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shakilrahim

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Everything posted by shakilrahim

  1. estive a ler partes do livro e numa primeira analise pareceu-me bastante superficial e pouco operativo.
  2. não é só uma abordagem geográfica, histórica, social ou economica, mas a suas consequências na actividade projectual. comprei-o na fnac a coisa de um ano
  3. Este livro é realmente obrigatório como alguém aqui disse. Tem prefácio de Jaime Lerner (Curitiba) Fica aqui o índice: Introducción: Nuevos horizontes del urbanismo 1. Los Orígenes del Urbanismo Moderno 2. La Ciudad Bela 3. Utopías Urbanas del siglo XX 4. La Cuidad Funcional 5. La Respuesta de las Nuevas Ciudades 6. Urbanismo e Participación 7. El Renacimiento del Centro de las Cuidades 8. Planes Estratégicos de Cuidades 9. La Cuidad Región 10. La Cuidad Sostenible 11. La Cuidad Digital 12. Territorios Inteligentes Sim, é em espanhol e tem mais de 300 páginas.
  4. x( O Dilbert é fantabulástico :)
  5. Os teóricos das ciências da organização do espaço urbano têm vindo a distinguir de forma clara, aquilo a que hoje chamamos de Megacidades das normalmente designadas cidades globais. O acesso em banda larga, a globalização da economia, os serviços de outsourcing, a força das praças financeiras, as sociedades de informação e do conhecimento constituiem a face visivel das novas políticas estratégicas das cidades em rede. Fortemente competitivas e com niveis de conecção distintas, as cidades globais apresentam-se no ranking mundial como a nova forma de dinâmica urbana, onde um nova estrutura do tipo grafo, substitui a tradicional Teoria dos Lugares Centrais de Christaller. Com a introdução do comboio de Alta Velocidade e da generalização das companhias de low-cost, as ligações entre as cidades reduziram-se, o tempo alterou-se. As cidades globais são formas concentradas de prestígio financeiro e de serviços qualificados, numa mão-de-obra reduzida e especialidada, que cada vez mais se comunica por bits com recurso a plataformas digitais. No quadro das cidades globais a arquitectura e o urbanismo têm servido para responder a programas particulares de reposta a serviços muito especializados, a programas de infraestruturas de transportes e unidades de I&D, arranha-céus, e de politicas de promoção do luxo através de habitação ou terceário para multinacionais. Os espaços tendem a ser cada vez mais pequenos e em localizações com preços de solo muito caros, o que encarece o o preço de m2. Em paralelo a esta dinâmica financeira, existe um oceano de pobreza, exclusão e analfabetismo. Multiplicam-se os bairros degradados e a fome. Situações limite de falta de saneamento, acesso a água potável ou outras infraestruturas básicas. Situações muito precárias, de marginalidade e insegurança. Sem acesso à educação, à cultura ou ao emprego. Cidades demograficamente saturadas, com uma população de milhões de habitantes com densidades muito elevadas por m2. A estas chamamos Megacidades. Nem todas as cidades globais são megacidades (v.g. Londres ou Tóquio, embora tenham grandes índices populacionais), e uma megacidade não é necessariamente uma cidade global. Porém, as megacidades podem ser consequência das cidades globais, devido à deficiente distribuição dos rendimentos (v.g. São Paulo ou Lagos). São as cidades duais: vivem a duas velocidades. A face visivel do neoliberalismo capitalista continua e fazer avançar o espaço de fluxos das cidades globais em tempo real, promovendo a arquitectura como a sua espressão física. Em contraste, continuamos a criar espaços off line cada vez mais problemáticos e dificies de integrar na malha. Que futuro se espera para a Cidade Global? Como podemos evitar o avanço das Megacidades? Que medidas, programas, políticas e acções publicas e privadas garantem a participação democrática e asseguram o direito, as liberdades e garantias dos cidadãos em contexto da globalização da arquitectura e da cidade?
  6. Eu quero... que quero ir Vou já comprar antes que esgote :)
  7. Título: Territorios Inteligentes Autores: Alfonso Vegara y Juan Luis de las Rivas Editoria: Fundación Metrópoli Ano: 2005 Uma referência sobre a construção da cidade, da paisagem e do território e as suas principais transformações no último século. O livro apresenta um conjunto de capítulos desde a cidade moderna até à e-cidade global, numa edição rigorosa, completa e bem ilustrada. Muito fácil de ler, sem perder a densidade das questões estudadas. E com conteúdos bastante operativos.
  8. Por que motivo a arquitectura do Dubai tem de ter este ar pseudo-oci-oriental. Os modelos são completamente importados da arquitectura anglo-saxónica, mas com desenhos de plantas que fazem lembrar motivos decorativos de azulejos de mesquitas. Ah! e porque é que tem de ser tudo azul, verde ou dourado? Será que a face visivel da democracia islâmica do Dubai (que não existe) é a migração do modelo ocidental mascarado de burka? kasbahs em arranha-céus? É essa a ideia?
  9. O Veiga da Cunha é uma boa referência sim, onde também podes encontrar na bibliografia outros livros de referência sobre códigos e procedimentos de representação. Mas é consensual que a planta (que também é um corte) deva ser feita de forma a representar os vãos, tomando estas como referência para estabelecer a altura da secção.
  10. O que precisas concretamente? Uma planta para um centro de estudos? estudos de quê? e é uma planta!! ou será um esquema de distribuição dos espaços?
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