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ESTIG - IPBeja | Nuno Montenegro
m a r g a r i d a replied to m a r g a r i d a's topic in Arquitectura
Fotografias do edifício (exterior) -
Novas instalações da ESTIG - IPBEJA no campus universitário da cidade. autoria do arquitecto Nuno Montenegro Em Novembro de 2004 foi assinado um Contrato de Desenvolvimento Institucional entre o Instituto Politécnico de Beja e o Ministério da Ciência, Inovação e Ensino Superior, no qual se contempla a construção das instalações definitivas da ESTIG. Este Contrato marca o compromisso formal pela Tutela com um processo iniciado em 1991 pela cedência do terreno para a construção pela Câmara Municipal de Beja, e já há muito reclamado por toda a comunidade académica da ESTIG. O projecto das instalações definitivas foi concluído em Janeiro de 2006, e, após a sua revisão, foi finalmente entregue, em junho de 2006 no Gabinete de Gestão Financeira do Ensino Superior. Esta data marca o fim do processo referente à ESTIG e IPB, sendo os desenvolvimentos futuros apenas dependentes da Tutela, nomeadamente a autorização de abertura de concurso para a sua construção. http://www.estig.ipbeja.pt/novasinstalacoes Assim sendo, decidi ir dar uma espreitadela a esse novo edifício. as imagens que vos apresento são de minha autoria. uma vez que não sou fotógrafa profissional, peço desculpa caso algumas imagens não estejam com a nitidez perfeita ou o enquadramento correcto. devido ao limite maximo de 10 anexos, colocarei as fotografias assim que seja possivel. tanto as plantas do construido, como as plantas do projecto completao foram encontradas no site da ESTIG - Instituto Politécnico de Beja apenas um pequeno apontamento de um dos electricistas que lá estava a trabalhar e que fez o favor de mostrar o edifício por dentro: "aquele azulinho...aaahh, é que pronto, né?!... é assim um bocadinho à moço pequeno, mas pronto...tá bonito, tá bonito. ê cá gosto!" outra coisa que os estudantes dizem, a propósito da sua rampa: "txi mãe, uma pessoa vai ter que mamar um pequeno almoço reforçado e acordar uma hora mais cedo só para fazer aquela rampa!!" Localização Plantas do edifício já construído Plantas da obra completa - a última imagem diz respeito ao anfiteatro (anf = anfiteatro)
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provavelmente só agora achou oportuno faze-lo...todavia não vale apena especular pois já à bastante tempo que o mesmo não vem ao fórum/tópico... vamos aguardar que ele nos explique :D
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A nova nuvem no céu de Londres Alturas diferentes permitem que o edifício surja por cima da copa das árvores ou entre os ramos. Materiais translúcidos como o vidro, acrílico ou espelho permitem jogos de luz e sombra. E este ano o escolhido foi o atelier SANAA, a equipa que está a projectar a extensão do Museu de Serralves. Depois de Frank O'Ghery (2008), Olafur Eliasson e Kjetil Thorsen (2007), Rem Koolhaas (2006), Siza Vieira e Souto Moura (2005), MRVD (2004), Oscar Nyemeier (2003), Toyo Ito (2002), Daniel Liebskind (2001) e Zaha Adid (2000) é a vez da dupla de arquitectos coordenada por Kazuyo Sejima and Ryue Nishizawa projectar em solo inglês aquele que é considerado um dos grandes acontecimentos arquitectónicos mundiais, o Pavilhão de Verão da Galeria Serpentine. Trata-se de uma iniciativa anual e única no mundo: arquitectos famosos e que até à data não tenham obra em solo inglês são convidados a projectar um pavilhão temporário que permanece no Verão no Hyde Park, nos Jardins de Kensington, ao lado da Galeria Serpentine. A concepção não tem limite de construção ou custo e é suportada por patrocinadores. Finda a exposição, o pavilhão é desmontado, posto à venda e reconstruído noutro local. O conceito do Pavilhão de Verão é promover uma exposição de arquitectura com um objecto real, que desencadeie pensamentos e debates, além de albergar eventos que a Galeria Serpentine não possa comportar. O pavilhão funciona durante o dia como café e à noite acolhe debates, exibição de filmes e concertos. Tal como acontece nas obras de artes plásticas exibidas pela Serpentine, pretende-se que o pavilhão seja inovador e aponte novos caminhos à arquitectura. Este ano, o pavilhão concebido pelos arquitectos japoneses é imaterial e etéreo: "O pavilhão, em alumínio, flutua, esgueirando-se livremente entre as árvores como fumo. O suporte reflectivo ondula pelo sítio, expandindo o parque e o céu. A sua aparência muda com o tempo, permitindo que se misture com a envolvente. Funciona como um campo de actividades mas sem paredes, permitindo vistas que se estendem ininterruptamente pelo parque, encorajando o acesso através dos seus múltiplos lados. É uma protecção estendida do parque onde as pessoas possam ler, relaxar e usufruir de agradáveis serões nocturnos" refere o atelier SANAA. Enquanto forma, o pavilhão encontra-se perto da ideia de nuvem ou fumo, uma massa construída leve e praticamente transparente, que flutua dentro do parque. De forma a enfatizar a sua leveza, foi concebida com diferentes alturas, porque tanto está acima da copa das árvores ou a esgueirar-se entre elas, próxima dos utilizadores ou a rasar o chão. Construtivamente e estruturalmente, esta solução é possível graças à utilização de uma estrutura metálica de finíssimas colunas, muitas delas dissimuladas nas árvores, e a uma cobertura triangulada que varia em altura de acordo com a dimensão das colunas. Irão ser utilizados materiais translúcidos ou reflectivos, como vidro, acrílico ou espelho. O resultado permite múltiplos jogos de luz e sombra, alteração da percepção dos espaços interiores e exteriores através de uma membrana que se assemelha a um véu ilusório, e equacionar a arquitectura enquanto realidade virtual, em oposição à materialidade, temas recorrentes na obra desta equipa japonesa. http://dn.sapo.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=1192082&seccao=Arquitectura
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Ricardo Vieira de Melo, presidente do Núcleo de Arquitectos de Aveiro: “Crescer para a periferia não é necessário nem vantajoso” “O desafio é qualificar as cidades e não torná-las maiores”, refere Ricardo Vieira de Melo. O presidente do Núcleo de Arquitectos de Aveiro (NAV) diz-se “chocado” com a construção do ramal ferroviário para o porto Qual o trabalho que o NAV desempenha? A Ordem dos Arquitectos faz o papel principal. Nós somos uma delegação que tem competências sobretudo ao nível da divulgação cultural da arquitectura. A ideia não é só trabalhar em prol dos arquitectos, mas trazer um pouco mais de cultura arquitectónica à população em geral, porque ainda é necessário que isso aconteça. A cultura arquitectónica é uma coisa que se constrói, mas demora algum tempo. Como se incute essa cultura no cidadão comum? Quanto mais não seja através da máxima divulgação possível da boa prática arquitectónica. Exposições, palestras e acções de formação são alguns meios para chegar ao grande público e aos profissionais. Acha que Aveiro tem essa cultura arquitectónica? Às vezes tem, outras nem por isso. Que bons exemplos de arquitectura existem na cidade? A Universidade de Aveiro é uma referência a nível nacional e internacional. E pontualmente há outros. Como por exemplo? Temos dois edifícios do arquitecto Fernando Távora, dos anos 50, assim como outros do início do século passado, também associados à Arte Nova, o Teatro Avenida, que não está tão acarinhado quanto poderia estar… É difícil apontar bons exemplos de construções actuais? É mais difícil porque a classificação sobre a qualidade de um edifício não é uma coisa que se consiga de imediato; é preciso dar algum tempo para se perceber como foi assimilado pela cidade, se se comporta bem perante o espaço… É mais seguro fazer essa identificação em edifícios que tenham já algum tempo de maturação. Disse que o Teatro Avenida não está tão acarinhado quanto poderia estar. O que deveria ser feito nesse edifício? É sempre difícil falar nesse tipo de situações, porque são edifícios que estão entregues aos privados. Não podemos transformar todos estes edifícios em museus, isso é incomportável para qualquer autarquia, mas algumas parcerias público-privadas poderiam eventualmente servir para a sua revitalização. Há de vez em quando a tendência – e refiro-me ao país – de imaginar a construção de edifícios novos a partir do momento em que uma necessidade é identificada. Às vezes essa necessidade é facilmente solucionada pela reconversão de um edifício existente, o que traz vantagens se for bem executada, desde logo a localização, porque são edifícios centrais. Isso contribui para a revitalização dos centros das cidades, que é urgente fazer. http://www.diarioaveiro.pt/main.php?srvacr=pages_13&mode=public&template=frontoffice&layout=layout&id_page=6106
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ou muito me engano... ou não diz absolutamente nada. até porque, de certeza que existem membros da ordem a fazer o mesmo... :\
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acho macabro quando se começa a misturar simpatia com competência, com direitos e deveres... :\
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sinceramente não tenho mais nada a dizer. sei que não sou a unica a pensar como penso neste forum e portanto não me interessa "defender" uma minoria. esta resposta só me dá vontade de rir. obrigada por me reavivarem a mim o porque desta classe de profissionais estar na ***** e ser como é. é graças a pessoas como vocês. mais uma coisa kwhyl, a tua intervenção foi inapropriada e desfasada de tudo o resto. agradecia que te controlasses, para o respeito mutuo neste forum. obrigada. e com isto termino a minha intervenção neste tópico. sinceramente tenho mais com que me preocupar do que com um "casalinho de comadres" que aparentemente estão de mal com o mundo.
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calma antes que continues a apedrejar-me , deixa me dizer-te que das duas uma: ou eu não me fiz explicar bem ou tu é que não percebeste nada do que eu disse.... eu não disse "que concursos e publicações nas revistas/livros fazem parte do normal processo de fazer Arquitectura num país civilizado" o que eu disse é que isso não são de todo ferramentas UNICAS e FIAVEIS para a produção de arquitectura de qualidade em portugal, que é bem diferente. é obvio que concursos e revistas ajudam a divulgar o que de melhor se faz neste país, contudo e felizmente não são os motores exclusivos que movem os profissionais de arquitectura a fazer BOA arquitectura. é simples...... o termo "show off" é tao legitimo como qualquer outro. aplico-o sempre que acho necessário e, cada vez mais estou convencida que infelizmente é isso que a maioria dos estudantes de arquitectura, que saem das faculdades procuram. como diz o povo "quanto mais se sobe, maior é a queda" e neste caso, é essa procura que faz com que a precariedade nos estagios profiisionais\ para a ordem exista e se multiplique. é o "show off" para o CV que faz com que tantos e tantos estagiários andem a penar, em condiçoes péssimas! a kaz percebeu bastante bem o que quis dizer e só não percebe quem for tapado. mais uma vez repito: concursos e revistas ajudam a proliferar a boa arquitectura que se faz, mas isso é so um dos lados da moeda. o outro todos nós conhecemos. felizmente há quem faça boa arquitectura, com bons ordenados (sim, é possivel!!!!) sem necessitar das luzes da ribalta que o "show off" dá. se a sede de prestigio for assim tanta, garanto-te que é a aprender em sitios decentes que se atingirá tal patamar.
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Os Painéis da Casa da Rua de Alcolena continuam a ser notícia O debate conta com a participação dos arquitectos Michel Toussaint e Ana Tostões e da historiadora de arte Catia Mourão, com base no levantamento fotográfico de Paulo Cintra e terá lugar no auditório da Sede Nacional da Ordem dos Arquitectos com entrada livre. A Ordem dos Arquitectos decidiu escrever á Câmara Municipal de Lisboa pedindo a classificação da casa no Restelo,que foi projectada entre 1951-55 pelo arquitecto António Varela, e que integra azulejos de Almada Negreiros, "como "bem cultural de interesse municipal". A casa já integra o Inventário Municipal do Património e está inserida na Zona Especial de Protecção de vários monumentos classificados, pelo que, qualquer alteração só pode ser feita com parecer positivo do instituto estatal responsável pelo património classificado (Igespar). A Ordem dos Arquitectos invoca o interesse do imóvel em causa como representativa da «arquitectura do chamado movimento moderno» e relembra que ele consta em várias investigações e inventários arquitectónicos: sãos os casos do Inquérito à Arquitectura do Século XX em Portugal, do inventário do Docomomo ibérico da habitação, que documenta as intervenções modernistas da arquitectura, e de trabalhos científicos na área da arquitectura. Com o intuito de alertar e tornar público o envolvimento da sociedade no que se considera ser um atentado à memória, património e arquitecturas portuguesas, a Ordem dos Arquitectos lançou ainda uma petição on- line em defesa da preservação da Casa de Alcolena, 28, que pode ser consultada em: http://www.petitiononline.com/Alcolena/petition.html @http://hardmusica.pt/noticia_detalhe.php?cd_noticia=1270
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Barcelos: Projecto da Casa de Saúde Mental sem muros nem barreiras A intervenção arquitectónica realizada desde 1996 na Casa de Saúde Mental de Barcelos teve em conta que 'os doentes devem viver em edifícios amplos, calmos, quentes e acolhedores, sem muros nem barreiras arquitectónicas', disse à Lusa o autor do projecto. 'Uma casa de saúde mental tem de ser um local onde entre o sol e se veja o céu, se contemple a Natureza, e onde, deambulando por espaços generosos e estimulantes, se propicie o recolhimento e o encontro - onde se ganhe alento para superar a doença', explicou o arquitecto Sá Machado de Braga O arquitecto, a trabalhar desde 1996 na Casa de Saúde Mental S. João de Deus em Barcelos - conhecida como 'casa Amarela' pela cor das suas paredes - elaborou um estudo sobre o tema, intitulado 'Arquitectura&Saúde Mental - de que cor é a casa amarela?'. Sá Machado defendeu que os espaços 'não podem ser frios e secos, têm de ser humanizados. Serão a casa das pessoas (numa condição psicológica fragilizada e que se pretende recuperar) e têm de ser projectados e construídos com 'alma'', frisou. O autor do projecto disse que a arquitectura contribui para ajudar a ultrapassar o estigma existente entre a doença mental e o espaço que a acolhe: 'Devemos negar a imagem autoritária, dominadora e fechada e criar abertura e liberdade', esclareceu. Sá Machado realçou que 'o arquitecto projecta em função dos utilizadores (doentes e pessoal de serviço) e das suas necessidades ao longo do tratamento, de forma a que os utentes se consigam libertar da doença e se integrem na sociedade'. A cor, explicou ainda, 'afecta decisivamente o comportamento do indivíduo, provocando alterações de conduta e que são subconscientemente associadas aos elementos da natureza: azul (céu e água), verde (campos e serras), castanho (terra), vermelho (carne ou sangue), laranja (fogo), amarelo (luz e Sol)'. Partindo do pressuposto de que os arquitectos também são técnicos da saúde mental, o estudo 'prova com imagens da obra feita na instituição que o desenho arquitectónico tem um impacto determinante no bem-estar dos utentes'. @http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=3589
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curiosamente não concordo contigo. sei de trabalhos de arquitectura, obras boas e com qualidade e que não são publicadas em revistas... sabes, é que para além desses que enumeraste há ainda os outros, que fazem arquitectura por paixão e competência e não para o "show off de revista" de resto, sem duvida que já estava mais do que na hora de separar as águas e por cada macaco no seu galho! lol mas num mundo onde nós, arquitectos, somos os primeiros a dar facadas uns nos outros, como seria possível achar, que todos esses mesmo profissionais se iriam juntar para reivindicar fosse o que fosse? e depois não esqueçamos que, ser arquitecto é pertencer a uma elite....revoltas e tomar atitudes sérias para salvaguardar a nossa profissão?! QUÓRROREE!! XD
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essa pergunta é como a idade, nunca se faz! lol apenas posso dizer-te que estou bastante satisfeita e sinceramente, só é escravo e carne para canhão a ganhar mal e porcamente quem quer! :)
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disseste exactamente aquilo que eu queria ouvir ora ai está a minha realidade. concordo plenamente contigo!
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concordo com tudo o que a kaz disse, apenas acrescentaria só uma coisa (se me permitires kaz) que é o seguinte: por mais improvável que possam ser certos ateliers ou outros organismos estatais / privados onde trabalham arquitectos (por vezes achamos, erradamente, que só os ateliers é que dão estágios), de arranjar trabalho, vai lá pessoalmente na mesma! falo por experiência própria: estou a estagiar num local onde jamais pensaria arranjar emprego (estilo impensável mesmo) e voilá, lá estou eu! seja por sorte, pelo CV e portefólio bons ou até mesmo por reconhecerem que possamos vir a ser bons profissionais, o que é certo é que há dias "em que os bonbonzinhos caem do céu" lol :)
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Arquitecto açoriano expõe em Lisboa O Instituto Açoriano de Cultura (IAC), numa parceria com a Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa, promove a apresentação da exposição “João Correia Rebelo — Um Arquitecto Moderno nos Açores”, naquela Faculdade. João Rebelo, filho do consagrado Pintor Domingos Rebelo, nascido em Ponta Delgada em 1923 e formado pela Escola de Belas Artes de Lisboa, estabeleceu-se na sua cidade natal após a obtenção do diploma de arquitecto. A dificuldade em exercer plenamente a profissão segundo os princípios em que acreditava levou-o a emigrar para o Canadá. Como muitos arquitectos da sua geração, acreditava que a arquitectura e o urbanismo propostos pelo movimento moderno deveriam recorrer às possibilidades técnicas e materiais do seu tempo. A obra mais emblemática deste arquitecto, que corresponde a uma fase de criação mais madura, situa-se na Terceira e trata-se da conhecida Estalagem da Serreta. Hoje em dia, pese embora o avançado estado de degradação em que se encontra, é considerado como uma obra de referência no panorama das produções arquitectónicas do Século XX. A exposição estará patente naquela Faculdade até ao dia 14 de Abril, tendo tido a sua primeira apresentação na Academia das Arte dos Açores, em Ponta Delgada, em 2003. Refira-se que a exposição já esteve patente em Almada, Canadá, Porto e em Angra do Heroísmo, no Palácio dos Capitães Generais. @http://www.jornaldiario.com/ver_noticia.php?id=19786&sec=1
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Prémios AICA/MC 2008 para Rui Sanches, Alexandre Alves Costa e Sergio Fernandez Os prémios AICA/MC (Associação Internacional de Críticos de Arte/Ministério da Cultura) 2008 foram atribuídos ao artista plástico Rui Sanches e aos arquitectos Alexandre Alves Costa e Sergio Fernandez, revelou hoje fonte da entidade. Em declarações à Agência Lusa, o arquitecto Manuel Graça Dias, presidente da AICA, indicou que Rui Sanches foi o criador escolhido na área das artes plásticas, enquanto que na área da arquitectura o júri elegeu aquela dupla de jovens arquitectos que trabalha no Porto. Os prémios AICA são atribuídos por esta entidade com o patrocínio, desde 1996, do Ministério da Cultura, através da Direcção-Geral das Artes (DGA). O júri deste ano foi presidido por Manuel Graça Dias, e na área das artes plásticas foi composto pelos curadores e críticos de arte Leonor Nazaré e João Pinharanda, enquanto na área da arquitectura integraram o júri os arquitectos Ana Vaz Milheiro e José Manuel Fernandes. Manuel Graça Dias precisou que a dupla de jovens arquitectos do Porto "tem-se destacado pelos trabalhos de restauro de edifícios históricos", nomeadamente o Cine-Teatro Constantino Nery, em Matosinhos, e o Convento de Santa Clara-a-Velha, em Coimbra. Entre 1968 e 1972, a AICA atribuiu os prémios SOQUIL de artes plásticas, através de um júri fixo constituído por José Augusto França, Rui Mário Gonçalves e Fernando Pernes. Interrompido durante oito anos, o prémio regressou em 1981 por iniciativa da Divisão de Artes Plásticas da Direcção Geral da Acção Cultural/SEC (Secretaria de Estado da Cultura), em moldes que ainda hoje se mantêm. Em 2007, os Prémios AICA/MC foram atribuídos a José Pedro Croft nas artes plásticas e a João Mendes Ribeiro na arquitectura. Entre os premiados desde 1981 figuram, nas artes plásticas e na arquitectura, respectivamente, Costa Pinheiro e Siza Vieira, Júlio Resende e Alcino Coutinho, Alberto Carneiro e Nuno Teotónio Pereira, Malangatana e Pedro Ramalho, Nikias Skapinakis e Manuel Tainha, João Cutileiro e Frederico George, Júlio Pomar e Fernando Távora, Paula Rego e Raul Chorão Ramalho. http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Premios-AICAMC-2008-para-Rui-Sanches-Alexandre-Alves-Costa-e-Sergio-Fernandez.rtp&article=209307&visual=3&layout=10&tm=4
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lol como diria o outro "presunção e agua benta cada um tem a que quer" e aquilo que eu disse, diria de igual forma, sem tirar ou acrescentar fosse o que fosse, se fosse assistente, administradora ou user comum. não creio ter dado xuto a ninguém até porque eu vi as imagens e portanto sei bem o que falo. mais, aquilo que disse não foi só a minha opinião como a de outros users e portanto, não vejo qual é o problema. sinceramente acho que esta "esfregadela na ferida" não adianta nada para a conversa... o aveiro_100 retirou as imagens porque quis, ninguém o obrigou. este fórum não tem como objectivo praticar arquitectura tal como se faz num gabinete. o grande problema aqui está na forma como nos tratamos mutuamente enquanto colegas da mesma profissão: o respeito à muito que se foi. sinceramente.... cada macaco no seu galho!
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o novo hit desde verão, renasce das cinzas de 2000 assumindo-se como a primeira musica que fala da tv cabo como metáfora para pénis RUI ALVES: "ELA JÁ TEM CABO" [ame="http://www.youtube.com/watch?v=t1WHtX0blHQ"]YouTube - Ela já tem cabo[/ame]
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Rui Fernandes, este fórum tenta de facto ter, sempre que possível, uma atitude pedagógica, mas não uma atitude de "substituição" perante os profissionais que se encontram lá fora. da mesma forma, se o aveiro_100 se dirigisse a uma firma de advogados pedir uma opinião jurídica, não a teria de borla... ou será que aquilo que aqui tentamos fazer (por ser um fórum de internet) é menos profissional e sério do que os gabinetes de arquitectura que se encontram lá fora? mais, o user não pediu uma opinião em algo especifico que realmente poderia suscitar-lhe alguma duvida (por exemplo se a sala deveria dar para o corredor ou se a casa de banho poderia ter aquela dimensão) mas sim, um parecer geral, o que, não sendo um projecto académico, não me parece de todo sequer, decente esse mesmo pedido. não foi a primeira pessoa a pedi-lo e certamente não será a ultima, e em todos os pedidos que houveram, a resposta foi sempre a mesma. quer uma opinião, procure um profissional que estudou anos para o ser. queixam-se que o mercado de trabalho está mal, mas depois tentam "compactuar" com estas situações... não entendo. se houvesse uma atitude mais correcta entre colegas arquitectos, provavelmente a situação não seria tão má. por vezes pode parecer uma atitude injusta, mas infelizmente é assim que as coisas funcionam. sim vitor nina, os anexos foram retirados
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de facto, nada como ir ao local para ver como é com os próprios olhos. uma coisa é aquilo que te poderemos dizer (cada um ira puxar a brasa a sua sardinha compreensivelmente) e nada daquilo que te possam dizer será a tua ideia e a tua perspectiva, assim como a tua realidade. esses assuntos já foram mais do que discutidos aqui no fórum, por isso dá uma vista de olhos. de qualquer forma uma coisa te digo já: metro para o ISCTE tens quase mesmo à porta, metro para FAUTL nem pensar... vais de bus e paras em todas as capelinhas e santinhos até lá chegares! o resto procura nesta secção onde colocaste a tua duvida :)
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então trate de procurar alguém para esse efeito. se quiser que alguém aqui o faça no fórum, esse alguém apresentar-lhe-á no final a "factura" se assim for, nada contra. obrigada p.s. - experimente ir a uma firma de advogados, pedir um conselho juridico a ver o que lhe acontece :)
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olá aveiro_100 ainda que algum de nós possa dar a sua opinião, eu pergunto se teria a mesma atitude, caso estivesse doente e não sabendo do que se tratava, se iria perguntar a opinião a estudantes de medicina ou a médicos que não conhecia... o que eu quero dizer com isto é que, acho desapropriado que venha para aqui pedir conselhos de "borla". se quer uma opinião, dirija-se a alguém profissional que estudou anos para ser arquitecto. ele agradece e nós também
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"A Casa da Vizinha" Arquitectura: nova revista digital quer dinamizar mercado de projectos sustentáveis Mais de meia centena de projectos ambientalmente sustentáveis de arquitectos nacionais fazem parte da base de dados online "A Casa da Vizinha", que a partir de amanhã será transformada numa revista digital. Para assinalar a transformação, a Ordem dos Arquitectos vai promover uma sessão de apresentação do perfil da nova revista, seguida de uma conferência com o arquitecto João Luís Carrilho da Graça, Prémio Pessoa 2008. O projecto "A Casa da vizinha não é tão verde quanto a minha" é da responsabilidade da Ordem dos Arquitectos (secção regional sul). Tem funcionado como plataforma de referência no domínio da arquitectura sustentável, tendo recebido até hoje 52 projectos de 42 arquitectos nacionais. Redesenhada e reformulada, "A Casa da Vizinha" vai passar a integrar projectos internacionais e uma rubrica de perguntas e respostas sobre temas ligados à sustentabilidade chamada "O génio da lâmpada de baixo consumo". Segundo explicou o director da revista, Nadir Bonaccorso, a intenção é "dar mais dinamizar e tornar mais eficiente" o antigo site. "Numa altura em que as preocupações com a sustentabilidade são cada vez mais importantes, porque os nossos recursos estão de facto a esgotar-se, é essencial olhar para os indicadores que atribuem aos edifícios de habitação uma fatia de 40 por cento na emissão de CO2", afirmou. "Isto é um indicador importante até para pensar sobre qual deve ser o novo desafio dos arquitectos", afirmou, sublinhando "toda a arquitectura deve ser sustentável". "Falar de arquitectura sustentável é uma falácia. Toda a arquitectura deve ser sustentável porque é feita para o homem e a sustentabilidade é sempre intrínseca a um bom projecto", acrescentou. A revista vai também ter um espaço próprio para opinião, a rubrica Radar, com ligação a plataformas informáticas homónimas. Os responsáveis da revista querem ainda promover uma programação temática própria e a cada três meses deverá organizar palestras com convidados nacionais e internacionais e uma exposição sobre a sustentabilidade e a arquitectura e um workshop internacional sobre temas relacionados. O primeiro destes workshops internacionais faz parte da iniciativa 'Post-oil cities', que organiza conferências em faculdades e outras escolas dirigidas a arquitectos, desenhadores, engenheiros e todos os que pensam as cidades do planeta num cenário sem dependência do petróleo. No âmbito da 'Post-oil cities', será organizada no final de Maio uma exposição em Manchester com reflexões sobre cidades sustentáveis. "Fomos convidados no âmbito desta exposição a apresentar propostas e até para ajudar a estimular o mercado incentivámos jovens arquitectos (finalistas e estagiários) e criar equipas e apresentar um resumo da proposta que gostariam de desenvolver e qual o atelier em que a queriam concretizar", explicou Nadir Bonaccorso. A apresentação da nova revista digital está marcada para amanhã, às 21h00, no Auditório da Sede Nacional da Ordem dos Arquitectos. http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1369919
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Numero de arquitectos por 1000 pessoas
m a r g a r i d a replied to rui.dinis's topic in Arquitectura
de facto ainda temos o "luxo" de escolher lol :)
