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muito honestamente JAG, creio que o mais chato é toda a parte burocrática de obra que é preciso tratar, desde aprovação nas câmaras até ao acompanhamento da obra para ver se tudo é feito correctamente, apesar de dar imenso gosto ver uma obra nossa a crescer.

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Para mim o mais chato, ainda na fase do projecto, é depois de "tudo" decidido, perder-se ainda o tempo a preparar o processo para a câmara, aquelas coisas buricráticas, normalizar os desenhos, fichas estatisticas, etc, etc, etc...

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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A parte mais chata??? é muitas vezes receber!!!:) estão sempre cheios de pressa, mas quando chega a hora da verdade... perdem a pressa toda!!!


Foi o que me veio logo à cabeça quando li o tópico, mas não o escrevi para não passar por ganancioso; mas é bem verdade, infelizmente!
Uma possível solução para o "problema": contrato assinado + guias de entrega + notas de honorários, e mesmo assim....
  • 4 months later...
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As coisas deve ser vistas pelo seu lado positivo. Sempre pelo seu lado positivo. Não vale apena realizar um trabalho em forma de crítica, seria puro sofrimento. As coisas surgem e são motivadas pelo seu valor positivo. Unicamente.

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?! há quem diga que a arquitectura só começa quando a desenhas de forma rigorosa. Dou muito mais razão a isso. A arquitectura é a "ideia construída" como Campo Baeza refere. Não é apenas um rabisco, ou esquisso. Um esquisso é uma ferramenta de trabalho anterior ao desenho rigoroso mas a arquitectura nem sequer acaba no desenho rigoroso, há tanto mais para além disso..

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?! há quem diga que a arquitectura só começa quando a desenhas de forma rigorosa. Dou muito mais razão a isso. A arquitectura é a "ideia construída" como Campo Baeza refere. Não é apenas um rabisco, ou esquisso. Um esquisso é uma ferramenta de trabalho anterior ao desenho rigoroso mas a arquitectura nem sequer acaba no desenho rigoroso, há tanto mais para além disso..

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muito pelo contrário Iago...uma das caracteristicas da arquitectura é que é como um todo...mas reconheço que há algumas partes do desenho técnico em que realmente acaba quer a criação quer a expressão, dependendo claro dos projectos em si.

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muito pelo contrário Iago...uma das caracteristicas da arquitectura é que é como um todo...mas reconheço que há algumas partes do desenho técnico em que realmente acaba quer a criação quer a expressão, dependendo claro dos projectos em si.

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Existe também a chatice que é quando o cliente nos diz "não gosto", ou pior que isso durante a apresentação do projecto dizem "gosto muito sim senhor" e depois vão para casa e no dia seguinte o cliente aparece-nos a dizer "ah! a minha esposa, não gosta muito disto ou daquilo. Eu até gosto, mas ela não gosta nada. Diz ela que não está para limpar tanto vidro." lololol Ah e também quando " o meu vizinho tem esta cornija em pedra junto ao beirado e está muito bonito." Também é muito complicado quando " ah! eu quero isto assim, ou assado", e nó perguntamos "E então porquê?", ao que nos respondem "ah e tal, não sei, mas vai ficar muito bonito." A maioria das vezes os clientes não sabem para que servem as coisas (por vezes alguns técnicos também não), mas querem-nas nas suas casas.

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Existe também a chatice que é quando o cliente nos diz "não gosto", ou pior que isso durante a apresentação do projecto dizem "gosto muito sim senhor" e depois vão para casa e no dia seguinte o cliente aparece-nos a dizer "ah! a minha esposa, não gosta muito disto ou daquilo. Eu até gosto, mas ela não gosta nada. Diz ela que não está para limpar tanto vidro." lololol Ah e também quando " o meu vizinho tem esta cornija em pedra junto ao beirado e está muito bonito." Também é muito complicado quando " ah! eu quero isto assim, ou assado", e nó perguntamos "E então porquê?", ao que nos respondem "ah e tal, não sei, mas vai ficar muito bonito." A maioria das vezes os clientes não sabem para que servem as coisas (por vezes alguns técnicos também não), mas querem-nas nas suas casas.

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Aí entra o poder de argumentação que um arquitecto tem de ter. Tanto temos de argumentar para um cliente como para um concurso. há que justificar o nosso pensamento e as opções projectuais. Quando o cliente diz "quero isto porque é bonito" então se na verdade nada tem que ver com o projecto temos de ser nós a argumentar o porquê de isso não ser uma boa opção. Bom bom senso e educação as pessoas entendem-se. Agora nem nós devemos achar que somos os senhores do mundo nem o cliente deve ser quadrado ao ponto de não deixar que um arquitecto pense o projecto de forma a melhorá-lo funcionalmente e formalmente.

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Aí entra o poder de argumentação que um arquitecto tem de ter. Tanto temos de argumentar para um cliente como para um concurso. há que justificar o nosso pensamento e as opções projectuais. Quando o cliente diz "quero isto porque é bonito" então se na verdade nada tem que ver com o projecto temos de ser nós a argumentar o porquê de isso não ser uma boa opção. Bom bom senso e educação as pessoas entendem-se. Agora nem nós devemos achar que somos os senhores do mundo nem o cliente deve ser quadrado ao ponto de não deixar que um arquitecto pense o projecto de forma a melhorá-lo funcionalmente e formalmente.

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