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Artigo Original Publicado em www.AspirinaLight.com


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Tradução livre a partir do texto via >> Noticias Arquitectura

O projecto surge como resposta ás características que o lugar oferece. Por um lado a necessidade de relação com o tecido urbano em desenvolvimento, e, por outro, conservar o desenho expressivo da paisagem natural em que se encontra.
Nesta contraposição, o projecto conseguiu definir as tensões que o articulam e que lhe permitem organizar-se como uma resposta coerente ás condicionantes que existem no lugar. Assimilar esta contraposição levou o projecto a encontrar a sua definição especifica, como uma reflexão dialéctica, sóbria e coerente, alternando entre o carácter artificial urbano e o valor intrínseco do orgânico.
Desta forma o projecto aparece como uma massa modelada em função das tensões resultantes da relação entre os espaços que o rodeia. A partir da cidade, reconhece o seu lado urbano; alçados limpos, ordenados e pausados que definem os limites construídos do espaço. A partir do mar, encontra a sua condição especifica para uma busca espacial que procura interpretar aquilo que a paisagem e a geografia vão sugerindo. A partir daqui, formula-se a possibilidade da modelação de acordo com a baía, com amplas superfícies côncavas que estabelecem relações poderosas com a paisagem natural circundante, ancorando-se como uma vela de frente para o mar, modelando-se sobre o perfil incerto da costa que domina, abrindo-se assim sobre o horizonte.

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Gostei imenso do projecto. A maneira como os arquitectos leram o territorio, e com materia do local se consegue fazer uma boa arquitectura. Gostei também de uma leitura mais conceptual k a fachada que está virada para o mar contem, bem como a noção de escavado muito presente neste projecto.

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Eu vejo essa reminiscência não formalmente mas como caracterizador de um edifício de excepção e polarizador de uma zona. Aí sim tem tudo a ver com a casa da música e com alguns projectos. A maquete é muito boa e agrada-me imenso essa forma do edifício. Tenho curiosidade para saber como ficaria na realidade, se esta plasticidade se manteria ou se modificaria com os materiais e técnicas.

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Eu vejo essa reminiscência não formalmente mas como caracterizador de um edifício de excepção e polarizador de uma zona. Aí sim tem tudo a ver com a casa da música e com alguns projectos.

A maquete é muito boa e agrada-me imenso essa forma do edifício. Tenho curiosidade para saber como ficaria na realidade, se esta plasticidade se manteria ou se modificaria com os materiais e técnicas.




Eu vejo nos dominios formal e urbanístico. Não é, de todo, em tom pejorativo, é simplesmente um facto. Nem ponho em causa a questão da qualidade do projecto, porque parece-me bem conseguido. Só considerei uma questão identitária...:)

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