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Trata-se dum Conjunto de Escritorios que foi recentemente arrendado ao Ministerio da Justica. Eh o mais recentes Campus da Justica de Lisboa.

Tem uma arquitectura simples. Pode-se verificar que sao duas linguagens diferentes. Uma linguagem que usa o vidro e outra que usa o betao branco. Ambas linguagem juntam-se numa soh dando a entender que os nove edificios se unem num soh objecto.

FUNDO OFFICE PARK EXPO

O segundo Fundo lançado pela NORFIN foi o OFFICE PARK EXPO que desenvolveu de raiz um parque de escritórios integrado e moderno com uma área de construção total com cerca de 200.000 metros quadrados (dos quais 65.000 acima do solo).
O empreendimento encontra-se totalmente arrendado ao Ministério da Justiça e ao El Corte Inglês.

Este Fundo com um capital final superior a € 186.000.000 foi colocado exclusivamente em quatro investidores institucionais nacionais de grande dimensão e relevo.
Este é o primeiro fundo imobiliário português exclusivamente dedicado à promoção.
Os investidores desde fundo que asseguram a totalidade do seu capital são: o Fundo de Pensões do Pessoal da Caixa Geral de Depósitos, o Fundo de Pensões do Banco de Portugal; o Instituto de Gestão de Fundos de Capitalização da Segurança Social e a Fundação Calouste Gulbenkian.

in http://www.norfin.pt/pt/funds.asp?id=2


RENDERS

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Sao 9 edificios.

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in http://lx-projectos.blogspot.com/2006/11/norfin-office-park-actualizao.html

FOTOGRAFIAS GERAIS

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EDIFICIOS

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PORMENORES

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JARDINS

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RELACAO COM A ENVOLVENTE

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Fotografias obtidas aqui - http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=500819&page=11
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Parece interessante, mais uns edifícios do que outros, mas não percebi a razão porque referes "duas linguagens" (vidro/betão branco).

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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Este projecto foi realizado por dois ateliers distintos. Nota-se que um deu mais importancia ao vidro, ie ah fachada de vidro como se pode notar na torre e nos edificio nengros e outro deu mais importancia ao uso do betao branco e ao vidro. Num edificio podes ver claramente o uso de de palas fixas em betao branco enquanto os edificios cujas fachadas sao em vidro tem um sistema de sombriamento de modo corrigir uma falha.

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Estava a ver as imagens e apesar de como dizes, existirem ali claramente duas soluções de fachada, acabam as duas por usar esses mesmos dois materiais, mas já percebi o que pretendias dizer :D

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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Ás vezes não percebo estes tópicos, qual a finalidade de este! As arquitecturas são tão banais e absurdas que tanto poderiam ser aqui (Lisboa) como no Porto no Dubai, no Rio de Janeiro, na China! Sinceramente, betão e vidro! Vão estudar Mies, Philip Johnson, S.O.M. e depois digam qualquer coisa! O estilo internacional já é muito antigo!!!!!!!!

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gupyna o que queres dizer com o estilo internacional já é muito antigo? 1.vão lá estuda-lo e aprendam com ele ou 2.é muito antigo e já passou, e não percebi a influencia do estilo internacional na arquitectura de hoje e acho que os projectos ultra modernos que gosto são uma inovação que nasceu do céu e das cabecinhas dos meus amigos do norte da europa. glossário: estilo internacional: nome de uma exposição nos EUA organizada por Phillip Johnson onde "inventou" quais seriam os mestres do movimento moderno que putos como nós devíamos admirar no final do sec. XX. resumindo, a arquitectura dos amigos dele, descorando gajos tipo loos ou bruno taut... movimento modero: movimento mais abrangente em pessoas e datas que se pode balizar no inicio da construção em betão e ferro e acaba no desgaste deste com a arq. de betão bruto do corbusier, pos modernismo e variantes modernas regionais.

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e

"as arquitecturas são tão banais e absurdas que tanto poderiam ser aqui (Lisboa) como no Porto no Dubai, no Rio de Janeiro, na China!"

não sei se já percebeste que a arquitectura adaptada ao sítio acabou no momento em que acabou o sítio. hoje, podemos fazer a arquitectura que nos apetece, desde que boa, porque já não há sitios, já não há "materiais locais", estilos "vernaculares", num mundo global, sem sítios, como o parque das nações, um sítio inventado, não podes pedir que se desenhe um prédio só para Lisboa...

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não sei se já percebeste que a arquitectura adaptada ao sítio acabou no momento em que acabou o sítio. hoje, podemos fazer a arquitectura que nos apetece, desde que boa, porque já não há sitios, já não há "materiais locais", estilos "vernaculares", num mundo global, sem sítios, como o parque das nações, um sítio inventado, não podes pedir que se desenhe um prédio só para Lisboa...


Porque eh que o sitio acabou?

Afirmas isso de uma forma muito certa das coisas. Quem eh o autor de tal pensamento?
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o autor de tal pensamento, e obrigado pela forma coloquial, sou eu..

o sítio são aquelas casas que se agarram à paisagem, que parece que foram feitas para lá, como a casa de chá do Siza, frase do souto moura "parece um gato deitado ao sol" na maneira como abraça as pedras.
o sítio é quando se desenha um projecto vernacular, com materiais locais, técnicas locais, mão de obra local, é quando se projecta de acordo com a ordem existente com a natureza, e a arquitectura envolvente que já se tornou também ela natureza, parte de tudo aquilo

a expo 98, não é um sítio, qualquer coisa virada para o mar serve, desde que bem feita
um prédio urbano, no meio de um ambiente urbano...

no mundo em que vivemos, em que vivemos em cidades, em expansões de cidades e não em centros históricos, em expansões e evoluções que não são mais locais, mas universais, em que o betão o vidro, o ferro, a chapa, o tijolo, o pladur, não são materiais locais mas universais, ou vá, aqui errei, materiais universais do mundo ocidental evoluído, não podemos falar em sítio

desvirtuámos os sítios quando as cidades evoluíram, raramente uma área de expansão de cidade continua respeitando a anterior, a antiga, mas evoluindo segundo necessidades e não vontades, rapidamente e normalmente sem planeamento, e mesmo quando obedece a um planamento, este também, mais uma vez não é local, mas universal das cidades do mundo ocidental evoluído.

por isso, neste sentido, o sítio já não existe, existe arquitectura adaptada a um lote, e a um modo de vida, mas nunca a um sítio.

alonguei-me um pouco, espero que tenhas tido paciência para ler tudo...

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Sinceramente nao concordo contigo.
Nao sei se devo justificar a esta hora da noite. Ainda por cima vi o American Psycho. Eh filme fascinante. Acho que deves ver. Mostra o interior da torre projectada por Mies van der Rohe em Nova Iorque.

o autor de tal pensamento, e obrigado pela forma coloquial, sou eu..


Obrigado.

o sítio são aquelas casas que se agarram à paisagem, que parece que foram feitas para lá, como a casa de chá do Siza, frase do souto moura "parece um gato deitado ao sol" na maneira como abraça as pedras.


O que eh que o arquitecto Eduardo Souto de Moura pensa do sitio?

o sítio é quando se desenha um projecto vernacular, com materiais locais, técnicas locais, mão de obra local, é quando se projecta de acordo com a ordem existente com a natureza, e a arquitectura envolvente que já se tornou também ela natureza, parte de tudo aquilo


Exacto.

a expo 98, não é um sítio,


Discordo.
Apesar de ser novo o Plano Urbano, a forma como foi elaborada disposicao dos edificios, dos jardins, dos espacos publicos acabou por criar um Sitio.

Antes existia um sitio. Esse sitio foi modificado.

Digamos que um sitio tem uma logica cujos elementos que atras referiste estao dispostos segundo uma determinada composicao. Antes da Expo havia uma logica industrial. Depois da Expo surgiu outra Logica desta vez Habitacional e de Escritorios.

Logo eh um sitio.

Veja o caso de Brasilia. Antes era deserto, tinha uma vegetacao, a terra era vermelha... agora tem outra logica, outros elementos.

O arquitecto que ai projectar tem de projectar segundo os elementos ai existentes.


no mundo em que vivemos, em que vivemos em cidades, em expansões de cidades e não em centros históricos, em expansões e evoluções que não são mais locais, mas universais, em que o betão o vidro, o ferro, a chapa, o tijolo, o pladur, não são materiais locais mas universais, ou vá, aqui errei, materiais universais do mundo ocidental evoluído, não podemos falar em sítio


O mundo tornou-se universal. Mas os sitios continuam a existir. Voltamos ao teu exemplo da Casa de Cha. Antes da Casa de Cha havia um amontoado de rochas. Tal como aquele sitio com pedras existem muitos outros lugares como aquele. E mesmo assim o arquitecto segundo a logica daquele sitio criou a Casa de Cha.

O mesmo acontece nas cidades universais. Elas podem parecer todas iguais porem o sitio onde os edificios estao sao diferentes. Nao ha dois sitios iguais. Todos eles sao diferentes. O edificio do lado pode ser mais baixo que o edificio da frente, as cerceas, os sentidos, as direccoes, a relacao intrinseca e extrinseca do lugar, o vento, as vistas...

desvirtuámos os sítios quando as cidades evoluíram, raramente uma área de expansão de cidade continua respeitando a anterior, a antiga, mas evoluindo segundo necessidades e não vontades, rapidamente e normalmente sem planeamento, e mesmo quando obedece a um planamento, este também, mais uma vez não é local, mas universal das cidades do mundo ocidental evoluído.


Mas nao deve o arquitecto projectar uma cidade com uma boa relacao com a envolvente, respeitando o que estah antes? Soh porque existe nao quer dizer que esteja correcto. O arquitecto tem de corrigir o que estah mal.

por isso, neste sentido, o sítio já não existe, existe arquitectura adaptada a um lote, e a um modo de vida, mas nunca a um sítio.


O Sitio existe.
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levantei-me à 20min por isso também não é a melhor altura mas cá vai o souto, e não me apetece ir a procura da citação, diz que o sítio foi uma coisa que se inventou para o Siza e ele nunca discordou, alimentando o mito. claro que o Siza é exímio a preencher lotes urbanos vazios, e depois, claro que é normal que com tanto barulho a volta do sítio, nos leve a querer que só há uma maneira para se construir ali, como o Siza faz, para o sítio o sítio é o que tu quiseres, e quisermos chamar-lhe sítio porque nós, arquitectos, não temos muito jeito com as palavras e usamos a dos críticos. construir no deserto é muito complicado, não há um cércea para ajustar, uma medida base que se usa, uma forma de vida para continuar, uma linguagem para seguir quando te sentes perdido à procura de referência. não há uma arquitectura local, uma "cidade" para continuar ou umas arvores, umas pedras, uma geografia e uma toponímia para respeitar. há a ordem natural do nada e construir no nada não dá. é mais fácil quando no deserto há as pirâmides de gise. perante a grandiosidade da maravilha do mundo, aires mateus "enterra", escondendo o seu museu. o sítio? nada, uma referência que o ajudou ao projecto. por isso, o sítio na realidade foi o nome inventado para caracterizar um conjunto de "ajudas" ao arquitecto quando este não faz a forma pela forma, quando não acredita piamente num movimento superior de arquitectura... mas, o meu sítio, o sítio de que falava, era mais no sentido natural, recorrendo ao dicionário e ajustando-o ao sítio primeiro, natural, como diz a minha assinatura, hoje já penso de outra maneira, e agora acho que já me fiz explicar melhor, é de estar a acordar... quanto à expo, eu tenho um enorme texto em carteira que qualquer dia ponho aqui, acho que se perdeu uma excelente oportunidade para criar um sítio contemporâneo, que mais do que inventar novos modos de vida, podia perfeitamente seguir um ordem natural de cidade que nunca chegámos a ter em Portugal, mas não, o salgado recorreu ao zooning, ao shopping, á orla de lazer ao pé do rio, e uma única rua com esse verdadeiro sentido, e a um amontoado habitacional...depois falamos

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estes prédios são assustadores! não quero imaginar, num governo que se apelida a favor das energias renováveis/redução de impacto ambiental e energias usadas nos edifícios etc., da quantidade de energia (vulgo ar condicionado) que vão ser usados naqueles edifícios! não há pessoa que aguente no verão, com aqueles envidraçados virados a sul/poente, sem ter um ar condicionado, ou são máquinas a trabalhar lá ou então não sei ... vergonhoso. basta passarem no lugar a partir das 4h em diante e vejam a quantidade de luz que aqueles edifício levam... e acho que não era preciso pensar muito para prever isto... mas a arquitectura é bonita de vidro e betão

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pedro, vejo que és um eco-architect constróis em terra ou em palha? tenho umas amigas a fazer prova final sobre isso secalhar davas-lhes uma ajuda, boa? se for madeira acho muito bem.. agora a sério. detesto fundamentalismos, islamicos ou ecológicos claro que é necessário reduzir, mudar mentalidades, mas daí a criticares os projectos pela sua dimensão ecológica vai uma grande distância. o que fazes a todo o fabuloso high tech que se construiu? o que fazes ás belissimas torres de vidro do Mies e dos SOM, ai mas em Chicago neva, desculpa o que fazes ás fachadas de vidro que o movimento moderno nos deu como legado? ás vezes não se pode construir em palha, terra ou madeira, ás vezes temos de construir em betão e sabes que é um bocado chato viver ou trabalhar com janelinhas pequeninas

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obrigado, podias era juntar ao teu excelente e construtivo comentário mais pontuação negativa ao meu perfil. é para gajos como tu que eu escrevo, gajos que , creio, estudam arquitectura, mas que ainda não têm o pensamento e a inteligência no sítio certo para evoluírem e, consecutivamente, fazer evoluir esta coisa da arquitectura. mais uma vez, obrigado por me leres.

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kwhyl Para que não fiques triste, continua a escrever neste fórum nem todos temos (ainda bem) as mesmas opiniões, concordo contigo em alguns temas outros nem por isso, mas acho que é positivo hoje em dia que nesta geração de novos arquitectos e aspirantes, terem opiniões e certezas como tu as tens! Continua a sorrir!:D

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kwhyl primeiro não sou fundamentalista (se reparares a minha critica é o estado ir para um edifício que não vai de encontro dos seus....fundamentalismo? ehehe) quanto ao "estilo" high tech não gosto. quanto à escola de Chicago, nessa altura não existia o problema ambiental que o nosso planeta está, agora,a deparar. as fachadas de vidro...é incrivel continuarmos com linhas arquitectónicas no passado onde o nosso presente é bem diferente! - necessidades, exigências vão se alterando ao longo do tempo. e há muitas formas de utilizar bem as fachadas de vidro(o tal legado que falas), a meu ver, num país com um clima como o nosso não podemos dar ao luxo de "fechar os olhos" a maus exemplos arquitectónicos, mais! quem o quiser fazer deve adpatar legados às caracteristicas actuais e não aquelas de 50 anos atrás. e este, pela orientação que tem é dos piores exemplos arquitectónicos... quer dizer...se no local de trabalho tiver uma sauna integrada...aí talvez concorde... quanto à utilização do betão, é o normal, sem gente qualificada para construir em portugal em outros materias temos que "continuar" com uma "tradição" Corbusiana...isto não é um aspecto negativo, é um aspecto a rever pela sociedade portuguesa. não tou a dizer que não se constroi bem em betão, pelo contrário! só acho que devemos evoluir. quanto a questionar a arquitectura de um edifício "só" por causa da sustentabilidade... hoje em dia devemos ter em conta que um projecto de arquitectura tem de responder a alguns parametros,(sem ordem de importância) monetários, conceptuais, relações com o lugar, desenho, organização espacial,...e agora o aspecto de sustentabilidade (e falo tanto em termos económicos como em termos "verdes" se posso usar essa expressão) e se um projecto é, de alguma forma, negativo em algum dos aspectos acho que devemos o colocar em causa. (tou a gostar disto pah...ehehe desculpa lá o texto...parece a 3ª eucaristia aos fieis eheheh)

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pedro sabes que na realidade eu nem me dei ao trabalho de descarregar todas as fotos deste projecto. na realidade, não gostei do pouco que vi e não quis conhecer mais, limitei-me, a criticar o que dizias, desprendido do edifício, mas criticando essa tua vertente ecológica. não acho que o legado das fachadas de vidro tenha de acabar com a era dos três r´s, nem acho que devemos partir para outro material que não o betão, principalmente numa época de re´s (reconstrução, requalificação e afins) não precisamos de construir com materiais renováveis porque o futuro não está no deitar abaixo e construir outro mas no "arranjar" e transformar o degradado e obsoleto. por isso, vou continuar a fazer o portfólio...até já

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kwhyl
Para que não fiques triste, continua a escrever neste fórum nem todos temos (ainda bem) as mesmas opiniões, concordo contigo em alguns temas outros nem por isso, mas acho que é positivo hoje em dia que nesta geração de novos arquitectos e aspirantes, terem opiniões e certezas como tu as tens!

Continua a sorrir!:D


Eh bom pensar pela propria cabeca e nao estar sempre a citar os arquitectos que estao na moda, os mestres e os deuses do costume.

Considero inoportuno e despropositado ler comentarios pouco construtivos de gente que se julga mais inteligente e culta ao escrever comentarios como tu escreves, Gupyna.

Nao te fiques com este comentario que discordas ou concordas com o que o kwhyl escreve.... ha que justificar. Deixa de ser leitor e de rires ah socapa e comeca a escrever daquilo que pensas saber para nos rirmos da tua ignorancia ou maravilharmos da tua sabedoria e da tua eloquencia linguistica expressa na escrita...

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