Jump to content

Recommended Posts

Posted

Apartir daqui reflicto sobre o Tecto. Mas refiro aos tectos das casas, dos apartamentos, das MORADAS.

Um espaco que serve somente para colocar um candeeiro. Ora isso vai acabar. Eh preciso solucoes para habitar o tecto.:)

Posted

vc acham por acaso que a casa da musica, museu judaico do Daniel Libeskind, por exemplo, teem o vazio reflectido no tecto? Não podemos considerar que o vazio é a ausência de mobiliário. So existe vazio se existir um cheio, eu não considero que o vazio exista, nem mesmo a palavra.

Posted

vc acham por acaso que a casa da musica, museu judaico do Daniel Libeskind, por exemplo, teem o vazio reflectido no tecto? Não podemos considerar que o vazio é a ausência de mobiliário. So existe vazio se existir um cheio, eu não considero que o vazio exista, nem mesmo a palavra.


O Sim só existe por causa do Não.
As cores só existem por causa da luz e por causa dos olhos.... na realidade nada existe...:)
Posted

Olá Eu também já tinha pensado neste assunto. Ás vezes ponho-me a olhar para o tecto e ponho-me a pensar porque é só existe um candeeiro suspenso?? Aliás, se participasse no concurso do arquitectura.pt esse seria um dos aspectos que já tinha definido para o projecto...Infelizmente não vou ter tempo para concorrer.

Posted

Uma solução seria aproveitar o tecto como um espaço de armazenagem. Ou seja prolongar estantes até ao tecto. Ou criar um tecto abobadado com prateleiras.

  • 4 weeks later...
Posted

Epá, lendo as vossas respostas e dizendo assim a primeira coisa que me vem à cabeça, fico com a ideia de que se perdem as vantagens do pé direito de um espaço coberto... Na verdade nunca tinha pensado nisto, mas obviamente há soluções que, sem recorrer à batota de subir o tecto para por esses tais acrescentos, não aniquilam o pé direito.

  • 3 weeks later...
Posted

O Sim só existe por causa do Não.


?????????

Não concordo nada com isso.
Tal como não concordo que o tecto exista por oposição ao chão ou por mera interpretação do vazio. Para ser sincero não sou nada adepto destas conversas tipo pescadinha de rabo na boca onde nos sentamos a falar e no final a coisa não dá em nada porque a conversa rapidamente se assume como um playground onde todos defendem as suas posições e ninguém questiona aquilo que é realmente importante...
O tecto não passa de um limite como tantos outros que constituem uma base de estruturação do espaço e não serve para mais nada senão isso mesmo.
A forma como o tipo que controla o espaço se apropria do mesmo não nos diz respeito sob nenhum ponto de vista, esse trabalho não faz parte do dominio do arquitecto, nós actuamos antes do espectáculo começar e é essa humildade que deve imperar, daí que faça sentido, sob o ponto de vista da análise e critica arquitectónica que a obra seja experienciada à partida para a vivência do dia a dia e não durante a mesma, porque aí a interpretação do arquitecto dá lugar à da pessoa em todas as escalas da sua existência, da intelectual à fisica.
Quanto a espaço publico aí a conversa é outra e vale a pena especular.
Mas aí a conversa é outra...
Posted

A forma como o tipo que controla o espaço se apropria do mesmo não nos diz respeito sob nenhum ponto de vista, esse trabalho não faz parte do dominio do arquitecto, nós actuamos antes do espectáculo começar e é essa humildade que deve imperar


E porque não? Estás a dizer que o arquitecto à partida está confinado ao que esta standardizado que ele deve fazer? Acho que a vertente criativa de cada um (arquitecto neste caso) se pode mesmo reflectir em intervenções desse género, sem descurar o lado funcional, está claro.
Posted

Se o homem que compra um ferrari quer pendurar uma árvore de cheirinho ou um terço, ou uns dados, ou um peluche no espelho retrovisor, com que direito lhe digo eu que isso não está de acordo com um determinado padrão de bom gosto? Será que existe esse padrão? É um dos problemas do arquitecto, querer chegar a todas, especular sobre tudo e mais alguma coisa, aproximar a escala da intervenção a banalidades inacreditáveis e continuar a permitir que o processo de projecto, em virtude das suas manias, se extenda por tempos eternos com natural prejuizo para todas as partes envolvidas no mesmo. Agora vamos todos intervir no tecto, juntar mapas de tectos e alargar o projecto de execução a mais um detalhe. Que sentido é que isto faz? E repito que me refiro unica e exclusivamente ao dominio privado da arquitectura porque no que ao espaço publico diz respeito faz todo o sentido tirar partido do plano do tecto, como de resto se vem fazendo desde os primórdios

Posted

Se repararmos bem o tecto eh mais do que um limite. Entre o Tecto e o Tecto falso costuma haver todas aquelas infra-estruturas que se querem escondidas. Resumindo, o tecto tem uma funcao, esconder infraestruturas. Em edificios publicos como eh o caso de pavilhoes polidesportivos o tecto funciona como suporte para infraestrutura para o funcionamento do dito pavilhao. Portanto alem de ser um limite eh uma base para infraestruturas.

Posted

Não quis dizer que o arquitecto se deva interessar por intervir nos tectos de todos os edifícios que faça. Apenas que isso pode ser feito, acho que não se pode dizer que isso não faz, de todo, parte do domínio do trabalho do arquitecto. Percebi perfeitamente o que querias dizer, o arquitecto não tem que chegar a todas, mas há execpções :D

Join the conversation

You can post now and register later. If you have an account, sign in now to post with your account.

Guest
Reply to this topic...

×   Pasted as rich text.   Paste as plain text instead

  Only 75 emoji are allowed.

×   Your link has been automatically embedded.   Display as a link instead

×   Your previous content has been restored.   Clear editor

×   You cannot paste images directly. Upload or insert images from URL.

×
×
  • Create New...

Important Information

We have placed cookies on your device to help make this website better. You can adjust your cookie settings, otherwise we'll assume you're okay to continue.