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Sócrates e Universidade Independente


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de certo que estão a par das novidades deste assunto. gostava de saber a vossa opinião.... a meu ver está claro como água..o "sr engenheiro" nao tem curso algum... :) A edição deste sábado do semanário Expresso refere que o diploma do primeiro-ministro foi emitido num domingo e que "a Independente envolve o primeiro-ministro na confusão e mostra documentos incongruentes". O jornal refere também que "responsáveis afirmam nunca terem visto o primeiro-ministro" na universidade, mas acrescenta que um professor garante que Sócrates teve um currículo até "demasiado exigente". @ sic online

margarida duarte

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eu nao sou PS...mas admito que até tinha (e tenho) uma certa simpatia pelo senhor...mas esta situação agora faz-me pensar 2x.....cá em casa dizem que lhe deram as notas das restantes cadeiras para ele terminar o curso e pronto.. eu muito sinceramente nao sei o que pensar. que é tudo estranho, lá isso é... e as evidências sao mais que muitas!

margarida duarte

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xiça!!vira essa boca para lá!! LOL eu?? de esquerda?? era só o que me faltava ;) nao tenho nada contra a quem seja. a minha melhor amiga é comunista até, e todos os anos me tenta convencer para ir à festa do avante LOL é verdade que ha uma certa tendencia para isso...mas eu sou aquela excepção que confirma a regra :)

margarida duarte

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Conservative Chick! :pray:




ah ah ah ah !!nada disso...mas a questão é que se eu fosse a explicar as minhas ideologias, provavelmente atirarias-me mais pedras do que aquelas que habitualmente atiras ;) mas se ha coisas que nao suporto sao os rótulos! principalmente quando me dizem (como já me disseram) "estudas arquitectura?és alentejana?aaahhh entao és comuna!" :)

margarida duarte

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eu concordo com o JVS. Tanto me faz que ele seja engenheiro ou não. Para mim é claramente jogo da oposição. Aliás hoje passei na autoestrada por um cartaz (não sei se alguém já viu também por aí) patrocinado e assinado pelo maior partido da oposição (não vou dizer nomes :) ) que diz qualquer coisa como "2 anos de governo sócrates. a meio caminho para lado nenhum". Pura e simplesmente isto. É assim, goste-se ou não do governo dele, não é isso que está em questão... que raio de propaganda é esta? já agora isto não partidismos, não vou por nenhum partido, sigo pessoas (quando sigo), não sigo doutrinas, e para que fique claro, em relação à questão "engenheiro ou não" eu repito que tou-me nas tintas para se ele é engenheiro ou só tem a 4ª classe e tou-me nas tintas para se é de esquerda ou direita. Estes aspectos não entram nos meus critérios de avaliação.

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Estudo diz que não houve nenhum diplomado no curso de Sócrates em 1996
04.04.2007 - 23h30


Um estudo do Ministério do Ensino Superior revela que em 1996 não houve nenhum aluno diplomado em Engenharia Civil, pela Universidade Independente (UnI). Este dado contraria os documentos, apresentados ao PÚBLICO como fazendo prova da licenciatura do primeiro-ministro, que indicavam que José Sócrates havia concluído o curso no dia 8 de Setembro de 1996.

Em declarações ao PÚBLICO, o assessor de imprensa do primeiro-ministro, Luís Bernardo, reafirmou que “o primeiro-ministro acabou a licenciatura em 1996”, remetendo qualquer explicação sobre o resultado do estudo para a UnI. “Isso não é um problema do primeiro-ministro. A questão terá de ser colocada à UnI e ao Ministério do Ensino Superior.”

Contactado pelo PÚBLICO, o reitor da UnI à época, Luís Arouca, recusou-se a dar qualquer esclarecimento. “Estou em completo black out relativamente a esse assunto”, disse.

De acordo com o levantamento estatístico Diplomados (1993/2002), elaborado em 2004 pelo Observatório da Ciência e do Ensino Superior (OCES), só se licenciaram na UnI, no ano de 1996, alunos dos cursos de Ciências da Comunicação (67) e de Relações Internacionais (25).

A razão pela qual a maioria dos cursos ainda não tinha qualquer licenciado, nesse período, deve-se ao facto de a UnI ter começado a funcionar em 1994/95.

Na página 177 do documento do OCES pode ler-se que, para o curso de Engenharia Civil, os primeiros diplomados só surgem em 1997/98 — e são sete. Este número coincide com o valor apresentado num relatório de avaliação externa do curso de Engenharia Civil da UnI, elaborado por uma comissão independente.

A pista sobre este levantamento foi dada por um leitor anónimo do blogue Do Portugal Profundo, cujo autor, António Balbino Caldeira, tem levantado, desde 2005, dúvidas sobre o currículo académico de José Sócrates.

Os dados do documento (disponível no site da OCES) têm por base, como é escrito na introdução, “a resposta dos estabelecimentos de ensino superior ao inquérito estatístico anual realizado pelo OCES” — um organismo pertencente ao Ministério da Tecnologia, Ciência e Ensino Superior.

Em declarações ao PÚBLICO, há três semanas, o primeiro-ministro, o antigo reitor da instituição e o então director do departamento de Engenharia Civil garantiram que, logo em 1996, quando o curso tinha apenas dois anos, houve alunos, transferidos de outras instituições, a frequentar cadeiras dos terceiro e quinto anos da licenciatura em Engenharia Civil, entre os quais estava o próprio José Sócrates.

Esta versão foi contudo contrariada, na mesma altura, pelo director da Faculdade de Engenharia e vice-reitor, Eurico Calado. Este professor afirmou que em 1996 só funcionaram aulas dos primeiro e segundo anos do curso de Engenharia Civil.

Quem deu as aulas?

Esta não é, no entanto, a única contradição que subsiste relativamente à licenciatura de José Sócrates. Permanece pouco claro quem leccionou as cinco disciplinas que o actual primeiro-ministro terá concluído naquela instituição. O director à época do departamento de Engenharia Civil, António José Morais, afirmara ao PÚBLICO (ver edição de 22 de Março) que fora responsável por quatro dessas cadeiras, todas na área das estruturas. O ex-reitor Luís Arouca, por sua vez, acrescentara que Fernando Guterres dera algumas dessas aulas práticas. No “Expresso” da semana passada, por sua vez, António José Morais citou um outro docente, “o monitor Silvino Alves”, que também terá leccionado essas cadeiras.

Sucede que num currículo exaustivo de António José Morais, o docente apenas refere ter leccionado, em 1996, na UnI, as disciplinas de Betão Armado e Pré-Esforçado e Teoria das Estruturas. A primeira cadeira terá sido concluída por José Sócrates, mas a segunda não aparece sequer no plano curricular do curso.

De fora ficam, assim, três cadeiras que António José Morais dissera ter ministrado a José Sócrates nesse período: Análise de Estruturas (3º ano), Projecto e Dissertação (5º ano) e Estruturas Especiais (5º ano).

No mesmo currículo, com 43 páginas, António José Morais indica que só leccionou a cadeira de Projecto, em 1997, ou seja, quando José Sócrates já teria a licenciatura finalizada. Questionado por e-mail sobre estas contradições e sobre as aulas dadas pelo “monitor Silvino Alves”, António José Morais manteve que leccionou as quatro disciplinas de estruturas e que, “em todas”, teve “mais que um aluno”, acabando por concluir: “Desconheço que versão de currículo viu”. Acrescentaria depois que “Teoria é o mesmo que Análise”.




A explicação do Governo

O gabinete do ministro do Ensino Superior, contactado pelo PÚBLICO, afirmou que os dados do relatório do OCES quanto ao número anual de licenciados não incluem, “para qualquer dos cursos, os alunos que, tendo ingressado por transferência, tenham concluído a licenciatura através de um plano de estudos fixado na sequência de um processo de equivalência”. Este critério não está, contudo, explicado no relatório — antes pelo contrário. Na introdução do documento, onde se explica o âmbito do estudo, concretiza-se que as estatísticas se referem “ao grau de licenciado, obtido através de diferentes percursos académicos”. A explicação do Ministério do Ensino Superior parece também ser contraditória com o facto de, na própria UnI, nos cursos de Ciências da Comunicação e Relações Internacionais, serem indicados no relatório como diplomados, logo em 1996, dezenas de alunos que ali ingressaram por transferência.


Fonte: Publico.pt
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O que é que interessa se o homem é engenheiro ou não, se a profissão dele agora é política? Uma coisa que eu não percebo é como é que deixam que a vida privada se interponha na vida política! Já fazem lembrar os americanos e o Clinton! :icon_poke: Enquanto o senhor, se realmente não for diplomado, não se apresentar como engenheiro não interessa! Ele até podia ser padeiro, para a profissão que ele exerce agora é irrelevante! Agora também é duvidoso que um homem que chegue a primeiro-ministro traga consigo tanto esqueleto no armário por enterrar, logo, crenças políticas á parte, isto tudo cheira a trama. :icon_chew:

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que cheira a trama já eu tinha percebido à muito tempo. a questão aqui não é se ele é engenheiro ou padeiro...a questão aqui é o tipo de pessoa que ele quer fazer parecer aos portugueses. porque se fosse realmente padeiro e o dissesse desde o inicio, seria muito diferente do que estarmos a descorbrir que afinal ele nao é engenheiro, nem coisa nenhuma. nao quero um aldrabão como primeiro ministro do meu país!

margarida duarte

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Uma questão de exemplo para a sociedade! Um primeiro-ministro antes de mais é um 'pai' para da sociedade, e se o pai é corrupto o que serão os filhos??? :s Mas isto não é só com o 1º, mas as pessoas continuam a acreditar que os politicos são uns coitadinhos e por isso continuamos a ver umas Fátimas Felgueiras, uns Valentões no poder... e assim anda a republica das bananas :)

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nao acreditas? eu cá já acredito em tudo!...parece que afinal de contas nao é preciso ser nada para se ser primeiro ministro (segundo o exemplo do sócrates)...para que raio estamos nós a tirar o curso? bora lá candidatarmo-nos a primeiros ministros :) aliás, pelos exemplo mencionados anteriormente, ser politico é que nos da futuro! e com alguma sorte, ainda somos levados em braços pela população que, claro está, nos ama! ah ah ah ah :s :p

margarida duarte

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LOL, podes acreditar! Ainda ele era ministro do Guterres, já o rapaz tinha uma campanha de imagem por tras dele a preparar uma candidatura a secretario geral do Partido :s [Gosto particularmente do seu ar plastico e das respostas já estudadas para quando precisa de fugir a um assunto um pouquinho mais complicado] Nem precisas ir muito longe, basta saberes de algumas historias da camara de Celorico e do seu pai Arquitecto para veres que é de 'pequenino que se torce o pepino' :)

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nao se trata de ganhar respeito...para mim, o sr da padaria aqui da rua é o maior e tenho imenso respeito por ele...e neste momento preferia que fosse ele o primeiro ministro (por exemplo)..plo menos sempre é mais genuino...é que onde diz "fabrico próprio" é mesmo fabrico próprio e o paozinho quente a determinadas horas do dia é certo e sabido que está a sair do forno.... agora se realmente for provado que o sr socrates nao tem licenciatura nenhuma em coisa nenhuma, em lado nenhum, entao, façam o favor de o tirar do sitio onde está, porque para aldraboes já nos chegam os árbitros, presidentes de clubes, donas de sacos azuis e personalidades afins..

margarida duarte

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Eu nem o acho, enfim... um palavreiro mor, como era o Guterres...dado que as minhas simpatias são apenas e só, por ser um tipo de esquerda. Com uma máquina de marketing como hoje existe, como posso eu afirmar, eu "escolho personalidades e não ideologias..." não posso, o tiro ainda será mais ao lado, as personalidades hoje fabricam-se, são dadas a modas e influências afins...

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Num deles lê-se "Bach" antes de "Engenharia Civil"
José Sócrates tem dois registos biográficos com a mesma data mas informações diferentes Imagem colocada
11.04.2007 - 17h17 Leonete Botelho

Os serviços da Assembleia da República têm na sua posse dois registos biográficos assinados pelo então deputado José Sócrates com a mesma data – 13 de Fevereiro de 1992 –, mas com informações diferentes no que diz respeito às habilitações académicas e profissão.
Num deles consta a profissão de engenheiro e na rubrica das habilitações a referência "Engenharia Civil", enquanto no outro surge a profissão de engenheiro técnico e nas habilitações académicas surge a abreviatura "Bach." antes de "Engenharia Civil". (Ver os documentos no link ao lado)

A existência de dois registos que indiciam ser a fotocópia um do outro, mas em que num surgem as diferenças referidas, ainda não está explicada pelo gabinete do primeiro-ministro, aguardando o PÚBLICO resposta ao pedido que fez nesse sentido.

Pela parte do Parlamento, a secretária-geral da Asembleia da República, Adelina Sá Carvalho, afirmou ao PÚBLICO não ter qualquer explicação para a existência destes dois documentos, uma vez que não estava no Parlamento nessa altura. Mas confirma que eles se encontravam em serviços diferentes: um estava no arquivo e o outro, aquele em que surge a referência "Bach." (e que parece ser o original), estava nos Serviços de Apoio ao Plenário, onde os deputados entregam os registos biográficos no início de cada legislatura.

Certo é que apenas um dos registos biográficos foi tido em conta para o livro com as biografias dos deputados publicado em 1993. Aqui, tal como o PÚBLICO revela na sua edição de hoje, o deputado José Sócrates aparece com a profissão de engenheiro e as habilitações literárias licenciatura em Engenharia Civil. Ontem, o gabinete do primeiro-ministro atribuía estas informações a erros dos serviços parlamentares.

A licenciatura em Engenharia Civil do actual primeiro-ministro pela Universidade Independente foi concedida em Setembro de 1996.




@público

margarida duarte

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