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Novo estádio apontado como exemplo de arquitectura sustentável Luanda - O novo estádio de futebol de Luanda, que vai acolher uma das série do Campeonato Africano das Nações (CAN2010), a realizar-se de 10 a 31 de Janeiro de 2010, foi apontado como exemplo de arquitectura sustentável por estudantes de arquitectura da Universidade Agostinho Neto. Abordados hoje (quarta-feira) pela Angop sobre os aspectos arquitectónicos dos novos estádios, os estudante, que já efectuaram visitas de estudo à empreitada, manifestaram-se satisfeitos pelo destaque que se deu aos espaços verdes e arborização da zona envolvente ao recinto. A discente Iracema Ferreira sublinhou o facto da infra-estrutura contar com painéis solares que revestem a cobertura do estádio e que vão produzir energia eléctrica para ser consumida no local. Nelson Domingos, também estudante da instituição, referiu que os materiais considerados poluentes, não foram excessivamente usados na obra, o que demonstra todo um processo ecologicamente correcto. "A irrigação directa da relva, através de águas pluviais, passando por um sistema moderno de tratamento, acrescenta a obra elementos de aproveitamento do meio ambiente. O discente do segundo ano Nelson José, defende que obras como está devem ser construídas dentro do conceito da arquitectura sustentável, levando em conta a estações de tratamento de esgotos para a reutilização das águas residuias. http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/sociedade/2009/10/48/Novo-estadio-apontado-como-exemplo-arquitectura-sustentavel,e1cce24d-b26e-4b67-aeeb-0cb7eecc9e58.html
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Sá Fernandes acha igreja de Troufa Real "medonha" A igreja colorida em forma de caravela que o arquitecto Troufa Real desenhou para o Alto do Restelo continua a dividir opiniões, mesmo entre o executivo que governa a Câmara Municipal de Lisboa. http://static.publico.clix.pt/imagens.aspx/286548?tp=UH&db=IMAGENS&w=350 Para o vereador responsável pelos espaços públicos da cidade, José Sá Fernandes, o edifício é "medonho". Já o seu colega que tem a cargo a pasta do Urbanismo, o arquitecto Manuel Salgado, defende a liberdade criativa de Troufa Real. E diz que não está disposto a mandar os seus serviços reanalisar o processo que conduziu ao licenciamento da obra - apesar de a Assembleia Municipal de Lisboa ter ontem aprovado uma recomendação do CDS-PP nesse sentido. À excepção do PSD, todas as forças políticas votaram favoravelmente o documento - incluindo os socialistas - onde se pede à câmara que "reveja o projecto e zele pelo cumprimento da legalidade, nomeadamente no que respeita à área de construção", e ainda que promova um debate público sobre a matéria. Mas mesmo assim Manuel Salgado entende que o processo só deve ser reanalisado se houver uma deliberação camarária nesse sentido, ou seja, se a maioria das diferentes forças políticas representadas no executivo assim o entender. O facto de se tratar de um edifício isolado, "que não está inserido na malha urbana", de ter funções religiosas e de "ter sido proposto por uma comunidade", os paroquianos do Restelo, são pressupostos que legitimam, no entender do vereador do Urbanismo, a sua construção. O autarca menoriza a polémica de que o projecto tem vindo a ser alvo: "O Centro Cultural de Belém [de que foi co-autor] também foi alvo de fortíssima contestação. Hoje está feito, e a contestação apagou-se", recorda, acrescentando ainda o exemplo de outro templo que levantou críticas na altura da sua construção e cujo valor arquitectónico é hoje reconhecido, a igreja do Sagrado Coração de Jesus. "As obras de ruptura levantam sempre polémica, porque não são anódinas", observa Manuel Salgado, que se recusa a questionar a estética do edifício. "Eu não faço aquela arquitectura, mas não a vou contestar." "Um projecto proposto por uma comunidade não é a mesma coisa que outro proposto por um qualquer cidadão que pretende fazer negócio imobiliário", considera ainda. A página do Facebook contra o projecto de Troufa Real, que começou a ser construído na semana passada, tinha ontem ao final do dia mais de 1500 fãs. Muitos dos detractores desta obra comparam-na a um bolo de noiva. Troufa Real diz que é uma alusão à época dos descobrimentos. http://www.publico.clix.pt/Local/sa-fernandes-acha-igreja-de-troufa-real-medonha_1411221
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Requalificação ou atentado, o que se passa no Príncipe Real? Vai para duas semanas que os moradores da zona do Príncipe Real, em Lisboa, vêem com preocupação o desaparecimento diário de árvores do Jardim França Borges, normalmente chamado de Jardim do Príncipe Real. Aquilo que para uns é uma requalificação deste espaço, para outros é "um atentado ao património da cidade". "O que se está a fazer é um projecto de reabilitação e restauro que preservará o traço histórico e toda a identidade romântica do jardim", garantiu ao DN fonte oficial do Pelouro de Espaços Verdes da Câmara Municipal de Lisboa (CML), adiantando que a intervenção, que rondará 380 mil euros, deverá ficar concluída dentro de quatro meses. De acordo com a mesma fonte, está prevista a substituição (não o abate, frisa) de meia centena de árvores em todo o jardim (já foram a baixo cerca de 30), mas nenhuma delas é histórica ou classificada como já alertou a CDU. Numa nota à comunicação social, a coligação chamou a atenção para o facto de a "CML se preparar para abater árvores históricas no Príncipe Real", sendo, diz o documento, alguns dos exemplares classificados. A CML assegura que as árvores que estão a ser cortadas, "estão doentes e era inevitável a sua substituição". A fonte da autarquia diz que o arvoredo é constituído, essencialmente, por choupos com 20/30 anos que se fazem parte do alinhamento do jardim e seis robínias que se encontram junto ao lago e que serão substituídas por outras árvores da mesma espécie. A CML garantiu ainda que, após a intervenção, o Jardim do Príncipe Real "ficará com tantas ou mais árvores do que as que já tem". Mas para Paulo Ferrero, do Fórum Cidadania Lx, o que se está a passar é "inqualificável" e um "atentado ao património da cidade". Este cidadão não acredita que haja tantas árvores doentes e gostaria que essa análise fosse feita por pessoal "qualificado para tal e não pelos técnicos da câmara". "A câmara tem um protocolo com o Laboratório de Patologia Vegetal Veríssimo de Almeida, porquê que não faz uso dele para analisar o estado das árvores?", sugere. Também o presidente da Junta de Freguesia das Mercês, Alberto Bento, diz não ser especialista na avaliação de árvores, mas garante: "Não vamos aceitar que abatam árvores e não plantem outras no seu lugar, como nos foi prometido." http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1430759&seccao=Sul
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moorfologia deram-te a ti e a mim pelos vistos...que ainda fiz uma queixa por escrito, queixa essa que foi remetida para LISBOA, onde deram razão ao IEFP da zona onde me quis propor para estágio....ou seja, que as duas coisas não podem ser feitas ao mesmo tempo (remeteram para um decreto de lei que saiu em Fevereiro deste ano, decreto de lei 104/2004 artº 1) "3 - Não são abrangidos pela presente portaria os estágios que tenham como objectivo a aquisição de uma habilitação profissional requerida para o exercício de determinada profissão, nem os estágios curriculares de quaisquer cursos." mas eu mesma vou tentar ligar para o IEFP de Lisboa e tirar esta historia a limpo
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não é possível fazer estágio para a OA e o estágio profissional do IEFP ao mesmo tempo. existe um decreto de lei que comprova isso. e porque? porque segundo o IEFP o estágio que eles proporcionam serve para a integração no mundo de trabalho. ora nos só somos arquitectos DEPOIS do estágio da OA feito e portanto não nos concedem esse ao mesmo tempo, tanto que um dos papeis pedidos para o estágio profissional do IEFP é precisamente a comprovação de que estamos na OA isto acontece em todas as profissões que têm ordem. portanto é facil - 1º o estágio para a OA depois o estágio profissional do IEFP. o 1º é obrigatório se quiseres assinar. não é obrigatório caso queiras durante toda a tua vida trabalhar para outro arquitecto. o segundo só faz quem quer. (se há a geração dos recibos verdes, nós somos claramente a geração dos estágios :\)
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Campanha polémica contra violência doméstica convida a bater numa mulher Uma campanha dinamarquesa contra a violência doméstica está nas bocas do mundo devido ao modo polémico como uma ONG decidiu passar a mensagem. O anúncio “Hit the bitch” é apresentado como um jogo que incentiva quem o vê a bater numa mulher. Por cada bofetada, o “jogador”, invisível na imagem, acumula pontos numa escala de masculinidade. Dez bofetadas depois, atinge os 100% e a mulher, que foi sempre atirando insultos e ficando com a cara em ferida, cai ao chão. Mas em vez da frase habitual que aparece nos videojogos “You win!”, surge a mensagem “100% idiota”, seguida de um alerta contra a violência doméstica. Devido à controvérsia que a campanha gerou, a ONG dinamarquesa “Children exposed to Violence at Home” decidiu encerrar a campanha a utilizadores fora da Dinamarca devido ao tráfego excessivo registado no site www.hitthebitch.dk. http://www.ionline.pt/conteudo/33909-campanha-polemica-contra-violencia-domestica-convida-bater-numa-mulher---video
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este homem já começa a roçar no ridículo.... :\:\
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Troufa Real justifica igreja (a)berrante com o queijo limiano Escrever "edifício mais feio de Lisboa" no Google e carregar na tecla Enter. O primeiro resultado é um fórum de arquitectura (www.skyscrapercity.com) onde se listam os maiores erros arquitectónicos da capital. Para encontrar um edifício do arquitecto Troufa Real bastam dez posts. Está lá o prédio de habitação que faz esquina com a Rua Dona Estefânia e a Avenida Duque de Ávila. Dentro de poucos anos, e a avaliar pelas reacções ao projecto da nova igreja do Restelo, Lisboa vai ter mais um item nesta categoria. Ao telefone a partir de Angola, José Deodorato Troufa Real, antigo professor da Faculdade de Arquitectura, comenta assim a polémica: "É por estas razões que o queijo Limiano é tão apreciado." O comentário é propositadamente absurdo, deslocado da realidade e surreal - mas ironicamente coerente com os projectos arquitectónicos que tem vindo a assinar. "Sou um artista e não permito que a minha criatividade seja censurada por ninguém", completou. A igreja desenhada para o Alto do Restelo, destinada a cobrir as necessidades da paróquia de São Francisco Xavier, já foi descrita como "bolo de noiva", "carro alegórico" e "palácio da Barbie" por cidadãos indignados, em blogues e fóruns. O arquitecto Nuno Teotónio Pereira fala em "aberração" e pede que a Câmara de Lisboa pare a obra. Para Diogo Lino Pimentel, arquitecto do patriarcado encarregado de analisar as novas igrejas, o projecto de Troufa Real "dá muito nas vistas". Reconstruir angola "Estou há sete anos em Angola e nunca ninguém quis saber de mim. Agora, por causa de uma igreja andam todos a querer falar", atira Troufa Real durante o telefonema que interrompeu um passeio. O arquitecto português que em 1996 sugeriu a criação de uma nova capital em Angola, "Angólia", está naquele país a liderar uma série de projectos de renovação do centro de Luanda. Entre eles está um edifício de 32 andares. "Isto está muito desenvolvido, que é que você pensa?!", comenta quando sugerimos uma entrevista para um telefone fixo, depois de o arquitecto se mostrar intimidado com a factura do roaming. "Cabines? Em Luanda já não há disso!" A opção videoconferência foi lançada por Troufa Real, que rapidamente voltou atrás na ideia, temendo "o software pirata que se usa em Portugal". Mais pormenores só para os jornalistas que possam viajar até Luanda para falar em pessoa com o responsável por projectos como o Templo Shiva de Santo António dos Cavaleiros. Preços e horários de voo também os tem na ponta da língua. Justificações para a igreja de cinco cores com um minarete de 100 metros de altura, essas ficam reduzidas à frase "é por estas razões que o queijo Limiano é tão apreciado". http://www.ionline.pt/conteudo/34084-troufa-real-justifica-igreja-aberrante-com-o-queijo-limiano
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já existe um grupo no facebook contra a construção da dita cuja lol
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se calhar era mesmo isso que nos faz faltava: um marinho pinto na OA (ou marinha) para ver se as águas são agitadas!!
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olá alecha! achei a tua intervenção bastante pertinente! fizeste um reparo que deixou-me a pensar... porque é que os arquitectos têm tendência unicamente para a realização de projectos de arquitectura? dirão-me certamente algo do género "porque foi isso que andamos a aprender 5 anos" ,"porque foi para isso que fui para arquitectura" e por vezes junta-se a este pensamentos a ideia de haver arquitectos de primeira e arquitectos de segunda, como se os "verdadeiros arquitectos" fossem aqueles que fazem projectos. talvez fosse interessante começar também a contrariar essa ideia. explorar a vertente do ensino, da investigação, da legislação (porque não), da requalificação e perceber que há muitas outras áreas, que não estão sobrelotadas (nem pouco mais ou menos) e que poderiam (e deveriam) ser áreas também elas de contemplação e de aposta dos arquitectos.
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precisamente por isso é que não te dou nada.
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A Consciência na Arquitectura Na história da arquitectura portuguesa não devemos desprezar as regiões por estas nunca terem obtido o mesmo nível de desenvolvimento económico da capital. Há que entender os propósitos de cada funcionalidade, pois enquanto hoje uma cidade média pode competir independentemente da sua localização, no deserto ou no meio do mar, no passado as centralidades eram fulcrais nas decisões políticas. Apesar de tudo, não devemos divergir muito destes princípios, pois há que entender que quem escolhe uma cidade como Castelo Branco para viver opta sempre pela tranquilidade e nunca pela actividade comercial ou outros fins, sem dúvida mais dinâmicos nas grandes cidades. Significa, no entanto, que se devem tomar atitudes coerentes no planeamento, nos equipamentos e infraestruturas, em vez de simplificar opções pelo preço baixo ou pelo laxismo normal das regiões menos competitivas. Pois a tranquilidade atrai também muitas pessoas que optam por dispensar atributos muito aliciantes dos grandes centros económicos por um melhor nível de vida, mas é impossível atrair bons profissionais se não se oferecerem condições de qualidade e confiança nos serviços de saúde, educação e segurança, entre outros, sejam eles (indiferentemente) públicos ou privados. Há que entender, com ironia, que as grandes cidades vão estar sempre a absorver a população independentemente da qualidade disponível ou da falta dela. As pessoas são atraídas por vários motivos, nem que seja pela simplicidade de sonhar com um futuro melhor, mesmo que muitas vezes pouco saibam o que isso significa. Se foi pelo nosso centro histórico que conduzi o leitor na última crónica, entendamos que o mesmo se sucede nos pequenos aglomerados urbanos, nas aldeias espalhadas pela região, que tanto nos chamam à atenção, seja pela nostalgia seja pela sua imagem física apelativa (construções de xisto e/ou granito). Todos nós nos sentimos atraídos por estes edifícios e ficamos indignados quando mesmo ao lado se multiplicam construções novas, muitas vezes sem nenhum sentido estético, enquadradas naquele célebre sistema de “construir primeiro e legalizar depois”. Nos centros históricos, as classificações do património edificado são por vezes armadilhas aos habitantes, travando completamente o desenvolvimento e mesmo a preservação dos seus edifícios, condicionando em alguns casos a saúde e bem-estar dos ocupantes. Sendo a lei ambígua em muitos pontos, diversas situações concretas ficam à mercê de técnicos com escasso conhecimento científico/especializado. Em contrapartida, a legalização de uma “barraca” ou “vivenda de construção humilde”, é demasiado facilitada, sem pena de implosão face ao detrimento estético causado na aldeia ou aglomerado em que se insere. Ninguém assume no momento certo o planeamento urbano e a construção ordenada, nem a implosão de edifícios por questões de integridade estética ou funcional (ou mesmo de segurança), mas toda a gente critica a sua existência e a incorrecta execução/expansão das habitações em qualquer aglomerado urbano; exceptuando alguns casos pontuais na região Alentejana, como as vilas de Serpa e Mértola, entre outros aglomerados, cujos centros urbanos são exemplo de uma gestão urbana que concilia a modernidade com o património e identidade cultural. A implosão das cidades vai perseguir-nos até ao dia que adquirirmos consciência que certas medidas não podem travar o futuro apenas porque receamos alguns hipotéticos problemas no presente. Problemas temos todos nós quando desejamos um futuro melhor, estudámos e trabalhamos para tal, mas a sociedade acaba por defender tanto o desleixo e a inércia como a competência. Pedro faria arquitecto http://www.reconquista.pt/noticia.asp?idEdicao=206&id=17417&idSeccao=2181&Action=noticia
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Ministério da Cultura está a realizar "levantamento exaustivo" para projectar a "longo prazo" - Gabriela Canavilhas A ministra da Cultura disse hoje à Lusa que está em curso um "levantamento exaustivo" do património edificado em Portugal, instrumento "fundamental" para poder "prever, antecipar e planear a sua reabilitação de forma integrada e numa perspectiva nacional". "Este levantamento exaustivo deverá estar concluído no prazo máximo de um ano e incluirá também a projecção e cronograma dos projectos de reabilitação numa perspectiva nacional e integrada", acrescentou Gabriela Canavilhas. A ministra falava à Lusa à margem do Colóquio "Património Cultural Ir mais além...", iniciativa do Centro Nacional de Cultura (CNC) a decorrer hoje na Fundação Gulbenkian no âmbito do lançamento do livro "Heritage and Beyond/Le patrimoine et au-delà", editado recentemente pelo Conselho da Europa. http://aeiou.visao.pt/patrimonio-ministerio-da-cultura-esta-a-realizar-levantamento-exaustivo-para-projectar-a-longo-prazo-gabriela-canavilhas=f537615
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peço desculpa...mas será que eu li bem?? inspiração nas tentações de santo antão e JOSÉ SARAMAGO?! XDXDXD
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Troufa Real responde às críticas com nova proposta de torre O arquitecto Troufa Real vai inspirar-se na obra do pintor Hieronimus Bosch para redesenhar a torre da polémica igreja que projectou para o Restelo, em Lisboa, e que começou esta semana a ser construída. Troufa Real assegura, em declarações ao PÚBLICO, que esta alteração não se prende com nenhum pedido que lhe tenha sido feito para modificar o seu projecto inicial, mas sim com o facto de já não se rever na torre de tipo manuelino que desenhou, há diversos anos, para aquele espaço. "Já vou na quinta torre" para a Igreja de S. Francisco Xavier, explica o arquitecto, acrescentando que uma das versões previa uma torre com vitrais. Desta vez a fonte de inspiração será "o quadro As Tentações de Santo Antão" - uma obra do séc. XVI de Bosch - "e José Saramago". Inicialmente concebida para ter cem metros de altura, a nova torre será mais baixa ou mantém as mesmas dimensões? "Não sei", responde Troufa Real. "Gosto muito de tudo o que é alto. Lisboa ficou a perder por não se terem construído as torres de Siza Vieira em Alcântara. Seja como for, não há pressa, uma vez que a construção desta parte da igreja será feita mais tarde." Quanto ao resto do projecto, o arquitecto insiste em mantê-lo tal como o criou. A nave da igreja, pintada em dourado do lado de fora, imita, pela sua forma, "uma caravela num temporal, toda dobrada". Depois, além da torre com 17 sinos, há a casa do pároco, "que é uma referência à casa portuguesa do arquitecto Raul Lino". E, por fim, o centro social, reservado para a segunda fase, "que será uma réplica das antigas fortalezas portuguesas da época dos descobrimentos". As paredes vermelhas, cor-de-laranja, verdes e brancas são uma referência à Índia (destino de viagem de S. Francisco Xavier) e a Portugal. "A minha arquitectura está ligada ao mundo do fantástico, é de raiz simbólica. Não sou um arquitecto moderno, sou antimoderno", explica o autor do projecto, considerando que colegas seus, como Teotónio Pereira (que classificou, ontem, no PÚBLICO, este projecto uma "aberração"), não compreendem a sua linguagem. "Odeiam o simbolismo do antigo império. É um bando de velhos, autênticos talibãs da arquitectura que não se reciclaram e não percebem o que se está a passar no mundo", acusa. E volta à carga: "Odeiam outras culturas. Só sabem fazer peixe podre, peixe passado". Direito à arquitectura O arquitecto que dirige o departamento do patriarcado responsável pela construção das novas igrejas, Diogo Lino Pimentel, também não sai ileso desta polémica. Depois de ter dito que o edifício para o Restelo dava muito nas vistas, recebe agora a resposta de Troufa Real. "Ele quer é fazer as igrejas no atelier dele. Mas quando esta igreja foi objecto de apreciação na Ordem dos Arquitectos, no tempo da bastonária Olga Quintanilha [entre 1999-2001], ele também esteve lá e não disse nada". Troufa Real argumenta que o projecto foi devidamente apresentado e discutido, há cerca de dez anos, tanto na Ordem como na Cordoaria, além de ter estado exposto numa galeria da Câmara de Lisboa. Para Troufa Real, esta sua obra é nem mais nem menos que um "cadáver esquisito". Uma expressão que usa para definir um trabalho colectivo surrealista, lembrando que convidou diferentes artistas, como Lagoa Henriques - entretanto falecido - para participar neste projecto. Esta não é a sua primeira obra religiosa. Tem em construção outra igreja em Miraflores, Oeiras, e projectou um templo dedicado a Shiva para Loures, obra que ainda não saiu do papel. "Sou um maçon católico e respeito muito os cânones da igreja", declara. A morar em Angola, terra onde nasceu, Troufa Real deixa um recado a todos os que criticam o seu trabalho: "Deixem-me ser livre. Tenho direito à minha arquitectura de autor". http://www.publico.clix.pt/Local/troufa-real-responde-as-criticas-com-nova-proposta-de-torre_1410653
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lol se calhar vou é começar a fazer negócio :)
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lol pois... por acaso tenho pss dos "dois tipos" um geral que "dá para tudo" e um modelo mais refinado (que também vai depender do tipo de obra, claro está)...era giro mas não posso :)
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Jóia da arquitectura barroca degrada-se de dia para dia O Palácio do Raio, um dos mais notáveis exemplares da arquitectura civil bracarense do período barroco, encontra-se num preocupante estado de degradação, tendo sido já necessário proceder a escoramentos no seu interior. Aquele imóvel de interesse público, propriedade da Santa Casa da Misericórdia de Braga, alberga alguns serviços hospitalares. A mesa administrativa da Misericórdia projecta instalar aí o seu museu, logo que o edifício lhe seja entregue com a entrada em funcionamento do novo hospital. Construído em meados do século XVIII, o Palácio do Raio, imagem obrigatória dos roteiros turísticos da cidade de Braga, não beneficia de quaisquer trabalhos de conservação ou reabilitação desde 1985, ano em que foram realizadas obras de salvaguarda dos azulejos da fachada principal De então para cá, a antiga moradia senhorial da época de D.João V, adquirida pela Santa Casa em 1883, tem vindo a deteriorar-se progressivamente. Bernardo Reis, provedor da Misericórdia bracarense, alerta para a ‘degradação enorme’ do Palácio, agravada recentemente em consequência dos trabalhos de construção da zona comercial no chamado quarteirão dos Correios. Segundo o provedor, os rebentamentos de rocha a escassas dezenas de metros do Palácio desenhado pelo mestre André Soares tornaram ainda mais evidentes as fissuras no edifício e queda dos seus caraterísticos azulejos. A degradação exterior é notória numa das fachadas laterais do Palácio, despidas já de parte significativa do revestimento. Desde 2001 têm sido várias as tentativas de salvaguarda do Palácio do Raio. Num primeiro tempo, as obras não avançaram por incapacidade financeira do Hospital de S. Marcos. Mais recentemente, depois de lançado um concurso público, o Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR) opôs-se à orientação que se pretendia dar à recuperação do edifício. Nesta altura, os dirigentes da Misericórdia apontam 2013 como uma data simbólica para a inauguração do seu Museu no Palácio do Raio, já que nesse ano a instituição comemora 500 anos de existência. Apelo ao IGESPAR e Ministério da Saúde Para que o objectivo seja concretizado, é urgente que o IGESPAR e o Ministério da Saúde acordem um plano de recuperação do Palácio. A escadaria nobre e a clarabóia do imóvel classificado apresentam sinais cada vez mais evidentes de degradação. Parte do edifício já não é sequer ocupado pelo hospital por falta de condições de segurança, situação não contribui também para o avançar do processo de degradação. ‘Se o edifício não estivesse ocupado, a Misericórdia poderia intervir na sua recuperação, candidatando-se nomeadamente a verbas do Quadro de Referência Estratégico Nacional’, afirma o provedor. A degradação do Palácio do Raio, também designado por Casa do Mexicano constitui, por isso, um entrave à intenção da mesa administrativa de expôr ao público o seu vasto património artístico, catalogado e recuperado ao longo dos últimos anos. Os dirigentes da instituição destacam a recuperação quase total do seu património artístico’, constituído essencialmente por telas e esculturas sacras, telas de benfeitorias, artefactos litúrgicos, bandeiras processionais e relicários. Parte deste espólio será exposto, já no próximo ano, no núcleo museológico da Igreja da Misericórdia. Até quando caminhará para a ruína? Passados dez anos, a apreensão de Eduardo Pires de Oliveira - profundo conhecedor e divulgador do património bracarense- sobre a salvaguarda do Palácio do Raio continua a fazer sentido. ‘Hoje mete pena ver o interior deste magnífico pequeno palácio, obra máxima desse excepcional vulto de arquitecto amador que foi André Soares. Quando é que começará a receber as mais que merecidas obras de um restauro cuidadoso? - interrogava-se o autor, em 1999 numa pequena monografia da freguesia de S.Lázaro. ‘Até quando veremos esta obra maior da arquitectura europeia de Setecentos a caminhar para a ruína?’. As perguntas de Eduardo Pires de Oliveira continuam sem resposta, apesar de o Palácio do Raio ser uma das referências bracarenses no roteiro da arte barroca europeia no projecto ‘Museu sem Fronteiras’, em desenvolvimento na internet. http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=18165
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Prémio de Arquitectura Enorpara dois edifícios portugueses O Laboratório Chimico do Museu das Ciências em Coimbra e o Mercado Público da Comenda foram escolhidos 'ex aequo' A IV edição dos prémios de Arquitectura Ascensores Enor distingiu dois edifícios portugueses: o laboratório Chimico do Museu das Ciências de Coimbra e o Mercado Público da Comenda, no Alentejo. Os prémios, atribuídos por esta entidade espanhola, escolheram ex-aequo dois espaços portugueses recentemente intervencionados a nível arquitectónico. O júri explicou que a escolha do Laboratório Chimico deveu-se à sensibilidade que o trabalho demonstrou com aquilo que preexistia no local, o que permitiu "gerar uma arquitectura carregada de emoções". O laboratório Chimico de Coimbra, mandado edificar pelo Marquês de Pombal em 1772 e é um dos mais antigos da Europa. Relativamente ao Mercado da Comenda foi valorizado o "cuidado na relação com o espaço urbano" e a sua contribuição para "a qualificação do ambiente". Segundo António Balsinha, director da Enor em Portugal, estes projectos, que foram escolhidos num total de 11 finalistas portugueses, "vêm confirmar o excelente momento que a arquitectura nacional atravessa". O prémio, no valor de quatro mil euros, foi repartido pelos arquitectos responsáveis pelas intervenções: João Mendes Ribeiro, Carlos Antunes e Désirée Pedro (Laboratório Chimico) e Telmo Cruz, Maximina Almeida e Pedro Soares (Mercado de Comenda). Os projectos vencedores, bem como os finalistas e os seleccionados, serão coligidas num livro em português e espanhol. Este ano os Enor tiveram cem candidaturas portuguesas.
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a função de um edifício religioso, entre outras, é ter a capacidade de elevar espiritualmente todos os crentes que queiram usufruir do espaço. não creio, à partida, que isso esteja salvaguardado. mas posso estar enganada e no interior haver uma surpresa tal que compense tudo o resto. já agora: Teotónio Pereira considera que igreja do Restelo é uma aberração Um dos autores do plano de urbanização do bairro do Restelo, Nuno Teotónio Pereira, considera “uma aberração” a igreja que ali começou a ser construída na terça-feira. Para este arquitecto, a gravidade do caso deveria levar a Câmara de Lisboa a mandar parar a obra e a exigir outro projecto. Desenhada pelo arquitecto Troufa Real, a nova igreja do Restelo inclui uma torre de cem metros de altura em forma de minarete e uma paleta cromática ousada, com paredes pintadas de dourado, vermelho, verde e cor-de-laranja. O edifício tem, num dos lados, a forma bojuda de um barco assente numas cornucópias que imitam ondas, numa alusão à época dos descobrimentos. Autor de várias igrejas – uma das quais, a do Sagrado Coração de Jesus, em Lisboa, classificada como monumento nacional –, Teotónio Pereira não tem dúvidas sobre a obra que está a nascer no Restelo: “Ofende de forma muito grave a paisagem urbana e os princípios basilares da arquitectura contemporânea.” No seu entender, o projecto está completamente desenquadrado do conjunto urbano que planeou juntamente com Nuno Portas, nos anos 70, e, se for por diante, vai descaracterizar toda a encosta que se estende até ao rio. “Pela sua dimensão excessiva para as necessidades do local e pelo seu custo, nunca acreditei que fosse construído”, admite. “E, do ponto de vista da arquitectura religiosa, parece-me um completo disparate. A arquitectura das igrejas deve pautar-se pela pureza de formas e pela beleza”. “Espanta-me por isso que o patriarcado e a própria câmara tenham consentido na sua construção”, prossegue. “A câmara deveria estar vigilante e defender os interesses da cidade”. Movimento de opinião Teotónio Pereira ressalva que lhe custa estar a criticar a obra de um colega – até porque partilha do princípio de que a liberdade de criação dos arquitectos não deve ser limitada. “Mas, perante este caso, não posso ficar em silêncio”, observa. “Devia formar-se um grande movimento de opinião para impedir esta obra”. O PÚBLICO tentou perceber os meandros da aprovação deste projecto, cujos passos decisivos foram dados nos mandatos de João Soares e de Santana Lopes. Mas a consulta do respectivo processo camarário não foi esclarecedora. Tentámos, igualmente, chegar à fala quer com Troufa Real, quer com a vereadora de Santana Lopes que aprovou o projecto de arquitectura, Eduarda Napoleão, sem sucesso. Igualmente infrutíferas foram as tentativas para obter declarações por parte do actual vereador do Urbanismo, o arquitecto Manuel Salgado. Em 2007, a propósito da escultura de Rui Chafes que o escritório de advogados de José Manuel Júdice colocou em frente à sua sede, na Avenida da Liberdade, o presidente da autarquia, António Costa, mostrou-se de acordo com uma sugestão do PCP para a constituição de uma comissão municipal de estética. Este organismo serviria para evitar a profusão de “mamarrachos”. A comissão, que de resto se destinava apenas à arte pública, acabou por não vingar. Processo pouco claro Apesar do seu exotismo, o projecto da igreja de Troufa Real para o Restelo foi apreciado pelos técnicos camarários como se de outro qualquer se tratasse. Não há, no processo consultado ontem pelo PÚBLICO na Câmara de Lisboa, qualquer referência dos técnicos nem à torre de cem metros, nem tão-pouco às cores a usar ou ao facto de a igreja ter a forma de um barco com ondas por baixo. Os funcionários apenas repararam em questões menores, como o número de lugares de estacionamento ou as taxas de construção a pagar pela igreja à autarquia. E estas, no valor de 198 mil euros, foram perdoadas, dada a finalidade da obra. http://www.publico.clix.pt/Local/teotonio-pereira-considera-igreja-do-restelo-uma-aberracao_1410434 Depois disto não há muito mais a dizer...aliás, não me admira nada que o Santana Lopes esteja metido ao barulho...
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na minha humilde opinião, para alem da pergunta que faz de titulo a este topico, faço outra: até que ponto forma-função deve ser respeitada, principalmente tratando-se de um local publico de culto?
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Dois anos de estágio e três sem assinar?!
m a r g a r i d a replied to toughpanther's topic in Arquitectura
nunca disse que era isso que acontecia nos States, fiz sim uma ponte de relação com aquilo que se pode fazer com créditos aqui em Portugal. não sei se é bom ou mau o que é certo é que é o que acontece (ainda no âmbito do ensino) foi uma espécie de off-topic -
Dois anos de estágio e três sem assinar?!
m a r g a r i d a replied to toughpanther's topic in Arquitectura
agora com o processo de Bolonha também é possível converter em créditos o trabalho que se faz para gabinetes de arquitectos. mas essa conversão não é feita em função do numero de horas feitas. posteriormente esse créditos servem, por exemplo, para "tapar créditos" que não foram feitos por cadeiras deixadas para trás no curso e assim terminar a faculdade. -
Paderne | Museu do Barrocal | Alvaro Siza Vieira
m a r g a r i d a replied to JVS's topic in Arquitectura
Barrocal vai ter museu O arquitecto Siza Vieira está a elaborar o projecto de arquitectura do futuro Museu do Barrocal, que vai ficar instalado num edifício antigo de Paderne. A adjudicação do primeiro projecto que o conceituado arquitecto vai realizar no Sul do País, efectuada em Julho de 2009 pela Câmara Municipal de Albufeira, vai permitir concretizar um programa do museólogo António Nabais, estando a pesquisa e investigação de conteúdos do museu a cargo da Universidade do Algarve. 'A escolha daquele edifício, propriedade da edilidade, resultou da importância daquele espaço no contexto urbano de Paderne e do Barrocal', explicou ao CM Desidério Silva, presidente da Câmara de Albufeira. O autarca garante 'a preservação do edifício no seu todo' e a implementação de um museu de território que irá abranger a realidade de micro-região do barrocal algarvio, tendo como objectivo preservar e divulgar o património cultural, natural e oral da região. 'Os conteúdos do museu irão integrar recursos económicos, técnicas rurais dos trabalhos agrícolas e de construções de habitações e transportes, hábitos alimentares, festas e tradições, religiosidade, fauna e flora, actividades artesanais em desuso, geologia, hidrografia e arqueologia', explica Desidério Silva. PORMENORES CUSTO A obra tem um custo total previsto de 2,212 milhões de euros. A adjudicação do projecto a Siza Vieira custou pouco mais de 260 mil euros. ÂNCORA A câmara acredita que o museu venha criar uma nova dinâmica na freguesia de Paderne e sirva de âncora para o turismo local, no Interior do concelho. PRAZO Apesar de o projecto já estar adjudicado a Siza Vieira, a autarquia ainda não avança com uma data para a conclusão da obra nem para a abertura do espaço ao público. http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=A909FF27-65B2-4912-842D-77DA3186F7D5&channelid=00000013-0000-0000-0000-000000000013
