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Caros amigos, apesar de ser engenheiro civil, penso que este tema interessa também aos arquitectos e é uma questão que nos dias de hoje muitos de vós já se depararam com ela. O tema que proponho que se desenvolva é o seguinte: Após algum tempo a trabalhar por conta de outrem um arquitecto ou engenheiro resolve-se a tentar vencer por conta propria, arranja um local de trabalho, compra o material de trabalho e está pronto para trabalhar, nesta altura surge-lhe o maior problema, sendo a area da arquitectura e da engenharia uma area onde a maioria do trabalho surge atraves de "conhecimentos, especialmente da publicidade boca a boca" o ke fazer para conseguir entrar no mercado? ou seja Como Arranjar Clientes? Escrevam as vossas ideias, sugestões, experiencias, penso que especialmente para quem está a começar será um tema interessante de ser desenvolvido.

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A "melhor" táctica é a seriedade, responsabilidade e sentido de oportunidade...afinal se tivermos o material e local de trabalho, a vontade de trabalhar não basta. À que saber jogar com os nossos pontos fortes...

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A seriedade e a qualidade, por experiência própria, não conta nada em Portugal, basta olhar para o nosso território para perceber isso. Nos três gabinetes por onde passei, a maioria dos trabalhos, eram por conhecimentos, nunca atendi um cliente para Edificação. Desde a mulher do patrão, (Stretch Move Arquitectos Lda.), que geria Shoppings e conhecia um guru Norte-Americano que os fazia, passando pela Filha de um Grande Empreiteiro em Torres Vedras (Projectual Lda.), até ao filho de um Eng. que como não poderia deixar de ser, tinha muitos conhecimentos. (Ideias Do Futuro .S.A.) Como vêem, o ateliê aberto, por si só, pouco garante!

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qualquer casa, seja de que ramo for, quando abre, não ganha clientes por fama própria...acho que os primeiros trabalhos são sempre para gente conhecida, e depois pelo "palavra passa palavra" os serviços dessa casa vão-se espalhando, e aí já podem ganhar clientes por mérito próprio. no caso específico da arquitectura...acho que se vê de tudo, mas obviamente que ter alguém na família que esteja ligado ao ramo (seja um pai, irmão, tio, primo.....engenheiro, construtor, arquitecto, alguém com conhecimentos na área), é sem dúvida meio caminho andado para vingar nesta vida.

  • 5 weeks later...
Guest utopico
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Sem querer fazer "cartilha", penso que, para quem começa, o fundamental é o conhecimento de alguém que precisa dos nossos serviços e "know-how". Sem isso seremos, sempre, empregados de outrém. Obviamente que estou a referir-me à via da honestidade. Se optarmos pela via da desonestidade, então nada melhor que um amigo, um colega de profissão (ou afim: um arquitecto para um engenheiro ou um engenheiro para um arquitecto), um parente, a/o própria mulher/marido, etc., numa Câmara Municipal. Assim sim, é um "chover" de projectos, encomendas, pequenos favores, etc... Ainda assim, continuo a preferir a via da honestidade e creio que algum dia, se formos intervenientes civicamente no meio onde vivemos, se nos inserirmos na sociedade, algumas encomendas aparecerão e, a partir daí, "falará mais alto" a nossa capacidade para, ao mesmo tempo que "passamos a nossa mensagem" (no caso de arquitectos, a dita "boa arquitectura"), saibamos responder às questões que o "encomendador" nos colocar.

Guest utopico
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E, já agora, porque não tentarem-se os concursos? Não, não me refiro aos concursos de ideias porque esses destinam-se a quem tem dinheiro, muito dinheiro, para gastar: a) na compra do dossier do próprio concurso; 2) no tempo que gasta em pensar no que apresentar; 3) no pagamento aos colaboradores; 4) nas impressões; 5) na compra de velas, de preferência círios gigantes, que alumiem o santo padroeiro (S.José, no caso) para que este interceda por nós na hora do soberano e irrefutável júri decidir (com sorte até pode ser que nenhum dos "grandes e altitrantes nomes" do panorama das revistas nacionais tenha concorrido). Não, me refiro a estes concursos mas, tão-só, aos prosaicos concursos de preço/prazo nos quais, mais uma vez com muita sorte e auxílio do "além", pode a sorte bafejar-nos e consigamos celebrar contrato com uma Câmara que pague a tempo e horas, que decida em prazo razoável sobre as nossas propostas, etc... COM MUITA SORTE E AUXÍLIO "DIVINO" TALVEZ NOS SAIAMOS BEM E, EM RELATIVAMENTE POUCO TEMPO, POSSAMOS FUNDAR/EDITAR UM REVISTA QUE PUBLICARÁ GARANTIDAMENTE OS NOSSOS (e de alguns amigos) PROJECTOS E, DESSA MANEIRA, ASCENDAMOS AO ESTRELATO ONDE NUNCA NOS FALTARÁ TRABALHO E, MUITO MENOS, TENHAMOS QUE PROJECTAR EM CONFORMIDADE COM A REGULAMENTAÇÃO VIGENTE.

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utopico, concursos é só para quem tem amigos no júri :s

Keepper quanto a mim, trabalhar por conta própria só quando tiveres 'uma carteira de clientes/investidores' é que te começas a desenrascar! Porque abrir um espaço e colocar uma placa a entrada do prédio, sem pés nem cabeça, não faz com que os clientes subam!

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