marco1
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Lisboa | Complexo Multifuncional Metropolis | CPU Arquitectos
marco1 replied to JVS's topic in Arquitectura
Força Portugese, e poe paixão, muita paixão nisso e a coisa pode la ir. Como é evidente estou a ser um pouco ironico, não leves a mal e acho sinceramente que deves ser incentivado. -
Já agora Jag, uma criança preferia estar por exemplo na euro disney com pouco dinheiro, ou num deserto com pouco dinheiro?
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Jag, a matemática...13 é 1oxmais que 3 ou 4?:)
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Fiquei curioso em saber mais sobre a intervenção do arq. Carrilho na escola alemã, tão elogiada pela Ana Tostões.
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Estão sempre a dizer que o problema é estrutural, sim mas falam de economia, produtividade, educação, saúde, etc, mas para mim é sobretudo social, sociológico. Já repararam assim como a diferença de riqueza, no enorme fosso no indice cultural entre nós?não será ai que está o problema? uma estrutura de sociedade que promove elites e o resto é para queimar?e mais uma vez digo que a questão tem haver com o bolo, e quem reparte e não fica com a...( o resto já sabem).
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Pedro, sem querer ser simplista, é mesmo uma questão de dimensão, as equipas serão maiores e mais diversificadas, toda uma série de parametros das várias disciplinas serão em maior numero, mas no fundo o arquitecto procura manipular esteticamente toda a funcionalidade inerente a uma intervenção seja ela grande ou pequena chegando mesmo algumas vezes a propor novos sentidos de funcionalidade.
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Artvive, insultos?... deve ser muito sensivel, acho devias ler com atenção todos os post e tentar perceber realmente onde estão os insultos. Acho que neste topico ninguêm foi sarcástico e insultuoso, eu apenas da minha parte limitei-me a referir que quem estuda estes temas deveria ter uma visão abrangente sobre quais os elementos que mais interferem no ambiente, e como tal parece-me que os materiais presentes na "coisa" mais visivel na paisagem, ou seja a edificação é sem duvida um deles. De qualquer maneira foi feita uma pergunta e foi respondida, uma casa na generalidade começa por se abrir "valas" e executar as fundações.
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Na minha opinião, estes desenhos estão muito bons ao nivel das proporções e enquadramento, demonstra mesmo já muito dominio destas duas propriedades. No entanto penso que falta ainda uma certa dose de emoção, que se reflecte na expressividade, talvez dar mais enfase ao claro escuro através das sombras e zonas mais iluminadas versus zonas escuras. Mas como já disse admiro essa capacidade de proporção e enquadramento.
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Já repararam que com tanta divisão estratégica dentro de um só partido, como será entre partidos. Penso que a nossa politica não evolui assim como a maioria do povo português. num pais mais evoluido já há muito tempo os partidos eram já consensuais nos objectivos para o pais ( mesmo em termos muito práticos) e a sua diferença seria nas eleiçoes julgada mas apenas a sua capacidade e competência para a sua execução. Mas não ainda andamos na eterna distribuição do bolo que por "acaso" em portugal na chega para todos.
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Talvez não tanto, tem poucos arranha céus:D
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e até que merecia
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olha Batriz, a começar pelo numero de vezes que se irá realizar essa visita, depois o local, depois a duração ( atenção ao almoço eheheh), depois a dose de "trabalho de casa" inerente ao que se vai visitar, depois os recursos de quem patrocina etc, etc....Podes sempre partir do preço que estarias a ganhar nessa hora num gabinete.
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Lisboa | Complexo Multifuncional Metropolis | CPU Arquitectos
marco1 replied to JVS's topic in Arquitectura
acho que falei para o boneco. Quanto se está obsecado por uma coisa.... -
Ou seja, numa reunião prévia com a camara podia-se chegar logo á conclusão quais as condicionantes, quais as normas a observar enfim todos condicionamentos camarários a respeitar, etc...é apenas isso que quis dizer. Penso que melhor que ninguem a camara dirá qual o nº de estacionamento a observar, tanto mais que existem sempre nos regulamentos situações de excepção ou alternativas em certas situações.
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Lisboa | Complexo Multifuncional Metropolis | CPU Arquitectos
marco1 replied to JVS's topic in Arquitectura
Portugese, os arranha céus tendem a funcionar como que ilhas e inibidores de muito da essencia do viver citadino, por isso antes de se partir para essa solução terão que já estar esgotadas e exploradas as "ligações" existentes numa cidade e que face a essa pressão, elas se justificam. Há que fazer cidade e não objectos decorativos, com o simples argumento de modernidade, que no fundo é uma "palavra" que encerra outras virtudes para alem da riqueza economica. -
sim mas não deixa de ser um empreendimento de interesse público. Desconheço no entanto se existe legislação especifica quer no ambito programático quer até de regime juridico da sua exploração e funcionamento. Se não existe nada especifico, acho mal pois é uma área onde cada vez mais aparecem empreendimentos.
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posso pecar por desconhecimento de todos os elementos, mas parece-me que numa área classificada como zona habitacional uma residência de estudantes enquadra-se no espirito residencial. Fico triste com o aparente divórcio que existe entre os empreendedores e as camaras no que respeita a indicações prévias, ainda por cima num caso deste que, embora , penso, que seja um empreendimento de cariz privado, é uma área louvável, criar condições a estudantes.
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penso que se as residencias forem do tipo apartamento com equipamento independente( cozinha, wcs) poderão ser considerados fogos de habitação colectiva, senão, poderão ser equiparadas a unidades hoteleiras que efectivamente disponibilizam quartos e serviços.
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que pergunta....são tantas as variáveis que sinceramente...
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já agora , os regulamentos municipais tambem contam, e não vi isso no rgeu mas na portaria 216-B/2008 que penso que serve de referência aos planos municipais. e tambem tenho duvidas que uma residência de estudantes, seja incluida no capitulo de serviços e não no de habitação colectiva.
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cyberball, aconselho a que dei uma volta pela região e á medida que for gostando de alguma obra, tente saber quem foram os projectistas, para mim mais que aconselhar ai um arquitecto, pois não conheço, acho que é uma boa estratégia.
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Penafiel, Portugal | Jardim Escola S. João de Deus | Álvaro Siza Vieira
marco1 replied to asimplemind's topic in Arquitectura
Bem eu não disse todas as obras, mas concordo que precisava de aprofundar o meu conhecimento e até "ver" mais das suas obras ao vivo, dai ter dito que me sinto um pouco frustrado por não conhecer e entender melhor a sua obra. -
Penafiel, Portugal | Jardim Escola S. João de Deus | Álvaro Siza Vieira
marco1 replied to asimplemind's topic in Arquitectura
sinto-me frustrado comigo próprio, não consigo compreender muitas obras do siza nem gostar dos seus interiores. -
é escandaloso, começando pelo arquitecto e acabando no engenheiro que assinou o projecto de estabilidade. Tenho pena que existam arquitectos assim pois não é a postura que defendemos e que lutamos para dar mais relevo á classe. Como é obvio nem o antigo dono tem responsabilidades nem de certa forma a camara, assim parece-me que os projectistas envolvidos terão que solucionar o caso sem custos ( ao nivel de novos projectos) para o cliente.
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ridiculo essa unidade de medida, acho que tem que analizar 1º o seu post acusando em tom de superioridade de não sei o quê de eu estar a dar palestras e mais uma vez digo um comentário pode ser util e orientativo sobretudo vindo de alguêm com mais experiência ( atenção não digo melhor), posto isto felicidades.
