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Parece-me que o que distingue um bom trabalho de arquitectura de outros é, precisamente a sua originalidade na resposta a uma situação concreta. A maturidade e a qualidade, vêm precisamente com a faculdade de nos conseguirmos distanciar e libertar do existente, criando, qualitativamente, uma linguagem cada vez mais pessoal e inconfundível. E, porque a cópia é, precisamente, um acto primitivo do ser humano, quanto menos se copia mais erudito se torna o projecto. Por mim, este é o desafio que me proponho vencer; Veremos se conseguirei.

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Parece-me que o que distingue um bom trabalho de arquitectura de outros é, precisamente a sua originalidade na resposta a uma situação concreta. A maturidade e a qualidade, vêm precisamente com a faculdade de nos conseguirmos distanciar e libertar do existente, criando, qualitativamente, uma linguagem cada vez mais pessoal e inconfundível. E, porque a cópia é, precisamente, um acto primitivo do ser humano, quanto menos se copia mais erudito se torna o projecto. Por mim, este é o desafio que me proponho vencer; Veremos se conseguirei.

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ou chamam a isto tudo "inspiração". Na minha opinião esta discussão está-se a tornar maçadora, o que não falta por aí são copias e originais, o que me parece interessante em cada obra é a interpretação do programa e o enquadramento geral da obra tendo em conta a envolvente.

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ou chamam a isto tudo "inspiração". Na minha opinião esta discussão está-se a tornar maçadora, o que não falta por aí são copias e originais, o que me parece interessante em cada obra é a interpretação do programa e o enquadramento geral da obra tendo em conta a envolvente.

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Inspiração, tendência? Acho que as coisas feitas com qualidade marcam o meio e foi este um dos casos. Mas uma coisa é certa.. se a torre de Lisboa ou a de Barcelona fosse um projecto meu, de um "Zé Ninguém."..... tenho a certeza que era plágio. Disso não tenham a menor dúvida. VDCDL

  • 1 year later...
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Como dizia um professor de projecto meu: "O limite é a nossa memória". Ou seja, é inevitável que acabemos por fazer algo parecido com algo já existente, consciente ou inconscientemente. No entanto, se procurarmos fazer arquitectura com base em premissas, que não devem ser, nunca, desconsideradas, o resultado "poderá" ser original.
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O próprio Arq Siza Vieira diz que não se cria nada sem memória, mesmo que inconsciente. Precisamos sempre de memória para produzir, sempre. Quer queiramos quer não. Mas realmente estas torres parecem demasiado parecidas... também não posso dizer muito porque por estas fotos que aqui estão não se pode fazer um "legítimo" comentário... penso eu... Mas este tema do «inspiração ou plágio» é um tema muito interessante e importante também para os estudantes de arquitectura. No meu primeiro ano do curso os professores fizeram questão de nos dizer que não há mal nenhum em se ver obras de outros arquitectos e que não devemos ter o medo de estar a "copiar", eles dizem que há sempre uma reinterpretação. Cumprimentos a todos, DreamSpaces Girl :margarida_beer:

  • 2 weeks later...

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