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Goodfeeling

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  1. na CML não há comissão de gosto, nem limites à imaginação do arquitecto ao projectar um edifício, desde que cumpra as normas, decretos e regulamentos existentes. Já houve, em tempos, mas o lobbie do arquitectos achavam que tais regras eram muito limitativas à sua criatividade...depois é o que se vê na cidade de Lisboa.
  2. Qualquer pato-bravo fazia melhor do que isto. Também já vi casas de imigrantes com um nível arquitectónico mais apurado do que contém este projecto. A sério: é mesmo necessário um curso de arquitectura para projectar coisas deste nível?
  3. Deficiente em estrutura e em impermeabilização. [ame="http://en.wikipedia.org/wiki/Fallingwater"]http://en.wikipedia.org/wiki/Fallingwater[/ame] . Até aos melhores lhe escapam "certos" promenores.
  4. Se se pode pintar a casa de uma cor qualquer, não se devia poder. Numa rua onde todos os prédios são brancos não deveria existir um rosa choque. Num local onde todas as fachadas são de pedra não devia haver um com fachada de vidro. Num local onde os edifícios não ultrapassam os dois pisos não devia haver um com 8. Num local onde impera o estilo "português suave" devia ser proibido ter uma construção desconstrutivista. A liberdade de criação arquitectónica em zonas consolidadas devia obedecer a traços orientativos (materiais, dimensão/localização da fenestração, paletas de cor e não desfazendo estilo arquitectónico, por exemplo).
  5. 1 - Um edifício mal integrado (vulgo qualquer um que "rompe" com as linhas da edificação envolvente e que "contraste" com qualquer outro num raio de vários quarteirões)? - Ex: edifícios recentes em toda a Av. da Liberdade e Av. da Républica em Lisboa, muitos outros em zonas históricas de Lisboa e resto do pais. Poluição visual, pior que marquises. Porque não declarar guerra as esses infortúnios arquitectónicos? De certeza que essa arquitectura desconjuntada e individualista não é bem pior para a comunidade envolvente e história do local do que a colocação de uma simples marquise? 2 - Concordo que o desenho de marquises seja cuidado e uniforme no edifício. por questões estéticas. Apenas. Um arquitecto projecta edifícios que são usados por pessoas. As necessidades de pessoas muda, evolui, decorrem anos e décadas. A funcionalidade altera-se, o nível de conforto também. O que era aceitável ontem, hoje não é. O luxo de ontem é o trivial de hoje. E não se troca de casa porque se precisa de espaço para por uma máquina de lavar ou de espaço para estender a roupa. As casa nasceram para serem adaptadas. A geometria e a disposição interior, assim como o uso dos espaços evoluiu. A varanda dos anos 60 e 70 não é a varanda dos anos 90 ou do séc. XXI. As primeiras mais que não eram reminiscencias do quintal da aldeia (local para por o tanque de lavar a roupa os vasos com plantas).As segundas devem ser projectadas para uma ocupação mais lúdica. (se um dia os carros voarem, iremos reclamar porque os proprietários as transformaram em garagens). 3 - Um bom projecto é essencial. Varanda com vista para a natureza é bom. Varanda com vista para uma artéria congestionada e com muita poluição é meio caminho andado para uma marquise. E quem nos diz que a primeira não se torna na segunda?Qual o arquitecto que consegue prever a evolução urbana ao longo da vida útil da sua obra? Uma varanda num espaço poluído (sonora, atmosférica ou visualmente) não será mais um espaço morto, sem fruição? 4 - O que é necessário é evolução com integração, integração, integração (3x) e não proibição. 5 - A laia de provocação: O que diferem os painéis solares e fotovoltaicos de antenas e parabólicas nos telhados dos edifícios?
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