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m a r g a r i d a

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Everything posted by m a r g a r i d a

  1. estou no grupo 2 que começará a receber as vacinas a partir de Janeiro
  2. existem câmaras onde já só é possível entregar digitalmente. outras que aceitam ainda em papel, mas vai acabar-se. quem não tem dinheiro para comprar um token, usa o cartão de cidadão que também dá e não..não dá para contornar........ (essa pergunta foi tipicamente tuga!)
  3. recentemente no gabinete tivemos de obter certificados digitais. felizmente que a politica do papel está a morrer (ainda que lentamente) e este novo sistema veio revelar-se bastante mais prático e funcional. gostaria de saber se aqui no fórum existe alguém que também tenha e qual a sua impressão sobre o mesmo :)
  4. já tinha respondido ontem, mas como foi pelo telemóvel é provável que tenha feito alguma coisa que não deixou o post aqui registado... keep this in mind narayan, eu e todas as restantes pessoas que estão incluídas no plano de vacinação NÃO VÃO pagar nada, obviamente. não percebo qual é a duvida. gostaria que me explicasses para que servem então as nossas contribuições... será para estoirar em indemnizações de "ex-suspeitos de pedofilia"? será para contribuir num troço de tgv Lisboa - Porto que poupará 30 minutos de comboio alfa pendular? será para gastar em processos judiciais que duram 5, 6, 7 anos?! parece me que há muita pala e pouca flexibilidade da tua parte para entender uma coisa que é simples. quando levar a vacina logo te mando o recibo de pagamento :)
  5. pela fraca qualidade de montagem e de imagem, duvido que tenham sido os próprios gatos a fazer o cartaz... :\
  6. repito: meu caro colega, as nossas contribuições não servem só para fazer aeroportos e tgv's. também servem, obviamente e ainda bem, para isto. ou será que os nossos descontos têm um fim mais nobre que me está a falhar? não adianta dar voltas e voltas a uma coisa fácil de compreender
  7. a vacina foi paga pelo estado e é gratuita para todas as pessoas que estejam nos grupos de risco.
  8. bolas... bem-vindo na mesma pedro! espero que fiques mais animado brevemente.
  9. meu caro colega, as nossas contribuições não servem só para fazer aeroportos e tgv's. também servem, obviamente e ainda bem, para isto. ou será que os nossos descontos têm um fim mais nobre que me está a falhar? :)
  10. quem gastou o dinheiro foi o estado. para as pessoas é gratuito. ainda assim continuo a dizer que o mesmo tipo de atitude deveria acontecer com a vacina para a gripe sazonal
  11. não vejo qual é o mal de querer tudo isso de sonho..eu pessoalmente e profissionalmente estou a lutar por isso, mas claro, dentro dos limites da "decencia". curiosamente tive de me preocupar mais com a parte profissional para ver se "não trepavam por mim a cima" do que tudo o resto. creio que é essa ambição que falta na maioria dos estagiários de arquitectura
  12. pois..até pode ser jag, se por um lado anda tudo com gel desinfectante em casa e no trabalho, escolas e até supermercados (eu propria tenho um frasquinho pequenino de gel na mala), o que é certo é que a vacina é gratuita! quem a compra, já comprou doses para o primeiro grupo. se ha coisa que eu condeno é nao terem o mesmo tipo de atitude com a vacina para a gripe dita "normal". afinal essa matou (e ainda mata) mais gente durante mais anos
  13. se calhar vou arranjar umas amostras para o gabinete.. ajudava logo a fomentar a tão aclamada "alegria no trabalho" XDXD
  14. Há as drogas proibidas e há as novas drogas que escapam ao controlo das autoridades porque não integram nenhuma lista oficial. São vendidas na internet e em lojas especializadas como produtos à base de ervas, mas têm os mesmos efeitos das substâncias ilegais. Há quem as compre sabendo com o que conta, há quem pense que está a adquirir um produto natural. Um dos exemplos é o Spice, rotulado como incenso ou "ambientador" mas semelhante à canábis quando fumado. O Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência (OEDT) identificou 13 novos produtos psicoactivos lançados no mercado e, no seu relatório anual divulgado ontem, alerta para a necessidade de combater estas novas ofertas. Portugal é um dos países onde o Spice foi encontrado em lojas de porta aberta, refere o relatório do OEDT. O presidente do Instituto da Droga e da Toxicodependência, João Goulão, confirma a necessidade de "estar atento" a estes fenómenos. "É uma realidade nova que merece uma acção conjunta concertada" com os outros países onde estas novas drogas têm mais força. "Não é fácil de combater. Há trabalho policial que está a ser desenvolvido. Em Portugal não temos um levantamento exaustivo destas lojas - há uma em Aveiro que foi encerrada recentemente. Mas não sentimos que é significativo, pelo menos para já", refere. Nas lojas online, o trabalho das autoridades é ainda mais difícil. A maioria dos retalhistas tem sede no Reino Unido, na Alemanha, na Holanda e na Roménia. De acordo com a agência europeia, as informações dos rótulos dos produtos Spice "indicam que são compostos por nada menos que 14 ingredientes de origem vegetal". Dois deles têm efeitos psicoactivos comprovados, mas "pouco se sabe sobre a farmacologia e toxicologia das matérias vegetais supostamente neles contidas". No ano passado foram encontradas em estabelecimentos comerciais de nove estados-membros, entre eles Portugal. As autoridades policiais têm tentado avaliar os componentes, mas esbarram no facto de a lei ser omissa em relação a muitas destas substâncias. As polícias da Alemanha e da Áustria identificaram um canabinóide sintético usado no Spice, com uma potência superior à canábis natural. Já este ano também foi detectada outro nestes produtos. Estão presentes, mas as quantidades variam. E nunca constam dos rótulos, que "apenas mencionam ingredientes herbáceos". Os canabinóides sintéticos são "a última etapa" das chamadas drogas sintéticas, alertam os peritos. As incertezas quanto ao mercado destas substâncias ainda são grandes e o director do OEDT, Wolfgang Götz, afirma que a novidade está "na vasta gama de substâncias que estão a ser exploradas e na comercialização agressiva de produtos intencionalmente mal rotulados". Não se sabe se a procura já atinge uma grande dimensão e por isso o Conselho Europeu ainda não tomou nenhuma iniciativa legislativa. No entanto, há cinco países que já avançaram para a proibição - Alemanha, França, Áustria, Luxemburgo e Polónia. João Goulão refere que em relação a Portugal não está nada previsto por enquanto. Os cogumelos alucinogénios parecem estar a desaparecer dos escaparates das lojas virtuais, ao contrário do que acontecia em 2008. Porém, estão a ser substituídos por outros elementos. Um levantamento do OEDT feito em 115 sites encontrou "uma grande variedade de produtos herbáceos para fumar [mais de 27], 'pastilhas de festa' [alternativas legais ao ecstasy] e substâncias semelhantes ao BZP - um componente de medicamentos para tratar parasitas que circulou durante anos sem qualquer entrave legal e foi recentemente incluído na lista de drogas ilegais. O Spice é mais uma vez um campeão de popularidade, estando presente em 48% dos retalhistas inquiridos. Depois das medidas legislativas de alguns países, foram retirados, mas é uma espécie de jogo do gato e do rato. O Observatório sublinha que "o rápido surgimento de produtos substitutos do Spice realça a capacidade mostrada por este mercado para responder prontamente à mudança de estatuto jurídico" e lançar novas drogas ainda desconhecidas das autoridades. "Os fornecedores são muito inovadores", refere a agência europeia, sublinhando "as dificuldades de acertar num alvo em movimento". Os exemplos são muitos. Para substituir a cocaína ou as anfetaminas, há vários produtos de rapé que, "supostamente, são compostos por cafeína e ingredientes à base de plantas como a tília". "Os pós à base de plantas também têm suscitado um interesse crescente", refere o relatório. Não se pode baixar a guarda Se os números globais mostram que a Europa não regista um grande aumento nas maioria dos consumos, há drogas que permanecem um problema, "como a cocaína e a heroína" e é "crucial que não se recuse assistência às pessoas que precisam dela". A mensagem é deixada pelo director do OEDT e reforçada por João Goulão. "Numa época de crise, os governos não devem desinvestir nesta área. Em Portugal, há dez anos, o consumo de droga era a maior preocupação dos portugueses, mas hoje desapareceu do discurso político. Não é uma prioridade política, mas é uma realidade extremamente mutável e não podemos correr o risco de desinvestir, sob pena de assistirmos a um recrudescimento", refere o responsável português. http://www.ionline.pt/conteudo/31529-incenso-vendido-no-pais-com-efeitos-iguais-ao-da-cannabis
  15. pois...10 anos ou mais! eu cá gostava era de o conhecer pessoalmente para o abanar fortemente a ver se acorda para a vida!
  16. Olho, de certo que não andaste atento às informações que chegaram todos os dias pelos jornais, telejornais e afins.. o governo decretou grupos de risco e prioritários para levarem a vacina. todas as pessoas que estiverem dentro desses grupos (actualmente são 2 se não estou em erro) decidem se querem levar a vacina ou não. ninguém é obrigado, claro.
  17. eu faço parte dos grupos que deve tomar....estou indecisa! :)
  18. subscrevo e sublinho. mas tenho a dizer que de facto as modelações estão muito boas
  19. essa situação referida pela kaz é o estágio profissional ou o inovjovem conferidos pelo IEFP de duração de 12 meses, mas sem ser por aí, não arranjas de maneira nenhuma essa condição de pagamento o estagiário de arquitectura, na verdade, é mestre (integrado com Bolonha). após o estágio deve receber bem mais do que 2x o ordenado mínimo (segundo a tabela de técnicos superiores dos gabinetes públicos) com subsidio de almoço, seguro e outras regalias como subsidio de férias, por exemplo (coisas que na maioria dos gabinetes privados nem sabem o que isso é!) a grande questão aqui é que, dá me ideia (posso estar errada) que o pessoal encosta-se demasiado à sombra da bananeira: "aaahhh....trabalhar até as 23h? está bem. desde que ao menos possa cheirar o mesmo ar que o arquitecto respira então eu aceito!" "trazer almoço de casa? sem problema..como umas sandes durante 30 minutos e pronto!" "seguro?! o que é isso?" e outras pérolas que fazem com que cada vez tenha menos pena do pessoal que se submete a estas coisas. esperam que a OA faça alguma coisa, mas enquanto esta não regula a situação vão-se encostando...lamentando...ficando tristes e depressivos, mas não entendem que são eles os principais culpados de tal precariedade! ora esse nosso colega, arquitecto lino dias... que já está nessa situação há 10 anos, será que já não estava na altura de querer mais da vida??
  20. concordo a 100% com a kaz. the_architect a situação não é transversal porque as pessoas ACEITAM e sujeitam-se tudo o que lhes oferecem... não sabem procurar verdadeiramente as boas oportunidades. a maioria acha que é um facto adquirido sair-se da faculdade e trabalhar-se a recibos verdes...ERRADO! a maioria acha normal trabalhar até à 1h e 2h da manhã num atelier a troco de nada..ERRADO! o pior... é que ao aceitarem isso só alimentam mais essas situações de precariedade. tudo começa no estagio e na oportunidade criada. é óbvio que os bons estágios não nascem por aí como cogumelos, mas uma pessoa tem de saber querer e exigir mais da vida ora bolas! isso sim é que me revolta... lol
  21. aí é que tu te enganas a piada até iria começar mais depressa ahah XDXD
  22. falam e muitíssimo bem.. o Alentejo é uma paixão :)
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