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Arquitectura.pt


daniela portela

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Meio Pessoal

  • Género
    Feminino
  • Country of Origin
    Portugal

Meio Académico

  • Ano académico
    Nenhum já sou Arquitecto
  • Universidade
    Escola Superior Artística do Porto

Meio Profissional

  • Profissão
    Arquitectura
  1. A definição de cave depende de cada autarquia. Tens que ver no regulamento do PDM da tua autarquia, normalmente disponibilizado online e ainda se existe algum Regulamento Municipal de Urbanização e Edificação (RMUE) com essa definição. Isso é algo que não é ambíguo. Por exemplo na Maia a definição é a seguinte: "Cave: piso total ou parcialmente enterrado, abaixo da cota da soleira;" Tudo varia em função da posição da rua e da cota de entrada no edifício. Quanto à opinião do nunomiguelneto eu acho que há uma pequena confusão, pois sub-cave fica abaixo do piso da cave, o que não se aplica na sit
  2. As alterações que houve devem ser registadas em desenhos de vermelhos e amarelos e dar entrada em aditamento, só depois entram as Telas Finais, ou em simultâneo. Se no orçamento que o arquitecto lhe deu inicialmente, incluia as Telas, então não tem nada que pagar a mais por nada. Caso o orçamento seja omisso a esse nível, esse trabalho poderá ser cobrado, pois é um trabalho que envolve custo de deslocação, visita a obra e material e tempo gasto. Tudo depende do que acordou inicialmente (se isso estava incluido ou não). Eu normalmente descrevo todos os passos do projecto e é assim que uma propo
  3. Ora nem mais Pedro, em 2009 o PDM da minha cidade mudou, assim como a definição de área de implantação.
  4. Nenhum desses intervenientes necessita da opinião dos demais para uma obra ser parada, pois é uma situação em que não existe naturalmente acordo. Se existe alguma irregularidade no cumprimento de algo por parte de alguém, tem de se saber muito concretamente de que é que estamos a falar para dar uma opinião, pois um embargo pode partir de uma queixa à polícia municipal, de um incumprimento contratual de uma das partes, do não respeito do projecto na execução dos trabalhos, etc. É uma pergunta muito generalista para ter uma só resposta concreta.
  5. smachado, Os projectos de Arranjos Exteriores podem ser subscritos por arquitectos, já tenho feito alguns. Num projecto de arranjos exteriores tens que escolher todo o material que vais utilizar na pavimentação, e para isso deves observar a regulamentação municipal, que caso seja generalista nesse aspecto, poderás apontar novas soluções. Para além dos pavimentos, sua estereoctomia, deves indicar os materiais das guias, rampas, dimensões e pormenores de execução (cortes e plantas), deves fazer um mapa de medições com estimativa orçamental e memória descritiva a acompanhar desenhos, e claro
  6. Bem isso são admissões de ar condicionado, a sua forma é uma opção estética, penso que existem no centro comercial Vasco da Gama naquela zona das guardas com pé direito duplo.
  7. Parabéns a toda a equipa e também aos utilizadores, que mantêm este forum activo e interessante.
  8. Abri este tópico, dedicado à lei 31/2009, na qual encontrei já umas questões que gostaria de discutir convosco. Refiro-me ao artigo 16º da presente lei, que enumera os deveres do director de fiscalização da obra, nomeadamente no ponto 2 encontramos: "2 — Sem prejuízo de disposição legal em contrário, não pode exercer funções como director de fiscalização de obra qualquer pessoa que integre o quadro de pessoal da empresa de construção que tenha assumido a responsabilidade pela execução da obra ou de qualquer outra empresa que tenha intervenção na execução da obra." Quando se referem a ou
  9. Atenção, um PIP pode ser feito por qualquer pessoa, até o requerente pode fazer um PIP, não existe um técnico a subscrever nada, nem existem minutas de termos na legislação para Tecnicos Autores de Pedidos de Informação Prévia.
  10. Mas a Lei 31/2009 há excepção do artigo 27, não entra em vigor só em Novembro de 2010? Deves estar a referir-te há Lei 60/2007. Fora essa questão, é claro que um loteamento (quando se trata de um processo incial) pode ser feito por um arquitecto. O que acontece é que caso esse loteamento tenha espaços verdes a ceder ao domínio público, vai ser necessário, posteriormente, ou seja após o projecto de arquitectura estar em condições de merecer deferimento, de apresentar um projecto de espaços verdes, o qual terá de ser subscrito por um arq. paisagista (o qual vais escolher e contratar para faze
  11. As Telas não devem ser acompanhadas de memória descritiva. As memórias descritivas apenas devem acompanhar aditamentos ao projecto quando existem alterações ao mesmo. Imagina que o projecto sofreu alterações em obra, nesse caso entregam-se os vermelhos amarelos em aditamento, acompanhados de uma memória descritiva, e quando existem aloterações de áreas também deve acompanhar uma nova estimativa orçamental, bem como uma nova ficha de estatistica do INE. A esse aditamento juntas as Telas Finais. Caso não haja lugar a alterações em obra, simplesmente entregas as Telas Finais (só desenhos) em poli
  12. Eu li o documento, contudo, entendo que muitas vezes este tipo de documentos não é suficientemente explicito na definição da "suspensão de serviços" que mencionas. O dono de obra muitas vezes não compreende que é necessário que o arquitecto apresente no final da obra umas telas finais, nem sabe o que é isso. O dono de obra muitas vezes pensa que se o projecto já está na câmara já não precisa mais do arquitecto, porque o acompanhamento e tudo o mais até poderia ser feito por um "conhecido" dele. Então, a minha sugestão é que nessa carta deveria constar que abdicas das tuas funções nomeadame
  13. Vou citar a arqª Paula Morais: - as normas do Regulamento Geral das Edificações Urbanas (RGEU) são apenas aplicáveis a edificações que tenham hoje em dia menos de 55 anos, ou seja, existem ainda muitos edifícios (anteriores a 1951) que para serem reabilitados não necessitam de cumprir o RGEU (desde que tais obras, de acordo com o actual Regime Jurídico da Urbanização e Edificação, “não originem ou agravem a desconformidade com as normas em vigor; ou tenham como resultado a melhoria das condições de segurança e de salubridade da edificação”); inclusive, nos anos 80, e com o objectivo de per
  14. Se existiu proposta de honorários, é obvio que tem que liquidar as fases de trabalho que já estão concluidas. Repara, é o estudo prévio justamente o trabalho maior de criação, em que o arquitecto teve de gastar tempo a debruçar-se sobre a tua situação, a pensar no que iria propor, a dar a sua ideia. A ideia, é o trabalho criativo que deveria ser mais cobrado. O trabalho seguinte de licenciamento e formalização, é importante, mas apenas uma transposição das ideias para algo mais concreto. As ideias sim são o cerne do projecto. O que tu deves fazer é liquidar já a adjudicação, o que deveria já t
  15. Apenas conheço uma arquitecta (Lina Bobardi) que fez a transformação de alguns espaços industriais para edifícios com usos distintos, tanto lúdicos como culturais. http://www.institutobardi.com.br/instituto/instituto/historia_noticias.html
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