias para o Parque Mayer é hoje lançado pelo presidente da Câmara, António Costa (PS), que abandonou o projecto idealizado pelo arquitecto Frank Gherry, e destina-se a seleccionar as cinco melhores propostas e respectivas equipas técnicas. Ainda durante a campanha eleitoral, António Costa, rejeitou «projectos megalómanos» para o Parque Mayer e defendeu que a sua requalificação deveria ser feita em articulação com o Jardim Botânico e a zona pedonal da Avenida da Liberdade. As equipas seleccionadas participarão depois num concurso limitado de onde sairá a equipa que elaborará o plano de pormenor para aquela zona, em colaboração com os serviços camarários. Os projectos vão incidir sobre a área que compreende os edifícios do Parque Mayer, do Jardim Botânico, da antiga Escola Politécnica e área envolvente. No total, são cerca de 14 hectares, numa zona delimitada pelas ruas do Salitre, Nova de São Mamede, da Escola Politécnica, Praça do Príncipe Real, Calçada da Patriarcal, Rua da Alegria, Praça da Alegria e Travessa do Salitre. Os projectos devem promover a «valorização e dinamização do espaço do Parque Mayer e do jardim Botânico» e prever a «criação de um conjunto de infra-estruturas culturais, complementares do Cine-Teatro Capitólio». O Capitólio será «reconvertido à sua traça original, como âncora futura de todo o espaço» e os novos equipamentos destinar-se-ão ao teatro, música, artes plásticas, recreio, lazer, restauração e comércio. A intervenção deverá considerar «uma componente de espaço verde que permita a articulação do Parque Mayer com o Jardim Botânico e que equacione o seu prolongamento visual sobre o Vale de Alcântara». Os projectos devem salvaguardar o «ambiente e carácter» do Jardim Botânico e também promover a reabilitação dos edifícios envolventes, «estabelecendo uma nova relação com o vazio central» constituído pelo jardim e o Parque Mayer. O plano deverá prever ainda «um conjunto de percursos panorâmico e atravessamentos pedonais que definam as relações a implementar com o tecido urbano envolvente, privilegiando a ligação entre a Praça da Alegria e a Rua do Salitre e a Avenida da Liberdade e a Escola Politécnica». O plano deve prever também um estacionamento para residentes, nomeadamente na área junto à Rua da Escola Politécnica. O primeiro classificado no concurso receberá um prémio de 10 mil euros, o segundo classificado 7.500 euros, o terceiro, quarto e quinto classificados serão premiados com 2.500 euros Fonte: Lusa / SOL
  2. Uma boa lição de estruturas...as imagens valem pela complexidade que está inerente ao projecto. :clap:
  3. Fica aqui o endereço com as imagens do edificio CCTV em construção by Rem Koolhaas http://www.flickr.com/photos/dutchtom/sets/72157600096629309/
  4. Não tinha reparado que ja tinha ...mas sim nunca é demais recordar boa arquitectura...
  5. Autor : Alejandro Dumay / Nicolás Fones / Francisco Vergara Ubicación : Lago Rupanco Año : 2006 Superficie construida : 20 mt2. Fonte: http://www.ftres.cl/Capilla%20Rupanco.htm
  6. Não há probs se que precisares estou aqui pa ajudar...ja agora boa escolha com o C4D ...acho um dos melhores programas de renderização e modelagem....
  7. Tens aqui uma maneira rapida de solucionar o probs....1º clicas no material....2º vais em TAG nos atributos do material...3º alteras a "Projection" para Cubic.....4º alteras os lenght x,y e os Tiles x,y até conseguires a melhor escala do material......Boa sorte
  8. Bem eu trabalho no Cinema 4D e la faço isso so que eu aplico o HDRI nos materiais em color...nao sei em que programas estas a trabalhar mas julgo que seja o 3D MAX
  9. Não sou um apreciador das obras do Siza mas mesmo assim vejo algum merito nas suas obras...nao em todas em algumas...e esta em particular acho-a algo de notavel quer no seu enquadramento com a envolvente quer na maneira de como resolve o programa com a topografia...a forma é que pode ser um pouco descutivel, mas noto que ultimamente o Siza esta a adorar este tipo de ligações ou rampas "estruturais" na forma do edificio...mas na mesma :clap:
  10. Pois eu também não me lembro onde e em que contexto estavão estes paineis...estava eu a dar uma vista de olho nos meus arquivos e reparei nessas propostas e então decidi partilhar com o pessoal....mas vou tentar ver onde tirei as imagens....
  11. 1º-Lugar........................ 3º-premio .....................Mensão Fonte: desconhecido :D
  12. Fica aqui mais um atelier com um caracter e filosofia interessante....é Argentino ( America do sul) http://www.bakarquitectos.com.ar/
  13. Realmente é impressionante e ao mesmo tempo é notavel o trabalho produzido por este atelier, e vale apena dar uma vista de olho em outros projectos deles... A leveza e simplicidade do betão, a combinação da madeira com a envolvente dá a obra algo de puro e ao mesmo tempo integra-o perfeitamente no meio natural.
  14. MEMORIA El lugar Mar Azul es un balneario a 400 Km. al sur de la ciudad de Buenos Aires, con una extensa playa de médanos vírgenes y un frondoso bosque de coníferas. Los propietarios, integrantes Decreto de Leiestudio, conocedores desde hace años de este lugar, eligieron un terreno en el bosque con una topografía desafiante, alejado Decreto de Leimar y en consecuencia de la zona mas habitada, para construir una casa de veraneo cuya presencia no impidiera que el imponente paisaje circundante siga siendo protagonista. La propuesta El hecho de haber podido experimentar en temas funcionales y estético constructivos en este ambiente tan particular -el bosque marítimo- con otra obra recientemente construida, la Casa Mar Azul, y haber obtenido resultados muy satisfactorios, permitió en esta oportunidad, poner el énfasis en perfeccionar sistema experimentado y resolver su adaptación a la peculiaridad de la compleja topografía Decreto de Leiemplazamiento elegido. La búsqueda de alternativas debería, como en la primera experiencia, seguir teniendo pocas pero insalvables limitaciones: fundamentalmente tener muy bajo impacto en ese paisaje, que se ajustarse a un bajo presupuesto, que su mantenimiento posterior fuera casi nulo y que el tiempo de construcción se acortase todo lo posible ya que el seguimiento se haría a distancia. Con estas premisas, la casa fue resuelta como un prisma de hormigón de proporción alargada y de altura mínima, ubicado en una especie de pequeña planicie natural que presenta este terreno de fuerte pendiente en diagonal (6m de diferencia entre una esquina y la opuesta) a partir de cual la caída se hace más abrupta y los pinos empiezan a ralearse De esta manera se modifica apenas el perfil Decreto de Leimédano y no se interrumpen las vistas desde los lotes linderos al magnífico paisaje circundante ya que en un corto plazo desde el entorno inmediato solo se apreciará un suelo (en realidad el techo de la casa) cubierto del follaje seco de los pinos en permanentemente renovación. Como la construcción esta ubicada paralela al lado mas corto del lote y la pendiente del médano es oblicua respecto de las ortogonales del mismo la casa se presenta semi-enterrada en uno de sus ángulos y con sus cimientos expuestos en el opuesto. De manera tal que la forma pura, contundente que cobija las actividades de veraneo parece emerger del médano con dos fachadas bien diferenciadas la SO hundida en la arena con una abertura que la recorre de extremo a extremo y cuya altura va acompañando la pendiente del médano y la NO totalmente vidriada como un balcón que permite vistas lejanas pero a la vez parcialmente protegida de las miradas desde la calle por unos tabiques “paravistas” que varían su posición y cantidad según los ambientes que protegen. Los vidrios de este ventanal corrido a su vez reflejan el paisaje cuando la casa se observa desde el afuera y “crean” y resaltan una serie de elementos verticales de mucho protagonismo (árboles verdaderos y reflejados, tabiques “paravistas reales y espejados) que le restan protagonismo al prisma puro de fuerte presencia horizontal y que ofrecen a medida que el observador se desplaza vistas siempre cambiantes de la casa y el paisaje que la cobija. La organización funcional Es casi de catálogo. Sobre la fachada balcón los ambientes principales uno a continuación del otro unidos por un deck. Sobre la fachada hundida, los baños la cocina y en el extremo que va “desenterrándose”, el comedor. La casa no cuenta con un acceso protagónico y si bien el ingreso por la zona más pública ha de ser sin duda el de uso habitual, también se puede entrar a esta construcción flexible en su uso, por cualquiera de los otros ambientes. Los “muebles de hormigón” que definen los dormitorios se separan 0.70 m de la fachada vidriada a través de dos paños fijos que pueden ser removidos o reemplazados por puertas en el caso que se cambie el destino de los ambientes. Con este recurso en cualquier lugar de la casa se puede recomponer la totalidad de la fachada y cada ambiente se agranda visualmente porque se prolonga en el contiguo. Las actividades exteriores no pretenden estar determinadas por razones funcionales, sino que es la propia topografía la que va definiendo el lugar para dejar el automóvil, para ubicar la parrilla o para determinar la posición de la plataforma para tomar sol y refrescarse. Se ha decidido también no ajardinar el lote para mantener la calidad del paisaje natural que además presenta la ventaja de no necesitar más mantenimiento que el retiro de los pinos que se van secando. La solución constructiva Se resolvió para esta nueva experiencia eliminar los perfiles de hierro estructurales para llevar al límite el concepto de mantenimiento posterior nulo. De forma tal que la planta de la casa de 6.90m x 14m queda cubierta por una losa de hormigón armado a la vista que descansa, en los múltiples tabiques de la fachada principal por un lado y se resuelve con un voladizo en la opuesta que posibilite realizar una abertura en toda su extensión sin apoyos intermedios. Dicho voladizo está soportado por tres tabiques portantes que se desplazan de la línea de la fachada. Los tabiques interiores son de ladrillos huecos revocados y pintados con latex blanco, el piso es de paños de alisado de cemento divididos por planchuelas de aluminio. El encuentro entre muros y el suelo se resolvió con un perfil rehundido de aluminio a manera de zócalo. Las aberturas son de aluminio anodizado color bronce oscuro. El sistema de calefacción, dado que no existe gas natural en la zona, se resolvió instalando una salamandra de importante poder calórico para acondicionar el lugar de reunión, el primer dormitorio y el pasillo. El dormitorio principal y los baños se calefaccionarán con placas eléctricas. Un sistema estético constructivo para un hábitat particular La experimentación que se menciona en los primeros párrafos de la memoria está relacionada con que el uso habitual de la casa en épocas templadas o cálidas y el microclima reinante en el bosque marítimo (mucha sombra, escaso viento) hace viable la solución constructiva, de bajo costo y rápida ejecución, de una envolvente de hormigón a la vista sin complementos que mejoren la aislación térmica e hidrófuga. Para esto se utilizó un hormigón con el agregado de un plastificante que optimiza una mezcla con escasa cantidad de agua que al fraguar resulta de mucha compacidad. Gracias a este procedimiento la cubierta se puede resolver sin contrapiso de pendiente ni membrana hidrófuga, simplemente la losa se realiza desde el vamos con la suficiente pendiente como para permitir el libre escurrimiento del agua de lluvia hacia sus cuatro lados. Además, la calidad expresiva del hormigón visto y sus propiedades de resistencia e impermeabilidad, hacen innecesario cualquier tipo de acabado superficial, lográndose también, un bajo costo de ejecución en las terminaciones y un mantenimiento futuro innecesario ya que los paramentos tanto exteriores como interiores del hormigón visto solo requirieren como acabado de un lijado a mano para remover las adherencias propias de la ejecución. Por otro lado el color y la textura del hormigón armado realizado con encofrado de tablas de madera resulta de una presencia contundente y discreta a la vez, permitiendo que la obra se exprese en armonía con el bosque. El tratamiento de la luz Conocedores de la atmósfera ambiental que genera el bosque, era primordial asegurar una generosa llegada de luz a todos los locales. Como refuerzo de la iluminación proveniente de los paños vidriados del perímetro se pensó en incorporar una entrada de luz sobre el “mueble de hormigón” que contiene la salamandra y el leñero. Con ese objetivo fue proyectada una caladura que produce tanto en los tabiques que cierran el estar como en el suelo, efectos lumínicos que van variando con el transcurrir del día. Lo mismo sucede con las sombras cambiantes que van arrojando los múltiples tabiques de la fachada principal El control de la luz y las visuales desde el exterior se resolvió con cortinas black out. Mobiliario Los muebles especialmente diseñados para esta vivienda fueron realizados recuperando madera de pino canadiense, proveniente de cajones de embalaje de motores. La mesa es una losa de hormigón unida al sistema de tabiques exteriores.
  15. Antes de mais se tivesses lido tudo o que escrevi aqui, ja tinhas compreendido algumas coisas sobre o trabalho...foi um trabalho praticamente feito em 1 mes e nada mais tenho a plena consciencia que podia ir muito mais longe com esse trabalho...mas mesmo assim dado o tempo de trabalho estou satisfeito com o que fiz...qdo dizes 4º ou 5º ano devias estar mais atento a essas coisas é por isso que existe uma separação de trabalho aqui no forum...mas va na mesma gostei das tuas observações .
  16. Não querendo fugir as tuas questões vou tentar ser breve e directo...Quando dizes que isto nao é uma praça e que nunca viste ou conheces nenhuma assim eu muito sinceramente fiquei um pouco assustado com essa tua afirmação, pois a primeira reacção que tive foi de me perguntar que tipo de referencias tu tens? que tipo de linha de pensamento filosofico tu tens e que tipo de visão tens sobre arquitectura e urbanismo? 2º-Noto muito sinceramente que queres perceber a proposta e isso para mim é mto bom...as tuas questões são pertinentes pois vejo que entendes mto bem de representações de desenhos tecnicos...ok dou a mao a palmatoria quando dizes que falta a indicação do Norte, a indicação dos angulos e tambem o sentido das curvas de nivel para se ter uma melhor leitura ,para quem nao conhece este lugar tornas-se dificil de o visualizar...nesse contexto vejo que percebes. 3º- Quando te referes as ligações do lugar em que tu dizes que eu nao as faço e que surgem umas coisas cheias de angulos e tal....bem se calhar querias dizer que nao percebeste o processo do trabalho feito por mim e que querias ver para perceberes as justificações dos angulos e das rampas e da propria forma da intervenção. Pois bem aqui ficam alguns desenhos que te possam ajudar talves a perceber ou entender a proposta. O desenho nao surgiu do nada, foi de um processo e de uma analise feita ao lugar que surgiu a proposta...como ves poucas referencias eu tinha no lugar para fazer a intervenção entao a unica coisa que faço foi buscar linhas de refencias visuais do lugar para assim surgir a proposta. fui hierarquizando as linhas visuais o que faz com que a proposta esteja perfeitamente enraizada com o lugar (ve os primeiros desenhos expostos aqui )...bem isso ja é um processo que eu utilizo para a intervenção...espero que agora percebas alguma coisa. O resto que dizes... bem é a tua palavra, ideia e convicção do que é Urbanismo e que pareces ser o unico que percebes perfeitamente dessa materia.... ps: vou fazer um desenho tecnico com os angulos sentido do percuso e tudo o resto de info no desenho para melhor perceberes....Ja agora uma pergunta Conheces o Restelo???????? sabes onde fica este lugar?????????
  17. :p que engraçado parece um filme que retrata a mais pura realidade no nosso pais :clap: ...mas será apenas um filme que fica no nosso imaginario ou é mesmo a realidade vivida ? ...Boas :icon_pistoles:
  18. Ficam aqui mais algumas imagens( nao estao tratadas), vou melhorar a fotomontagem para se perceber melhor o enquadramento... falta acrescentar a escultura e o edificio que envolvem a praça... ps: fotografia do lugar: João Morgado
  19. Concorso Internazionale di Progettazione “Museo Diocesano” Memoria descritiva e fonte: http://www.europaconcorsi.com/db/pubrec/scheda.php?id=10506
  20. Bem acho esse tema mto engraçado pelo que resolvi adicionar aqui este link de trabalho relacionado com desing grafico avançado.... http://www.xtrabold.net/home.html
  21. Bem vejo que muito dos users utilizam o 3dmax para render mas nao querendo puxar a brasa a sardinha, mas para ajudar quem esta a começar eu recomendo vivamente o CINEMA 4D...com o mesmo potencial que o 3d max a nivel de render e com vantagem na facilidade de interacção entre o utilizador e o programa.
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