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Dreamer

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Everything posted by Dreamer

  1. Argos, os encontros que se vão realizando não têm tido a afluência que se esperava, talvez exceptuando as visitas ao hotel em Viana do Castelo, e acho que um encontro só pelo encontro, nunca será uma opção viável para além de juntar algumas pessoas, normalmente as mesmas. Depois é sempre o problema de se é a norte, o pessoal do sul tem dificuldades em ir, se é em Lisboa, acontece o mesmo no sentido inverso, e será assim por esse país fora, por isso um encontro "nacional" não deve ser possível nos tempos mais próximos.
  2. Bem vindo José :rolleyes:
  3. Não posso precisar a localização dos edifícios, se se encontram sobre a linha do metro ou não, mas existe um projecto para os terrenos do antigo campo do Salgueiros.
  4. Pessoalmente conhecia melhor umas e pior algumas das suas outras obras, mas realmente foi relevante o facto de as termas de Vals não ter sido focada, abrindo espaço para aprofundar alguns dos seus outros projectos. O João Sousa referiu que numa conferência em Bruxelas que o Zumthor focou muito o projecto da sua casa/gabinete, o que também aconteceu, ainda que talvez menos nesta conferência.
  5. João, ainda não vi uma resposta a essa tua pergunta, mas lanço uma hipótese, se nós arquitectos, quando em obra e não só, somos por vezes tratados por engenheiros, porque é que aqui tem de ser diferente?... o mal está em quem lançou essa boato... esse tal de Alexandre... :)
  6. Pintor, pela imagem é possível contruir e não é pouco, ainda que com cérceas baixas...
  7. Muitas vezes dou por mim a imprimir pdf´s simplemente porque prefiro sentir o papel... e particularmente em relação a livros, revistas e afins simplesmente digitalizados, não tenho a mínima paciência para estar à frente do monitor a ler o pdf...
  8. Dreamer

    Hi...

    Bem vinda Luna :rolleyes:
  9. É com algum interesse que vou seguindo este projecto, principalmente por residir relativamente perto. Talvez tenha sido esquecido aquilo que faz realmente falta a esta cidade, mais do que os equipamentos que serão implantados e que a avaliar pela imagem não serão poucos, quanto a mim o que realmente faria falta seria um parque urbano, talvez mesmo um redeslocamento da feira que actualmente vai sendo cada vez mais empurrada para os limites da urbe. Como dizes e bem, talvez se esteja a promover um excesso de zonas de caracter similar, particularmente esse corredor da câmara/multiusos, porque a praia terá sempre algo diferente para oferecer. Paradoxalmente, talvez mesmo pela presença da linha férrea durante tanto tempo, a cidade desenvolveu-se para o interior e a faixa marítima parece ter sido esquecida. Nem mesmo as recentes intervenções na marginal vieram mudar a face desta zona da cidade, com o abandono e a não recuperação do casario a manifestarem-se. Veremos o que o futuro nos reserva...
  10. Bem, voltei da minha pausa, com a visita à conferência e exposição pelo meio. A conferência foi esclarecedora sobre muitos aspectos, ainda que tenha sido, na minha opinião, talvez um pouco descritiva de mais. O Peter Zumthor acabou por se rerpetir várias vezes a aparentemente por instantes perder o fio à meada. Convém aqui dizer que a organização, ao nível da projecção das imagens e em relação à qualidade do som não convenceu, mas o pior foi mesmo o calor dentro da sala... A exposição visitei-a nessa mesma noite. Não tinhamos bilhetes, mas também não foi necessário. Como é óbvio e à português, abriu com algum atraso e estava lá muita gente, mas ainda assim deu para ver tudo com algum detalhe, apenas foi necessária alguma paciência. Como conclusão, como "warm up" da experimentadesign09, foi positivo, principalmente em relação à temática escolhida, o tempo. Agora é esperar pelo próximo ano para ver o desenvolvimento deste evento.
  11. Estas conferências vão ser apenas em Coimbra, ou vão "andar" pelas restantes FNAC´s?
  12. Bem vindo arqpatrício :)
  13. João, sempre tive a ideia de quando tiver um gabinete próprio, ter portáteis para uma vez por outra levar o pessoal para trabalhar num jardim, ou numa esplanada... isso sim era qualidade de vida... PS: mas andar a correr o mundo a fazer documentários turísticos não deve ser nada mau...
  14. Ninja Arithmetic XLI Louis Vuitton flagship store, por UNStudio http://architecture.myninjaplease.com/?p=3563
  15. JVS, é curioso que fales disso, porque também sempre foi essa a minha opinião e a minhas questões quanto à fotografia na arquitectura. Pessoalmente pretendo fazer um registo ao longo dos anos em relação aos meus projectos construídos. Quase como um estudo de apropriação por parte dos habitantes e perceber como eles vivem os espaços.
  16. Bem vindo BrunoCS. Tens aí um percurso de vida como já não ouvia à muito tempo, contada pela voz de pessoas bem mais velhas do que nós... Parabéns pela vontade e pela dedicação que tens dedicado ao teu sonho. Quando se corre por gosto...
  17. Se no regulamento de taxas está assim descrito, acho que deve ir à luta.
  18. ANGELofDEATH, como o Argos disse, penso que apenas para a Europa basta a declaração da OA. Tenho conhecimento de países fora da Europa onde é necessário pelo menos o diploma, o certificado de habilitações e a declaração da OA.
  19. Formalmente parece interessante, falta perceber o desenvolvimento do projecto.
  20. Li-a no jornal e ainda tentei encontrá-la na net, mas não consegui. "Políticos escolhem quem ganha concursos para obr as públicas" é sem dúvida uma forma dura de chamar a atenção para a entrevista, mas infelizmente cada vez mais parece ser verdadeira. Mais uma entrevista do mestre onde se revela mais um pouco.
  21. Como o Pedro disse no final do seu 1º comentário, este tópico tem o objectivo de nos fazer rir um bocado. Quanto ao sistema de reputação, é óbvio que não é perfeito, tem as suas falhas, a menos que muitos votassem em muitas mensagens para termos uma amostra maior e consequentemente menos sujeita a potênciais manipulações que como o "amigo" referiu, podem acontecer. Ainda assim, para mim é um mero ponto de avaliação que tem a importância que tem, ou que não tem. Cada um dá-lhe o valor que entender, mas mais importante do que isso é a nossa opinião própia dos membros deste espaço e ao fim de algum tempo já se vai conhecendo a personalidade de cada um, pelo menos a personalidade virtual, já que a real nem sempre é mostrada.
  22. LOLOLOL... hehehe... já tinha ouvido o abutre em vez da águia (que em tempos remotos era um açor).
  23. implantação planta alçados cortes cortes construtívos pormenorização
  24. Arquitectura: Guilherme Machado Vaz Cliente: Matosinhos City Hall Localização: Matosinhos, Portugal Fase de Projecto: 2002-2004 Fase de Construção: 2004-2005 Área de COnstrução: 220,00 m² Orçamento: € 200.000,00 Fotografia: Leonardo Finotti, Guilherme Machado Vaz A esplanada localiza-se no jardim Basílio Teles, em Matosinhos, em frente ao edifício da Câmara Municipal, edifício projectado pelo arquitecto Alcino Soutinho em finais dos anos 80. A vontade inicial era a de devolver ao jardim (séc. XIX) a sua forma original, demolindo todas as intervenções posteriores, proposta essa não foi aceite pelos responsáveis camarários. A partir desse ponto, decidiu-se fazer uma construção temporária que possa ser desmontada, ou movida a qualquer instante, uma unidade abstracta que se assemelhe a uma escultura e não a um edifício. A esplanada é assim um objecto orgânico, uma forma curva que se adapta ao local sem que seja necessário demolir qualquer árvore. A construção base, em madeira laminada, baseia-se numa mesma peça, que assumindo vários tamanhos, se adapta a pavimentos, paredes e tecto. A estrutura de madeira funciona como um esqueleto que protege os espaços interiores. As caixas pretas funcionam como elementos organizadores do espaço e definem as zonas de serviço (bar e instalações sanitárias). No interior foi usado vidro para preencher os vazios no pavimento, cobertura e para proteger a fachada norte do vento. As caixas pretas são em estrutura de aço, coberta por painéis Viroc. Estas caixas estendem-se para além do volume base para captar luz natural para o seu interior. A explanada funciona como uma estrutura flexível que permite aumentar ou diminuir o número de caixas e alterar as suas posições, reorganizando o espaço à medida das novas necessidades. Link: Guilherme Machado Vaz GoogleEarth:
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