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Bienal de Arquitectura de Veneza 2008 | Souto Moura e Ângelo de Sousa


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Arquitectura: Eduardo Souto de Moura e Ângelo de Sousa representam Portugal na 11ª Bienal de Veneza




Lisboa, 21 Jul (Lusa) - O arquitecto Eduardo Souto de Moura e o artista Ângelo de Sousa vão representar Portugal com a exposição "Cá Fora: Arquitectura Desassossegada" na Bienal Internacional de Arquitectura de Veneza, que decorre entre 14 de Setembro e 23 de Novembro.







De acordo com a Direcção-Geral das Artes (DGA), os comissários da representação nacional para esta 11ª Bienal - o filósofo José Gil e o arquitecto Joaquim Moreno - convidaram Eduardo Souto de Moura e Ângelo de Sousa para criar o projecto português.

Este ano com o título genérico "Out There: Architecture Beyond Building" (Lá Fora: Arquitectura para lá do edificado), a Bienal de Veneza irá apresentar cerca de duas dezenas de instalações, com a participação de alguns dos mais importantes arquitectos da actualidade, nomeadamente Frank Gehry e Matthew Ritchie.

Numa nota sobre o projecto da representação portuguesa, José Gil e Joaquim Moreno explicam que escolheram Souto de Moura e Ângelo de Sousa por acreditarem que são dois criadores que "podem cruzar-se produtivamente para avançar na exploração desta ´arquitectura desassossegada´".
"Este desassossego, este contínuo movimento entre o dentro e o fora, é fundamental para pensar os falhanços e os êxitos da arquitectura portuguesa. Sempre que se parou ou capturou esse movimento, a singularidade portuguesa abortou. Mas aqui e ali, um e outro arquitecto teceu linhas de fuga que partiam do intervalo e da intensidade do desassossego", escrevem.
Os dois comissários definem o propósito geral da representação portuguesa desta forma: "materializar temporariamente o heteronímico desassossego num contraditório ´Cá Fora´".

Representante da chamada Escola do Porto, o arquitecto Eduardo Souto de Moura nasceu naquela cidade, em 1952, e trabalhou com Álvaro Siza Vieira, outro nome emblemático da arquitectura portuguesa contemporânea.
Entre as obras criadas por Souto de Moura contam-se o auditório e biblioteca infantil da Biblioteca Pública Municipal do Porto, a Casa de Braga, a Pousada de Santa Maria do Bouro e o Estádio Municipal de Braga, todas elas premiadas.

Ângelo de Sousa, nascido em Maputo, em 1938, foi viver para o Porto em 1955, onde passou a residir e a trabalhar. Escultor, pintor e desenhador, tem também usado a fotografia e o filme na sua obra, desenvolvendo pesquisas sobretudo sobre a cor e a luz.

Em 1975 foi galardoado com o Prémio Internacional da 13.ª Bienal Internacional de Arte de São Paulo e em 2007 a Fundação Calouste Gulbenkian agraciou-o com o primeiro Prémio Gulbenkian na categoria Arte.
A exposição "Cá Fora: Arquitectura Desassossegada" tem inauguração prevista para 12 de Setembro, às 19:30, no Pavilhão de Portugal Fondaco Marcello, em Veneza.

Na edição do ano passado da Bienal Internacional de Arquitectura de Veneza, o tema da participação portuguesa foi "Lisboscópio", da autoria dos arquitectos Pancho Guedes e Ricardo Jacinto, e o projecto foi comissariado pela arquitecta paisagista Cláudia Taborda.
AG.

Lusa/Fim

© 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
2008-07-21 14:30:02

in http://ww1.rtp.pt/noticias/?article=355564&visual=26&tema=5

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ó minha granda besta. ser conhecido la fora só pelo siza não sou eu, é o teu país, que a nivel de arquitectura é conhecido lá fora pelo siza e ainda bem, ai que tenho de explicar td a esta gente.. vê

Já vi que és burro!:clap:

É triste, continuamos a apostar em novos valores da arquitectura nacional! Para que servem as bienais de arquitectura, a representação de Portugal não necessita de tal promoção! Mas depois da vergonha que está acontecer em Zaragoza com o Pavilhão Português que mais uma vez promove sempre os mesmos no panorama nacional da dita boa arquitectura, todo é possível! Bolas somos 15.000 arquitectos e só aparecem 30 repetentes? em todas as exposições!!!!!:(

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Portugal, como qualquer país deve mostrar o que tem de melhor, quer seja em arquitectura, vinhos ou bacalhau... diz-me só porque é que o governo português, ou a entidade que gere essas mostras devia mostrar-nos a nós, e gajos como nós pouco conhecidos e claro, não tão bons como os melhores em vez dos profissionais que realmente enaltecem o nosso país com a sua qualidade? uma coisa é estares descontente com a nossa situação, também estou, acho que somos pouco ajudados, mas até aí tudo bem, e acho é que somos pouco divulgados, pouco valorizados...agora, utilizares esse argumento para criticares a escolha de alguem, que por acaso recaiu sobre o que temos, feliz ou infelizmente, de melhor não me parece uma critica acertada claro que acho que certas obras do byrne estão a mais, mas isso não entra para esta discussão.

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e já que não perceberam, continuo west coast by nick não sei que / allgarve conhecem? andavam por aí uns cartazes do 1º e o 2º toda a gente sabe só depois de toda agente saber que o algarve é o que é, que o algarve é o sítio ideal para o turismo é que portugal pode finalmente divulgar, ar ver deles, e de um determinado (maioritário) tipo de turismo, a sua segunda maior arma, a costa depois, talvez a propaganda publicitária, depois de promover 1 o algarve 2 a costa e destas bem enraizadas nos destinos turísticos internacionais, talvez aí iremos para um 3.as nossas cidades ou um 4.o geres e por aí fora é uma questão de prioridades se começarmos por mostrar o bom, talvez aos poucos poderemos mostrar o asseguir e assim sucessivamente até chegar aos novos valores que estão a despontar. mas para isso temos de ter uma grande credibilidade acima, que ainda não temos 1.vem o siza e a paula rego 2.o souto e o angelo de sousa 3. aires mateus... ... 10. nós, o futuro, os jovens arquitectos e artistas qe progridem e inovam e são empreendedores e tal acham que temos, nós portugal, credibilidade suficiente para mostrar já esses valores? não me parece somos um país em evolução, somos a cauda da Europa como diz um amigo meu, o sr Rui Resende, que se encontra em moçambique e por isso não critica os meus comentários "baby steps" só assim conseguiremos evoluir, a meu ver

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ou se calahr em vez de ficarem ai venham ca fora mostrar o que valem, os arquitectos Portugueses sao muito respeitados no estrangeiro, mas na verdade nao somos assim tantos, e no geral temos um problema, internacionalizamo-nos pouco, sonhamos demais e nao ligamos nenhuma a gestao de projectos, talvez devessemos de deixar de queres ser todos estrelas moralmente imaculadas, e partir a descoberta e conquista do mundo...

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Este é o livro que falei... vejam la se nao se adapta ao que disseram:

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1- De que trata este seu livro?


R- O livro representa um contributo para o processo de pensamento sobre a “condição portuguesa”, em nome do progresso e desenvolvimento nacionais. Procura, de uma forma directa e sem tabús, apelar à consciência nacional. Elenca vícios e virtudes que condicionam o pensamento e a acção em Portugal. Contudo, a obra representa apenas um “parágrafo” de uma narrativa muito maior e sempre inacabada. Cada indivíduo, quer o deseje ou não, é um “autor moral” das suas próprias ideias e movimentos, e o desfecho final será sempre colectivo...nessa medida, Portugal Traduzido, foi escrito pelo país, porque as reflexões ou consternações expressas são pertença de todos. Portugal Traduzido deseja estimular a introspecção sobre o actual e o passado para que o rumo ao futuro seja alcançado. Escrevi o livro porque tenho grandes expectativas em relação a Portugal.
2- Se pudesse resumir numa frase, qual a principal ideia que espera conseguir transmitir aos leitores?
R- Não deixe que os outros pensem por si o país. Eu próprio incluído!

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Já andamos à 20 (se calhar mais) anos com essa filosofia kwhyl ! Para rematar esta conversa os holandeses apostam em novos valores da arquitectura e artes em todas as exposições internacionais, por isso grande parte das intervenções na China, Paises Árabes, Europa Central e Leste, (paises em acelerado desenvolvimento) estão sempre gabinetes e artistas Holandeses involvidos! Por isso a minha indignação perante pensamentos de pequenez, e se um quer publicidade e mostrar "obra" é porque é vaidoso! Isto demonstra o pior da mentalidade portuguesa!!!!

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uma coisa e verdade, quem ja tem uma carteira de clientes, nao precisa de grandes ajudas, a verdade e que em Portugal esta sempre toda a gente a espera que o estrado ou as Instituicoes facam tudo por nos, quando na verdade nos e que deviamos de fazer. A iniciativa privada e algo que tem certamente de crescer em Portugal, e para isso meus caros nor precisamos de entrada de devisa, e para tal temos que nos fazer a vida, heheeh ate rimou.

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Concordo...

Josué Jacinto - Mais Fácil
My web: maisfacil.com | soimprimir.com | guialojasonline.maisfacil.com

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o topic começou pela participação do souto e angelo de sousa na bienal ora, informei-me e estes são os artistas nacionais convidados, normalmente a desenhar o pavilhão há 2 ou 4 anos atrás, não sei precisar, a participação portuguesas, não como convidada mas proposta era formada por umacoisa que depois se transformou num livrinho chamado INFLUX lembram.se? foi aí que Lisboa conheceu a obra do Serodio e do Nuno Brandão e que o Porto conheceu....sei lá... isto não foi aposta na jovem arquitectura portuguesa? bernardo rodrigues, a´s, arx, brandao costa agora, prefiro sinceramente ser conhecido lá forasó pelo siza e o souto que anexado a estes gajos como o bernardo rodrigues, os arx...

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